Eu tenho 22 anos e moro com a minha mãe desde que o meu pai mudou para o Estado de origem dele. O namorado dela,, chegou há alguns anos. Homem de 50 e poucos, corpo firme, voz baixa, sorriso fácil. Em pouco tempo a gente virou amigo de verdade. Conversávamos sobre futebol, trabalho, merda nenhuma e tudo. Ele nunca me tratou como “o filho da namorada”. Tratava como igual.
Uma noite, depois de três cervejas na varanda, eu não aguentei. A voz saiu rouca, quase envergonhada:
— Cara… eu tenho tesão na minha mãe. Bato punheta pensando nela quase todo dia. Já espiei ela no banho mais de uma vez. O cheiro da calcinha dela… porra, Ricardo, eu tô fodido.
Ele ficou quieto por alguns segundos. Depois sorriu de canto, aquele sorriso safado que eu já conhecia.
— Então a gente vai resolver isso.
O plano foi simples e cruel. Na sexta, jantar com vinho. Muito vinho. Depois, no quarto, ele ia amarrar a minha mãe — 56 anos, corpo ainda firme, seios pesados, buceta peluda e quente que eu já tinha visto pelo vão da porta — e vendar os olhos dela. Ela gostava de brincar de submissa quando bebia. O Ricardo ia foder ela um pouco, depois sair do quarto “buscar água”. Eu entraria no lugar. Silêncio absoluto. Só o cheiro, o calor, a voz dela gemendo o nome errado.
Eu passei a semana inteira com o pau duro e a consciência pesada. No banho batia uma pensando na boca dela, no cheiro dela, e depois me odiava. O peso no peito era real. “É minha mãe, porra.” Mas o tesão era maior. Incontrolável.
Na sexta o vinho fluiu. A minha mãe riu alto, beijou o Ricardo na boca na minha frente, passou a mão na coxa dele. Eu fingia mexer no celular, mas o pau latejava dentro da calça. Quando os dois subiram, ele olhou pra mim e fez um sinal discreto com a cabeça.
Esperei quinze minutos no corredor, ouvindo os gemidos dela. O coração batia tão forte que doía. Medo. Nojo de mim mesmo. Tesão tão bruto que as mãos tremiam. Quando a porta se abriu e o Ricardo saiu só de cueca, o pau ainda úmido, ele só sussurrou:
— Ela tá vendada e amarrada. Não fala. Não faz barulho. Vai.
Entrei.
O quarto cheirava a sexo e ao perfume dela. A minha mãe estava deitada de costas, pernas abertas, pulsos presos na cabeceira com as gravatas dele. A venda preta cobria os olhos. A buceta peluda brilhava, inchada, o clitóris saltado. O Ricardo já tinha gozado nela uma vez; o sêmen escorria misturado com o mel dela.
Tirei a roupa sem fazer barulho. O pau latejava, a cabeça já molhada de pré-gozo. Ajoelhei entre as coxas dela. O cheiro subiu forte — aquele cheiro de mulher madura, de buceta usada, de proibido. Passei a língua devagar na fenda. Ela arquejou.
— Ricardo… continua…
Fechei os olhos e chupei. O gosto era salgado, quente, viciante. Enfiei a língua fundo, sentindo os pelos arranharem o queixo. A culpa batia no peito como um soco, mas o pau doía de tanto querer. Quando não aguentei mais, me posicionei. A cabeça do meu pau tocou a entrada molhada. Empurrei.
O calor me engoliu.
A buceta da minha mãe era apertada, quente, apegada. Os pelos molhados raspavam a base do meu pau enquanto eu enterrava centímetro por centímetro. Ela gemeu alto, jogou a cabeça pra trás.
— Porra, tá tão grosso hoje… enfia tudo…
Enterrei até o saco bater nela. A sensação foi tão forte que quase gozei na hora. O canal dela pulsava, apertava, sugava. Comecei a meter devagar, sentindo cada prega, cada contração. A consciência gritava “é sua mãe”, mas o corpo só respondia com estocadas mais profundas. O pau deslizava fácil no mel dela, o som molhado enchendo o quarto. Segurava as coxas macias, abrindo mais, enfiando até o fundo.
Ela gemia o nome do namorado. Cada vez que falava “Ricardo”, eu metia mais forte, como se quisesse marcar. O peito ardia de culpa e de prazer ao mesmo tempo. Me inclinava, chupava um mamilo grosso, sentia o gosto da pele dela. A boca da minha mãe. A buceta da minha mãe. Tudo proibido e tudo quente demais.
Depois de vários minutos fodendo sem parar, saí. O pau brilhava, coberto do creme dela. Subi até a boca. Passei a cabeça grossa nos lábios carnudos. Ela abriu a boca na hora, faminta. Enfiei.
A língua dela enrolou no meu pau. A boca quente, molhada, sugando. Segurei o cabelo dela e meti fundo, sentindo a garganta apertar. Lágrimas escorriam por baixo da venda, mas ela chupava com vontade, gemendo em volta do meu pau. Eu fodia a boca da minha própria mãe com força, sentindo a língua, o céu da boca, a saliva escorrendo pelo queixo dela. O tesão era tão bruto que eu tremia.
Quando senti o gozo subindo, puxei o pau, desci de novo entre as pernas e enfiei de uma vez. Metade do saco já estava entrando. Ela gritou, o corpo inteiro se contraindo. Meti rápido, fundo, sem piedade. O pau latejava dentro dela. A buceta apertava, milimétrica, quente, peluda, apegada. Senti o primeiro jato sair. Gozo quente, grosso, disparando fundo na minha mãe. Outro. Outro. Continuei metendo enquanto gozava, empurrando o sêmen ainda mais para dentro, gemendo baixo pela primeira vez.
Quando o último espasmo passou, saí devagar. O pau ainda latejava, coberto de porra e do mel dela. Ela respirava ofegante, a buceta aberta, o gozo branco escorrendo pelos pelos escuros.
Me vesti em silêncio, o coração ainda disparado, a culpa e o prazer misturados de um jeito que eu não sabia nomear. Saí do quarto. O Ricardo estava no corredor, esperando. A gente se olhou. Ele só sorriu de novo, aquele sorriso safado, e voltou para a cama.
Desci as escadas com o gosto da minha mãe ainda na boca e a certeza de que, na próxima sexta, eu ia querer de novo.
Hoje, estudo no interior do meu Estado, mas o namorado dela, sempre me manda fotos dela pelada, principalmente dormindo, ela gozada, com o pau dele.
(Meu telegran @pefaria) Só para quem gosta de incesto de verdade.