🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Viviane e Flavio - A verdade sobre minha esposa.

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Armazén
Categoria: Heterossexual
Contém 2249 palavras
Data: 28/07/2026 12:47:40

Viviane e Flavio

A verdade sobre minha esposa.

Viviane – 26 anos, branca, cabelo crespo fino, 1,72 altura, magra, professora de português e inglês no ensino médio, bonita de rosto, faz o tipo cdf, mais na dela.

Flavio, — 32 anos, branco, 1,83 altura, tipo físico para gordo, formando em administração de empresas, trabalha numa multinacional há dois anos, um cara legal, leva uma vida normal.

Casados há três anos, sem filhos, namoraram nove anos antes de casar. Esse é o relado do cornoMe chamo Flavio, sou esposo da Viviane, levamos uma vida bem tranquila, não temos filhos por opção nossa, pois decidimos primeiro estruturar nossa vida. Ela é professora e eu trabalho num escritório de uma multinacional, sendo que consegui esse emprego por indicação de um tio, o que foi ótimo para mim.

Tudo em nossa vida corria como um relógio suíço, sempre tendo tempo para nós, com férias, diversão, família, onde parecia que nada estava fora do eixo.

Mas a vida reserva surpresas que a gente menos espera.

Por força do trabalho, às vezes preciso viajar pelo Brasil a negócios, e nesses dias ao qual ocorreu esse fato, fui para Minas Gerais.

Fui na segunda feira, devendo ficar até quinta feira, mas tudo transcorreu tão bem que na quarta feira mesmo acabou tudo, então o chefe resolveu que voltaríamos um dia antes.

Cheguei no aeroporto, onde iria ligar para Viviane avisando que estaria indo mais cedo, mas por algum motivo estranho, resolvi fazer uma surpresa, sendo que pelo nosso voo, chegaríamos a São Paulo pelo começo da noite, então não liguei para ela, fui sem avisar.

Chegamos por volta de 20:00 em Congonhas, sendo que um carro da empresa nós aguardava, mas resolvi pegar um taxi, se não iria demorar muito para chegar. Estava chovendo ainda, então tomei a decisão certa ou errada, conforme perceberão a seguir.

Cheguei em frente de casa e desci do taxi, sendo que a chuva não parava. Não toquei campainha, tendo a chave do portão pequeno. O muro de nossa casa era alto, e não dava para ver lá dentro.

Abri o portão, entrei e me deparei com algo no mínimo estranho, pois havia uma moto preta parada atrás do nosso carro na garagem. Eu não reconheci a moto, sendo que a chuva aumentou naquele momento.

Olhei mais um pouco a moto tentando saber de quem era, mas não fazia ideia mesmo, então entrei pela garagem e passei pelo carro, notando que estava tudo escuro na casa.

“Será que minha mulher estava fora?”, pensei comigo.

Cheguei no fundo do quintal e parecia tudo normal, sendo que tínhamos uma edícula no fundo, e estava escura.

Me virei e fui na porta, sendo que ao colocar a chave na porta da cozinha, notei que estava somente no trinco, e não estava trancada, então abri ela devagar e entrei pela cozinha, onde comecei a ouvir um som de música, e não conhecia aquele som.

Soltei minha bagagem de mão no chão da cozinha e fui andando passando pela mesa, quando notei que o som da música começou a se misturar com outros sons não muito claros.

Entrei pelo corredor que estava escuro tbm, e notei a nossa suíte com a luz da televisão oscilando, cheguei próximo à porta que estava meio aberta, meio fechada, e olhei para a tv, o som vinha dela, um tipo de DVD tinha sido colocado nela com clipes de músicas, e nossa cama estava desarrumada.

O outro som que eu ouvia no fundo era o chuveiro, dei dois passos dentro do quarto e um frio veio na minha barriga, pois haviam vozes tbm, sendo que a chuva batia na janela, encobrindo meus passos.

Passei pela cama e fui até a porta do banheiro que estava quase fechada, onde uma fresta apenas deixava o vapor do chuveiro quente sair.

Próximo a porta ouvi a voz da Viviane, mas não era de falar, era de gemer, e logo após uma outra voz acompanhou. O frio em minha barriga aumentou, então olhei pela fresta da porta que dava para o box e quase tive um desmaio....

Oque eu vi...

Apesar da fumaça do chuveiro quente, eu vi minha mulher em pé sendo segura por um cara que a fodia embaixo do chuveiro, e nisso eu perdi o fôlego, com minha boca tendo um gosto amargo, com minhas pernas bambeando.

Tremendo, me afastei um pouco, sendo que um sintoma horrível tomou conta de mim, a sensação era inexplicável, como que não acreditando, então voltei a olhare era real, o cara segurava as pernas dela nós braços e a fodia contra a parede.... em pé, de forma até violenta.

Com o box embaçado eu não via ele, mas a forma como ela gemia me assustava, pois ela nunca gemeu assim comigo, e eu não sabia o que fazer. Então fui me afastando da porta, onde esbarrei na cama e quase cai, então fui meio que me arrastando até o corredor, onde me encostei na parede, tentando controlar minha respiração que estava acelerada, eu suava muito.

Me agachei para tentar me recompor, e nisso o chuveiro desligou, as vozes deles então vieram para o quarto, onde ouvi a cama fazendo barulho, e como eu já estava agachado, permaneci abaixado, indo bem devagar olhar que estava havendo...e quase tive outro desmaio...

O moreno deitado na cama e minha mulher pelada chupando o pau dele...

Me levantei, pois precisava fazer algo, mas sempre fui um covarde, mas de alguma forma, eu precisava entrar naquele quarto e acabar com tudo.

E eu juro para vcs todos, por longos segundos eu tentei, mas não consegui, e em minha indecisão doque fazer, ouvi os gemidos dela novamente, e colocando a cabeça bem devagar, olhei, e vi ela cavalgando o cara,

“puta que pariu” ...

Oque é isso,

Mas então algo aconteceu, que nem em meus piores pesadelos, poderia imaginar, e o que me revoltou mais ainda e que meu pinto começou a ficar duro.... não, “eu não posso sentir isso”, dizia a mim mesmo....

Fui me afastando do quarto, e cheguei na cozinha, meio abobado, então peguei minha mala, e fui até a edícula do fundo.

Entrei lá e pensei em ligar para um amigo, sei lá, alguém pra me ajudar nisso, mas seria humilhante, então não liguei para ninguém.

Sem pensar direito, fiz algo impulsivo, liguei no celular da Viviane, pois queria ver se ia atender, e lá da edícula ela não podia me ouvir ou saber que estava em casa.

Tocou e tocou e ela atendeu, e foi como uma facada a primeira palavra dela — Amor, oi?

Me chamou de amor fodendo com outro cara, que desgraçada — Oi, tudo certo?

— Sim, como está o trabalho?

Que cara de pau, como era dissimulada — Ta bem, vc está fazendo oque?

— Assistindo tv na cama!

Ela com certeza ainda cavalgava o cara falando comigo, e eu de pinto duro, um inferno.

— Que barulho e esse no fundo?

— Sei não, deve se a ligação.

— É, deve ser.

— Vem embora amanhã?

Nisso ela gemeu, pois, o filho da puta deve ter carcado mais fundo, adorando ver ela falar com o marido enquanto come.

— Que houve Viviane?

— Nada amor...só estiquei a perna...

Pensei “desgraçada”

— Vou embora amanhã cedo!

— Que bom, te aguardo!

Ela queria desligar logo — Ok então, até amanhã beijos!

Respirei fundo e voltei para dentro, pois precisava ver até onde iria aquilo.

Queria não ser visto, e eu não sabia bem o que fazer. Então resolvi manter em segredo minha existência ali, então tirei até o sapato, seguindo de meia pelo corredor.

Próximo ao nosso quarto, ouvi Viviane que gemia mais forte, então me abaixei e olhei, e descobri porque ela gemia tantoestava de quatro, com o cara socando igual um cavalo.

Naquela posição eu pude ver ele melhor, era negro, bem mais novo que ela, talvez uns 20 anos, era um garotão, magro, mas definido, cabelo raspado, tinha umas tatuagens no braço, barba por fazer, eu não conhecia ele, nunca tinha visto, mas eu acho que não era a primeira vez que comia minha mulher, pois fodia ela com muita vontade, e conforme a luz da tv oscilava pelos clipes que passavam, eles brilhavam devido ao suor...

Meu pinto continuava duro, e eu não poderia sentir aquilo, pois era errado.

Precisava fazer alguma coisa, ser homem, mas não conseguia, e o sentimento de culpa me consumia, então comecei a alisar meu pinto por sobre a calça, mas minha mente dizia, “não faça isso”, por outro lado o irracional me dominou, então tirei o pinto pra fora e comecei a bater punheta, era loucura, mas fiz....

Conforme o cara fodia Viviane de quatro e fazia ela gemer como nunca gemeu comigo, eu acelerava a punheta, sendo que o cara então tirou a pica pra fora e gozou na bunda dela, com ela gemendo igual uma puta.

Diante daquilo, me afastei indo pra edícula, isso tudo com o pinto na mão, e lá acabei de me masturbar, gozando na parede, e confesso que nunca tinha gozado tanto numa punhetae após o tesão passar, me senti um completo imbecil...

Uma mistura de sentimentos me dominou.

Realmente não sabia o que fazer, e nisso a luz da cozinha acendeu, então olhei pelo vidro da janela da edícula, e eles conversavam, eu não entendia o que falavam.

A chuva ainda continuava, e a porta da cozinha se abriu, sendo que o cara estava indo, tinha comido minha mulher e agora iria embora todo satisfeito, enquanto eu ficava ali no fundo da edícula como um verdadeiro trouxa...

A moto ligou e ele foi sendo que então Viviane entrou em casa, provavelmente iria dormir toda feliz de ter fodido com ele.

Várias questões vinham a minha mente.

Conheço ela a mais de 12 anos e jamais imaginaria que ela fosse me trair, sendo que eu nunca a trai. No amargor do chifre, vi que havia um litro de pinga na edícula, e eu não era de beber muito, ainda mais pinga, mas acabei por abrir e tomar no bico...

Um sofá velho que tinha ali foi o local que escolhi para pensar na vida, e a merda já estava feita, eu vi minha mulher fodendo com outro cara, e não fiz nada e ainda bati punheta, eu precisava entender isso antes de tomar alguma atitude, e com tudo isso na cabeça, além do chifre, acabei dormindo no sofá, movido pela pinga que subiu logo....

Acordei no outro dia assustado, estava suado e não tinha dormido direito, olhei o celular e era mais de 10 horas da manhã.

Não precisava trabalhar naquela manhã devido à viagem que fiz, então olhei pela janela e o nosso carro não estava, Viviane tinha ido trabalhar no colégio.

Me levantei e fui para dentro de casa, entrei no nosso quarto buscando vestígios doque vi na noite anterior, e nada, estava tudo arrumado, cama, banheiro, nem um sinal de alguém estranho ali.

Fui tomar um banho, no mesmo chuveiro que ela fodeu com o cara, sendo que ao olhar no box, não sei porque, meu pau começou a ficar duro de novo, “o que era aquilo?”

Bati outra punheta, com as imagens em minha mente, que eram do cara comendo minha mulher, e por fim gozei novamente.

Então sentei no chão do box, deixando a água cair na minha cabeça, para ver se melhorava o sentimento de culpa por bater punheta, pois eu tinha que ter atitude e não bater punheta....

Sai do chuveiro e fui pra sala de casa, fiquei ali na poltrona sentado literalmente sem pensar em nada, sendo que meu celular tocou mensagem, e quando fui ver, era Viviane perguntando se tinha chegado.

Acabei respondendo que sim, ela então me chamou para almoçar num restaurante próximo ao colégio. Pensei bem antes de responder, mas acabei dizendo sim, eu precisava disfarçar, pelo menos por aquele momento, para tentar entender o que estava ocorrendo.

Na hora do almoço peguei um ônibus.

Ele parava quase perto do restaurante, foi rápido o percurso, sendo que ao chegar, vi que ela já estava sentada, toda certinha, toda bonita, a professora exemplo do colégio, nem parecia a vagabunda que tinha me chifrado.

Cheguei e beijei ela no rosto, e até me estranhei pela frieza com tudo, pois realmente nem parecia que eu sabia de tudo. E ela normal, como se nada tivesse acontecido.

Notei no seu pescoço um vermelho, então resolvi provocar — Que isso no seu pescoço Viviane?

Ela arregalou um olho e perguntou “oque?”, então apontei o dedo, ela então olhou no espelho que tinha ao lado num balcão — Ah isso, não sei, apareceu faz dias, deve ser alergia, preciso lembrar de passar alguma pomada.

Pela primeira vez, percebi que minha mulher era dissimulada, e que tudo que ela já me disse ou fez até hoje, podia ser mentira, eu então entrei no jogo, fui dissimulado tbm, precisava entender até onde ia.

Almoçamos, com ela falante e eu menos falante, até que ela perguntou — Tá tudo bem?

— Sim, porque?

— Sei lá, vc ta meio calado.

— Cansado apenas.

Acabamos de comer e eu a levei no colégio, paramos em frente e ela me deu um beijo no rosto, descendo e entrando. Outras professoras, foram junto com ela, sendo que quando fui saindo com o carro, notei o porteiro que estava de boné, sendo negro, magro. E fixando melhor meu olhar nele, percebi que era o cara que comeu minha mulher....

O filho da puta ainda acenou para mim, sorrindo.

Foda heim...

Continua...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Armazén Profano a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →