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Sentimentos Confusos

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Um conto erótico de Karina
Categoria: Heterossexual
Contém 1562 palavras
Data: 03/07/2026 23:02:47

Oi pessoal! Me chamo Karina, tenho 18 anos. Sou filha de pastor de uma igreja evangélica, a gente era do interior, mas meu pai veio pro litoral de SP para abrir uma igreja aqui. Veio toda minha família, eu, meus pais e minha irmã mais velha. Eu canto no grupo de louvor da igreja e meu noivo veio com a gente. Seu nome é Thiago e tem 20 anos. Ele ajuda meu pai na liderança da igreja, eu o amo com todas as minhas forças. Ele é extremamente correto, segue todos os princípios e somos virgens (eu era até então).

Vir para o litoral não mudou meu sonho de cursar Direito, então, assim que chegamos eu fui ver uma faculdade. Eu tirei uma boa nota no Enem, então eu consegui uma bolsa integral em uma das melhores faculdades aqui da baixada santista. Eu sou uma menina tímida, loirinha natural, cabelos cacheados, olhos castanhos claros, meu corpo não é muito chamativo, tenho seios pequenos e uma bundinha redondinha e arrebitadinha, Comecei a fazer academia e meu corpo está se torneando.

Quando as aulas estavam prestes a começar, o maior medo do Thi era o ambiente de faculdade, que muitos diziam que era de muita sacanagem, pegação e putaria, mas eu disse a ele que ele deveria confiar em mim e no meu amor por ele. A gente se beijou longamente, eu fiquei excitada, coloquei minha mão encima do pau dele, por cima da calça, mas ele logo a tirou, dizendo que aquilo não era de Deus, e não era o tempo de fazermos sexo. Eu entendi ele, mas chegando em casa eu estava toda melada, e antes de dormir, no banheiro de casa, me masturbei e gozei, pensando no Thi.

Finalmente as aulas começaram. A sala era cheia. Muita diversidade de idade. Como sou muito tímida, sentei no fundo da sala e as pessoas foram chegando. Do meu lado sentou uma menina, linda. Morena alta, corpão todo malhado, peitos enormes, era a Juliana, extremamente simpática sentou do meu lado e puxou assunto, eu respondia monossilábica, não por ser antipática e sim pela timidez. Juliana chamava a atenção por sua beleza, simpatia e por ser muito gostosa.

Ao nosso redor foram chegando mais pessoas. 4 meninos ficaram bem próximos: Breno, um rapaz loiro, todo malhado, que namorava - Diego, um negro, não muito bonito, mas extremamente simpático - Caio, baixinho todo fortinho e Lúcio, mais velho, mais de 30 anos, misterioso, quieto, observador, ele era lindo, não tinha um corpo muito bonito, mas era engraçado e tinha esse mistério que chamava a atenção de todos, até dos meninos. Diego, Caio e Lucas eram solteiros, a Juliana também, ou seja, só eu e o Breno tínhamos compromissos matrimoniais.

Como todo começo de turma, é normal a gente se aproximar das pessoas que se sentam próximas a nós, e assim, eu, Ju, Diego, Caio, Breno e o Lúcio formamos nosso grupinho. O Breno, mesmo namorando era facilmente o mais safado. Diego e Caio tinham a minha idade, assim como a Ju, eles eram um pouco mais tímidos. O Diego era maus falante, o Caio um pouco mais reservado e o Lúcio era difícil dizer, tinha momentos em que ele era falante outro só observava. O primeiro dia de aula foi bem tranquilo, a gente se conheceu, trocamos número de celular, fizemos um grupo no whatsapp e foi isso.

Os dias foram passando, eu achava incrível a forma com que Juliana lidava com as pessoas, ela e o Breno eram as pessoas que eu queria ser, leves desenrolados, se enturmavam fácil. Eles logo entraram para a Atlética do Direito e assim, indiretamente, o grupinho ganhava passe livre pras festas. Quase duas semanas depois do início das aulas houve a recepção, um dia em que os veteranos recebem os calouros e foi bem divertido.

Breno e Juliana, mesmo sendo calouros, participavam da organização, Diego e Caio foram tentar conhecer umas meninas. Ficamos eu e o Lúcio mais próximos. Ele tinha 33 anos, era muito respeitador, mas sua conversa era como um ímã, ele falava e capturava a atenção de todos, e não sei bem como, nem o porque, eu sempre gostava de ouvir ele. A festa estava rolando, eu e Lúcio estávamos sentados nas arquibancadas da quadra coberta da faculdade, música alta, galera dançando, mas por estar dentro da faculdade, sem bebida alcoólica e com as danças controladas pelos professores.

A Ju chegou até nós, suada, linda, eu admirava mais do que podia aquela menina. Ela me levantou e me deu um abraço forte - oficialmente estudantes de Direito - ela falou com sorriso impressionante. Fez o mesmo com o Lúcio, eu reparei que a mão dele desceu pra bunda dela, não sei se querendo ou não, mas sei que ele deixou a mão ali e ela não reagiu. Eu não sei porque, mas senti um ciúmes, pior que não sei se foi dela ou dele.

Quando eles finalmente terminaram o abraço, e Ju disse que haveria uma festa após a recepção, eu disse que não daria pra ir, porque tinha um compromisso com meu noivo. o Lúcio falou que iria. Quando percebi, minha calcinha estava molhada, eu nem sei quando aconteceu, deve ter sido quando vi a mão do Lúcio na bunda da Juliana. Eu fiquei com vergonha e sentei, a Juliana foi curtir a recepção, dançar. O Lúcio percebeu que estava mais calada e perguntou o que tinha ocorrido, eu disse meio brava, sem querer, mas disse com rispidez - não foi nada, não.

Ele riu um riso sínico, lindo, meus olhos me denunciaram, com certeza, senti minha buceta babando e instintivamente fechei as pernas. Eu estava com uma calça jeans bem justas, uma camiseta preta com um babadinho transparente que fazia um pequeno decote. Lúcio me abraçou pela cintura, olhou em meus olhos e com uma voz que me estremeceu a alma disse - não foi nada, não, né?! Eu fiquei sem reação. Apenas olhando nos olhos dele, ele chegou bem perto de meu rosto, quando nossos lábios quase se tocaram, ele desviou a boca, e disse que iria pegar algo para comer, se eu queria. eu agradeci, mas disse que não

Ele levantou, roçando a mão pela minha cintura, quase até os meus seios, e tirou a mão me olhou de canto de olhou, sorriu e desceu as arquibancadas. Eu pensei - Karina, que porra é essa? Eu nem falo palavrão, mas a situação me deixou tão embaraçada que pensei. Eu não sabia se estava com ciúmes de uma menina da minha idade ou de um cara com quase o dobro da minha idade de qualquer jeito eu era noivam amava o meu noivo e não deveria ter ficado molhada com o toque deles, e ter piorado com o toque dele.

Eu desci correndo as arquibancadas, precisava ir embora. Esbarrei com a Juliana na quadra, eu estava com os olhos cheios de água e só disse que tinha que ir embora. Saí correndo, quando percebi já estava no ponto, esperando o ônibus, depois de uns 10 minutos, um corro para no ponto, o vidro desce e era o Lúcio, ele perguntou para onde eu estav indo, eu disse o meu bairro, ele falou que era caminha e me ofereceu uma carona. Eu não deveria aceitar, mas aquele sorriso... Eu abri a porta irritada, entrei no carro irritada, fechei a porta com raiva e Lúcio disse com um sorriso que não pude acreditar - adolescência é foda! Eu não sou mais adolescente - respondi com um ódio que não era comum.

Ele tirou o carro do ponto e parou um pouco mais adiante. O que foi Ka? Ele me perguntou - Eu disse que não sabia, só estava irritada. Ele me pegou pelo queixo, me olhou nos olhos veio em direção da minha boca, eu não reagi. Ele ficou parado muito próximo à minha boca, esticou a mão e puxou o sinto e disse - o sinto. Eu senti meu rosto corando, pedi desculpas e ele saiu com o carro. A gente foi em silêncio o caminho todo. Quando chegamos perto da minha casa, eu disse - você passou a mão na bunda da Juliana? Ele rio - por isso você tá tão brava? Claro que não - respondi. Não passei a mão nela, só a abracei - ele respondeu no tom mais sínico que já ouvi na vida. Mas se tiver com ciúmes, eu te abraço também. Aquilo ascendeu meu fogo de um jeito inexplicável, mas respondi que não e estava extremamente brava. Lúcio só ria.

Chegamos em casa, ele soltou meu sinto, eu agradeci a carona e fui descer. A porta estava trancada. Eu pedi pra ele abrir, ele falou que só depois do beijo de despedida. EU fiquei puta! Abre logo essa porra, Lúcio! - Olha, a crentinha falando palavrão. - Vai se fuder - Ele riu, ouvi a porta destravando. Lúcio, você foi muito cretino - eu falei olhando nos olhos dele. Sem olhar pra mim, ele disse que não era a intenção, e que tinha compromisso e pediu pra descer. Eu desci, mas do lado de fora do carro, ainda com a porta aberta, fiquei um segundo a mais olhando pra ele. Ele me olhou aqueles olhos que incendeiam a alma. Um beijo, Ka, fica bem! EU fechei a porta, ele foi embora.

Era uma sexta, meu noivo me esperava para irmos ao cinema. Eu só pensava que ainda faltavam 2 dias para ver Lúcio e Juliana novamente.

Continua...

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Essa irmãzinha ainda vai se deixar ser influenciada pelo ambiente da Faculdade.

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