Mariana, uma novinha gostosinha que até ontem estava ficando com Gabriel, deixando ele beijar sua bundinha, chupar seu peitinho, inclusive ela chupando seu pau... agora estava ali, a mercê dos amassos de Pedro, meu outro aluno. Pedro era apenas um pouco mais alto que a Mariana, sua estatura podia ser baixa, mas seu corpo era mais definido do que o dos outros. Seu braço era grosso, definindo um biceps bonito, sua pele branca e brilhosa, visivelmente macia agora à disposição da Mariana.
Ela prontamente tirou a camiseta dele, exibindo sua barriga definida com o desenho de um projeto de "six pack". Ele era um garoto delicioso, não havia como negar, eu conseguia entender Mariana estar caindo em tentação rsrsrs.
Mariana: Caralho, você é muito gostoso.
Pedro apenas ria. Sua mão passeava por dentro do short fino de lycra preto dela. Sua outra mão levantava a blusa de seu uniforme, expondo seu sutiã preto de bojo, escondendo seu peitinho redondo.
Pedro: Você que é gostosa, quero muito te comer.
Mariana: Eu queria muito dar pra ti, mas eu sou virgem ainda.
Pedro: Então deixa eu só colocar a cabecinha vai.
Mariana aceitou. Ela tirou sua blusa, ficando apenas de sutiã, abaixou seu short tirando pelos pés vestindo um tênis branco da Nike. Sua calcinha era também preta, fio dental daqueles tecidos sem costura. Ela abaixou a bermuda dele, deixando Pedro apenas de cueca boxer verde, exibindo seu volume. Mariana colocou pedro sentado de pernas retas no chão de paralelepípedo, encostando ele na parede contrária à minha visão, por um segundo achei que ele podia me ver, mas ele devia estar tão excitado que nada iria chamar sua atenção além da loirinha gostosa que estava à frente dele.
A cena era inebriante: Pedro apenas de cueca box verde e tênis de corrida, sentado no chão com suas pernas semi abertas, um volume extramente chamativo era exibido por de baixo de sua cueca da marca Mash. Em frente a ele, de pé, Mariana vestia um sutiã preto de bojo simples, sua calcinha no entanto, nada simples, era fio dental e igualmente preta.
Mariana: Mas deixa ela bem molhadinha antes.
Mariana se aproximou dele, seu rosto na altura de sua virilha. Ela colocou sua calcinha para o lado e Pedro caiu de boca feito homem na bucetinha dela. Ela aos poucos foi gemendo baixinho, Pedro segurava na cintura dela e depois de um tempo agarrava sua bundinha, seus dedos tateando de leve seu cuzinho que graças a minha posição privilegiada, assistia ser rosadinho igual seu mamilo, visivelmente virgem e com preguinhas bem discretas.
Pedro: Que xoxota gostosa.
Mariana: Lambe vai... isso...
Pedro parecia estar no céu com aquilo. Dava para ouvir o som nada discreto da boca dele, chupando e lambendo.
Mariana: Ta pronto?
Pedro: Sim!
Mariana então desceu em posição de cócoras. Pedro tirou seu pau para fora, exibindo uma ereção forte, seus pelos curtos e bem aparados desenhavam sua virilha, mas suas bolas eram totalmente sem pelo. Mariana encostou seu grelhinho na ponta da cabeça do pau dele, dando leves esfregadas.
Pedro tomou conta, pincelando sua rola na bucetinha dela, fazendo ela e ele gemerem com o contato íntimo e molhado.
Ele passava sua rola do início do grelhinho dela no clitóris, até quase o períneo, passando por sua bucetinha virgem.
Minha mão automaticamente foi à procura do meu pau. Coloquei ele para fora e fiquei me masturbando com a cena deliciosa que eu, perversamente, assistia escondido.
Mariana: Que gostoso pedro...
Pedro então segurou a cintura dela com a outra mão, guiando seu movimento para baixo. Demorou alguns segundos, mas a cabeça de seu pau entrou na bucetinha rosada dela.
Pedro: Puta merda, que gostoso!
Mariana: Cuidado!! Ai...
Lá estava aquele casalzinho novinho, perdendo sua virgindade. Mariana havia afirmado, e eu acredito que Pedro também era virgem.
Mariana ficou mais parada, enquanto pedro tirava a cabecinha e colocava de novo, quase que com o movimento da mão, seu pau entrava e saia de dentro dela com certa dificuldade, pois mesmo estando molhada, dando para ver o brilho de longe, ela parecia super apertada.
Mariana: Ai Peeedro... Bota um pouquinho mais...
Pedro assentiu, afundando um pouco além da cabeça de seu pau dentro dela.
Pedro: Nossa Mari, és muito apertadinha. Eu to quase gozando
Mariana: Goza vai, mas não goza dentro, goza por cima dela.
Aquilo praticamente me confirmou. "Pedro era virgem" pensei. Ele estava tão excitado que mal aguentou uns 5 ou 6 minutos metendo dentro dela, e ó que não chegou nem na metade da sua rola. Só de sentir a bucetinha molhada da Mariana no seu pau, já foi o suficiente para querer esporrar dentro dela.
Pedro tirou o pau de dentro dela e começou a gemer mais forte. Aos poucos eu vi de longe a buceta dela escorrer o líquido denso e branco do sêmen dele.
Mariana: Isso, goza gostoso na minha bucetinha.
Quando pedro terminou de gozar, ele deu uma última esfregada na buceta dela com seu pau, provavelmente fazendo sua porra entrar um pouquinho dentro dela.
Mariana se levantou e tirou sua calcinha. Esfregou o tecido na buceta para tentar tirar o máximo de gozo de cima dela. Colocou seu short sem a calcinha e sua blusa em questão de segundos.
Enquanto isso, Pedro ainda procurava forças para levantar e encontrar sua bermuda no chão, era até engraçado sinceramente ver o quanto Pedro estava desnorteado com tanto tesão na cabeça, por ter penetrado a bucetinha dela e gozado em cima.
Mariana: Ó, leva.
Mariana ofereceu a calcinha dela para ele. Ele rapidamente pegou e botou no bolso da sua bermuda, enquanto botava ela. Eu tratei de sair dali antes que fosse visto. Botei meu pau para dentro da bermuda e me esgueirei de volta para fora do vão entre o ginásio e o muro.
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Estava indo para o dormitório dos meninos, entrei no prédio e andei pelos corredores, bem vazios já que a maioria dos garotos estavam treinando ou em jogo. Meu pau ainda estava duro pelo que havia assistido a menos de 10 minutos. Mas não dava para evitar, meu tesão era muito forte.
Pensei até em ir no banheiro e tocar uma punheta para aliviar, mas resisti com força à idéia.
Ao chegar na frente da porta do quarto, descubro onde Gabriel estava e porque não estava com a Marina.
Gabriel estava deitado em sua cama, Henrique estava em cima dele, chupando seu pau.
Gabriel: Puta merda! Barreira!
Eu estava perplexo com a cena. Não pelo Henrique, eu sabia que ele era Gay e que toda aquela viagem estava sendo um desafio a ele. Estar no meio de todos os garotos, todos cheios de hormônios, realmente era tentador. Era tentador até para mim, que estava com tesão neles também. Mas por ver Gabriel (o garoto que henrique havia admitido que tinha mais tesão) deixando o Henrique chupar seu pau assim.
Henrique: O-Oi Barreira
Henrique se sentou na cama, Gabriel se arrumou rápido para levantar a cueca e a bermuda, já estando sem camisa e exibindo seu abdômem definidinho. Ele também se sentou ao lado do Henrique, visivelmente assustado. O volume de seu pau visivel na bermuda de tecido fino, estilo de futebol.
Entrei e me sentei na cama em frente a ele.
Eu: Garotos eu... Não tem problema vocês quererem experimentar, ta tudo certo. Mas preciso que vocês entendam que vocês são meio jovens para isso.
Eles engoliam seco. Talvez pelo medo de eu adverti-los de forma mais severa. Gabriel talvez esteja também com um pouco de vergonha.
Eu: Eu sei que o Henrique é Gay, ta tudo bem. Mas e você Gabriel, ta tudo certo? Só queria... experimentar?
Tentei ser acolhedor naquele momento, mesmo que meu pau tenha demonstrado começar a crescer pela imagem do Henrique abocanhando o pau do safado do Gabriel.
Gabriel: Na verdade eu... É que eu... Eu tinha ido no banheiro e acabei batendo uma punheta pro vídeo da Mariana. Quando eu cheguei no quarto, meu pau ainda tava meia bomba. Eu deitei e ainda tava com tesão, o Henrique tava aqui e a gente começou a conversar. Ele... Ele perguntou como tinha sido com ela, eu falei um pouco e a gente ficou... ficou com tesão.
Henrique: É... na verdade eu me ofereci pra... enfim, pra fazer aquilo.
Fazia todo sentido. O Henrique ia aproveitar o tesão do Gabriel na Mariana e tentar tirar uma casquinha do Gabriel. Aquela história estava fazendo meu pau pulsar.
Eu: Certo meninos, ta tranquilo, ta bom? Só... Sejam mais discretos.
"Sim" - Ambos falaram em coro.
Eu fiz menção de levantar da cama e ir para a porta. Falei para eles virem comigo e Gabriel acabou me interrompendo.
Gabriel: Barreira... É que vai ser foda sair assim.
Gabriel deu uma boa segurada no volume da sua bermuda. Seu pau parecia estar estalando de duro.
Gabriel: A gente pode... Só bater uma pra se aliviar e conseguir sair?
Não sei o que havia dado em mim. Mas eu resolvi deixar. Primeiro por que realmente não tinha como eles sairem assim com a barraca armada daquele jeito. Segundo por que minha cabeça estava tomada pela idéia de ver os dois batendo punheta na minha frente.
Eu: Beleza, mas rápido hein.
Me virei e peguei a chave do nosso quarto, que só eu tinha. Fechei a porta para impedir que alguém entrasse. Voltei para a cama de frente a eles e eles já estavam com o pau na mão. Henrique, aquele novinho loirinho delicioso estava de camiseta branca e bermuda azul clara. Ele já massageava seu pau branquinho e de cabeça rosada com vontade.
Gabriel tirou o short, ficando só de cueca preta da marca Lupo. Seu pau relativamente grande para a sua idade era escuro, parecido até com a cor do meu. Apesar de ser branco, seu pau era um pouco marrom. Era reto e com veias saltadas, exibindo seu tesão. O barulho dele tocando uma punheta era ouvido por conta da babinha que saia da sua rola. Seu pau babava bastante, talvez pelo boquete que estava recebendo pelo Henrique.
Os dois novinhos ali, para deleite dos meus olhos, se masturbando. Era uma visão que fazia meu corpo estremecer de tanto desejo, eu parecia estar drogado de tanto tesão.
Henrique gemia baixinho, mais discreto. Já Gabriel fazia questão de fazer mais barulho. "Ah... Oh... porra..." Ele falava. Ele era um safado de marca maior. Um verdadeiro putão mesmo, daqueles que vai crescer e virar pegador. Na verdade, já era né. Henrique me olhava firmemente, talvez lembrando da nossa aventura no banheiro. Eu não imaginava que ele teria coragem de propor.
Henrique: Barreira, se quiser pode se aliviar também.
Gabriel: É prof. Da pra ver que tais de piru duro pela bermuda.
Olhei pra baixo e realmente, dava pra ver.
Eu: Beleza então meninos. É... normal, garotos fazerem isso juntos mesmo. Eu fazia na idade de vocês.
Tirei minha camiseta, os dois ficaram olhando. Gabriel parecia olhar com certa curiosidade, já Henrique estava visivelmente com tesão. Puxei minha bermuda pra baixo ficando só de cueca box cinza da Mash. Tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma. Gabriel continuava fazendo seus sons deliciosos de ouvir. Henrique mordia a boca olhando para mim e para o Gabriel.
Gabriel: Porra barreira, é um puta pauzão né. Será que o meu cresce mais?
Gabriel batia com o pau na barriga, fazendo um barulho melado "Plaf, plaft, plaf".
Eu: Relaxa, o de vocês ainda deve crescer mais.
Gabriel: Com um pau desse deves comer todas né (riu).
Eu: Ih, quando se trabalha se você tiver tempo para tocar uma já ta bom demais.
Gabriel riu. O ambiente estava descontraído. Ficamos os três ali, três homens se deliciando de seus corpos, aproveitando o tesão e o desejo acumulado. Comentamos sobre o pau de cada um, sobre o corpo de cada um. Gabriel chegou a pedir para o Henrique ficar só de cueca também para que ele pudesse ver o corpo dele.
Gabriel: Ah, o Henrique tem uma puta perna grossa né, o vôlei ajuda pra caralho.
Realmente, As pernas grossas do Henrique evidenciadas por estar sentado com sua cueca boxer listrada azul e branca, eram grossas e bonitas. Minha mente girava de tesão, nós 3, eu professor e meus dois alunos, batendo uma punheta deliciosa. A cumplicidade que a confiança deles tinham em mim permitia, seus corpos jovens e deliciosos, os olhares discretos (Henrique menos discreto) que eles faziam para meu pau e para o pau um do outro... Era gostoso pra caralho. O meu pau e do Gabriel eram extremamente babões, melando nossa mão quase toda de tanto tesão.
Gabriel: Caralho... Ta foda de gozar. Ainda mais que eu gozei uma já no banheiro.
Henrique: Com a minha boca tava indo rapidinho né
Gabriel: (Riu) porra Henrique.
Henrique: Eu posso... ajudar. Pra gente sair logo daqui.
Logo intervi. Minha moral pedia isso.
Eu: Meninos, menos né. Só a punheta já ta bom.
Henrique: Pensa comigo Barreira, vão estranhar a gente sumir. Melhor eu ajudar ele a terminar logo.
Gabriel: Não vou negar não, o Henrique chupa bem pra caralho, até melhor que a Mariana.
Eu fiz uma cara de desaprovação mas não falei nada. Deixando ambígua minha posição. Gabriel deu uma mordia no lábio e pegou na cabeça do Henrique, baixando ele lentamente até seu pau. Henrique deitou de lado, continuou batendo sua punheta mas dessa vez abocanhando o pau grande e veiudo do Gabriel. Gabriel soltou um suspiro quando ele deu a primeira mamada. Aquilo era errado. Errado pra caralho. Mas muito gostoso de assistir.
Eu: Caramba meninos...
Gabriel: Porra Barreira... Foi mal. Mas é que... Ah...
Henrique chupava lentamente. Seus lábios percorriam a rola do Gabriel, sua lingua dava leves lambidas. O prazer era visível no rosto do Gabriel. Ele segurava o cabelo do Henrique, apertando e abaixando sua cabeça, praticamente fudendo a boca dele.
Gabriel: Caralho, não tens idéia do quanto ele mama gostoso, barreira.
Eu estava com vontade de explodir. Meu pau estava pronto pra gozar. Mas segurei ao máximo.
Gabriel: Porra, pera aí que ta desconfortável.
Gabriel se recostou na cama, Henrique deitado em cima dele chupando seu pau.
Gabriel: Deita aqui também Barreira.
Eu: Ta doido é? Eu nem devia ta me masturbando aqui com vocês.
Gabriel: Relaxa, ta de boa.
Henrique: Isso, deita aqui.
Henrique me olhou com um semblante de tesão. Eu não me contive. Gabriel foi até o extremo da cama e eu deitei ao lado dele. Nossos braços se enconstavam pela cama ser pequena, apenas de solteiro. Foi bom essa pequena pausa de segundos pois eu sentia que ia gozar se continuasse batendo. Henrique continuou a chupar o pau dele com gosto. A saliva dele deixava o pau do Gabriel brilhando.
Gabriel: Porra Henrique. É oficial, és o melhor boqueteiro do mundo poh. O barreira, tu não tens noção do quanto é gostoso.
Eu ri com o comentário dele.
Algo inesperado aconteceu. Henrique estava deitado em cima dele, chupando seu pau. Henrique foi uns 30 centimetros pro lado, alcançou meu pau e começou a chupar. Levei um susto desgraçado na hora. "Porra Henrique! O Gabriel ta aqui caralho" - Pensei.
Gabriel: Caralho Henrique!
Henrique chupava com a sua boquinha que eu já bem conhecia. Mas o Gabriel não sabia.
Eu: Henrique, que isso? O que ta fazendo?
Henrique: Desculpa barreira... Eu achei que tava tranquilo. Eu tava fazendo até no Gabriel...
Ele voltou a me chupar, deixando meu pau babado e melado. Sua boca subia e descia até dois terços do meu pau, mais que isso ele não conseguia colocar na boca. Fiquei com medo da reação do Gabriel, e com razão. Ele parecia perplexo. Afinal não era só uma punheta em grupo, agora Henrique estava chupando o professor deles. Aquilo com certeza seria demais para ele.
Gabriel: Porra Henrique! Não acredito que tais chupando o barreira, ele é nosso professor!
Eu tentava protestar ou falar algo, mas não conseguia. Meu corpo não respondia mais por mim. Eu chegava a guiar a chupada do Henrique.
Eu: Nossa Gabriel, tinhas razão. Ele chupa muito bem...
Henrique saiu e voltou a chupar o Gabriel, fazendo ele relaxar com o que havia visto. Sua mão ainda no meu pau, batendo uma punheta para mim. Depois de alguns segundos sua boca deixou a rola do Gabriel e voltou para a minha. Ele ficou intercalando entre chupar meu pau e o pau do Gabriel. Henrique estava visivelmente no céu, com o pau do seu professor e o pau do garoto que ele tinha tesão na escola a sua disposição. Em dado momento, enquanto estava na minha vez do Henrique me chupar, que Gabriel levantou de leve suas costas e pegou na bunda do Henrique, dando um tapa por cima do tecido da cueca azul e branca dele.
Gabriel: Porra, ele tem um bundão mesmo, maior do que o da Mariana.
E era maior mesmo. A bunda do Henrique era redonda e bonita. Sua cueca estava na metade da bunda, deixando o desenho perfeito dela redondinha e branquinha para fora. Gabriel continuou a apertar a bunda dele, botando sua mão por dentro da cueca e sentindo a pele macia. Eu estava explodindo de tesão, vendo o Gabriel tarar a bunda do Henrique.
Henrique fez o movimento ousadíssimo de se levantar aos poucos até chegar no colo do Gabriel. Ousado por vários motivos, primeiro que o Gabriel, até então, não era Gay, podia se sentir ofendido ou até acabar com a putaria ali mesmo. Segundo que eu estava ali, o que já era motivo o suficiente para aquilo nem estar rolando para começar. Ao se sentar no colo dele, apoiou o pau melado e babado do Gabriel no meio da sua bunda e ficou "masturbando" o pau dele com as bandas. Gabriel parecia incrédulo, estava de queixo caído, mas não protestou, só olhava diretamente para o Henrique, assustado.
Henrique continuou com meu pau na mão, enquanto olhava fixamente para o Gabriel. Henrique, como viu que nem eu nem Gabriel protestamos. Começou a se arcar para frente, até seu lábio encostar o do Gabriel. Henrique deu uns dois beijos, mas Gabriel não respondia. Após isso, Gabriel foi aos poucos cedendo e abrindo a boca, fazendo a língua deles se entrelaçarem em um beijo confuso, mas cheio de desejo e curiosidade. Henrique voltou e olhou ele, mas dessa vez com seus rostos a menos de 30cm de distância.
Gabriel: Mas.. Eu não sou Gay Henrique.
Henrique: Ta, mas... Eu sei que tu não é Gay. Mas tu não gosta de fuder?
Gabriel: Gosto...
Henrique: Então. Um buraco é um buraco. Homem de verdade não nega uma foda.
Henrique levantou de leve seu quadril, encaixando o pau do Gabriel na entrada de seu cuzinho. Eu continuava olhando incrédulo. Henrique soltou meu pau e apoiou as duas mãos no ombro do Gabriel. Começou a descer sua bunda, muito levemente e muito aos poucos. Quando o pau do Gabriel finalmente achou caminho e entrou no cuzinho dele, Gabriel soltou um gemido rouco "Porra... Ah Henrique... Que gostoso". Henrique já gemia com um misto de dor, mas muito prazer "AAh. Puta mer... Aii..."
Henrique descia bem aos poucos e subia. Voltava a descer e subia novamente. Até que metade do pau do Gabriel entrou na bunda redondinha e branquinha dele.
Henrique: Barreira... ta doendo.. ajuda a gente...
Fiquei paralisado com a fala dele.
Henrique: Quem melhor pra ensinar como fazer sem doer do que o professor?
Minha tara veio ao máximo naquele momento.
Me levantei e fui atrás do Henrique. Segurei em sua bunda fazendo como se fosse uma leve massagem. Comecei a guiar os movimentos dele, quicando na rola dura pra caralho do Gabriel. O pau dele arrombava o cuzinho do Henrique, de tão pequenininho e apertado que era.
Henrique: Porra...
Gabriel: Porra Henrique... É apertado pra caralho...
Henrique: Precisava ta mais lubrificado...
Decidi ser ousado como o Henrique. Tirei o pau do Gabriel do cuzinho do Henrique e deixei escorrer um pouco de saliva da minha boca até o pau dele. Segurei seu pau e bati uma para ele.
Eu: Vou só espalhar a saliva.
Gabriel: Sim... Isso deixa mais molhado...
Deixei um pouco mais de saliva cair no pau dele. Mas dessa vez com os lábios na cabeça da rola dele. Como ele não falou nada e soltou um gemido, decidi dar uma chupada. Seu pau era maior do que o do Henrique, mas mesmo assim consegui colocar todo na boca.
Gabriel: PORRA BARREIRA! Não acredito que tais chupando meu pau.
Henrique, acho que com o intuito de calar ele, beijou sua boca. Desta vez Gabriel correspondeu com vontade. Parei de chupar, afinal era "só pra deixar molhado" e botei de novo no cuzinho do Henrique. Foi automático, logo Henrique já começou a quicar no pau dele. Gabriel pegou na bunda dele e começou a guiar a sentada. Fui novamente para o lado deles e fiquei batendo uma punheta.
Gabriel: Porra, eu não acredito que eu to te comendo, Henrique. Que loucura.
Henrique: Nossa, eu tava afim de dar pra ti faz tempo.
Gabriel: Sérião?
Henrique: Sim!
Gabriel pareceu ficar com ainda mais tesão em ouvir aquilo. Agora comia o cuzinho do Henrique como se estivesse fudendo a bucetinha de uma garota. O pau dele entrava todo no cuzinho do seu amigo de escola. Era delicioso ver aquela putaria com aqueles dois novinhos no auge do tesão e dos hormônios.
Henrique: Porra eu vou gozar!
Henrique, que estava de pau duro enquanto era fudido, começou a jorrar porra por cima do corpo do Gabriel. Foram uns 4 jatos de porra, que saiam gotas da cabeça do seu pau a medida que Gabriel ia metendo.
Henrique: Puta que pariu, Gabriel! Que delicia! Me fizesse gozar caralho!
Gabriel começou a gemer mais alto, seu rosto de putão agora parecia o rosto de uma putinha. Ele começou a gozar também dentro do cuzinho do Henrique. Ele dava socadas com força, fazendo o corpo do Henrique tremer. Deu uns 5 segundos sem meter e então tirou o pau dele de dentro do cuzinho rosado e agora arrombado do Henrique.
Gabriel: Porra eu gozei também, puta merda... não acredito.
Eu: Garotos, agora é a minha vez! Vou gozar também.
Me ajoelhei de frente pra eles, os dois ficaram tomando fôlego enquanto olhavam eu tocando uma punheta.
Gabriel: Vai barreira, quero ver se essa rolona goza bastante.
Dito e feito. Comecei a jorrar em cima do Gabriel, ele soltava umas risadas de tesão, agora o peitoral dele até o pescoço estava cheio de porra, minha e do Henrique.
Eu: Puta merda, que delícia!
O Gabriel parecia o chão de um banheiro masculino de balada Gay, cheio de porra e suor. Terminei de gozar e deitei. Henrique se esgueirou em nosso meio e ficamos nós 3 lá respirando fundo.
Gabriel: Puta merda... Não conta isso pra ninguém.
Eu: Relaxa, ninguém vai saber. Né Henrique?
Henrique: Isso, ninguém.
Continua...
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Pessoal, comenta aí o que estão achando. Valeu!