Estava tarde, eu estava relaxando após um dia longo de trabalho, quando meu celular apitou:
- Clara, preciso de você.
Era Will, um cara com quem eu tinha ficado uma vez. Nada demais, apenas uns beijinhos gostosos numa festa e depois não nos encontramos mais. Apesar de achar ele gatinho, o achava meio enfadonho também e não tinha rolado uma química.
- O que rolou? Tá tudo bem contigo?
- Eu vou ser sincero, completamente sincero. Mas promete que não vai me bloquear?
A suspeita veio, mas a curiosidade foi maior, queria saber o motivo daquilo.
- Tudo bem. Pode falar.
- Eu tô morrendo de tesão e vi uma foto sua agora a pouco. Preciso comer você.
Eu fiquei meio em choque, o cara era meio sem noção, mas aquilo me pegou. Só não podia ser tão fácil assim.
- Vai sonhando. Acha que eu sou dessas é?
- Não me entenda mal. Eu precisava pelo menos desabafar. Eu daria qualquer coisa pra te foder agora.
- Qualquer coisa?
- Qualquer coisa, juro.
- E se a gente fizer um combinado. Eu dou pra você, mas você tem que gozar só quando eu mandar. Você aceita?
- Claro. Eu passo um mês metendo por você.
- Hmmm... não sei viu. Vou pensar no seu caso.
- Por favor, dá pra mim, vai? Eu pago o Uber, a suíte no motel mais caro, o que você quiser.
O cara tava meio doido mesmo, mas aquilo tinha me excitado. E eu queria dar uma transada também.
- Manda uma foto do seu pau então.
Ele mandou. Um pau bonito, duro e bem melado, do jeito que eu gosto.
Passei meu endereço e disse o motel no qual eu queria ir. Em poucos minutos ele me mandou os dados do Uber e eu me troquei rapidamente. Um sobretudo enorme, lingerie minúscula e uma rasteirinha.
Como ele morava longe, eu cheguei antes e escolhi o quarto mais caro. Entrei, pedi um vinho e o esperei chegar por uns 15 minutos. Quando ouvi a porta, tirei o sobretudo e fui o atender.
"Finalmente hein. Parece que não está com tanta vontade."
Ele entrou rapidamente e me agarrou.
"Que isso, Clarinha. Devo ter tomado todas as multas de casa até aqui."
Encostados na parede ao lado da porta, trocávamos beijos quentes e lentos, sentia seu quadril pressionar contra o meu e o volume do seu pau roçar com firmeza contra minha buceta.
"Espera aí"
Disse isso o empurrando.
"Vou testar você primeiro. Vai pra cama e tira a roupa."
Ele correu e se despiu, o pau parecia mais firme e melado que na foto, mas igualmente lindo. Me aproximei e engoli aquela rola com toda a vontade do mundo, em seguida comecei um boquete caprichado, explorando cara pedacinho de pau, enquanto revezava entre lambidas, chupadas e uma punhetinha nele.
Will gemia alto, se contorcia, segurava firme minha cabeça, mas não gozava. Francamente, eu já nem me importava se ele não aguentasse, estava afim de dar pra ele naquele momento, mas ele se mantinha firme (literalmente), pulsando na minha boca, mas sem chegar lá.
"Você tá motivado mesmo né?"
"Eu disse que faria o que você quisesse pra poder te comer."
Eu peguei uma camisinha e coloquei nele, afastei a calcinha de lado e sentei de uma só vez.
"Que delicia de pau. Aguenta que eu vou gozar bem gostoso nessa rola."
Depois que disse isso comecei a quicar com força nele, os gemidos que passaram a ecoar eram os meus, juntamente com o barulho dos nossos corpos se chocando a cada secida minha. Will olhava nos meus olhos e apertava minha bunda, dando uma leve ajuda no movimento.
"Filho da puta do pau gostoso. Me chamou na hora certa, eu tava precisando."
"Eu sabia que um dia ia foder sua buceta, Clara."
"Sonhou com ela né, vadio? Bateu quantas pensando em mim?"
"Todas, gostosa."
Eu ri enquanto sentava, ainda gemendo e com as pernas começando a fraquejar. Então me virei de costas para ele. Assim que sentei outra vez, ele deu um tapa forte na minha bunda e enterrou um dedo no meu cuzinho.
"Filho da puta."
"Descobri do que você gosta hein."
"Cala a boca, Will."
"Me faz calar vai. Me faz gozar com essa bucetinha quente. Aí eu calo."
Mais alguns tapas e quem se calou fui eu. No lugar das palavras, apenas um gemido alto e desesperado. Eu estava gozando.
Fiquei de pernas bambas por alguns instantes, mas depois criei forças e saí de cima dele. Me deitei de pernas abertas e Will veio por cima de mim.
"Agora, toda aberta do jeito que eu sonhava"
"Me mostra do que você é feito, safado. Fode minha buceta vai."
Mal terminei de falar e ele estava enterrado em mim. Metendo. E metendo muito gostoso. Ele fazia força, deixava o peso cair sobre mim, eu ia me sentindo mais e mais melada, com mais e mais desejo.
"Que delicia de pau. Me fode mais forte vai."
Ele beijou minha boca e meteu com ainda mais força, eu gemia com sua língua tentando abafar, enfiava as unhas no seu corpo e apertava com força.
"Não para, cachorro. Eu vou gozar denovo."
Ele agarrou meu pescoco e pressionou contra a cama, me sufocando e olhando no fundo dos meus olhos enquanto eu gozava mais uma vez.
"Putinha gostosa. Parece que quem não resistiu foi você."
Ele tinha razão.
Levei mais tempo para me recompor, mas assim que voltei, deixei avisado.
"Pode gozar quando quiser agora. E onde quiser."
"Então ajoelha aqui e me mama, eu vou gozar na sua cara."
Eu fiz o que ele pediu. Arranquei a camisinha e agarrei seu pau mais uma vez. Com suas mãos segurando meu cabelo e dando aquela forcadinha gostosa, eu comecei uma mamada ainda mais dedicada que a anterior. Sugava, passava a língua na cabecinha, tudo pra fazer ele gozar. Senti seu pau pulsar diferente na minha boca, tirei ele e fiquei punhetando olhando em seus olhos.
"Goza pra mim?"
Ele gemeu alto, urrando de prazer. Eu coloquei a língua pra fora para aparar um pouco da porra, mas deixei ele jorrar gloriosamente no meu rostinho. Ele se sentou na cama logo atrás e eu me arrastei um pouco para limpar seu pau.
Tomei um banho demorado, estava bem cansada, depois me vesti e fui levada até em casa.
Naquela noite, a ousadia dele e a putaria, tinham me vencido.
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