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Vanessa, a mulher do corno

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 2679 palavras
Data: 28/07/2026 09:33:05

Vanessa se olhava no espelho do banheiro e quase não se reconhecia. Trinta e dois anos, peitos ainda firmes, cintura fina, bunda pesada. Dentro de casa, porém, o corpo parecia sumir. Marco beijava sua testa, perguntava do jantar e se enterrava no celular. O sexo era rápido. Ele gozava, virava de lado, dormia. Ela ficava de olhos abertos no escuro, as coxas úmidas, a respiração presa.

Gerson não pedia licença. Na primeira vez, na cozinha, a mão grande entre as pernas dela enquanto a água do chuveiro de Marco ainda corria, Vanessa só abriu mais. Nas semanas seguintes o padrasto do marido a fodia no sofá, no banheiro, no quarto do casal. O risco existia, mas ser pega de verdade nunca esteve nos planos.

Foi depois de um desses encontros, o cu ainda aberto e escorrendo, que Gerson falou. A voz rouca, o peito suado colado nas costas dela:

— Seu marido sempre foi fácil. Quando morava com a mãe eu já comia esse cu. Menino quieto. Apertava gostoso. Nunca reclamou de verdade.

Vanessa sentiu o baixo ventre contrair. A imagem veio nítida demais: Marco mais novo, de quatro, o mesmo pau que agora a abria entrando nele. O calor subiu rápido. Ela não respondeu. Só empurrou a bunda para trás de novo.

Na sexta-feira o cálculo falhou. Gerson chegou mais cedo. Acharam que Marco só voltaria depois das sete. Estavam no sofá, ela de quatro, o cu já dilatado, quando a chave girou na porta. O barulho foi curto. Vanessa travou. O coração disparou tão forte que doeu no peito. Gerson não saiu a tempo.

O olhar de Marco mudou em segundos: confusão, choque, algo quebrado. Vanessa escondeu o rosto no estofado, o corpo rígido. Medo puro. Até Gerson jogar o marido de bruços na cama.

Aí o medo mudou de forma.

Cada grito de Marco fazia o cu dela latejar. Cada vez que o pau grosso do padrasto sumia entre as nádegas do marido, a boceta escorria mais. Vanessa se tocou sem conseguir parar, os dedos enfiados, os olhos abertos demais. Gerson metia com força, xingava. O corpo de Marco se contraía, os gemidos saíam abafados contra o colchão. Vanessa gozou assim, quieta, o rosto ainda escondido, as coxas tremendo.

Quando Gerson finalmente se retirou e limpou o pau no rosto do enteado, ela se aproximou. Os dedos passaram pelo cabelo suado de Marco. A voz saiu baixa, rouca:

— Agora você sabe.

O beijo na nuca dele foi breve. Por dentro, o peito ardia de um jeito diferente. O marido tinha levado. Tinha gemido. Tinha ficado duro no meio daquilo tudo. Vanessa viu. Guardou.

Deitada mais tarde, o corpo ainda marcado, ela relia a cena várias vezes. O jeito que Marco apertava o lençol. O gemido que escapou quando Gerson enfiou até o fim. A ereção traidora balançando a cada estocada. Ele tinha gostado. Mesmo gritando, mesmo tentando se livrar, o corpo tinha respondido. A certeza se acomodou nela como um segredo quente.

No dia seguinte o celular vibrava cedo. Mensagem de Gerson. Vanessa leu, mordeu o lábio e respondeu rápido. O cu ainda doía. A boceta já estava molhada de novo. A ansiedade era física, quase irritante. Queria a próxima. Queria ver o marido de quatro outra vez. Queria confirmar, de novo, que por baixo da raiva e da vergonha ele também ficava duro.

Vanessa desceu as escadas sem calcinha, o vestido curto. O olhar que trocou com Gerson foi rápido. Marco estava na sala, quieto. Ela se colocou de quatro no sofá. Gerson enfiou de uma vez. O corpo respondeu por hábito, o prazer veio, mas por baixo havia a memória da noite anterior: Marco gemendo, o pau duro, a certeza de que ele também tinha gostado. A ansiedade de repetir aquilo latejava baixo.

Gerson puxou quase até a ponta e enfiou de novo. Depois tentou sair.

Não saiu.

A puxada foi seca. A pele esticou. O grito saiu antes do pensamento. Gerson xingou, puxou com força. Nada. Vanessa tentou se arrastar para frente. A dor física veio agudíssima, mas o que quebrou primeiro foi outra coisa.

Ela olhou por cima do ombro e encontrou Marco. O tubo vazio na mão. O rosto sem pressa. Sem choque. Só aquela quietude. A cola. O momento calculado. A proximidade. Tudo encaixou de uma vez e o peito dela afundou.

Não era só o padrasto. Era ela. Ele tinha feito aquilo com ela também.

Quando Marco empurrou Gerson para frente e enfiou o pau nele, cada estocada fazia o membro colado se mexer dentro de Vanessa. A dor física era real, latejante, mas a dor que importava era a outra: a certeza de que o marido tinha planejado a humilhação dos dois. Que ela, que tinha gozado vendo-o ser aberto, agora estava sendo usada como parte do castigo. Que o poder que sentira na noite anterior tinha se virado contra ela de forma completa e silenciosa.

As lágrimas escorriam sem barulho. Ela gritava contra o sofá, mas o som parecia distante. Por dentro só havia o peso frio de ter sido vista, calculada e quebrada no mesmo movimento. Gerson gemia de dor por cima. Vanessa sentia o pau preso puxar e empurrar, e a cada movimento a mesma frase se repetia sem voz: ele fez isso comigo também.

A ambulância demorou. Cada segundo preso só aprofundava a rachadura. Quando as câmeras e as vozes estranhas entraram, Vanessa escondeu o rosto com as duas mãos. Não era só vergonha. Era a sensação nítida de ter perdido qualquer resto de controle, de ter sido reduzida a peça da vingança de alguém que ela achava ter dominado.

Na maca, a cada solavanco, a dor física voltava. A outra, a emocional, não precisava de movimento. Ficava ali, quieta, constante, ocupando o peito inteiro. Ela mantinha os olhos fechados. Não queria ver Marco. Já sabia que ele estava observando. Já sabia, desde o primeiro segundo em que se sentiu presa, que a vingança era dele. E que ela estava exatamente no centro.

Vanessa acordou com a boca seca e o cu latejando sob o curativo grosso. A luz do quarto era branca demais. Gerson não estava ali. Tinham separado os dois na cirurgia da manhã. Ela só lembrava da voz do médico dizendo que o procedimento tinha corrido bem e do alívio breve, quase vergonhoso, quando a anestesia começou a subir.

A televisão no alto da parede estava ligada. Sem som. A legenda corria na parte de baixo.

“Casal fica colado após acidente com produto químico durante relação íntima.”

As imagens vinham desfocadas, rostos cobertos por retângulos pretos, mas o sofá era o mesmo. O ângulo da sala era o mesmo. O lençol branco jogado por cima de dois corpos era o mesmo. Vanessa sentiu o estômago revirar. Tentou desviar o olhar, mas a legenda continuava refletida no vidro da janela.

“Fontes afirmam que a dupla insistiu ter confundido o lubrificante.”

Ela puxou o lençol até o queixo. O tecido raspou no curativo e a dor no cu voltou, aguda, profunda, lembrando a cada segundo o que tinha sido feito. Mas o que importava era outra coisa. A sensação de estar suja por dentro. Imunda. Como se o pau colado, a exposição, a câmera e a manchete tivessem grudado nela de um jeito que nenhum banho, nenhuma cirurgia, nenhum curativo conseguiria tirar.

O enfermeiro entrou para checar o soro. Vanessa manteve os olhos semicerrados, mas escutou a pausa perto da cama. Escutou o barulho da caneta no prontuário. Teve certeza de que ele olhou tempo demais. Teve certeza de que, do outro lado da porta, alguém comentava baixinho. “É ela.” “A da reportagem.” “Que nojo.”

A raiva veio em ondas curtas e inúteis. Raiva de Gerson. Raiva de Marco. Raiva de si mesma por ter gozado na frente do marido, por ter acreditado que controlava alguma coisa. A raiva, porém, não durava. O que ficava era o peso constante, pegajoso, de se sentir imunda. Exposta. Reduzida a uma manchete anônima que todo mundo reconhecia mesmo sem saber o nome.

Vanessa virou o rosto para a parede. A legenda da televisão ainda corria atrás das pálpebras. “Acidente doméstico incomum.” “Produto químico.” “Casal hospitalizado.” Cada palavra parecia grudar na pele. O cu latejava sob o curativo, teimoso, impossível de ignorar. Ela apertou os olhos com força, o corpo rígido sob o lençol, convencida de que cada voz no corredor, cada risada distante, cada porta que se abria era sobre ela.

E a sujeira não saía.

Vanessa esperou até o segundo dia no hospital para ligar. A voz saiu embargada desde a primeira palavra. Pediu para ele ir. Marco chegou no fim da tarde, parou no pé da cama e não se aproximou.

Ela chorou. As lágrimas escorriam quentes enquanto tentava explicar, justificar, pedir. As palavras saíam emboladas. Gerson, o que ele tinha dito, o que ela tinha sentido, o medo, a excitação, o arrependimento. Marco escutou em silêncio. Quando ela parou, ofegante, ele falou baixo, sem levantar a voz:

— Ele nunca me comeu na casa da minha mãe. Nunca. O velho é louco. Inventou isso pra te deixar mais molhada. E você acreditou. Você gozou em cima disso.

Vanessa abriu a boca. Nenhum som saiu.

— Vadia sem coração — ele completou. O tom era o mesmo de quem comenta o tempo. — Assina.

Os papéis já estavam na pasta que ele carregava. Divórcio. Cláusulas claras, secas, sem espaço para discussão. Ela perdeu a casa, o carro, qualquer direito sobre o que tinham construído juntos. As mãos tremiam quando pegou a caneta. A assinatura saiu torta. Marco recolheu as folhas, guardou a pasta e saiu sem olhar para trás.

No dia seguinte ela recebeu alta. O cu ainda doía sob o curativo, mas a dor física já era secundária. Foi direto para um bar perto do hotel onde tinha se hospedado. Pediu uísque. Bebeu o primeiro rápido. O segundo mais devagar. O espelho atrás do balcão devolvia uma mulher de olhos inchados, cabelo preso sem cuidado, rosto pálido.

Foi aí que Guilherme apareceu.

Vinte e dois anos, sorriso fácil, camiseta simples, olhar direto sem pressa. Pediu licença, comentou a escolha da bebida, riu de algo que ela nem lembra ter dito. Não tocou nela de imediato. Só conversou. Perguntou se podia sentar. Vanessa olhou para o fundo do copo, depois para ele, e acenou.

Ele falou de música, de um emprego temporário, de uma viagem que queria fazer. Nada importante. Mas o jeito que ele a olhava era diferente. Não havia julgamento. Não havia cálculo. Só interesse aberto, quase jovem demais. Quando a mão dele encostou de leve no braço dela ao apontar alguma coisa no cardápio, Vanessa não afastou.

Pela primeira vez em dias o peito não pesava tanto. O sorriso que ela deu foi pequeno, cansado, mas verdadeiro. Guilherme sorriu de volta, mais largo. Pediu outra rodada. Vanessa aceitou. O curativo ainda incomodava quando se mexia no banco, a vergonha ainda morava em algum canto, mas naquele momento, sob a luz baixa do bar e o olhar atento de um menino de vinte e dois anos, ela se sentiu bonita de novo.

Vanessa demorou três semanas.

Três semanas de silêncio, de curativo trocado em silêncio, de noites em que o corpo ainda lembrava da cola e da exposição. Quando finalmente ligou, a voz saiu rouca. Combinaram de se encontrar num parque perto do apartamento que ela alugara. Bancos de madeira, árvores altas, o sol da tarde filtrado.

Ela despejou tudo de uma vez. A traição, o Gerson, a mentira sobre o passado de Marco, a noite em que o marido foi aberto na frente dela, a cola, a ambulância, a reportagem, o divórcio. Falou sem fôlego, as mãos apertando a alça da bolsa, os olhos baixos, esperando o julgamento. O medo de ser humilhada de novo era concreto, quase físico.

Guilherme escutou em silêncio. No final, riu. Um riso baixo, genuinamente surpreso.

— Seu ex é idiota — disse, simplesmente. — Tinha uma mulher que topava tudo e jogou fora.

Vanessa levantou os olhos. Não havia deboche no rosto dele. Só um interesse aberto, quase admirado. A tensão nos ombros dela cedeu um pouco.

Foram para o apartamento. Pequeno, ainda com caixas empilhadas num canto. Guilherme fechou a porta com o pé e a beijou sem pressa. A boca dele era quente, a língua curiosa. As mãos desceram pelas costas, apertaram a bunda, subiram de novo. Quando se afastou, a voz saiu rouca:

— Você tem vibrador?

Ela acenou. Foi até a gaveta da mesa de cabeceira e pegou o aparelho — médio, rosa, silencioso. Guilherme sorriu de lado, pegou o vibrador e a guiou até a cama.

Tirou a roupa dela devagar. Cada peça caída revelava pele que ainda carregava a memória recente de dor e exposição. Ele a deitou de costas, abriu as coxas com as mãos grandes e desceu o rosto. A língua passou primeiro pelos lábios externos, lenta, quente. Vanessa arquejou. Ele chupou com mais fome, a língua entrando, recolhendo o gosto dela, o nariz pressionando o clitóris. O vibrador ficou ligado na mão dele, só o zumbido baixo preenchendo o quarto. Depois a língua desceu mais. Passou pelo períneo e chegou ao cu. Vanessa travou por um segundo — o músculo ainda sensível — mas ele lambia com paciência, a língua girando, cuspindo, abrindo. O prazer veio misturado a um ardor velho, quase nostálgico.

Quando ela já estava molhada o suficiente, Guilherme se ajoelhou entre as pernas dela e empurrou o pau na boca. Grosso, quente, o gosto de pele limpa e pré-gozo. Vanessa engoliu. Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos e meteu fundo. A glande bateu na garganta. Ela engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos marejando. Ele não parou. Fodeu a boca com ritmo constante, o saco batendo no queixo dela, até a respiração ficar curta e o rosto vermelho.

Depois a virou de quatro. O vibrador entrou na boceta primeiro — o zumbido agora abafado pela carne — e logo em seguida o pau dele pressionou o cu. A entrada foi lenta. O anel ainda lembrava da dilatação forçada de semanas atrás, mas cedeu. Guilherme enterrou tudo, o peito colado nas costas dela, e começou a meter. O vibrador pulsava dentro da boceta enquanto o pau abria o cu. Vanessa gemia alto, os braços cedendo, o rosto pressionado no travesseiro. O primeiro orgasmo veio rápido, violento, o corpo inteiro travando, o cu se contraindo ao redor dele.

Ele não parou. Continuou fodendo o cu com estocadas profundas enquanto o vibrador trabalhava a boceta. O segundo orgasmo foi mais longo, ondulado, as lágrimas escorrendo de novo — dessa vez de excesso, não de dor.

Quando ele se retirou, a voz saiu baixa, quase pedindo:

— Agora me fode com isso.

Vanessa pegou o vibrador, ainda escorrendo dela. Guilherme se deitou de costas, as pernas abertas. Ela ajoelhou entre elas, passou saliva no aparelho e pressionou a ponta no cu dele. O anel resistiu, depois cedeu. Ela empurrou devagar, vendo o rosto dele se contorcer, a boca abrir. Quando o vibrador estava quase todo dentro, ligou o motor. Guilherme arquejou. Vanessa se inclinou e engoliu o pau dele ao mesmo tempo.

Chupava fundo, a cabeça subindo e descendo, enquanto a mão empurrava e puxava o vibrador no ritmo. O gosto dele era mais forte agora, pré-gozo constante. Guilherme gemia, as mãos nos cabelos dela, o quadril subindo. Ela sentia o aparelho vibrar através do corpo dele, sentia as contrações do cu ao redor do silicone. O terceiro orgasmo dela veio só de ver, de sentir o controle, de ter a boca cheia e a mão ocupada. O corpo tremeu de novo, mais fraco, mas ainda intenso.

Guilherme gozou logo depois, jatos quentes na garganta dela. Vanessa engoliu, continuou chupando até ele estremecer de hipersensibilidade, o vibrador ainda ligado dentro dele.

Quando finalmente desligou o aparelho e se deitou ao lado, o quarto cheirava a sexo, suor e alívio. Guilherme passou a mão pelo cabelo úmido dela e riu baixo, sem fôlego. Vanessa fechou os olhos. O cu ainda latejava, a boceta também, a boca estava inchada. Mas pela primeira vez em semanas a sujeira parecia ter lavado um pouco.

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Comentários

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Ok,ela encontrou alguém que gosta dessas coisa. Tudo certo, o que não esteve certo foi o que ela fez com o marido. Nunca perguntou nada pra ele, nunca reclamou com ele da sua insatisfação na cama e queria o que,que da noite pro dia ele aceita-se se transformar em um corno manso e viado? Tenha paciência né.

Adorei o que ele fez e ela está com sorte de encontrar alguém do perfil dela,vamos ver até onde isso vai.

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