Olá, pessoal! Passando para agradecer: já estamos há 15 dias como o conto mais lido da Casa dos Contos! Obrigado a todos!
A Aline entrou na sala jogando a bolsa no sofá, olhou para todo mundo de calça arriada e abriu um sorrisão daqueles, mostrando os dentes brancos. A raba dela era um absurdo de grande e o vestido vermelho colava em cada curva daquela pele escura gostosa.
— Menina, mas que putaria é esse aqui? — a Aline falou, cruzando os braços e rebolando pro rumo da Flávia. — Você me liga dizendo que o negócio estava bom, mas isso aqui é o paraíso!
— Não falei, Aline? Olha a sorte que a gente deu hoje! — a Flávia respondeu, com a bunda branquinha ainda marcadona de tapa, agarrando o Henrique pelo short da firma. — Esse aqui é o Henrique, o dono da casa, e eu já avisei que vou dar oo rabo para ele agora mesmo na mesa de jantar!
A Mariana deu uma risada alta, empurrou o Cláudio pro rumo do colchão que estava no canto da sala e já montou na pica dele com tudo, sem perder tempo.
— E eu vou dar pro Cláudio até o pau dele amaciar! — a morena gritou, descendo o quadril com força na pica do cunhado da Aline. — Pode pegar o que sobrou aí, negrona!
A Aline olhou para o Cláudio, que ainda estava com uma cara meio sem graça de ver a cunhada ali, deu uma risadinha cheia de malícia e depois virou o corpo todinho pro meu rumo. Ela bateu o olho no tamanho da minha pica que estava vermelha e dura apontando pro teto, e engoliu seco, com o olho estalado de tesão.
— Menino do céu... Então quer dizer que sobrou nós dois, senhor? — a Aline perguntou com a voz toda mansa, dando um passo na minha direção e já puxando a alça do vestido vermelho, deixando um peito farto pular para fora.
Eu dei uma tragada longa no meu cigarro de palha, soltei a fumaça bem na cara dela, segurei aquela cintura grossa com as minhas mãos calejadas e mandei a real com a minha voz grossa de homem da roça:
Eu puxei a Aline pela cintura e colei o corpo dela no meu, metendo a boca na dela com toda a minha força. O beijo dela era quente, molhado, com gosto de pecado, e a língua da negrona trabalhava rápido, se enroscando na minha enquanto ela soltava uns gemidos abafados bem no fundo da goela. Aquela pele escura e cheirosa me deixou doido, e eu enfiei as duas mãos por baixo do vestido vermelho dela, apertando com força as coxas grossas e subindo até aquela bunda imensa e macia.
Enquanto a nossa boca pegava fogo, a Flávia já estava de quatro em cima da mesa de jantar, soltando uns gritos agudos enquanto o Henrique empurrava por trás com tudo, fazendo os pratos chacoalharem. Do outro lado da sala, a Mariana cavalgava na pica do Cláudio, dando risada e batendo os peitos na cara dele.
A Aline parou o beijo por um segundo, com a respiração totalmente curta e os olhos castanhos brilhando de puro tesão ao ver a bagunça em volta. Ela olhou bem para o meu pau latejando vermelho e deu um tapa na própria raba, se virando de costas para mim.
— Ai, Seu Omar... Desce a lenha logo que eu não tô aguentando o calor desse rabo! Me rasga por trás agora mesmo! — a negrona implorou, segurando no encosto do sofá e empinando aquela garupa gigante bem na direção da minha mira.
Eu segurei aquela raba escura com as duas mãos, dando um puxão que fez a Aline encostar o corpo com tudo nas minhas pernas, mas não empurrei o pau de imediato. Olhei bem para aquela perfeição de corpo e dei o aviso com a voz bem rouca:
— Espera aí, putinha... Eu nunca chupei a buceta da mulher do meu sobrinho porque com a Mariana sempre era tudo na correria, na base da pica direto. Mas com você eu quero fazer o serviço completo. Quero lamber esse seu grelo até você se tremer todinha.
A Aline deu um sobressalto, olhando para trás com os olhos bem abertos e a boca cheia de saliva de tanto tesão. Ela não esperava por essa surpresa. Sem perder tempo, eu empurrei a negrona para o sofá, abri bem as duas pernas grossas dela e enfiei a minha cara direto no meio daquela buceta úmida e cheirosa, que já estava ensopada.
Comecei a passar a língua com força, subindo e descendo, pegando o grelo dela bem no meio e dando umas chupadas violentas. A Aline jogou a cabeça para trás no estofado, cravando as unhas no meu ombro e soltando uns gritos que abafaram até o barulho da Flávia apanhando do Henrique na mesa.
— Ai, Seu Omar! Meu Deus do céu, que língua é essa! Vai me fazer gozar antes do pau entrar! — a negrona se esgoelava, levantando o quadril e esfregando a buceta molhada direto na minha boca, totalmente entregue ao castigo.
Enquanto eu continuava com a cara enfiada no meio das pernas da Aline, limpando o mel da negrona com a língua, dei uma olhada por cima do quadril dela e vi a Flávia levando do Henrique bem ali na mesa de jantar. A cena era de dar parada cardíaca: a branquinha estava totalmente emborcada de quatro, com as mãos espalmadas na madeira e aquela bunda redonda empinada pro teto, tremendo inteira a cada pancada.
O Henrique vinha por trás com toda a força da juventude, segurando a cintura fina da garota com as duas mãos sujas da firma. Dava para ouvir de longe o estalo seco do quadril dele batendo com vontade na garupa da ninfeta, fazendo as pernas dela tremerem.
— Toma, sua piranha! Gosta de pagar de santinha na rua, mas adora ver o pau entrar por trás! — o Henrique gritava, com o rosto vermelho de suor, afundando o pau até o talo no cuzinho da menina.
A Flávia chorava de tanto prazer, com os olhos claros virados e o top preto todo babado. Ela jogava o rabo para trás de encontro com a pica do guri, soltando uns gemidos compridos que atiçavam ainda mais o Cláudio e a Mariana no outro canto. A branquinha estava sendo totalmente dominada, mostrando que de inocente não tinha era nada.
— Ai, Henrique! Pelo amor de Deus, bota mais força que esse seu pau tá uma delícia! — a Flávia gritava, com as mãos raspando na mesa de madeira de tanto prazer. — O seu tio Omar já amaciou o meu rabo agora de tarde, mas você tá me quebrando inteira!
— Cala a boca e empurra essa bunda para trás, sua safada! — o Henrique respondeu, bufando de suor e dando um tapa estalado que deixou a polpa da menina ainda mais vermelha. — Você fica posando de mocinha na frente da sua mãe, mas gosta é de tomar o ferro até o fundo, né?
— Quero sim! Adoro! Enfia tudo, Henrique! — a branquinha gemia, jogando a cabeça para trás e olhando nos olhos do guri. — Pode encher o meu traseiro de porra hoje que eu aguento o tranco! Eu quero sair dessa casa toda melada do leite de vocês!
Ali no canto, em cima do colchão jogado, a Mariana e o Cláudio estavam num fogo que parecia não ter fim. A morena estava por cima dele, montada de frente, segurando nos ombros do rapaz enquanto enterrava o quadril com toda a vontade da pica dele. O Cláudio, com as calças arriadas no calcanhar, segurava firme na cintura da Mariana, impulsionando o corpo para cima para o pau entrar até o talo naquela buceta ensopada.
— Puta que pariu, Mariana! Que rabo gostoso você tem! O Henrique tem uma sorte de corno do caralho! — o Cláudio exclamava, com o pescoço cheio de veias saltadas, de tanto tesão de ver a morena rebolando na pica dele enquanto a própria cunhada levava uma lambida minha logo ali do lado.
— Cala a boca e mete, Cláudio! Esfola bem essa piranha aqui que hoje eu quero o serviço completo! — a Mariana gritava de volta, jogando os cabelos escuros para trás e rebolando com força, fazendo um barulho molhado de saliva e suor que ecoava nas paredes da sala.
Ela descia com tanta pressão que o Cláudio quase perdia o fôlego, sentindo o peito farto da morena bater na cara dele a cada quicada violenta que ela dava no pau dele.
Do nada, enquanto eu estava com a cara enfiada no meio das pernas da Aline, o telefone dela começou a vibrar em cima do braço do sofá. A tela acendeu e mostrou uma mensagem da Sandra. Na hora, eu me perguntei quem seria essa mulher. A Aline esticou o braço, pegou o aparelho e abriu um sorriso totalmente safado ao ler o texto.
Eu levantei a cabeça, limpando a boca com as costas da mão, e espiei a tela junto com ela. A mensagem dizia exatamente assim:
"Oiii irmã, obrigado por emprestar seu marido! Ele tá fudendo muito a minha buceta agora!"
Logo embaixo, tinha a foto da buceta da Sandra toda aberta, vermelha e completamente cheia do leite grosso do personal trainer da academia. Eu me toquei na hora: a Sandra era a esposa do Cláudio, que estava bem ali no colchão se fudendo a Mariana, sem nem sonhar que o bombado da cidade estava arrombando a mulher dele em casa. Eu olhei para aquela zona toda, para o Cláudio, para o Henrique na mesa, e pensei comigo mesmo: "O único que não é corno nessa história toda aqui sou eu, rsrs!"
A Aline percebeu que eu tinha lido tudo, deu uma risadinha abafada e fez um sinal de silêncio, botando o dedo indicador na boca para eu não estragar o esquema da irmã.
A Aline guardou o celular debaixo da almofada do sofá com um olhar que transbordava perversão. Ela não perdeu tempo: segurou a minha nuca com as duas mãos e me puxou de volta para o meio das pernas dela, exigindo que eu continuasse o serviço com a língua. O cheiro da negrona e o calor daquela situação me deixaram com o pau ainda mais rígido, latejando perto da barriga dela.
Enquanto eu caprichava nas chupadas no grelo da Aline, fazendo a garota empinar o quadril e chorar de tesão, os meus olhos continuavam atentos ao movimento da sala. O Cláudio continuava socando o ferro na Mariana em cima do colchão, bufando feito um bicho, totalmente alheio ao fato de que, bem naquela hora, o cunhado bombado dele estava enchendo a esposa dele de leite lá na cidade. Era uma cadeia de chifres que não tinha mais fim.
Eu parei de chupa a buceta da Aline com um estalo molhado, deixando a negrona jogada no sofá, bufando e toda lambuzada de leite. No mesmo segundo, o Henrique deu o último empurrão na Flávia no meio da mesa e soltou uma jorrada violenta nas costas da branquinha. No colchão, o Cláudio também deu o aviso e descarregou tudo na Mariana, que caiu para o lado dando risada. A sala inteira ficou com aquele cheiro forte de suor e gozo, com todo mundo estirado, recuperando o fôlego daquela safadeza toda.
O Cláudio limpou o pau com um lençol, ajeitou o short e me chamou com um aceno de cabeça pro rumo da cozinha.
— Seu Omar, vamos ali pegar uma cerveja bem gelada na geladeira para rebater esse cansaço — ele disse, com a voz meio mansa, enquanto andávamos pro cômodo dos fundos.
Assim que abrimos a porta da geladeira e pegamos as garrafas, o Cláudio encostou no balcão, olhou para os lados para ter certeza de que ninguém estava ouvindo e abriu o jogo comigo, com uma cara séria:
— Seu Omar, o senhor está sendo tão caridoso deixando essa festa toda acontecer aqui na sua casa, tratando a gente tão bem, que eu decidi que vou ser bom com o senhor e abrir o seu olho. O Henrique me contou uma parada antes de eu vir aqui no primeiro dia. Ele me disse que deixaria eu comer a mulher dele, a Mariana. Eu logo achei aquilo muito estranho e perguntei o motivo. Aí o Henrique confessou que era para o senhor não desconfiar do plano e pensar que ele era só um bobo que tinha tesão de corno.
O Cláudio deu um gole na cerveja e continuou, baixinho:
— Eu perguntei que plano era esse, e ele abriu o bico. Disse que contratou a Mariana em um cabaré da cidade grande só para ela fazer parte dessa armação. O plano deles é roubar a sua casa e todas as suas terras. Ele disse que ia fazer de tudo para o senhor engravidar a Mariana, para depois botar o patrimônio no nome do suposto herdeiro e passar a perna no senhor.
Eu dei uma risada alta, daquelas que ecoaram pela cozinha inteira:
— Kkkkkkkk! Meu filho, eu já sabia que essa história estava muito esquisita desde o primeiro dia! Antes do pai dele morrer, o meu irmão me avisou muito bem que o filho dele não valia nada. Ele me disse que, se o Henrique me procurasse precisando de ajuda, não era para eu virar as costas, mas era para eu ficar muito esperto com ele.
Dei um gole longo na minha cerveja, olhei bem na cara do Cláudio e soltei o xeque-mate rindo:
— Mas esse plano deles nunca vai dar certo, Cláudio... Sabe por quê? Eu sou estéril! Não sai um filho de mim nem se eu foder dia e noite durante cem anos! A Mariana pode tomar o meu leite até cansar que a barriga nunca vai crescer. E já que você foi homem para me contar isso, vou te pagar com outra verdade: enquanto você está aqui fudendo com a Mariana, a sua esposa Sandra está lá na cidade agora mesmo dando o cuzinho e a buceta pro seu cunhado bombado da academia. A Aline acabou de receber a foto dela toda arrombada e cheia de porra!
O Cláudio travou com a garrafa de cerveja na mão, e a cara dele mudou de cor no mesmo segundo, passando de branco para um vermelho vivo de puro ódio. Os olhos dele saltaram para fora, cheios de veias vermelhas, enquanto as mãos calejadas começaram a tremer de tanta raiva ao processar o tamanho do chifre que estava levando da esposa.
— Mas que filha da puta! — o Cláudio berrou baixinho, para não chamar a atenção na sala, socando o balcão da cozinha com tanta força que as panelas no fogão chacoalharam. — Aquela vagabunda safada está em casa me fazendo de otário com o bombado da academia? Eu vou voltar para a cidade agora mesmo e vou quebrar tudo dentro daquela casa! Vou quebrar a cara dela e daquele desgraçado!
Ele respirou fundo, bufando feito um touro bravo, tentando recuperar o fôlego no meio daquele inferno. Mas antes de dar o primeiro passo pro rumo da porta, ele parou, olhou bem nos meus olhos com uma cara de desespero misturada com sede de vingança e perguntou:
— Mas peraí... E o senhor, Seu Omar? O que o senhor vai fazer para dar um fim nessa história com o Henrique e aquela puta do cabaré? O senhor vai deixar esses dois pilantras achando que vão roubar as suas terras?
Eu dei um sorriso de canto, bem calmo, e tomei mais um gole da cerveja direto no gargalo antes de responder pro Cláudio, que ainda estava tremendo de ódio do meu lado.
— Calma, rapaz. Homem afobado perde a razão e perde o jogo — falei, botando a mão pesada no ombro dele. — Você vai voltar para a cidade, mas vai pianinho. Não quebra nada na sua casa agora não. Pega a sua mulher no flagrante com o bombado, tira foto de tudo e bota aquela vagabunda para fora só com a roupa do corpo e sem direito a um tostão. Usa a cabeça.
O Cláudio engoliu seco, limpando o suor da testa, prestando atenção em cada palavra minha. Depois ele olhou pro rumo da sala, onde dava para ouvir o Henrique rindo alto junto com as mulheres, achando que era o rei da malandragem.
— E quanto a mim... — continuei, soltando uma risada curta. — Eu vou deixar aprontar uma com eles, voce vai saber da notícia.
O Cláudio me olhou meio sem entender, ainda respirando fundo por causa da raiva, mas eu balancei a cabeça e coloquei a garrafa de cerveja vazia em cima do balcão, levando a mão até o peito para dar mais verdade à cena.
— Quer saber de uma coisa, Cláudio? Deixa isso para lá por hoje — falei, mudando o tom de voz e forçando uma cara de cansaço. — De repente, me deu uma tontura esquisita aqui no peito, uma tontura ruim... Acho que o rojão dessa tarde pesou para mim. Estou me sentindo mal de verdade. É melhor todo mundo juntar os panos e ir para casa.
O Cláudio assentiu na hora, ainda meio atordoado com o turbilhão de coisas que tinha descoberto, mas aliviado por ter um pretexto para sair dali correndo e resolver a bronca dele em casa.
Nós saímos da cozinha e voltamos para a sala, onde o Henrique estava esparramado no sofá conversando com a Mariana, e a Flávia ajudava a Aline a ajeitar o vestido vermelho. Eu dei dois passos para frente, pigarreei e chamei a atenção de todo mundo com a voz mais fraca:
— Henrique, Mariana... O negócio estava bom, mas vou pedir para vocês recolherem as visitas e irem descansando também. Me deu um mal-estar repentino aqui, o corpo ficou pesado e eu preciso me deitar e ficar quietinho no meu canto. Vamos encerrar por hoje.
O Henrique mudou de cara na mesma hora, trocando o sorriso de deboche por uma máscara de preocupação fingida, olhando para a Mariana como se estivesse medindo o tamanho do imprevisto.
— O que foi, tio Omar? Quer que eu vá na farmácia buscar um remédio pro senhor? — o guri perguntou, se levantando rápido e tentando se passar pelo sobrinho zeloso de sempre.
— Não, precisa não, meu filho. É só cansaço e a pressão que deve ter dado uma oscilada. Uma noite de sono resolve — respondi, cortando a conversa e caminhando em direção ao meu quarto. — Podem ir indo, que eu vou só trancar a porta e apagar as luzes.
A Aline e a Flávia pegaram as bolsas ligeiro, percebendo que o clima na casa tinha mudado completamente. O Cláudio já estava perto da porta, segurando o capacete com força, doido para dar partida na moto e sumir na estrada pro rumo a sua casa.
A Mariana largou a bolsa em cima do sofá de imediato e veio atrás de mim até a porta do quarto, com aquela carinha de santa que ela usava para me enganar, mas com os olhos cheios de desconfiança. O Henrique veio logo atrás, os dois se entreolhando como se estivessem com medo de o plano ter desandado.
— Ô, Seu Omar, o que aconteceu? — a Mariana perguntou com a voz mansa, botando a mão no meu braço. — Cê tava tão bom ali com a Aline e do nada ficou com essa cara de doente? Conta para nós, o que cê tá sentindo?
Eu esperei o Cláudio dar partida na moto e o barulho do motor sumir na estrada junto com o com o carro da aline. Quando o quintal ficou em silêncio, eu olhei bem na cara da Mariana e depois pro meu sobrinho, soltando uma risada curta e mudando a minha postura na hora.
— Não é nada não, meus filhos. Podem tirar essa cara de enterro — falei, cruzando os braços e olhando para os dois. — Eu inventei aquela tontura e aquele mal-estar todo só para botar todo mundo para correr daqui o mais rápido possível.
O Henrique franziu a testa, sem entender nada, dando um passo para frente:
— Mas por que isso, tio Omar? A putaria estava boa, o senhor estava se divertindo...
— É porque o Cláudio me puxou no canto da cozinha totalmente transtornado — expliquei, fingindo a maior naturalidade do mundo. — O infeliz acabou de descobrir que o marido da Aline, aquele personal bombado da academia, está metendo o ferro na mulher dele lá na cidade agora mesmo. A Aline até mostrou a foto da irmã arrombada. O Cláudio estava virado no diabo, querendo quebrar tudo e caçar confusão. Como eu não queria sangue, facada e nem discussão de corno aqui dentro da minha casa, achei melhor inventar essa desculpa para despachar o homem antes que o tempo fechasse de vez.
