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Um conto erótico de Andress
Categoria: Heterossexual
Contém 1455 palavras
Data: 29/07/2026 09:39:20
Assuntos: Heterossexual

O ritmo da batida grave vibrava no peito de Geane, uma loira de 40 anos, um bunda redonda, pernas bem torneadas, seios fartos e empinados, sincronizado com o movimento das ancas sob o vestidinho preto solto que horas mostrava cada curva dos seus quarenta anos. O tecido deslizava sobre a pele lisa das coxas grossas, subindo e descendo enquanto ela se balançava, os saltos altos cravando no piso iluminado da boate. O perfume florado e amadeirado que ela escolhera à noite formava uma nuvem invisível ao seu redor, um rastro que fazia cabeças se virarem no caminho. Ela sabia do poder que detinha naquele vestido, a maneira como a alça fina deixava o ombro nu, convidando ao toque, a cada passo, o brilho da pele hidratada.

Andres observava da mesa, uma taça de champanhe descansando entre os dedos grossos e acalmados. Aos cinquenta anos, ele mantinha uma postura quieta, quase de estátua, mas os olhos dele nunca saíam da esposa. Ele não via ciúme nos olhares que os outros homens lançavam para Geane; via um orgulho visceral, uma satisfação de possuir aquela obra-prima que, momentaneamente, emprestava sua beleza ao ambiente. Ele sorriu levemente quando um rapaz mais novo passou por ela, tropeçando no próprio passo ao desviar o olhar do decote generoso. Andres tomou um gole longo, sentindo o calor do álcool descer, enquanto apreciava a visão da mulher que, mesmo após uma década de casados, conseguia parar o trânsito apenas com sua presença.

Geane voltou os olhos para o marido e mandou um beijo de longe, um gesto rápido e carinhoso que contrastava com a sensualidade quase agressiva da sua dança. Ela girou sobre os saltos, os cabelos loiros voando num leque dourado sob as luzes baixas, e foi então que o viu. Não era um dos rapazes inexperientes que a encaravam com gula óbvia. Era um homem mais velho, talvez na casa dos sessenta, sentado em uma das mesas VIP, isolado do burburinho mas com uma visão privilegiada da pista.

Ele tinha um ar de quem estava acostumado a comandar salas, a postura ereta num terno de corte impecável que custava mais do que o carro de muitas pessoas ali. O cabelo grisalho era bem cortado, e o rosto exibia uma confiança tranquila, perigosa. O estranho não desviava o olhar quando ela o percebeu. Pelo contrário, manteve o contato, os olhos castanhos cravados nos dela, analisando, avaliando, apreciando o que via com uma intensidade que fez um arrepio percorrer a espinha de Geane. Não era um olhar de um homem pedindo permissão; era o olhar de um homem que estava decidindo o que queria.

Ela sorriu, um canto dos lábios se erguendo num desafio silencioso, e segurou o olhar dele. O homem correspondeu, levando o copo à boca num gesto lento, sem nunca quebrar a conexão visual. O sorriso dele era pequeno, mas continha uma promessa de coisas que palavras não poderiam descrever. Geane sentiu o coração acelerar, uma mistura de nervosismo e um excitante e úmido começando a formar-se entre as pernas. Ela sabia que Andres estava vendo tudo. Ela virou a cabeça rapidamente para o marido, buscando aprovação. Andres apenas inclinou a cabeça, um movimento quase imperceptível, e fez um sinal com a mão para que ela continuasse. A permissão dele era silenciosa, mas clara.

O homem da mesa VIP não perdeu tempo. Ele se levantou com uma elegância fluida, ajeitou a lapela do paletó e caminhou em direção a eles. O caminho parecia se abrir naturalmente à medida que ele se aproximava, uma aura de poder e riqueza precedendo seus passos. Quando chegou à mesa do casal, ele não dirigiu a palavra ao marido primeiro. Seus olhos permaneceram fixos em Geane

— Uma dança? — A voz era grave, rouca, com um sotaque que demonstrava viagens e cultura. Não era um pedido; era uma expectativa educada.

Andres estendeu a mão antes que Geane pudesse responder, um sorriso genuíno no rosto. — Claro, ela adora dançar. Aproveite.

Geane levantou-se, sentindo o calor da mão do estranho envolver a dela. A pele dele era quente e seca, o toque firme e possessivo desde o primeiro instante. Ele a conduziu para a pista de dança, não com a timidez dos outros, mas com a certeza de quem conduz uma parceira para o centro de um palco. Ao se aproximarem do centro da multidão, a música mudou para algo mais lento, mais sensual, permitindo que os corpos se encostassem.

Ele a puxou para perto. Muito perto. Geane sentiu o peito dele pressionar contra as costas dela quando ele a girou, e então, virando-a para frente, ele a colou contra si. Foi então que ela percebeu. Através do tecido fino do vestidinho e do terno dele, ela sentiu o volume. Ele estava duro, ou consideravelmente empinado, e a espessura do membro roçava na altura do estômago dela, firme e pesado. O tamanho era assustadoramente evidente, muito maior do que o que ela estava acostumada. Ela engoliu em seco, sentindo as pernas ficarem levemente fracas, o rosto colado no pescoço dele, inalando um perfume de couro e tabaco que a deixou tonta.

— Você é deslumbrante — ele sussurrou no ouvido dela, os lábios roçando a orelha, enviando ondas de choque elétrico pelo pescoço abaixo. A mão dele desceu pelas costas dela, repousando perigosamente baixo, na curva acima do bumbum, pressionando-a ainda mais contra a ereção dele.

Eles dançaram assim por duas músicas inteiras, um corpo se movendo contra o outro, simulando o ato sexual ali no meio da pista, rodeados por pessoas que não tinham ideia da intensidade daquele momento. Quando a música terminou, ele não a soltou imediatamente. Ele a segurou pelos ombros, olhando fundo nos olhos dela novamente.

— Meu nome é Arthur — ele disse, finalmente se apresentando. — E tenho um iate ancorado na marina. O fim de semana está apenas começando.

Ele olhou para Andres, que ainda estava na mesa, observando. Arthur fez um gesto com a cabeça, convidando. Andres não hesitou. Ele se levantou, pagou a conta e caminhou até eles, colocando a mão na cintura de Geane com uma naturalidade que excitava Arthur ainda mais.

— Parece que temos um convite — disse Andres, olhando para a esposa.

A viagem até a marina foi feita no carro de Arthur, um sedan preto e silencioso onde o cheiro de couro era quase intoxica te. No iate, a luxúria era palpável. O espaço era enorme, com cabines amplas e uma vista da água que brilhava sob a lua. Arthur não perdeu tempo com formalidades. Ele serviu mais drinks, um champanhe caro que desceu fácil, relaxando as inibições que ainda restavam.

— Vocês parecem ter um entendimento interessante — comentou Arthur, observando a interação entre o casal enquanto sentava no sofá de couro branco, abrindo os braços para que ambos se aproximassem.

— Nós gostamos de apreciar a beleza — respondeu Andres, sentando-se ao lado da esposa, enquanto Geane, sentindo o álcool e a adrenalina, posicionou-se entre os dois homens.

A noite perdeu a noção de tempo. As roupas foram descartadas peça por peça, caindo no chão de madeira polida. Geane encontrou-se nua entre eles, a pele iluminada pela luz indireta das luminárias de bordo. Arthur era um amante intenso, exigente, mas Andres estava lá, observando, participando da sua própria forma, tocando a esposa enquanto Arthur a tomava.

Não houve preservativos. Arthur não perguntou, e Geane, naquele momento de entrega total, não pediu. Ela sentiu a pele crua dele, a textura, o calor, e a sensação de perigo e prazer misturou-se num êxtase explosivo. Ela montou Arthur, sentindo a espessura dele de arrombar, preenchida completamente de uma forma que ela nunca havia experimentado antes. Andres assistia de perto, os olhos brilhando, vendo a expressão de prazer absoluto no rosto da mulher enquanto ela era possuída por aquele estranho rico e poderoso.

Eles passaram o final de semana no iate. Foi uma maratona de sexo, poucas horas de sono e muito corpo. Arthur era insaciável, e Geane descobriu que, na presença dele e com consentimento silencioso do marido, ela também era. Em um momento de intimidade, entre uma sessão e outra, enquanto ela estava deitada de bruços, recuperando o fôlego, ela sentiu as mãos grandes de Arthur massageando suas nádegas, os dedos roçando novamente a sua buceta e ela empinou o bumbum oferecendo sua gruta já esfolada pelo membro de Arthur anteriormente. Sem pensar, introduziu novamente a sua natureza de homem macho devorando a esposa de Andres novamente.

O domingo chegou com o sol nascendo sobre o mar. Eles estavam exaustos, o corpo marcado pelas pegadas uns dos outros. Gê deitou na cama grande, sentindo o líquido de Arthur escorrer dela, uma mistura quente e úmida entre as coxas. A ideia a fez tremer novamente, uma onda final de prazer proibido encerrando o fim de semana.

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