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Capítulo 7: A Primeira Segunda-Feira Sem Eles (Narrado por Giovana)

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Lésbicas
Contém 1212 palavras
Data: 28/07/2026 13:03:53
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Acordei cedo naquela segunda-feira com um misto de animação e aperto no peito. O quarto ainda estava escuro, mas eu já sentia o cheiro do café que meu pai devia estar preparando lá embaixo. Levantei, vesti um shortinho e uma regata, e desci as escadas. Meu pai e Aline estavam na cozinha, e assim que me viram, os dois abriram os braços. Eu corri e abracei os dois bem forte, enterrando o rosto no peito do meu pai primeiro, depois virando para Aline e sentindo o perfume doce dela. Meu coração estava acelerado.

— Vou sentir tanta saudade de vocês… — murmurei, a voz embargada.

Meu pai apertou mais o abraço.

— Nós também, filha. Mas você vai arrasar na faculdade. Engenharia de Software é o seu lugar.

Aline beijou minha testa e sussurrou no meu ouvido:

— Qualquer coisa, estamos a uma ligação de distância. E no fim de semana você volta pra casa.

O abraço durou mais do que deveria. Eu estava realmente animada com o início da faculdade — finalmente ia estudar algo que me fascinava desde que visitava a empresa do meu pai —, mas deixar os dois para trás, depois de tudo que vivemos no fim de semana, era mais difícil do que eu imaginava.

Cheguei à kitnet em Anápolis por volta das dez da manhã. Era pequena, mas aconchegante: uma cama de casal, um armário, uma cozinha americana minúscula e um banheiro decente. Passei a primeira hora arrumando tudo — desfiz a mala, organizei roupas, livros e o notebook na mesinha. Quando terminei, estava suada e com a cabeça cheia de pensamentos. Decidi tomar um banho antes de ir para a faculdade à tarde.

A água quente caiu sobre meu corpo e, em vez de relaxar, me deixou ainda mais excitada. As lembranças do fim de semana não paravam de voltar: as mãos do meu pai, a boca de Aline, os gemidos, os orgasmos… Peguei o consolo que Aline tinha me dado de presente — um modelo lindo, roxo, com vibração e uma parte que estimulava o clitóris ao mesmo tempo. Deitei na cama ainda molhada, abri as pernas e deslizei ele devagar para dentro de mim. A sensação foi imediata. Liguei no modo médio e comecei a movê-lo, imaginando meu pai me fodendo enquanto Aline chupava meus seios. Os gemidos saíam baixos no quarto vazio. Aumentei a velocidade, o estímulo no clitóris me fazendo arquear as costas. Gozei forte, tremendo inteira, o nome dos dois escapando da minha boca. Fiquei ali alguns minutos, ofegante, sentindo a saudade e o tesão misturados.

Terminei de me arrumar — jeans justo, blusa básica e tênis — e segui para a faculdade. A primeira aula era de Introdução à Programação. A sala estava cheia, a maioria rapazes, o que era esperado no curso de Engenharia de Software. Sentei em uma carteira do meio e logo uma menina de cabelos castanhos curtos e sorriso fácil sentou ao meu lado.

— Oi, eu sou Camila — disse ela, estendendo a mão.

— Giovana. Pode me chamar de Gi.

No final da aula já estávamos conversando como se fôssemos amigas de infância. Ela era divertida, direta e também morava sozinha em uma república próxima. Quando o professor passou o primeiro trabalho em dupla, não pensei duas vezes:

— Quer fazer comigo? Moro numa kitnet aqui perto.

— Claro! Topo demais.

Voltamos juntas para o meu kitnet no final da tarde. Camila tomou banho primeiro, depois eu. Pedimos uma pizza grande, abrimos os notebooks na cama e começamos a trabalhar no código. Era um exercício simples, mas a conversa fluía fácil. Rimos de bobagens, falamos de séries, de crushs… e em determinado momento o clima mudou.

Estávamos sentadas bem próximas, ombros se tocando. Eu olhei para ela e, sem pensar muito, me inclinei e a beijei. Camila correspondeu imediatamente, a boca macia e quente. O beijo foi ficando mais intenso, línguas se encontrando, mãos explorando. Tiramos as roupas com pressa. Eu deitei de costas e Camila desceu beijando meu corpo até chegar entre minhas pernas. A língua dela era habilidosa, circulando meu clitóris enquanto dois dedos entravam em mim. Eu gemia alto, segurando os cabelos dela. Depois trocamos de posição — eu chupei os seios dela, desci até a boceta molhada e a fiz gozar na minha boca, o corpo dela tremendo contra meu rosto.

Não paramos por aí. Usamos o consolo que Aline tinha me dado, alternando quem recebia. Gozamos várias vezes, suadas, rindo entre um orgasmo e outro, os corpos entrelaçados na cama pequena da kitnet.

Camila pegou o consolo roxo que estava ao lado da cama, ainda brilhando com meus fluidos, e me olhou com um sorriso safado. Eu me posicionei de quatro, empinando a bunda para ela. Senti a cabeça grossa do brinquedo pressionar minha buceta e entrar devagar, preenchendo-me por completo. Camila começou a fazer movimentos firmes de vai e vem, acelerando aos poucos enquanto se inclinava e passava a língua quente pelo meu cuzinho. A sensação dupla era intensa — o consolo estocando fundo na minha buceta e a língua dela circulando e penetrando meu cu. Eu gemia alto, empurrando a bunda contra ela, o prazer subindo rápido.

Não demorou muito para eu gozar. O orgasmo me acertou forte, minhas pernas tremendo enquanto o consolo continuava entrando e saindo, e a boca de Camila não parava de me estimular. Gozei gemendo o nome dela, contraindo ao redor do brinquedo, o corpo inteiro pulsando de prazer. Camila tirou o consolo devagar, admirando o resultado molhado.

Ainda ofegante, eu me virei, peguei o consolo melado e empurrei Camila de barriga para cima, abrindo bem as pernas dela. Posicionei o brinquedo na entrada do cuzinho dela e enfiei devagar, observando seu rosto de prazer. Enquanto começava a meter no cu dela com movimentos ritmados, desci minha boca até sua boceta inchada e comecei a chupar o clitóris com fome, enfiando a língua entre os lábios molhados. Camila gemia alto, segurando minha cabeça no lugar, rebolando contra o consolo e minha boca até gozar forte, o corpo arqueando na cama.

Quando finalmente paramos, exaustas e satisfeitas, Camila deitou a cabeça no meu peito.

— Esse trabalho ficou bem mais divertido do que eu imaginava… — murmurou ela.

Eu sorri, passando a mão nos cabelos dela, sentindo ao mesmo tempo saudade de casa e uma sensação nova de liberdade.

Deitadas na cama, ainda suadas e entrelaçadas, ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas recuperando o fôlego. Camila traçava círculos preguiçosos com o dedo na minha barriga, o corpo colado ao meu. Ela virou o rosto para mim, com um sorriso curioso e carinhoso ao mesmo tempo.

— Gi… posso te perguntar uma coisa? — disse ela baixinho. — Você gosta mais de meninas ou de meninos?

Eu sorri, passando a mão nos cabelos dela.

— Gosto dos dois. Na verdade, sempre gostei. Não me prendo muito a isso. Homem, mulher… o que importa é a conexão e o tesão, né?

Camila riu baixinho, aliviada, e me deu um beijo leve nos lábios.

— Que bom… porque eu tenho namorado. A gente tem um relacionamento bem aberto. Ele sabe que eu posso ficar com quem eu quiser, desde que seja sincero. E você… definitivamente me deu vontade de repetir isso várias vezes.

Eu puxei ela mais para perto, sentindo o calor do corpo dela contra o meu.

— Então estamos bem alinhadas. Pode repetir quantas vezes quiser, Ca.

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Comentários

Foto de perfil de Carolleitora

PQP que delicia! Eu amei isso! nossa! Já imaginei a Aline fazendo menáge com a Gi e Camila

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