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VIAGEM EM FAMILIA PT 4

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Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 4863 palavras
Data: 29/07/2026 12:32:32

O sono não durou. Estava deitado nu no chão frio do quarto do sítio, o corpo exausto após dois dias de violência, quando ouvi o ranger da porta. A luz fraca do corredor cortou a escuridão, e a silhueta imensa de Maurão preencheu a entrada. Ele tinha dois metros de altura, cento e vinte quilos de músculo e gordura, e na mão esquerda segurava algo que me fez gelar: meu pai, Carlos, também nu, amarrado, sendo arrastado pelo cabelo.

— Levanta, garoto — Maurão disse, sua voz grave ecoando no quarto escuro. — E acorda as putas. Vamos brincar.

As três mulheres dormiam amontoadas na cama de casal: Angela, minha mãe, de costas, os seios grandes expostos; Sabrina, minha irmã, enrolada em si mesma; e Fernanda, a dona do sítio, morena escura, o corpo trabalhado da roça marcado por mãos estranhas. Maurão entrou e fechou a porta com o pé, trancando-a. Ele jogou meu pai no chão, ao lado de mim, e depois sentou-se na única cadeira de madeira do quarto, posicionando-a estrategicamente na frente da porta, bloqueando qualquer saída.

Carlos caiu de bruços, o corpo nu e pálido brilhando à luz fraca. Ele estava consciente, os olhos arregalados de terror. Maurão colocou um pé pesado sobre as costas do meu pai, imobilizando-o completamente, e então tirou a corda que amarrava a boca dele.

— Por favor... — Carlos começou, a voz rouca.

— Cala a boca, seu corno — Maurão interrompeu, pegando um tubo de lubrificante industrial e jogando no chão ao lado de Carlos. — Você tava fazendo barulho demais lá fora, gemendo, chorando. Não deixou eu dormir. Então vamos brincar pra passar o tempo.

Ele olhou para nós, para as mulheres que acordavam assustadas, e sorriu, mostrando dentes brancos contra a pele negra.

— Vamos jogar um jogo. Chama-se "Quem Conhece a Família?" — ele explicou, massageando o próprio pau por cima da calça, onde a protuberância monstruosa de 23 centímetros era visível. — Eu pergunto, vocês respondem. Quem errar... — ele empurrou o calcanhar nas costas de Carlos, fazendo meu pai gemer — ...o velho aqui paga. E ele paga com o cu.

As três mulheres se sentaram na cama, nuas, cobrindo os seios com os braços, os olhos fixos em Maurão. O medo era palpável, denso no ar quente da noite.

— Primeira pergunta — Maurão começou, cruzando as pernas, confortável como um rei em trono. — Qual o tamanho do pau do Carlos?

Silêncio. Carlos congelou, o rosto vermelho de vergonha.

— Vamos, vamos — Maurão incentivou. — Angela, você é a esposa. Deve saber, né? Quantos centímetros tem o maridão?

Angela olhou para Carlos, hesitante. Ela engoliu em seco, a voz trêmula:

— Dezesseis... dezesseis centímetros?

Maurão riu, um som grave e ameaçador.

— Errado — ele disse. — Sabrina, você já viu o pai nu alguma vez? Deve ter uma ideia.

Sabrina negou com a cabeça, os olhos azuis marejados.

— Nunca... nunca vi — ela sussurrou.

— Fernanda? — Maurão perguntou.

— Eu não sei, eu não conheço ele — Fernanda respondeu, a voz trêmula.

— Maycon? — Maurão olhou para mim. — Você deve ter visto, né? No banheiro, alguma vez?

Eu estava sentado no chão, nu, sentindo o coração disparar.

— Eu... eu não sei — eu disse. — Quatorze?

Maurão bateu palmas lentamente, sarcástico.

— Todo mundo errou — ele anunciou. — Inclusive a esposa. O velho aqui tem quinze centímetros eu mesmo medi. Angela disse dezesseis. Errou por um. Punição.

Ele tirou o pé das costas de Carlos, agarrou meu pai pelos quadris e o puxou para cima, deixando-o de quatro na frente da cadeira. Com uma mão só, Maurão abriu a calça e tirou o pau monstruoso — 23 centímetros de carne negra e grossa, brilhando de pré-ejaculado.

— Primeira punição — Maurão disse, abrindo o tubo de lubrificante e esfregando generosamente no ânus de Carlos. — Por não conhecerem o próprio pai/marido.

Ele penetrou meu pai de uma vez só. Carlos gritou, um som de dor pura que preencheu o quarto. Maurão começou a estocar com força, cada golpe fazendo o corpo de meu pai balançar, as nádegas pálidas tremulando contra o colo escuro do gigante.

— Próxima pergunta! — Maurão gritou, sem parar de mover os quadris. — Angela, você já gozou com o Carlos? Responde rápido!

Angela hesitou. Ela olhou para o marido sendo violentado, as lágrimas escorrendo, e depois desviou o olhar.

— Eu... — ela começou.

— Verdade! — Maurão ordenou, dando uma estocada profunda que fez Carlos gritar mais alto. — Verdade ou mentira, Angela!

— Sim! — Angela gritou, desesperada. — Sim, eu já gozei com ele! Algumas vezes!

— Verdade! — Maurão riu, acelerando o ritmo. — A coroa aqui já gozou com o pau de quinze do velho! Mas agora ela vai ver o que é gozar de verdade!

Ele penetrou Carlos brutalmente por mais um minuto, até sair com um estalo úmido, deixando meu pai ofegante, o ânus vermelho e dilatado.

— Terceira pergunta! — Maurão disse, ofegante, o pau ainda duro e brilhante. — Sabrina, você já viu o pai nu? Responde rápido, ou o velho leva mais dez minutos.

Sabrina olhou para Carlos, para mim, e assentiu, chorando.

— Sim... sim, eu vi — ela confessou. — Uma vez, muitos anos atraz, eu vi ele saindo do banho e fiquei olhando seu pau.

— Verdade! — Maurão exclamou. — A loirinha espiou o pai! Que família pervertida!

Ele riu, masturbando-se lentamente, o pau enorme na mão.

— Agora é hora das revelações — Maurão disse, olhando para mim. — Maycon, verdade: você já bateu punheta pensando na sua mãe?

O silêncio foi ensurdecedor. Eu senti o rosto queimar. As três mulheres me olharam, chocadas.

— Responde a verdade! — Maurão ordenou, apontando o pau para Carlos como ameaça. — Ou o velho aqui vai sentir até eu cansar.

— Sim! — eu gritei, a vergonha misturada com excitação. — Sim, eu já batei! Muitas vezes! Eu pensava nela quando me masturbava!

Angela soltou um gemido de horror, cobrindo o rosto. Sabrina olhou para mim, incredula.

— Que família linda — Maurão zombou. — O filho bate punheta pra mãe. E você, Carlos? Verdade: você já transou com homem antes?

Carlos, de quatro no chão, o corpo trêmulo, hesitou. Mas a ameaça do pau de Maurão perto dele o fez falar:

— Sim — ele sussurrou, a voz quebrada. — Quando eu era jovem... antes de casar... eu fiz... eu fiz com um amigo.

— Verdade! — Maurão exclamou, batendo na própria coxa. — O velho é bissexual! Escondia isso da família, hein? E você, Fernanda? Verdade: você casou virgem?

Fernanda olhou para Carlos amarrado e depois para nós.

— Sim — ela disse, a voz firme apesar do medo. — Eu casei virgem. Ricardo foi meu primeiro homen.

— Mentira! — Maurão gritou, agarrando Carlos novamente. — Você disse que era virgem, mas quando o Maycon comeu seu cu ontem, você não sofreu! Você já tinha feito anal antes!

— Não! — Fernanda gritou, desesperada. — Eu juro que não! O primeiro sexo anal que eu fiz foi com o Maycon! Ontem! Ele foi o primeiro!

— Verdade! — Maurão riu, olhando para mim. — O garoto aqui foi o primeiro a arrombar o cu da morena! Que honra, Maycon!

Ele se levantou, o pau imenso pulsando, e foi até a cama, agarrando Fernanda pelo braço.

— Por causa dessas revelações — Maurão disse, jogando Fernanda no chão ao lado de Carlos, — o jogo muda. Agora vocês vão realizar as fantasias. Maycon, você queria foder a mãe? Vai lá. Fode ela agora, na minha frente. E Carlos, você queria homem? Você tem o maior de todos aqui.

Ele puxou Carlos de volta para a cadeira, sentou-se, e puxou meu pai para o colo, de frente, fazendo-o sentar no pau enorme. Carlos gritou quando foi penetrado novamente, agora sentado no colo de Maurão, de frente para o quarto, vendo tudo.

— Agora, Maycon! — Maurão ordenou, segurando Carlos pelos quadris e começando a bombear de baixo. — Fode sua mãe enquanto eu fodo seu pai! Vamos ver quem goza mais!

Eu fui empurrado até Angela na cama. Ela estava trêmula, chorando, mas abriu as pernas quando eu me posicionei. Eu entrei nela, sem camisinha, sentindo a buceta da minha mãe sem barreira, enquanto ouvia meu pai gemendo no pau de Maurão atrás de mim.

— Revelação final! — Maurão gritou, penetrando Carlos profundamente. — Carlos, você gostou quando eu comi seu cu mais cedo? Diz a verdade, ou eu mato a Fernanda eu sou bom em saber quando mentem pra min!

— Sim! — Carlos gritou, o rosto contorcido em dor e vergonha. — Eu gostei! Eu gostei do seu pau!

— Verdade! — Maurão exclamou, acelerando. — O coroa virou puta! E agora ele vai sentir o que é gozar de verdade no cu!

O quarto se transformou em um coral de gemidos: Carlos gritando no pau de Maurão, Angela gemendo comigo dentro dela, Sabrina e Fernanda se tocando no canto, obrigadas a assistir. Maurão gozou primeiro, jorrando dentro de Carlos, enchendo-o de porra quente. O grito de meu pai foi de animal ferido.

— Agora você, garoto! — Maurão ordenou, ofegante. — Goza dentro da mãe! Mostra pro seu pai como você é homem!

Eu acelerei, penetrando Angela com força, e gozei. Jorros quentes enchendo a vagina da minha mãe, enquanto meu pai via tudo, ainda sendo penetrado, sujo de esperma, destruído.

Maurão terminou de gozar dentro de Carlos com um grito profundo que pareceu sacudir as paredes do quarto. Ele ficou sentado por um momento, ofegante, o peito enorme subindo e descendo, segurando meu pai ainda impalado em seu colo. Depois, com cuidado quase maternal, ele levantou Carlos — que gemeu baixo, o ânus escorrendo porra quente — e o jogou de lado no chão.

— Agora todo mundo dorme — Maurão disse, puxando as calças. — ninguém foge.

Ele foi até a cama onde as três mulheres estavam. Com cordas , amarrou Angela pelos tornozelo na cabeceira da cama de casal, esticando-a. Sabrina teve o tornozelos amarrado no pé da cama, deixando-a deitada de costas, as pernas abertas e imobilizadas. Fernanda foi amarrada de bruços, os pulsos amarrados às molas do colchão, a bunda grandona exposta para cima.

Depois, ele veio até nós. Carlos foi amarrado sentado, as costas contra a parede, os pulsos amarrados a um cano de água exposto. Eu, Maycon, fui amarrado deitado de costas no chão frio, os pulsos amarrados às pernas da cama, a alguns centímetros dos pés de Sabrina.

— Durmam bem, família feliz — Maurão zombou, olhando para nós cinco, todos nus, amarrados, marcados por sexo e vergonha. — Amanhã tem mais.

Ele saiu, trancando a porta por fora. Ouvimos seus passos pesados descendo o corredor, depois o silêncio. Apenas as cigarras lá fora, e a respiração ofegante de cinco pessoas destruídas no escuro.

O silêncio durou minutos. O cheiro de esperma — de Maurão dentro de Carlos, de mim dentro de Angela, do suor e do medo — impregnava o ar quente. Eu estava deitado no chão, olhando para o teto manchado, sentindo as cordas rangendo quando movia os pulsos. Não adiantava. Estávamos presos ali, nus, expostos, até de manhã.

Foi Angela quem quebrou o silêncio.

— Vinte e cinco anos — ela disse, a voz baixa, perigosamente calma. — Vinte e cinco anos de casamento, Carlos. E você nunca me contou.

Carlos, amarrado na parede, levantou a cabeça. O rosto dele estava vermelho, manchado de lágrimas secas, o cabelo grudado na testa.

— Angela, por favor... — ele começou, a voz rouca.

— Não! — ela gritou de repente, fazendo Sabrina sobressaltar na cama. — Não me venha com "por favor"! Você transou com homems! Você gosta de homem! E me escondeu isso por vinte e cinco anos!

— Eu não gosto de homem! — Carlos defendeu, mas a voz falhou. — Foi... foi só uma vez, quando eu era jovem...

— Uma vez? — Angela riu, um som amargo e histérico. — Uma vez não deixa você gemendo daquele jeito quando o Maurão te comeu! Eu vi a sua cara, Carlos! Eu vi você gozando no pau dele! Você estava gostando seu pau tava duro!

— Eu estava com medo! — Carlos gritou de volta, as veias do pescoço saltando. — Ele ia me matar!

— Ele não ia matar ninguém! — Angela rebateu, puxando as cordas. — Ele queria que você gostasse! E você gostou! Você éviado enrustido! Me enganou por vinte e cinco anos!

A palavra ecoou no quarto como um tiro. Carlos ficou pálido, depois vermelho de raiva.

— E você? — ele virou a raiva para Sabrina, que estava quieta na cama, amarrada. — Você! Sua putinha inútil! Você via seu pai nu quando era criança! Espiou! Sempre foi uma espiã, uma pervertida!

— O quê? — Sabrina disse, chocada. — Eu ! Foi sem querer!

— Sem querer? — Carlos riu, amargo. — Você se submete daquele jeito pros bandidos! Rebola no colo deles provoca eles! Gosta de ser fodida! Deve ter gostado de ver seu pai nu também! Sua tarada!

— Pai! — Sabrina gritou, chorando. — Como você pode dizer isso? Eles me obrigaram!

— Obrigaram nada! — Carlos estava perdendo o controle, a vergonha de sua própria revelação se transformando em raiva projetada. — Você gemeu! Eu ouvi! Você gozou com o Roberto! Sua puta voce estava gostando de tudo!

— E você, Maycon? — Angela virou a fúria para mim, de repente. — Você fica aí quieto? Depois de confessar que bate punheta pra mim? Pra sua própria mãe?

Eu não respondi. Não tinha palavras. Minha mãe estava ali, amarrada na cama, nua, ainda escorrendo meu esperma dela, e ela estava me confrontando sobre punheta.

— Responde! — ela gritou. — Quantas vezes? Quantas vezes você se masturbou pensando em mim? No meu quarto? Na porta do banheiro espiando?

— Mãe... — eu sussurrei.

— Não me chama de mãe! — ela chorou, raiva misturada com nojo. — Você é um pervertido! Um monstro! Bate punheta pra propia mãe enquanto o pai é... é...

— É o quê? — Carlos perguntou, sarcástico. — Diz logo! O que eu sou?

— Um mentiroso! — Angela gritou. — Um mentiroso que me enganou por vinte e cinco anos! Estes seus quinze centímetros! que você tem quinze? Mostra aqui! Deixa eu ver esse pau pequeno que não me satisfazia direito!

— Para! — eu gritei de repente, sentindo algo quebrar dentro de mim. — Para, por favor! Todos vocês! Parem!

O silêncio voltou, pesado. Angela estava ofegante, os seios subindo e descendo. Carlos estava encolhido, derrotado. Sabrina chorava baixinho. E Fernanda...

Fernanda estava de bruços na cama, amarrada, o corpo moreno escuro tremendo. Ela não disse nada durante toda a discussão. Apenas chorava, silenciosamente, o rosto enterrado no colchão. Ela estava pensando em Ricardo, no marido, amarrado no celeiro, sabendo que ela tinha sido violentada por três homens, que seu primeiro anal tinha sido comigo (um estranho), que ela tinha revelado isso para todos.

— Fernanda... — eu chamei, suavemente.

Ela levantou o rosto. Os olhos estavam vermelhos, inchados. Ela olhou para mim, depois para Carlos, depois para Angela.

— Vocês... — ela sussurrou, a voz quebrada. — Vocês são culpado... tudo isso... se vocês não tivessem aparecido... se o Carlos não tivesse provocado... meu Ricardo... meu marido...

— A culpa é deles! — Angela gritou, indicando a porta. — Dos bandidos! Não nossa!

— Vocês trouxeram isso! — Fernanda gritou de volta, ríspida, a fúria explodindo. — Vocês entraram na minha casa! Trouxeram esse inferno pra cá! Meu marido está sendo fodido por causa de vocês! Eu sou...meu cu era virgem até ontem! Até ontem!

Ela desabou em soluços, o corpo convulsionando contra as cordas.

— Meu cu era virgem... — ela repetia, inconsolável. — E agora... agora eu sou só uma puta... uma puta usada...

— Você é uma puta sim! — Carlos disse, amargo, projetando sua própria dor. — Todas vocês são! Angela é uma puta que goza com bandido! Sabrina é uma puta que rebola! Você é uma puta.

— Cala a boca! — eu gritei, sentindo raiva pela primeira vez. — Cala a boca, seu velho de merda! Você é o maior de todos! Você gostou do pau do Maurão! Eu vi! Você gemeu mais alto que todas as mulheres!

Carlos me olhou, chocado. Eu nunca tinha falado assim com meu pai.

— É verdade — eu continuei, a raiva me tomando. — Você gostou. E agora culpa a gente. Você é um covarde. Um covarde que escondeu que gosta de homem por vinte e cinco anos, e agora explode na gente.

— Você... seu desgraçado... — Carlos sussurrou.

— E eu? — eu continuei, olhando para minha mãe. — Sim, eu bati punheta pra você. Muitas vezes. E você sabe o que? Eu não me arrependo. Você é gostosa ´ra caralho. É a única coisa boa que eu tinha era ficar em casa e bater punheta pra voces duas, e agora eu já comi vocês de verdade. Então foda-se falei pronto.

Angela ficou pálida, chocada com minha frieza.

— Você é um monstro... — ela disse.

— Nós somos todos monstros aqui — eu respondi, deitando de volta no chão, olhando para o teto. — Monstros amarrados, nus, cheios de porra alheia. E amanhã vamos morrer. Ou pior. Então para de brigar. Para de chorar. Aceita. Aceita que somos lixo agora. Lixo usado por outros homens.

O silêncio voltou, mais pesado do que antes. Ninguém respondeu. Angela chorava baixinho. Carlos resmungava. Sabrina gemia. E Fernanda...

Fernanda apenas chorava, o som misturando-se às cigarras lá fora, enquanto a noite escura do sítio engolia nossas almas destruídas, amarradas naquele quarto de pesadelo.

No dia seguinte. Maurão foi o primeiro a acordar, erguendo-se da cadeira onde dormira sentado, a arma no colo. Ele espreguiçou os dois metros de altura, os músculos pesados se movendo sob a pele negra, ele entrou e olhou para nós, ainda amarrados no chão e na cama.

— Levanta, porra — ele grunhiu, desamarrando as cordas com golpes secos de uma faca.

As mulheres foram as primeiras a serem soltas. Angela, Sabrina e Fernanda ergueram-se trêmulas, cobrindo os seios com os braços, os olhos vermelhos de noite sem sono. Maurão abriu a porta e apontou para o quintal.

— Lá fora. Mangueira de agua ta ligada. Limpa a buceta. Todas.

Elas hesitaram, mas César e Roberto já estavam acordados, armados, sorrindo. As três mulheres foram empurradas para o quintal, nuas, sob o sol da manhã que já começava a escaldar. A mangueira estava enrolada na parede externa. Gilmar pegou-a, abriu a torneira, e a água jorrou com pressão forte, fria.

— Abre as pernas — Maurão ordenou, sentando-se na cadeira de balanço da varanda, observando. — Limpa essa boceta e esse cu. Quero ver água saindo limpa deles.

Fernanda foi a primeira. Ela abriu as pernas, debruçou-se levemente, e Gilmar apontou o jato direto na sua vagina. Ela gritou com o impacto da água fria, mas a pressão limpava o esperma dos dias anteriores, escorrendo pelas pernas, misturando-se à terra vermelha. Angela veio depois, o rosto vermelho de vergonha, enquanto César segurava a mangueira, apontando alternadamente para sua vagina e seu cu, fazendo a água entrar profundamente, saindo suja, depois mais clara. Sabrina, por último, gemia baixinho enquanto Roberto a "lavava" com o jato forte, a água batendo nos seus pelos loiros da asa delta.

Eu fui depois, obrigados a assistir de pé, nu, enquanto as mulheres eram limpas como animais antes do abate. O sol refletia na pele molhada delas, nos seios firmes e pendentes, nas nádegas escorregadias e ensaboadas.

— Agora se perfumam — Maurão ordenou, apontando para o quarto. — Usa o perfume da morena. E veste a lingerie dela. Quero ver vocês de calcinha e sutiã.

Fernanda, trêmula, levou as outras até seu armário. Ela tirou suas próprias peças íntimas — calcinhas de algodão branco, sutiãs de renda preta, conjuntos simples de trabalhadora rural, mas íntimos. As três mulheres vestiram as roupas de Fernanda: Angela com um sutiã preto apertado demais para seus seios grandes, as alças cavando nos ombros; Sabrina com uma calcinha rosa claro, pequena, marcando sua vulva; Fernanda com um conjunto vermelho que ela guardava para ocasiões especiais.

— Lindas — Maurão zombou. — Agora,pra sala. Todo mundo. Vamos ter uma conversa sobre segredos que ouvi ontem quando voces discutia alto.

Fomos para a sala de estar. Ricardo, o dono do sítio, foi trazido do celeiro, amarrado a uma cadeira, nu, consciente agora, os olhos arregalados de horror ao ver a esposa Fernanda de lingerie junto às outras. Carlos foi sentado ao lado dele, também nu, as mãos amarradas atrás. Eu fiquei em pé no centro, enquanto as mulheres sentaram no sofá, tremendo.

O silêncio durou segundos, até Angela quebrar.

— Você — ela apontou para Carlos, a voz cortante como vidro. — Você é um lixo. Um mentiroso. E sabe o que é pior? O seu filho, o Maycon, tem um pau melhor que o seu. Muito melhor. Eu senti. Ele me encheu de verdade. Você nunca me encheu assim.

Carlos ficou pálido, depois vermelho de raiva.

— Você é uma puta — ele cuspiu. — Uma puta que goza com bandido. E sabe o que mais? Você chupa mal. Sempre chupou mal. Eu tinha que imaginar outras mulheres pra gozar na sua boca.

— Cala a boca infeliz! — Angela gritou.

— Não calo! — Carlos berrou, se contorcendo nas cordas. — Você é uma vagabunda que descobriu agora que gosta de pau grande! De pau de negro! Do pau do seu próprio filho!

— E o seu cu? — Angela rebateu, cruel. — Seu cu está largo agora! O Maurão arrombou você! Você gemeu mais que eu voce estava de pau duro!

— Para! — Sabrina gritou, cobrindo os ouvidos. — Para, por favor!

— Vocês são todos nojentos — Roberto disse de repente, surpreendendo a todos. Ele estava encolhido no canto, o rosto pálido, diferente do brutamonte dos dias anteriores. — Meu cu está doendo demais. Eu acho que estou sangrando. Eu vou morrer de hemorragia. Eu vou morrer aqui.

— Ninguém vai morrer, seu fresco — César zombou, mas havia preocupação real no rosto dele ao ver Roberto trêmulo.

— Esta doendo! — Roberto gritou, histérico. — Meu cu arde! Eu não aguento mais ser fodido! Eu quero ir pra casa!

— Cala a boca arrombado voce mora aqui kkk! — Maurão rugiu, levantando-se da cadeira, imponente. — Ninguém morre. Ninguém sai. A tarde ainda tem programa. E vocês — ele apontou para a família, — vão parar de brigar. Ou eu mato o Roberto aqui mesmo pra vocês verem que eu mando.

O silêncio voltou, pesado. Roberto chorava baixinho, se contorcendo. A discussão tinha revelado tudo: o ódio de Angela por Carlos, o ressentimento de Carlos pela traição, a fragilidade de Roberto, o desespero de Sabrina. eu ficou quieto no canto, exausto, os olhos vazios.

Às duas da tarde, depois de um almoço forçado (sopa de feijão, as mulheres alimentadas para manterem energia), Maurão anunciou:

— Agora é a despedida.Bora pro banheiro. Todo mundo.

O banheiro do sítio era grande, rústico, com uma banheira antiga de alumínio, azulejos brancos sujos, e um chuveiro com água quente do boiler. Os bandidos tinham preparado: sabão em pó dissolvido na banheira criando espuma, velas no chão (a energia já tinha sido cortada, eles usavam isqueiros), e o ambiente estava quente, vaporoso.

Ricardo foi amarrado sentado no vaso sanitário, as pernas abertas, nu, vendo tudo. Carlos foi posicionado ao lado dele, de quatro, o rosto no chão de ladrilho frio, as nádegas expostas. As mulheres foram obrigadas a entrar na banheira, três juntas, a espuma cobrindo parcialmente os seios, os corpos escorregadios de sabão.

— Entra, garoto — Maurão ordenou para Min.

eu ntrei na banheira, nu, entre as mulheres. A água estava morna, a espuma perfumada com sabão de lavanda. César, Roberto (ainda trêmulo, mas obediente), e Gilmar começaram a se despir. Maurão tirou a roupa lentamente, o pau de 23 centímetros já meio duro, pesado entre as pernas grossas.

A orgia começou na água. César entrou na banheira, sentou-se na borda, e puxou Angela para seu colo, penetrando-a na buceta na água, a espuma espirrando. Gilmar pegou Sabrina, deitou-a na borda da banheira, e penetrou-a analmente, com camisinha, o sabão servindo de lubrificante. Roberto, hesitante, foi obrigado por Maurão a deitar-se na toalha no chão, e Fernanda foi colocada sobre ele, sentando em seu pau (com camisinha), enquanto eu fui posicionado atrás dela, na banheira, para penetrá-la na buceta.

— DP — Maurão ordenou. — Vai, garoto. Fode essa morena enquanto o Roberto fica embaixo.

Eu exausto, com o pau dorido de tantas ejaculações,meti em Fernanda, sentindo a pressão do pau de Roberto através da parede fina vaginal-retal. Fernanda gemeu, o corpo escuro brilhando de água e espuma, os seios escorregando nas minhas mãos .

Maurão, ao lado, não perdeu tempo. Ele foi até Carlos, que estava de quatro ao lado de Ricardo, e penetrou-o analmente, seco, fazendo Carlos gritar. Depois, ele saiu, foi até Ricardo, e também o penetrou, alternando entre os dois homens amarrados, um monstro de dois metros fodendo os dois maridos submissos no chão do banheiro, enquanto a orgia acontecia na banheira.

— Goza, garoto! — Maurão ordenou, vendo eu lento, cansado. — Goza na buceta dela! Agora!

eu acelerei, mas estava sem forças. Maurão saiu de Ricardo, foi até lá, e agarrou Fernanda pelos cabelos, puxando-a para cima, fazendo com que eu saísse dela por um segundo.

— Mete de novo e goza! — Maurão berrou.

eu penetrei Fernanda novamente, profundamente, e com esforço supremo, gozei. Jorros fracos, mas presentes, enchendo a vagina dela de esperma quente, misturando-se à água e à espuma.

— Tirem a camisinha e gozem no corpo! — Maurão ordenou para os outros.

César, Roberto e Gilmar retiraram as camisinhas e gozaram nas mulheres: César nos seios de Angela (a espuma branca misturando-se ao esperma), Roberto na barriga de Sabrina, Gilmar nas costas de Fernanda. eu vi o esperma deles misturar-se ao meu, que escorria de dentro dela.

— Limpem — Maurão ordenou, depois de gozar dentro de Carlos e Ricardo. — Limpem tudo. Sem esperma. Polícia não pode achar DNA pega a mangueira e limpa.

As mulheres foram obrigadas a se lavar novamente, a banheira sendo esvaziada e enchida, o sabão removendo os fluidos. Eles saíram do banheiro limpos, nus, exaustos, sem vestígios de sexo no corpo, apenas a pele vermelha e marcada.

Às seis da tarde, o sol se punha. Os bandidos estavam vestidos, as mochilas prontas. A F250 estava carregada com o que roubaram do sítio (dinheiro de Ricardo, joias de Fernanda, ferramentas) e de outros roubos que maurão trouxe na mochila.

— Amarra eles no banheiro — Maurão ordenou.

Carlos, Angela, Sabrina e Ricardo foram amarrados no banheiro, nus, limpos, sentados no chão de ladrilho, as cordas firmes. Eles não foram amarrados juntos, mas separados, vendados, em silêncio.

— Vocês dois — Maurão apontou para Min e Fernanda. — Vêm comigo.

Ele nos puxou até a F250. Dirigimos — Maurão ao volante, César no banco do passageiro, Roberto e Gilmar atrás com Fernanda e eu no meio — até a porteira da fazenda, cinco quilômetros da casa. Lá, no meio da estrada de terra, pararam.

— Desce — Maurão ordenou.

Fernanda e eu descemos, nus, trêmulos. O sol se punha atrás do canavial.

— Ainda não acabou — Maurão disse, saindo do carro, a arma na cintura. — Você, garoto, ainda tem que provar que é homem. Come essa morena mais uma vez. Agora.

— Por favor... — eu implorei, as pernas bambas. — Eu não aguento mais... eu gozei demais... esta doendo...

— Come! — Maurão gritou, apontando a arma para Fernanda. — Ou eu mato ela aqui.

Eu olhei para Fernanda. Ela estava pálida, os olhos vazios, o corpo moreno escuro iluminado pelo sol poente. Eu a deitei na grama da beira da estrada, ela abriu as pernas, e eu meti. Meu pau estava mole, dorido, inútil. Eu tentei penetrá-la, falhei.

— Não consegue? — Gilmar zombou, filmando com o celular. — O garoto broxa!

— Lubrifica! — Maurão ordenou.

Eu usei a saliva, forcei, e consegui entrar um pouco na vagina dela. Mas estava seco, dolorido. Eu não sentia prazer, apenas dor e vergonha.

— O cu! — César ordenou. — Come o cu dela!

Eu mudei de posição, coloquei Fernanda de quatro na grama, e tentei o anal. Ela gemeu de dor quando eu entrei, seco, forçado. Eu estava destruído, o corpo não respondia, mas eu movia os quadris mecanicamente, cumprindo a ordem.

— Deita ela de costas! — Roberto gritou. — Quero ver os peitos!

Eu obedeci. Deitei Fernanda, penetrei-a vaginalmente novamente, deitado sobre ela, o suor misturando-se ao dela, a grama coçando nossas costas. Eu não gozei — não tinha mais nada dentro de mim — mas fiquei ali, simulando, movendo, até que Maurão riu.

— Tá bom, corninho — ele disse. — Você tentou. Agora fica aí.

Eles subiram na F250. Maurão ligou o motor, olhou para nós dois, nus, deitados na estrada de terra, e deu de ré, quase atropelando-nos, parando a roda a centímetros da minha cabeça.

— A energia tá cortada — Maurão gritou pela janela. — Telefone também seus documentos com a gente. Vocês estão sozinhos. Se contarem pra polícia, a gente volta e mata todo mundo. Entendeu?

Eu assenti, trêmulo.

A F250 partiu, levantando poeira vermelha, sumindo no horizonte do canavial, levando César, Roberto, Gilmar e Maurão. O silêncio voltou, absoluto, quebrado apenas pelo vento nas folhas de cana.

Eu fiquei deitado ao lado de Fernanda por minutos, até conseguir me levantar. Minhas pernas não respondiam. Ela também se levantou, trêmula, e olhou para a casa distante.

— Temos que voltar — ela sussurrou. — Desamarrar eles.

Nós dois, nus, sujos de terra e grama, caminhamos os cinco quilômetros de volta ao sítio. O sol se punha completamente quando chegamos. No banheiro, encontramos Angela, Carlos, Sabrina e Ricardo amarrados, vendados, mas vivos. Eu soltei as cordas com as mãos trêmulas.

Carlos saiu do banheiro cambaleante, sem olhar para ninguém. Angela cobriu o corpo com as mãos, chorando baixinho. Sabrina abraçou Fernanda, as duas se segurando. Ricardo foi até o quarto, trancou a porta, e não saiu mais naquela noite.

Eu fiquei no centro da sala de estar, nu, olhando para a F250 que não estava mais lá, ouvindo o silêncio do sítio isolado, sabendo que nunca mais seríamos os mesmos. A energia estava cortada. O telefone, morto. Estávamos sozinhos no meio do nada esperando pra voltar pra casa, destruídos, limpos de esperma, mas sujos de tudo que acontecera.

E a noite caía sobre nós como um manto de chumbo.

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Comentários

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Excelente Gabriellll cada parte mais excitante que a outra , não sei se vai ter uma nova parte mais seria legal ver com a família vai seguir depois de tudo isso e dessas revelações

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O estrago foi feito as máscaras caíram, a verdade foi exposta.. e agora como vai ser o futuro da família?

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