Relato de um leitor que me enviou por email:
Hoje vou relatar uma das minhas grandes peripécias sexuais. Meu nome é Abner, hoje eu tenho 36 anos, mas esse relato ocorreu quanto eu tinha por volta de 22 anos. Eu frequentava, e ainda frequento, uma igreja batista em que nasci e fui criado desde pequenininho. Nela havia uma irmã chamada Lurdes, uma irmã muito simpática que eu sempre olhei desde quando era um jovenzinho cheio de hormônios, sempre olhei para as irmãs da igreja, até para as senhoras, e Lurdes era uma senhora de mais de 60 anos, casada.
Eu segurava meus desejos e descontava eles em ounhetas solitárias, onde minha imaginação me conduzia para uma realidade onde minha mão tocava aquele corpo marcado pela idade e minha boca beijava aquele rosto simpático cheio de rugas.
No entanto, chegou um momento em que o marido de dona Lurdes faleceu, toda a comunidade da igreja ficou muito chateada e se mobilizou para dar todo o apoio e o suporte necessário a dona Lurdes. Foi muito bonito de se ver como todas as pessoas estavam empenhadas em apoiar uma viúva enlutada.
Passada uma semana da morte do marido de dona Lurdes eu fui até sua casa levando um bolo, comprado na padaria, para visitá-la e ver como ela estava. Sei que é meio difícil acreditar, mas eu não carregava comigo segundas intenções até aquele momento, estava de fato interessado em lhe fazer uma visita e ver como ela estava e, se possível, ajudá-la a se distrair um pouco.
Ela me recebeu muito bem naquele dia, dava pra ver que ela.estava muito abatida, mas passou um café para tomarmos juntos com o bolo que eu havia levado. Ficamos tomando um café e conversando sobre a vida, rindo sobre algumas histórias antigas do seu falecido marido, sobre causos dos membros da igreja, enfim, foi uma tarde muito agradável.
Dali uma semana, eu voltei de novo, cheguei e ela estava novamente em um desânimo tremendo, achei ela extremamente abatida, eu novamente carregando um bolo e a promessa de uma boa conversa. Quando eu fui embora naquele dia, ela estava muito mais alegre novamente.
Assim se construiu uma tradição, toda sexta eu aparecia na sua casa no fim de tarde para tomar um café e trocar uma boa conversa, conforme os nossos encontros foram passando eu fui notando que havia tido uma mudança no semblante de dona Lurdes, ela estava mais animada, antes, eu chegava e ela estava pra baixo, já agora, assim que eu chegava, ela já estava mais alegre e pra cima.
Como eu havia reparado essa melhora, em uma sexta qualquer, eu decidi não ir até sua casa, mas pra minha surpresa, ela liga para minha casa na sexta a noite perguntando o porquê de eu não ter aparecido na sua casa e que havia sentido minha falta, eu disse a ela que eu estava muito cansado e por isso não apareci por lá, ela disse que entendia, mas que sentiu muito minha falta e que me esperava na sexta que vem.
Na sexta seguinte eu fui até sua casa, com um bolo em mãos, como de costume. Ela me recebeu muito bem como sempre, mas eu reparei que ela estava mais bem arrumada, com um vestido bem bonito, nos sentamos para tomar café e fomos conversando, durando aquele café da tarde que algo despertou dentro de mim novamente, a observando naquele vestido eu me lembrei de todo aquele desejo que eu já havia sentido por ela.
Tentei me conter e me controlar ali, mas fiquei comendo as curvas da Lurdes com os olhos, e logo, comecei a ter uma ereção, tentei me distrair de todas as formas possíveis e, eventualmente, com a conversa fiada, acabei pensando em outras coisas. No entanto, depois de me despedir dela naquele dia e ir para a minha casa eu, pela primeira vez em muito tempo, me masturbei pensando em Lurdes, toda aquela solidariedade despretensiosa por uma viúva enlutada havia desaparecido e agora eu voltaria lá para observá-la e desejá-la mais uma vez, de novo e de novo.
Na sexta seguinte, lá estava eu de novo, com um bolo nas mãos e, dessa vez, com malícia na mente. Fui recebido novamente com um sorriso no rosto e, dessa vez, ela estava mais linda do que nunca, perfumada e com um vestido ainda mais bonito que o anterior. Fiquei mirando Lurdes com olhares lascivos, naquele dia me despedir dela foi uma tarefa difícil, ao abraçá-la parecia que todo o meu corpo dizia para eu despi-la e comer ela ali mesmo, na porta de sua casa.
No sábado eu estava em casa a noite, quando fui surpreendido por uma ligação vinda de Lurdes, ela me perguntou se eu não poderia ir até sua casa, pois ela estava muito triste e precisava conversar com alguém, disse a ela que estava a caminho e fui ao seu encontro. Ao chegar lá, ela começou a desabafar, dizia que sentia muita falta do seu falecido marido e que achava que a saudade que sentia dele estava abrindo caminho para sentimentos perigosos, eu disse a ela que era natural sentir saudades e que quanto a esses sentimentos perigosos, sempre que ela quisesse desabafar, ela poderia contar comigo.
Eu disse essas coisas enquanto eu segurava sua mão, ela recolheu sua mão e se afastou um pouco de mim, interpretei então que havia passado dos limites, mas Lurdes me disse que eu era um jovem muito doce e que ela valorizava muito o que eu estava fazendo por ela. Seguimos a conversa por caminhos mais amenos e logo estava com um semblante melhor.
Então, logo fomos nos despedir, ela me acompanhou até a porta e me abraçou na porta da sua casa, foi um abraço longo e demorado. Quando o abraço terminou, ela ficou as mãos no meu pescoço e ficou olhando nos meus olhos por alguns segundos, até que iniciou o seguinte monólogo:
"Abner, quando o meu marido faleceu, eu achei que a vida teria acabado para mim também. Aí você apareceu e com tanta gentileza, me tratou com tanto carinho, que eu me peguei sentindo por você o mesmo que eu sentia pelo meu marido, aguardava sua visita tão ansiosamente quanto o aguardava chegar em casa. Me peguei me arrumando para te esperar e suspirando pelos cantos quando lembrava de você, eu estou apaixonada por você Abner!"
Ela interrompeu o monólogo me dando um beijo, ali, na porta da sua casa, beijo esse que eu prontamente correspondi, um beijo apaixonante. Empurrei ela pra dentro de sua cada novamente enquanto a baijava e fechei a porta, continuamos nos beijando de maneira alucinante. Em um dado momento, ela interrompeu o beijo para me dizer que não queria fazer sexo, queria fazer amor.
Seguimos para o seu quarto então com a missão de fazermos amor naquela noite, comecei a beijar seu pescoço suavemente e pouco a pouco fui tirando sua roupa, fui dando beijos nos seus seios nus até que eu comecei a chupá-los, Lurdes começou a gemer bem baixinho, logo eu a deitei em sua cama e comecei a chupar sua buceta.
Lurdes foi gemendo cada vez mais alto enquanto eu a chupava, assim que ela gozou, eu pulei em cima dela e iniciamos ali um papai e mamãe terno, olhando nos olhos um do outro, eu encaixei meu pau na sua bucetinha e comecei a meter bem lentamente, assim que eu iniciei o vai e vem começamos a nos beijar enquanto metia nela, foi a transa com maior cumplicidade que eu havia tido até aquele momento.
Gozamos bem gostoso e ficamos ali abraçadinhos na cama dela. Ela disse que precisava disso, que não esperava reencontrar a paixão naquela idade novamente, disse também que ia entender se eu quisesse ir embora e tratar o acontecido como uma aventura de uma noite, a respondi com um beijo, disse que a muito tempo a desejava, mas, que agora, mais do que desejo, estava apaixonado por ela também.
Comecei a masturbar ela, que olhou pra mim com cara de safada perguntando se eu já queria de novo, respondi a beijando, a coloquei de costas pra mim e penetrei sua buceta, fui metendo bem gostoso nela enquanto fazia juras de amor em seu ouvido, dizendo que eu estava apaixonado por ela e que queria viver o resto da minha vida com ela, fazendo ela feliz e a satisfazendo na cama.
Assim que gozamos, adormecemos abraçados ali em sua cama, então no dia seguinte quando eu acordei completamente nu na cama de Lurdes eu estava completamente satisfeito e em êxtase. Lurdes não estava ao meu lado na cama, mas eu pude ouvir o barulho do chuveiro de seu banheiro ligado.
Segui então para o banheiro e adentrei o box, Lurdes estava se ensaboando e disse a ela que eu a ajudaria, peguei a esponja e então comecei a ensaboar suas costas, ela me disse que estava muito feliz de me ter ali, a virei de frente pra mim e comecei agora a ensaboar seus seios, eles ainda eram bem duros pra idade. Disse a ela que eram ainda mais lindos do que como eu os imaginava, nesse momento o meu pau ficou ereto e Lurdes olhou pra mim como quem dizia: "Você não se satisfaz nunca, não é?".
Então ela se abaixou no box e começou a me chupar, foi me chupando com maestria e me levando a loucura como nenhuma mulher jamais tinha me levado antes na vida. Não demorou para que eu estivesse enchendo sua boca de porra, ela olhando dentro dos meus olhos engoliu cada gota do meu leite.
Ela me perguntou se eu estava satisfeito, mas eu disse que só estaria quando meu pau estivesse dentro dela. Então me sentei no chão do box e ela se sentiu no meu colo de costas pra mim, iniciando uma cavalgada, com uma mão eu segurava seu seios esquerdo e com a outra massageava seu clitóris, Lurdes gemia bastante e dava pra sentir o prazer em seus gemidos.
Gozei dentro dela naquela posição, ali no chuveiro, e gozei nela bastante durante todo o domingo, passamos o domingo juntos trepando. E trepamos muito até hoje, depois dessa experiência embarcamos em um caso amoroso que se transformou em um relacionamento sério que acabou no nosso casamento. Lidamos com muitos julgamentos no início, mas nos amamos e sentimos muito tesão um pelo outro.