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Que gente mais maluca existe nesse mundo!

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Heterossexual
Contém 1213 palavras
Data: 28/07/2026 11:17:30

Que gente mais maluca existe nesse mundo!

Conto n.º 241 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Heterossexual, virgem, abusada, incesto, carinho, alienação,

***

Meu nome é Soraia, vou fazer 18 anos na próxima semana. Tenho a pele branca, olhos azuis, cabelos loiros, um palmo abaixo dos ombros, 1,74 de alturas e 59 quilos. Sei que chamo atenção dos homens pela minha comissão de frente, cintura fina e para-choque bem arredondado, mesmo com tudo isso e, perto de completar 18 anos, ainda sou virgem; e nem namorado tenho, não que seja fria e que não goste de homem. O motivo disso é que moro numa cidade pequena. Onde todo mundo se conhece e meu pai é delegado de polícia e meus três irmãos são uns brutamontes e como sou a caçula da família, os rapazes têm receio de se aproximar de mim, por saberem que os manos têm ciúmes de mim.

***

Moro numa casa de dois pavimentos, somos eu, meu pai e os três irmãos. Nossa casa é cercada por muros altos, no meio de um grande terreno e além de belos jardins na área frontal. Temos uma piscina na área atrás da casa, quase nas dimensões de uma piscina olímpica, uma churrasqueira, casa de jogos, vestuário e salão de jogos. Tudo herança de família.

***

Particularizo tudo isso para poderem entender o que está acontecendo comigo. Tudo começou há uma semana. No 25º aniversário de Hugo, meu irmão mais novo, os outros são Celio, o mais velho com 29 anos e o do meio, Luiz com 27, Papai, Antenor, tem 60 anos, viúvo.

Hugo decidiu comemorar seu aniversário com um churrasco e convidou alguns amigos, três deles com suas esposas. Luiz e Celio com suas “namoradas”. Ao todo somos 15 pessoas, sendo 9 homens e 6 mulheres, incluindo eu. Papai contratou uma conhecida empresa de bufê de churrasco. Como todos sabiam que a piscina fazia parte da confraternização, os convidados traziam vestes de banhos, principalmente as mulheres.

Quatro das convidadas eram jovens e vestem biquínis duas peças, vamos dizer, ousados, só uma veste maiô e eu aproveitei e vesti um biquíni fio dental, que deixava minhas polpas de fora, a vista dos olhos esbugalhados de papai e de meus irmãos. Sabia que não iriam me repreender a vista dos convidados. Fiz isso justamente com a intenção de os chocar, sabendo que depois poderia receber uns tapas de papai.

Abusei da situação, me exibi bastante, sabendo que não era só o meu pessoal que estava de olho em mim; os outros homens também. Devo confessar que estava excitada com minha exibição.

Do churrasco o que mais comi foram os espetinhos de coração de galinha, e não dispensei nenhum copinho de batida que os garçons do bufê ofereciam, lógico que evitando ser vista pelos manos e por papai. O resultado foi que fiquei embriagada e, com medo, fiquei na piscina, me apoiando na borda, fingindo estar a me divertir, enquanto via os convidados indo embora.

Meus irmãos saíram com suas namoradas e eu sabia que estava chegando a hora de enfrentar a fera (meu pai). Esperei o pessoal do bufê recolher todo o material e irem embora e vi meu pai abrir o portão para a camionete do bufê sair. Ele retornou para a sala.

Esperei que subisse para o seu quarto, para sair da piscina e correr para o meu quarto e no banheiro anexo. Tomar um banho com água bem quentinha, pois já estava tremendo de frio lá na piscina. Após me secar e passar escovas nos longos cabelos castanho-claros, sentei-me na borda da banheira e com o pequeno aparador íntimo feminino, comecei a remover os ralos e claros pelinhos de minha boneca. Cantarolando baixinho, apoiando minha mão direita na coxa ao lado dos grandes lábios, dei off no aparador e dei duas palmadinha na xoxotinha e falei alto com ela: “Pronto… agora tu está peladinha”

Foi quando ouvi a voz grosso de papai:

“Peladinha, lindinha e espero virgem”

***

Ele estava alguns pouco passos à minha frente, vestindo um pijama e entre as pernas, o tecido tinha uma enorme saliência.

Meu susto foi tão grande, que abri a boca, mas não consegui falar. Só tremi em choque. Perdi o equilíbrio e minha bunda nua escorregou da borda lisa e caí de costa na banheira, espargindo água, pelo piso azulejado. Minha nuca se chocou com força na parede interna da banheira, e afundei parte do tronco no fundo, atordoada e engolindo água ensaboada.

***

Papai ficou assustado me vendo me debater debaixo de água coberta de espuma. Num ato reflexo, mesmo de pijama, estendeu os braços e me puxou do fundo da banheira. Nesta altura no meu desespero, eu já tinha engolido bastante água, com creme de banho e espuma, numa mistura bastante tóxica e não conseguia respirar. Ele ignorava que parte do meu atordoamento e confusão mental, não era só motivado pela porcaria que engolira, mas principalmente pelo violento choque do meu crânio, que estava me deixando ficar com uma puta dor na cabeça.

Me vendo toda molenga em seus braços, coberta de espuma, pensando ser daí a origem do que sentia, me levou para o box e abriu toda água por cima de nós.

Estava eu, na banheira, com água quente, o encontro da fria, foi acelerado, a brusca mudança de temperatura, agiu como se tivesse levada uma descarga de um raio. O violento choque me obrigou a me agarrar ao corpo de papai, como a única fonte de calor.

Com os braços em torno de seu pescoço e pernas e coxas o envolvendo, firme pela cintura. Os dois pelados como viemos ao mundo, só senti, nos momentos seguintes, quando o longo e espesso aríete de meu pai invadiu minha quente fornalha.

Meu pai gosta muito de mim e quer meu conforto, tanto é, que ainda me prendendo a ele, me levou para seu quarto, para sua cama e durante horas, ficou me mostrando todo seu carinho por mim.

Tenho de confessar, depois deste dia, nunca mais deixei que ele ficasse sozinho na sua cama, pois passei a gostar muito que demonstrasse todo seu amor por mim, me consolando nas minhas duas fornalhas e algumas vezes até nas três.

Estava tão feliz, que contei ao mundo, o quão meu querido papai, me amava. Mas o mundo, gente malvada, levou ele pra longe de mim, pra morar com outros pais, que igual a ele, amavam suas filhas.

Fiquei muitíssimo triste e fui levada pra uma casa grande, onde homens e mulheres, coitados, usavam sempre a mesma roupas, todas brancas.

Às vezes, quando tudo ficava escuro, os homens de branco vinham me acalmar e eu gritava, mas feliz, pois vinham utilizar as mesmas fornalhas, as duas, que antes eram de meu amado papai.

***

Tantos vinham e, tanto utilizaram minhas fornalhas, que um dia minha barriga começou a inchar. Após isso, eles nunca mais viveram me acalmar e minha barriga deixou de crescer. Depois só uma das mulheres de branca, vinha, na escuridão, lamber minha fornalha. Coitada dela, acho que doidinha, pois fazia questão que eu, também lambesse a fornalha dela.

— Que gente mais maluca existe nesse mundo!

FIM

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Foto de perfil genéricaMarcela Araujo AlencarContos: 241Seguidores: 293Seguindo: 15Mensagem Mulher, 35 anos

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