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Na viagem um acidente e uma dívida - Final

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Um conto erótico de Cabuloso
Categoria: Heterossexual
Contém 2752 palavras
Data: 28/07/2026 11:49:00

Continuando

— Vou tomar um banho. Disse enquanto se levantava rapidamente

Após alguns momentos decidi me juntar ao banho. A porta estava apenas encostada e fui entrando. Ellen estava apenas parada, com os olhos fechados e com a água do chuveiro caindo fortemente sobre seus ombros, estava visivelmente cansada e tentando desacelerar, talvez para absorver o que acontecera.

Me despi e fui entrando e a envolvi confortavelmente com os meus braços. Ambos ali, parados e sentindo um recíproco conforto, o primeiro momento de relaxamento das férias, ironicamente depois de vivermos intensamente experiências que não imaginávamos que teríamos naquela ilha. Senti Ellen relaxando com a minha presença, sem culpa ou medo, estávamos nos encontrando novamente, cúmplices de um erro e de suas consequências. Após o banho silencioso dormimos e acordamos no dia seguinte com a manhã em horário avançado. Ficamos conversando por um tempo, era momento de falar abertamente sobre os acontecimentos.

— Acho que precisamos conversar.

Eu disse ainda em tom de quem acabara de acordar depois de um sonho revigorante. Ela me fitou com curiosidade.

— Eu quero ser sincero com você, meu amor. Ontem as coisas se aceleraram demais, muito mais do que o nosso carro naquela curva. Rimos, e prossegui. — Mas eu vou te confessar que, enquanto você estava com ele na minha frente, depois de passado o susto inicial, algo curioso aconteceu comigo. Meu pau apertou na minha bermuda e tive que disfarçar pra ele não perceber.

Ellen riu novamente.

— Você disfarçou bem, e eu me surpreendi quando você me tocou aqui quando chegamos.

Disse em um tom enigmático.

— Você também não ficou atrás, fiquei ainda mais excitado quando me deparei com a sua vagina molhada.

Avancei tentando encorajá-la a se abrir comigo.

— Não foi o momento todo, mas confesso que quando eu senti ele gozando eu senti algo muito erótico mexendo comigo, olhei pra baixo tentando disfarçar.

— Não percebi porque estava hipnotizado vendo ele passar o pênis em seus seios lambuzados de gozo. Ela arregalou os olhos rindo e me deu um tapa se levantando. — Vamos tomar um café?

— Quero ficar no resort hoje o dia todo. Vamos sair somente na hora de fazermos a última visita, depois podemos conversar sobre isso. Falei deixando as coisas para depois.

Tomamos café e percebi que o tema da nossa viagem realmente mudou. Ellen estava bebendo, passeando e entrando na piscina com um biquíni mais provocante, mais a vontade e bem mais desinibida.

Ao fim da tarde, após uma hora de descanso em nosso quarto, Ellen retorna do banho, deslumbrante como sempre, com uma toalha na cabeça e outra no corpo e pergunta em tom sereno.

— O que eu visto? Tenho muitas dúvidas, bem que você poderia me ajudar.

Falou me olhando, linda como sempre.

— Aquele vestido branco, de alça. Respondi mexendo no celular.

— Não é curto demais?

Eu a encarei e expus o argumento que arquitetei durante o dia que passamos no resort.

— Eu penso que podemos usar alguma criatividade hoje. Não é se entregar, mas podemos sim tirar algum proveito. Estamos cumprindo um acordo sem envolvimento emocional, mas ontem foi no mínimo curioso, então não vejo problemas em dar alguma corda nisso. Com alguma provocação e dentro de certos limites que vamos descobrir na hora podemos aproveitar também. — Eu disse isso e esperei alguma repressão, que não veio, então fui além.

Levantei e fui na sua gaveta de calcinhas, peguei uma branca, de renda e com muita transparência na parte frontal. Ellen riu dizendo.

— Você que sabe, mas deve ter ficado louco.

Nos dirigimos então para a casa do Sr. George. Ao chegar o portão estava aberto e ele sentado, nos aguardando sentado na varanda de sua simpática casa. Levantou e veio sorrindo, nos recebendo com cordiais cumprimentos.

— Entrem, hoje vamos ficar um pouco na varanda da parte de trás.

Segui entrando na casa, de mãos dadas com a minha esposa e futura, mais uma vez, presa de George. Depois de alguns elogios à aparência dela, ele nos serviu alguns pratos leves que preparara. Aceitamos de bom grado, não havia dado tempo de jantar e não queríamos nos atrasar para evitar ainda mais problemas.

Ellen, sentada de frente para o homem que pouco disfarçava para olhar parte da calcinha exposta pelo vestido curto. Conversamos por mais de uma hora, George é um homem de papo agradável e contava histórias diversas sobre a sua rotina solitária na ilha. Percebi um clima totalmente diferente da noite anterior, aquela tensão, medo ficaram no passado, aqui estamos em clima de amizade e descontraídos.

Estava bastante calor, e de repente a brisa suave que vinha do mar parou. George perguntou se poderíamos ir para o seu quarto. Justificou logo, dizendo que era o único cômodo da casa que dispunha de um ar condicionado. Concordamos e ele foi mais uma vez nos direcionado. Minha esposa apertava forte minhas mãos, me seguindo.

O quarto era pequeno, mas aconchegante. Já estava fresco pela presença do ar condicionado ligado (Pelo visto George já havia planejado o local). havia uma cama simples, mas arrumada, quadros coloridos e um guarda-roupas com um grande espelho no centro.

Após alguns segundos de silêncio, todos nós em pé, George fala, enquanto toca no antebraço dela levando à direção de sua bermuda.

— Dona Ellen, você pode massagear ele um pouco?

Ela aceitou obedientemente a orientação e foi com a mão esquerda pressionando a circunferência exposta pela bermuda. Eu fiquei próximo dos dois, conferindo mais uma vez o início de algo parecido com a noite anterior, mas sob circunstâncias totalmente diferentes, o clima bem mais harmonioso e permissivo paira no ar, sem tensão, apenas curiosidade e desprendimento.

— Que Maravilha! Disse após alguns segundos — Ele já deve estar pronto para você. Disse, se deliciando com o fino toque delicado enquanto ele mesmo embalava ainda o braço da minha esposa para o seu pênis contribuindo para os movimentos enquanto ela buscava apertá-lo, concentrada em seu pênis que se avolumava e enrijecia.

Entendendo o recado, ela começa a baixar a sua bermuda, expondo o seu membro duro, que aponta firmemente em nossa direção. Sem hesitar, talvez já um pouco acostumada com a situação, ela o apanha com a sua mão direita, com quatro dedos por cima e o polegar abaixo, tenta envolvê-lo já iniciando os movimentos que se esperam, naturalmente delicados.

George vibra, rindo alto, e diz, satisfeito.

— Meus caros, este foi sem dúvidas o melhor acordo da minha vida. Nenhum dinheiro me pagaria tanto.

— Podem aproveitar. Eu disse, no plural, e Ellen olha pra mim, nada surpresa pelo consentimento. É um olhar penetrante e demorado, enquanto manuseia o pau de outro homem, ao fim ela sorri ao perceber talvez a minha fisionomia de satisfação com a cena.

George senta-se à beira da cama enquanto ela se aproxima, de pé, se curvando para apanhar novamente o seu pênis. Esse movimento produziu dois efeitos que vou lhes descrever: expôs para George boa parte dos seios dela, haja visto que a alça era larga. E, para mim, a sua bunda com aquela calcinha linda que eu permissivamente escolhi.

Após alguns momentos, eu puxei Ellen para uma posição ereta e tomei uma atitude que não surpreendeu ninguém naquele quarto: Abri o zíper na parte de trás e puxei o vestido para baixo, expondo mais uma vez o seu corpo seminu para aquele estranho homem.

— Uau, muito obrigado mesmo Sr. Kevin. Esse vai ser mesmo o melhor dia da minha vida! Vibrou intensamente o nosso antigo algoz, enquanto se masturbava observando minha esposa em pé vestindo apenas aquela calcinha branca minúscula e transparente.

Ellen estava deslumbrante neste papel. Não falava, mas eu percebia que ela estava reinando e satisfeita naquela posição de ser o centro das atenções, de ser desejada por olhares penetrantes do seu marido e o nosso novo amigo.

— Sente-se na cama, meu amor. — Helen sentenciou e me viu obedecendo.

Quando eu me acomodei ao lado de George ela colocou a mão direita nas costas e soltou lentamente o sutiã, trazendo-os para baixo e liberando os seios, com as aréolas marcadas pela excitação que claramente sentia.

Após deixar o sutiã caído debaixo de seus pés, ela se projetou novamente para o homem segurando mais uma vez firmemente o seu pau, agora com os movimentos mais habilidosos pela experiência que está adquirindo.

Após poucos segundos George vai adentrando a cama e encosta na cabeceira. Ela me olha e vai quase que instintivamente e seguiu os seus movimentos, ficou com a mão esquerda para fora das pernas abertas enquanto com a mão direita masturbava o Sr. George de forma vigorosa. Confesso que eu não tenho ideia de quanto durou esse momento, se poucos segundos ou dezenas de minutos, mas o clima que pairava no ar era de muito tesão e cumplicidade. Minha esposa chegou a trocar de mãos porque o braço direito cansou e rimos quando George fazia piadas sobre querer ficar ali para sempre.

Seduzido por uma vontade intensa eu me esgueirei pela cama em um desses momentos e beijei longamente a minha esposa, um sinal que ela poderia avançar em um desejo que estava ali, explícito e escancarado. Ela entendeu e lambeu lentamente a extensão do pênis preto de George.

Hipnotizados estávamos, George e eu com aquela pitoresca cena, inimaginável para ambos em qualquer outro momento da vida. O semblante de George mudou profundamente a partir desse momento, vislumbrado com aquela turista estadunidense casada que chupava o seu pênis na cama do seu quarto em frente ao seu marido.

Mais uma vez, mais uma habilidade desbloqueada pela minha querida. Ela se esforça para chupar o pau de George e parece orgulhosa, trocando olhares hora com ele, hora comigo. Ela parece bem à vontade com o seu novo show, sem amarras que a sociedade impõe às vidas de quem quer viver intensa e curiosamente.

— Ellen, porque você não deita para trás um pouco? Imagino que o Sr. George gostaria de te ver melhor. — Eu disse após vários minutos.

Lentamente, ela se posicionou para trás, abrindo as pernas enquanto George permaneceu imóvel com o seu pênis ereto e lubrificado pela saliva da minha esposa, escorrendo pelo seu pau e suas bolas. A calcinha era realmente transparente e ela estava deslumbrante. Eu me posicionei ao seu lado e iniciei um movimento lento com os dedos em sua vagina. Neste momento, éramos nós dois, um casal que entendeu o momento da vida, a oportunidade e o que desejava, nos exibindo para um amigo. Ele se masturbava lentamente, incrédulo pela beleza da cena.

Ficamos dessa forma por alguns minutos, quando eu parei e me afastei para a borda da cama e fiquei sentado, observando em silêncio os dois, um de frente para o outro, ambos se seduzindo em uma dança sensual de mãos, dedos, olhares e intenções.

George chama Ellen para perto novamente, ela vai em direção ao seu pênis, mas ele a puxa pelas mãos, pega lentamente em sua nuca e os dois se beijam, como sempre as surpresas, como sempre sensualmente, uma química incrível. Um beijo lento e molhado. Ele acariciava suas costas, apertava a sua bunda, ela aceitava tudo normalmente, e na verdade se entregava aos beijos com aquele homem. Enquanto isso, um filme passou na minha mente, lembrando das desventuras que nos trouxeram àquela cama, mas da forma que, mesmo em meio a toda aquela adversidade, estamos aqui neste momento, cúmplices e felizes, nos satisfazendo de formas antes inimagináveis.

Apesar dos pensamentos, volto a mim quando percebo uma mudança nos movimentos. Percebo George puxando a minha esposa pela cintura, que vai subindo por sobre o corpo daquele homem, de pernas abertas e encaixada na proeminente barriga daquele homem. Sem parar aos beijos, George passa aos poucos a cabeça enorme do seu pau na entrada da vagina da minha querida esposa, que começa a descer, lenta e calmamente, enquanto inicia os pimeiros gemidos. Com habilidade, a certa altura do seu pau, ele a faz subir novamente, talvez tentando relaxá-la, essa subida a faz relaxar, mas na sequência ele a forçou pela cintura, fazendo seu pau entrar todo em sua buceta, tirando um grito alto de da minha Ellen, enquanto ele vibrava com movimentos de idas e vindas.

Aos poucos, senti que a Ellen relaxou e os seus gemidos eram mesmo de prazer, passada a tensão inicial, eles continuam na mesma posição, com ela em cima dele e ele a beijando e lambendo muito os seus seios. Eu aqui sentado a beira da cama admirando, algumas vezes discretamente registrando as cenas em fotos com o meu celular.

George, o mestre de cerimônia caribenho, a deita para o outro lado da cama e evidencia suor dos corpos. Mais uma vez ele massageia a entrada da vagina com a cabeça do seu pau, ela se contorce de tesão enquanto me olha, provavelmente por mais um dos orgasmos que teve enquanto montava nele. Eu, hipnotizado pela cena, ao ver aquele pau preto entrando em minha esposa, que gemia e mordia os lábios. Nessa hora, a cada volta do seu pau, ele voltava mais branco fora devido aos líquidos vaginais que ela deixava nele.

Essa cena me deixou com muito tesão, peguei nas suas mãos e me ergui um pouco para ter uma visão melhor. Tirei o celular do bolso, fiz mais algumas fotos e a beijei enquanto ele enfiava mais e mais forte, cada vez mais rápido. Eu retorno para o meu local porque queria ver ele gozando, e, quando aconteceu ele soltou berros, com os joelhos na cama, enquanto a minha esposa gemeu muito também, com o corpo todo exausto.

George parecia que não queria que o momento terminasse, ficou parado, com seu pau amolecendo devagar enquanto saía, revelando consigo o seu esperma que escorria para baixo. Essa acaba de ultrapassar a anterior, se tornando agora com certeza a cena mais pitoresca da história do nosso casamento.

Eu levantei e me aproximei com o meu celular, fiz mais algumas fotos desse momento, tomei coragem e acariciei seu clitoris muito avermelhado e inchado, o que fez com que mais esperma escorresse. A curiosidade tomou conta de mim, e enfiei dois dedos em sua vagina, com calma, liberando mais um pouco de esperma daquele homem.

Olho para o lado e vejo George sentado, nos olhando de forma mais uma vez tranquila, com o seu pau amolecido sob a perna e diz.

— Vocês estão de parabéns, são um casal que se ama e está aberto agora a essas experiências.

Ouvindo isso eu tomei a coragem que buscava e desci passando a língua, inicialmente apenas no clítoris de Ellen, que massageia a minha cabeça me empurrando contra si, querendo mais que isso. Obedientemente eu a chupo intensamente, limpando gota por gota do esperma a fazendo gozar novamente. George solta risadas e desce para beijar a boca dela, que aceita e eu daqui debaixo, lambendo a sua vagina gozada e vendo o beijo dos dois, dessa vez a cena mais pitoresca mesmo, jamais imaginada.

Voltando para si, Ellen envergonhada, pegou as suas roupas e foi ao banheiro se limpar. George também foi se vestindo e nos dirigimos para a sala, enquanto ele foi buscar mais uma bebida. Ao voltar do banheiro, ela se senta ao meu lado.

— Bom Sr. George, nós agradecemos pela sua estadia, esperamos agora que estejamos quites com o seu prejuízo.

— Meus amigos, sinceramente agora eu nem estou me lembrando do que houve, sou o homem mais feliz da ilha, agradeço muito a vocês, são um casal muito feliz e cúmplice um do outro. Ficamos ali mais um tempo, rindo e conversando sobre o que aconteceu, mas a hora foi passando e anunciei que estávamos indo embora.

— Tudo bem, meus amigos, espero que venham me visitar quando puderem, os receberei com o maior prazer.

— Literalmente! Respondi com um tom de humor, olhando para o rosto de Ellen tomar um tom rubro, apertando forte a minha mão.

Na volta para casa, resolvi parar o carro no mirante próximo a curva da batida.

— Eu quero dizer que te amo, te respeito e obrigado por ser a minha tão linda, e safada, esposa.

— Quero ser sua pra sempre! Respondeu Ellen da forma mais amável que já disse.

A puxei e nos beijamos. Aproveitamos a solitude do lugar e fodemos no banco de trás daquele carro, aquele carro que nos levou a lugares inimagináveis.

A viagem dali em diante ocorreu, agora sim, dentro dos conformes do que planejamos. Transamos muito mais do que o normal, ficamos muito mais próximos, essa viagem realmente mudou a nossa vida e, ao que tudo indica, vamos gostar do que teremos pelo futuro de volta ao nosso lar.

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