Capítulo 13: O flagra
O flagrante foi tão rápido quanto doloroso.
Marcos abriu a porta do quarto e nos encontrou exatamente como estávamos: eu de pernas abertas, buceta melada, cu arrombado, ele ainda de pau duro e a cama toda suja de porra e urina. O silêncio que se seguiu foi terrível. Marcos ficou pálido, depois vermelho de raiva. Começou a gritar, a chamar João de filho da puta, de aproveitador, de tudo quanto foi nome. João, muito maior e mais forte, simplesmente se colocou entre eu e Marcos, protegendo-me com o corpo, sem levantar a voz, mas com um olhar firme que deixou claro que agressão física não ia acontecer.
A discussão foi feia. Marcos me chamou de vadia, de puta, de traidora. Eu não neguei nada. Apenas fiquei ali, nua, com a porra escorrendo pela coxa, olhando para ele sem remorso. No fim, ele me expulsou de casa.
— Sai da minha casa agora vagabunda!
Não tive escolha. Peguei algumas roupas às pressas, documentos e entrei no carro de João. Ele me levou para a casa dele, uma casa simples na periferia da cidade. Era bem diferente do apartamento onde morava, mas era acolhedor. João me abraçou assim que entramos.
— Pode ficar o tempo que quiser, minha Rainha. — Disse apaixonadamente. — Na verdade… eu quero que você fique pra sempre.
Sentamos no sofá da sala. Ele segurou minhas mãos, olhos cheios de emoção.
— Eu estou me apaixonando por você. De verdade. Não é só tesão. — Olhou dentro dos meus olhos. — Eu te amo do jeito que você é… vadia, arrombada, puta insaciável.
Meu coração apertou. Eu também sentia algo forte por ele. Um carinho misturado com desejo.
— Eu também estou me apaixonando por você, João. Mas se vamos ficar juntos… tem uma condição. — Falei sentindo meu corpo tremendo. — Você nunca mais vai foder meu cu. O rabo é para os outros machos. Pode chupar, lamber, limpar… mas não fode. Aceita?
Ele pensou por um segundo, depois sorriu e me beijou com carinho.
— Aceito. O que eu quero mesmo é você. Do jeito que você é.
Na tarde do sábado, voltei ao antigo apartamento para buscar o resto das minhas coisas. Sabia que Marcos estava lá e fui preparada, vestido curto, plug socado no rabo e o lubrificante na pequena bolsa. Agora que ele não era mais meu marido, não via a hora de dar meu cuzinho guloso pra ele. Chegando lá, encontrei ele sentado no sofá. Quando me viu, a raiva voltou, mas também o desejo. Eu conhecia aquele olhar.
— Vim buscar o resto das minhas roupas — disse, fechando a porta atrás de mim.
— Uma vagabunda como você não precisa de roupa. — Falou se levantando. — Uma desgraçada como você precisa é apanhar na cara pra ver toma vergonha. — O desprezo das palavras não disfarçou o volume do seu pau no short.
— Você tem razão, uma vadia como eu gosta de apanhar. — me aproximei devagar. — Uma Vagabunda como eu tem que levar pau — Continuei deixando meu vestido cair no chão. — Vem bater na puta com seu pau.
— Vagabunda! — Gritou e me acertou um tapa forte na cara. Não reagi, na verdade gostei, meu cu piscava de tesão só de imaginar a raiva que Marcos ia foder meu rabo. — Piranha desgraçada! — outro tapa, meu rosto ardeu, minha buceta estava encharcada e meu rabo louco pra levar pau.
— Da pau pra puta da. — Pedi com a voz chorosa, me ajoelhei na frente dele — Soca esse pauzão na minha garganta.
— Você é mesmo uma cadela viciada. — Rosnou ele baixando o shorts e liberando o pau duro a poucos centímetros da minha cara. — É pau que você quer né vagabunda. — Marcos socou o pau na garganta sem cerimônia, de uma vez só, com raiva, com força, me agarrou pelos cabelos e bombou sem dó na minha garganta.
A cabeça do pau dele batia no fundo da minha garganta me fazendo engasgar, babar, tossir, porém, Marcos não se importou, pelo contrário, me segurava pelos cabelos puxando sem dó, batendo do e cuspindo na minha cara. Nunca Marcos tinha me tratado assim, como uma puta vagabunda e eu estava adorando meu grelo já estava duro e minha buceta pingava de tanto tesão.
— Levanta dai puta que vou foder sua buceta. — Mandou ele me puxando pelo pescoço me empurrando para o sofá.
— Não, minha buceta não. — Reagi com firmeza. — Só quem fode minha buceta é meu corninho manso.
— Ótimo, então vou foder seu rabo vagabunda.
— Fode meu cu, Marcos. — Pedi ficando de quatro no sofá — Sei que você sempre quis meter no meu cuzinho guloso. — Provoquei tirando o plug e mostrando meu anel pronto pra ser arrombado.
Marcos não perdeu tempo, deu um tapão na minha bunda e já foi enfiando o pau no meu cuzinho, centímetro a centímetro eu senti ele entrar até o fundo, senti suas bolas pesadas encostarem na entrada da minha buceta melada.
— Caralho que cuzão gostoso. — Gemeu me segurando pelo quadril. Então tirou quase todo e enterrou novamente fundo no meu rabo.
— Todo macho que fode meu rabo fala isso.
— Vagabunda! — Rosnou batendo forte na minha bunda. — Gosta de tomar no cu né vadia.
— Amo… — Gemi agarrando as bordas do sofá. — Fode meu cuzinho de puta. — Sentia o pau duro dele bater fundo no meu rabo. As estocadas foram aumentando de força e velocidade, seguidas por tapas cada vez mais fortes. Marcos judiava do meu anel como poucos tinham feito antes, fodida com raiva, desejo e força, não demorou e o orgasmo veio forte me fazendo tremer e apertar o pau dele.
— Isso vagabunda, goza com meu pau no seu cu. — Gemeu ele sentindo meu cuzinho piscando e apertando sua rola. — Cadela, vagabunda… — Ele continuou socando firme e fundo me fazendo tremer de tesão.
Meu ex marido que eu tanto trai dando meu cu guloso por aí, agora estava me fazendo gozar com o pauzão grosso e duro dele cravado no meu rabo, que delícia.
— Porra olha só esse cuzão. — Falou com a voz carregada de tesão ao tirar a rola por completo da minha bunda, me deu outro tapa na bunda e ficou admirando meu anal aberto e pedindo mais. — Deveria ter comido seu cu a força antes. — socou novamente o pau fundo no meu cuzinho aberto. Me agarrou pelos cabelos puxando forte me fazendo gritar de dor e prazer e bombou forte, fundo e sem dó era tudo que eu queria.
— Vai corno, soca forte no rabo da puta. — Provoquei sentindo meu grelo formigar prestes a gozar. — Me faz gozar — pedi já gozando e mijando no sofá.
Marcos meteu o mais forte que conseguiu enquanto eu gozava e mijava sem controle, meu corpo tremia e o tesão me dava choque. Ele saiu rápido do meu rabo e mal tive tempo de me virar, jatos de porra branca e quente atingiram minha cara, meu cabelo, minha boca enquanto ele gemia e puxava meus cabelos.
Aquela foi a primeira vez que dei meu rabo para Marcos, mas depois daquilo tinha certeza que não seria a última. Assim que ele saiu de cima de mim peguei meu celular, tirei umas 2 fotos do meu rosto todo melado de porra e mandei para o João.
— O que você está fazendo? — perguntou Marcos desconfiado.
— Mostrando para o corno o que você fez com a mulher dele. — Respondi mostrando o celular para ele. As fotos minhas com um sorriso satisfeito e a cara toda melada com a legenda “Vim dar o cu pro Marcos”
— Caralho, você é muito vagabunda mesmo.
— Olha só, ele respondeu, “Você fica linda assim toda usada, divirta-se”.
Saí de lá com as malas, o cu latejando, a cara suja de porra seca e a buceta louca pra levar pau. Quando cheguei na casa de João, ele me esperava ansioso. Assim que entrei, larguei as malas e fui até ele.
— Acabei de dar o cu pro Marcos — contei, olhando nos olhos dele. — Fui buscar minhas coisas e acabei deixando ele me foder o rabo.
O efeito foi imediato. João ficou louco de tesão. Seus olhos brilharam, o pau marcando a calça na hora. Ele me puxou pela cintura e me beijou com paixão selvagem, língua invadindo minha boca.
— Te amo, puta arrombada — murmurou contra meus lábios, apertando minha bunda com força. — Te amo do jeito que você é.
