Capítulo 14: A Nova Vida (Final)
Os meses seguintes foram os mais felizes e libertadores da minha vida.
Viver com João na casa simples da periferia era completamente diferente do conforto que eu tinha com Marcos, mas era real. Ele me amava de verdade. Eu continuava sendo a vadia insaciável de sempre: dava meu cu para entregadores, motoristas de aplicativo, caras da academia e qualquer macho que me despertasse desejo. João não só aceitava como adorava. Toda vez que eu chegava em casa com o rabo arrombado e cheio de porra, ele me recebia com beijos apaixonados, lambia tudo e depois me fodia a buceta com um tesão misturado de amor que me fazia gozar como nunca.
Era uma noite de sábado quente e como fazemos regularmente João me levou para um barzinho simples, mas animado, em um bairro vizinho. Tomamos algumas cervejas geladas, rimos e nos beijamos como namorados. Eu vestia uma micro saia jeans que mostrava quase tudo e uma blusinha justa sem sutiã, sem calcinha e com plug socado no meu rabo.
— Amor, estou com um tesão danado. — falei entre um gole e outro de cerveja.
— O que você acha de escolher um macho aqui pra foder seu cuzão gostoso? — Sugeriu meu corninho manso.
— Adorei a idéia.
— Escolhe então, que eu vou lá falar com ele. — falou me beijando as costas da mão. — Daí vamos a um motel pra eu ver ele te fodendo.
o tesão subiu pelo meu rabo com tanta força que quase gozei só de imaginar eu arreganhada com um macho destruído meu rabo e o corno olhando apaixonado. Logo identifiquei meu alvo: um homem negro alto, forte, ombros largos e um volume impressionante na calça. Ele estava sozinho no balcão conversando e sorrindo. Meu cuzinho piscava de tesão.
— Aquele lá amorzinho. — Mostrei disfarçadamente. — O negão lá no balcão, deve ter um pau enorme. — Comentei animada. — Vai lá falar com ele — pedi para João, mordendo o lábio.
— Sim, ele tem cara de que vai destruir seus rabo. — João sorriu, sem ciúmes, apenas excitado. — Vou lá. — Foi até o homem, cumprimentou, conversou por alguns minutos e apontou para mim. Vi o estranho olhar na minha direção com uma mistura interesse e curiosidade. Minutos depois, os dois vieram até a mesa.
— Esse é o Ronaldo — apresentou João. — Ronaldo, essa é a Helena, minha Esposa vadia.
— Olá… — Cumprimentou ele ainda tímido.
— Oi Ronaldo — Respondi me levantando. — Nossa você é grandão. — Comentei passando a mão no seu peito largo.
— A Helena aqui tem um segredo muito gostoso. — O Corno começou explicar. — Sabe Ronaldo, minha Rainha ama dar o cuzinho.
— Adoro ter meu rabo arrombado. — comentei me sentando novamente. Daí em diante a conversa seguiu gostosa entre uma cerveja e outra. Explicamos como era minha tara e minhas regras além de contar algumas das minhas aventuras, o negão ficou de pau duro e que pau, fiquei toda molhada só de ver o volume crescendo na sua calça.
— Deixa eu ver se eu entendi. — Falou Ronaldo servindo mais cerveja. — A Helena aqui gosta de dar o rabo pra geral?
— Isso aí. — respondeu João
— Mas ela não dá pra você. — Tomou um gole de cerveja. — E só você come a buceta dela?
— Exatamente.
— E vocês querem sair daqui e ir para um motel.
— Isso mesmo gostosão, aí fode meu rabo e meu marido corninho aqui fode minha buceta. — completei passando a mão no seu pau sob a calça.
— Bora lá.
Pagamos a conta e fomos direto para o motel, no carro fui no banco de trás junto com Ronaldo que já foi me beijando, me apertando e metendo a mão em tudo, queria ter chupado o pau dele no carro mas nem deu tempo, assim que o carro parou na garagem do quarto eu desci e tirei a roupa na garagem mesmo. Estava com tanto tesão que teria dado para os dois ali mesmo.
João me pegou no colo e me levou pra dentro do quarto me colocando na cama redonda e se afastou um pouco. Olhei pra Ronaldo ao lado da cama, já estava sem camisa, engatinhei até ele já com água na boca. Desabotoei sua calça e puxei devagar pra baixo revelando seu enorme membro, grande, grosso, cheio de veias e uma belíssima e grande cabeça.
— Uau! Olha o tamanho desse caralho. — Falei segurando o pau dele e mostrando para o João. — Vai destruir meu rabo amor.
— Puta merda, vai mesmo.
— Prepara bem meu cuzinho, quero esse mastro todo dentro de mim. — Pedi, e já cai de boca na rola do negão.
Ronaldo tinha um membro enorme e jamais conseguiria por ele inteiro na boca, mal cabia a cabeça dele, mas eu sou uma puta esforçada e tentei engolir pelo menos a metade daquele caralho preto. Quase vomitei de tão fundo que foi, mas não ia deixar de babar nele todo só porque era grande. Então, comecei a lamber todo comprimento dele e fui parar em seu saco grande e pesado, mamei, suguei e babei um monte tanto no saco quanto no pauzão gostoso dele.
João por sua vez fez o papel de bom marido corno manso, enquanto eu me acabava babando no pau do comedor ele tirou o plug do
Meu cuzinho guloso, chupou, lubrificou generosamente e preparou meu rabo para ser destruído, além claro de chupar minha buceta que já estava completamente melada me fazendo tremer de tesão.
— O rabo da vadia tá pronto pra levar pau. — Anunciou o corno manso.
Virei minha bunda para o Roberto, empinada, aberta e lubrificada, meu cuzinho piscava sem parar minha buceta escorrendo de tanto tesão, meu grelo estava duro e dava choque. Ele bateu com o pau na portinha do cu uma, duas, três vezes então posicionou a cabeçona do caralho na entrada, forço, porém o pau escorregou pra cima não entrando onde eu queria, ele tentou novamente e desta vez meu anel cedeu, a cabeça entrou me abrindo e ele foi empurrando devagar, mas sem parar me fazendo gritar de prazer.
O negão empurrou aquele mastro no meu rabo até mais ou menos a metade e começou a bombar, primeiro com cuidado em estocadas lentas e cada vez mais fundas. Eu gemia, urrava e pedia mais. João olhava de perto a bengala preta de Roberto ir cada vez mais fundo no rabo da esposa vadia. O comedor sabia exatamente o que fazia indo cada vez mais fundo até que senti suas bolas grandes e pesadas batendo na entrada da minha buceta.
— Caralho que cuzão gostoso. — Gemeu ele cravando a rola no meu intestino.
— Eu falei Roberto, essa cadela aguenta qualquer coisa no rabo. — Se gabou o corno excitado e orgulhoso. — Amor, ele socou tudo na sua bunda. — João deu a volta na cama pra me olhar de frente. — Te amo vadia. — os olhos dele brilhando de tesão.
— Também te amo. — respondi com a voz trêmula de tesão. — Vai filho da puta, soca com força no meu rabo. — Pedi olhando para trás. — Tá com dó da puta?
— Vagabunda! — Urrou.
Em resposta a provocação que fiz ele me deu um tapa forte na bunda, me segurou forte pelo quadril e começou a meter com brutalidade, estocadas firmes, fortes, fundas e cada vez mais rápidas. Não aguentei e gozei a primeira vez gritando e tremendo, meu cu tentou apertar o pau dele, mas ele manteve o ritmo. Senti a rola dele alargando meu anel e marretando meu intestino, as bolas batendo cada vez mais fortes na minha buceta. O segundo orgasmo veio avassalador, cai na cama me contorcendo o cu aberto apertando o vazio, a buceta jorrando, nem consegui gritar.
— Nem comecei a destruir o rabo da cadela e ela já está assim?
Confesso que aquele pauzão preto estava acabando comigo, mas aquele provocação mexeu com comigo, já tinha aguentado muito mais no meu rabo, como quando meu personal me fez chorar na rola dele, ou quando Fred destruiu meu rabo e depois me deu para o faxineiro foder, ou ainda quando Aline enfiou sua mão no meu cu guloso.
— Cachorro, filho da puta! — Xinguei. — Não acabei com você ainda. — Falei ficando de quatro. — Vamos, soca o pau na cadela.
Ronaldo não perdeu tempo meteu seu mastro preto no meu rabo dessa vez ele veio sem dó entrando de uma vez me fazendo agarrar os lençois, me controlei pra não gritar. João olhava apaixonado, o pau duro e babando louco pra me foder também. Mas eu precisava acabar com o negão primeiro.
O terceiro orgasmo veio forte mas dessa vez me joguei ainda mais pra cima da vara do comedor que me puxou pelo cabelo e não diminuiu o ritmo mantendo as estocadas fortes e fundas no meu rabo, dava pra sentir o pau dele inchando e pulsando, não ia demorar para ele me encher de leite aí usei a arma que toda mulher conhece.
— Da leitinho pra puta dá. — pedi gemendo e olhando nos olhos do corno que se masturbava loucamente. — Enche a cadela arrombada.
Foi o suficiente. Ronaldo cravou o pauzão preto no fundo do meu intestino e jorrou toda porra que podia enchendo meu reto de sêmen enquanto urrava e batia na minha bunda. João vendo a cena também não aguentou e gozou na minha cara jatos quente e grossos acertaram meu rosto, cabelos boca e nariz.
Eu caí na cama toda suja, usada e completamente satisfeita, ainda naquela noite fizemos uma DP deliciosa com Ronaldo comendo meu rabo e João fodendo minha buceta. Fui embora pra casa completamente arrombada e destruída, mas realizada.
E assim minha vida segue, dou meu cu pra todos na rua menos para o João que é um corninho bem manso que ama a vadia arrombada que eu sou.
Fim.
