Na manhã seguinte eu me levanto e saio pra rua. Está frio. Do outro lado vejo o Sandro dentro do caminhão e a Camila em pé na calçada, de pijama curto. Eles se despedem. Ela se inclina pela janela da cabine e o beija na boca antes dele ligar o motor e sair.
Eu sigo a pé até a escola. Chego no portão e fico esperando. Kailane aparece minutos depois, de uniforme, e já fala:
— Você ainda tá suspenso?
— Tô sim, gata. Vamos comprar seu presente. Seu anel.
Ela sorri, me abraça e me beija rápido.
— Sim, vamos.
A gente anda de mãos dadas até a loja de semi-joias do bairro. Entramos e ficamos olhando as vitrines: anéis de compromisso, correntes, brincos e até uns relógios femininos caros. Kailane para na frente de uma bandeja e escolhe um anel simples de trezentos reais. Eu meto a mão no bolso, tiro as notas amassadas da sacola do Jorge e jogo no balcão. A vendedora embala. Kailane me beija de novo, dessa vez mais demorado, e sussurra no meu ouvido:
— Hoje à noite eu vou te dar um presente especial.
Eu a deixo na porta de casa e, no caminho de volta, pego o Samsung velho do bolso. Tem mensagem da Camila:
“o que vc quer”
Leio e continuo andando. Quando chego no portão do meu prédio, Camila está conversando com a minha mãe Lúcia. Lúcia me chama:
— Filho, a Camila quer te perguntar uma coisa.
Meu coração acelera. Será que o Jorge descobriu quem eu sou e falou com a amante?
Camila me olha e fala calma:
— Anderson, você pode olhar meu encanamento? Meu marido disse que não ia ter tempo de consertar o problema.
Eu aceno e a sigo, com a minha mãe andando ao lado até a porta. Entro na casa dela. O problema é só a pia da cozinha entupida. Eu abro o sifão, tiro o resto de comida e cabelo acumulado, coloco de novo e testo a água. Pronto.
Enquanto faço isso, Camila fica parada perto de mim de pijama curto. A camiseta fina e larga deixa os seios grandes e pesados quase à mostra, os mamilos marcando o tecido. O shortinho mal cobre a bunda, subindo a cada movimento e revelando a parte de baixo das nádegas e o começo da tatuagem da serpente na coxa esquerda. A pele morena clara brilha sob a luz da cozinha. Meu pau endurece na calça só de olhar.
Termino o serviço,assim que Camila sai pego o Samsung velho e mando a mensagem:
“vamos fazer um jogo de quatro fases. a primeira fase será dita mais tarde”
Vejo ela olhar o celular, ler e franzir a testa. Segundos depois chega a resposta dela, irritada:
“você quer dinheiro não é? só me diz quanto”
Mal sabia ela que o autor daquelas mensagens era eu.
Eu guardo o telefone, limpo as mãos e falo normalmente:
— O serviço já acabou.
Ela não desconfia de nada. Eu saio.
Após fazer o serviço, Camila me entrega uma nota de cinquenta reais. Eu recuso:
— Dessa vez é por conta da casa.
Ela agradece com um sorriso curto e eu saio. Cruzo a rua, subo pro apartamento e tranco no quarto o resto da manhã.
Eu já sabia qual seria a primeira fase do meu jogo com ela. Abro o Samsung velho e mando a mensagem:
“primeira fase: me manda um nude bem gostoso”
Ela responde rápido:
“não”
Eu digito de novo, frio:
“é melhor você obedecer. se não eu acabo com a sua vida com um clique. mando todas as fotos pro Sandro”
Ela não responde mais.
Nesse momento a porta do quarto se abre. Kailane entra e fala:
— Sua mãe me deixou entrar.
A gente se senta na cama. Ela chega perto e diz baixo:
— Eu vim pra gente ficar junto.
Lúcia aparece na porta do quarto, já de bolsa na mão:
— Filho, tô indo trabalhar.
— Pode ir, mãe. Eu faço o almoço.
Kailane se levanta e vai pra cozinha. Ela prepara um strogonoff enquanto eu fico no sofá. Quando a comida fica pronta, a gente come rápido e volta pro quarto. Coloco um filme qualquer no notebook, mas mal prestamos atenção.
Começamos a nos provocar. Kailane sobe no meu colo de frente, rebola devagar em cima do meu pau ainda dentro da calça, sentindo ele endurecer. Eu passo a mão por baixo da blusa dela, aperto os seios firmes, aperto os mamilos até ela soltar um gemido baixo. Ela beija meu pescoço, morde de leve e desce a mão, esfregando a palma no volume grosso que já marca o jeans. Eu enfio a mão por dentro do short dela, passo o dedo no meio da buceta por cima da calcinha molhada, sinto o calor e o tecido úmido. Ela geme no meu ouvido e aperta mais forte o meu pau por cima da calça, subindo e descendo a mão no contorno.
Kailane para de rebolar, olha pra mim com o olhar safado e fala rouca, já com a mão firme no volume da minha calça:
— Vamos esquentar de vez, amor…
Kailane se ajoelha na minha frente, abre o botão da calça e puxa o zíper devagar. Tira meu pau pra fora de uma vez. Ele pula duro, grosso, as veias saltadas, a cabeça já brilhando. Ela envolve os dedos na base, aperta e olha pra cima com um sorriso safado:
— Vou te enlouquecer com meu boquete…
Ela passa a língua bem devagar pela glande, girando em volta, lambendo o pré-gozo que já escorria. Depois abre a boca e engole a cabeça inteira, chupando com força, a língua pressionando a parte de baixo. Desce mais, engolindo centímetro por centímetro até a garganta apertar ao redor do pau. Faz barulho molhado, saliva escorrendo pelo tronco e pingando nas bolas. Sobe devagar, chupando forte na subida, e desce de novo até quase engolir tudo, engasgando um pouco mas sem parar.
Enquanto chupa, ela tira a própria blusa e o sutiã, deixando os seios pretos e firmes balançarem na minha frente. Depois se levanta só o suficiente pra puxar o short e a calcinha pra baixo, ficando completamente nua de joelhos. A buceta depilada brilha de tesão. Eu passo a mão entre as pernas dela, abro os lábios carnudos com dois dedos e enfio o médio no meio. Está encharcada, quente, escorrendo.
— Tá molhada pra caralho… — eu falo, metendo o dedo mais fundo e sentindo as paredes apertarem.
Ela tira a boca do pau só o suficiente pra responder, a voz rouca de saliva:
— Só depois do casamento, amor…
E volta a chupar com mais vontade. Agora usa as duas mãos: uma na base do pau, apertando e torcendo, a outra massageando as bolas. A boca sobe e desce rápido, molhada, barulhenta, engolindo fundo e depois chupando só a cabeça com força, a língua girando sem parar. Eu enfio dois dedos dentro dela, metendo devagar enquanto ela chupa, sentindo o caldo escorrer pelos meus dedos. Kailane geme com a boca cheia do meu pau, o som vibrando no tronco, e continua, mais fundo, mais rápido, babando pra caralho, o rosto sujo de saliva e pré-gozo.
Ela não para. Chupa como se quisesse me drenar, a garganta apertando a cada descida, a mão batendo no que não cabe na boca, os seios balançando a cada movimento. Eu fico de cabeça jogada pra trás, ofegante, os dedos ainda metendo na buceta molhada dela enquanto ela me leva à loucura com a boca.
Eu estava quase gozando, o pau latejando fundo na boca dela, quando Kailane para de chupar de repente e olha pra cima:
— Não, amor… você não quer meu presente?
Eu ofego, a mão ainda nos dreads dela:
— O que é?
Ela se vira de quatro na cama, a bunda preta e redonda empinada na minha frente, e olha por cima do ombro com um sorriso safado:
— Hoje eu quero fazer anal, amor. Topa?
Eu sorrio largo, o pau ainda duro e babado apontando pra ela:
— Nunca fiz isso… e é meu sonho.
Kailane rebola a bunda devagar, abrindo as nádegas com as mãos e mostrando o cu apertado e escuro:
— Eu sei. Aproveita… porque a buceta é só depois do casamento.
Eu não espero mais. Cuspo na mão, passo a saliva no pau grosso e depois no cu dela, espalhando o líquido. Posiciono a cabeça larga contra a entrada apertada e empurro devagar. A resistência é forte. Kailane solta um gemido alto de dor, os dedos apertando o lençol:
— Aih… porra… vai devagar…
Eu empurro mais um pouco, sentindo o anel do cu dela se abrir com dificuldade ao redor da minha glande. É a primeira vez que eu sinto aquilo: quente pra caralho, muito mais apertado que qualquer buceta, as paredes se contraindo e me sugando pra dentro. Entro só a cabeça e paro, deixando ela se acostumar. Kailane respira ofegante, a bunda tremendo:
— Dói… caralho… dói…
Eu passo a mão nas costas dela, acariciando, e empurro mais um centímetro. O pau desliza devagar, o cu dela se abrindo à força ao redor do meu tronco grosso. Ela geme mais alto, misturando dor e um gemido mais baixo de tesão que começa a aparecer. Eu continuo entrando, centímetro por centímetro, até sentir minhas bolas encostarem na bunda dela. Estou completamente enterrado no cu apertado dela pela primeira vez.
— Porra… que aperto do caralho… — eu gemo, a sensação nova me deixando louco.
Começo a meter devagar, puxando quase tudo pra fora e enfiando de novo até o fundo. O cu dela faz barulho molhado a cada estocada, ainda apertando forte, mas já menos rígido. Kailane enterra o rosto no travesseiro, gemendo alto:
— Aih… caralho… tá doendo ainda… mas… porra… continua…
Eu aumento a velocidade aos poucos. As nádegas dela batem contra meu quadril, a pele fazendo barulho. Seguro a cintura dela com as duas mãos e meto mais fundo, sentindo o cu se abrir e fechar em volta do meu pau a cada movimento. A primeira vez que eu fodo um cu e a sensação é viciante: quente, apertado, as paredes se contraindo e me ordenhando.
Kailane começa a rebolar de volta, empurrando a bunda contra mim, o gemido de dor se misturando cada vez mais com gemidos de tesão:
— Aih… assim… mais forte… porra…
Eu meto mais rápido, o pau sumindo inteiro dentro do cu dela a cada estocada. Cuspo de novo na junção e vejo a saliva escorrer enquanto eu fodo. Ela grita abafado no travesseiro, a bunda tremendo, o corpo inteiro rebolando pra receber mais. Eu sinto as bolas baterem na buceta molhada dela a cada vez que enterro até o fundo. Continuo metendo forte, o cu dela já mais solto e molhado, engolindo meu pau grosso com facilidade, enquanto ela geme sem parar, misturando dor e tesão puro.
Eu continuo metendo forte no cu dela, as estocadas cada vez mais profundas e rápidas. O barulho molhado da bunda batendo no meu quadril enche o quarto. Kailane geme alto, a voz já rouca, misturando dor e tesão sem conseguir separar os dois:
— Aih… porra… continua… mais fundo…
Eu seguro os quadris dela com força e fodo sem piedade, o pau grosso sumindo inteiro dentro daquele cu apertado a cada investida. Sinto as paredes quentes se contraindo em volta de mim, me ordenhando. Ela empurra a bunda pra trás, pedindo mais, mesmo ainda gemendo de dor. Eu enfio dois dedos na buceta encharcada dela enquanto meto no cu, sentindo o caldo escorrer. Kailane grita, o corpo inteiro tremendo:
— Caralho… assim… não para…
O aperto do cu dela começa a ficar mais ritmado, se fechando e abrindo em volta do meu pau. Eu meto mais rápido, quase batendo as bolas nela a cada estocada. A sensação é demais. Sinto o tesão subir rápido, as bolas pesadas, o pau latejando dentro dela.
— Vou gozar… — eu aviso ofegante.
Kailane rebola mais forte, empurrando a bunda contra mim:
— Goza dentro… porra… goza no meu cu…
Eu enterro o pau até o fundo uma última vez e explodo. Jatos fortes e quentes de porra enchem o cu apertado dela, pulsando sem parar. Eu continuo metendo enquanto gozo, empurrando o leite pra dentro, gemendo alto. Kailane grita junto, o corpo se contraindo todo, a buceta apertando meus dedos enquanto ela também goza, o caldo escorrendo pelas coxas.
Eu fico enterrado nela até a última gota sair, ofegante, o pau ainda latejando. Quando começo a tirar devagar, o cu dela faz um barulho molhado e a porra começa a escorrer imediatamente, branca e grossa, descendo pelas nádegas e pingando no lençol.
Kailane desaba de bruços na cama, a bunda ainda empinada, o cu aberto e vermelho, escorrendo leite. Ela vira o rosto pra mim, ofegante, o cabelo colado na testa, e fala com a voz rouca e cansada:
— Meu amor… você me deixou toda arrombada…
Após o sexo a gente desaba na cama, suados e ofegantes. Em poucos minutos os dois adormecem.
Quando eu acordo, Kailane ainda dorme de bruços, a bunda nua e um pouco vermelha. Estou semi-duro de novo só de olhar pra ela. Me levanto devagar, pego o Samsung velho e olho pela janela. Do outro lado da rua, Camila está jogando o lixo fora, de short e blusa larga, o cabelo preso.
Abro o WhatsApp. Tem mensagem dela:
“se eu te enviar vc vai publicar ela?”
Eu respondo na hora:
“não. palavra de homem”
A mensagem não chega. O twocheck não aparece. Ela deve ter me bloqueado de novo ou mudado alguma configuração.
Deixo o celular de lado, vou até a cozinha e faço dois sanduíches simples com o que tem na geladeira. Volto pro quarto, sento na beira da cama e acordo Kailane com um beijo no ombro.
— Levanta, gata. Fiz comida.
Ela se senta devagar, ainda meio sonolenta, e a gente come junto na cama. Depois ela se levanta e vai tomar banho. Fico esperando no quarto.
Quando ela sai do banheiro, já vestida, para na minha frente, me beija na boca e fala baixo, com um sorrisinho cansado:
— Você me deixou larga lá atrás…
Eu seguro a cintura dela e respondo:
— Quero repetir a dose, meu amor.
Ela ri, me beija de novo e sai do apartamento, fechando a porta atrás de si.
No início da noite eu fico assistindo futebol na TV até enjoar. Desço, vou até o poste da esquina e fico ali olhando o movimento da rua. Acendo um baseado, puxo fundo e bebo um Red Bull gelado.
De repente a Hilux preta do Jorge aparece na rua. Eu me escondo rápido atrás do muro do prédio. Ele estaciona, desce e bate no portão da Camila. Os dois discutem baixo no começo, mas a voz dele sobe:
— Não me procura mais! Eu já pago você!
Camila parece confusa, gesticula, e depois vira as costas e entra em casa chorando, fechando o portão com força. Jorge sobe na Hilux e some.
Eu subo as escadas correndo, entro no apartamento e tranco a porta. O Samsung velho está vibrando em cima da cama. Abro. Tem uma sequência de fotos novas.
Meu pau lateja na hora dentro da calça. Eu falo baixo, sozinho:
— Será que é o que eu tô pensando…?
E abro a primeira foto.
Camila está de pé, de frente, completamente nua. O cabelo preto liso solto caindo sobre os ombros. Os seios grandes e pesados caem naturalmente, pesados, com aréolas escuras e largas e mamilos grossos já duros. A cintura é fina, os quadris largos, e a buceta depilada aparece entre as coxas cheias que se tocam. A tatuagem da serpente na coxa esquerda sobe em direção à virilha, bem visível.
Meu pau endurece na hora. Baixo a calça, pego ele com a mão direita e começo a bater devagar, olhando cada detalhe da foto.
Mudo pra segunda.
Agora ela está de lado, um pouco virada, um braço levantado segurando o cabelo. O seio da frente aparece pesado e redondo, o mamilo apontando. A curva da cintura desce até a bunda volumosa e alta, a nádega redonda e firme se destacando. A tatuagem da serpente aparece inteira na coxa, as flores e o corpo do animal contrastando com a pele morena clara.
Aperto mais forte o pau, subo e desço a mão mais rápido, o pré-gozo já molhando a cabeça.
Mudo pra terceira.
Camila de quatro na cama, a bunda empinada bem pro alto, as pernas abertas. As nádegas grandes e carnudas se abrem, mostrando o cu rosado e franzido e a buceta carnuda logo abaixo, os lábios inchados e brilhando. A tatuagem da serpente aparece de lado na coxa esquerda. Os seios pesados pendem pra baixo, balançando na foto.
Eu bato mais forte, a mão subindo e descendo rápido no pau grosso, trocando as fotos a cada estocada da mão. Olho a primeira, aperto a cabeça. Mudo pra segunda, aperto mais. Volto pra terceira, imagino enfiar o pau naquela bunda empinada. A respiração fica ofegante, as bolas pesadas. Continuo batendo, mudando as fotos sem parar, até o tesão subir forte e eu gozar jatos grossos de porra escorrendo pelos dedos, ainda olhando a Camila nua na tela.
Eu continuo batendo forte, a mão subindo e descendo rápido no pau grosso, trocando as fotos da Camila nua sem parar. A primeira, a segunda, a terceira… os seios pesados, a bunda empinada, a tatuagem da serpente, a buceta carnuda. O tesão sobe rápido demais. Sinto as bolas contraírem e gozo jatos fortes e quentes de porra que espirram no celular, escorrem pela tela e sujam o lençol da cama. Continuo apertando até a última gota sair, ofegante, o peito subindo e descendo.
Caio pra trás na cama, o pau ainda latejando na mão, e sorrio sozinho:
— Essa vadia é uma gostosa pra caralho…
Pego o Samsung velho, ainda sujo de porra, e mando a mensagem:
“primeira fase concluída. já apaguei as fotos”
Mas na verdade eu abro o notebook, crio uma pasta escondida e salvo as três fotos nela, uma por uma. A primeira fase estava concluída.
E eu já queria mais.