Me chamo Geovane.
Cinco anos e quase nove meses. Esse foi o tempo que eu e a Carla ficamos juntos de verdade. Eu fodi a buceta dela pela primeira vez atrás de uma árvore no parque, com o coração na boca. Mas o cu… o cu dela só conheceu o meu pau. Eu fui o primeiro. Eu dilatei aquele furinho. Eu gozei dentro quando ela ainda gritava de dor e de tesão misturados. Depois daquela noite ela nunca mais entregou a bunda pra outro homem. Só pra mim.
Quando a empresa me transferiu pro interior, a gente tentou aguentar. Não aguentou. Ela casou com um cara mais velho, barrigudo, que tinha comércio na cidade e falava em estabilidade. Eu fiquei puto da vida, mas continuei mandando mensagem. Ela nunca me bloqueou. Respondia de madrugada, quando o marido já roncava. Mandava foto da bunda de calcinha fina, às vezes só o fio dental sumindo no meio da racha. Eu batia uma olhando e respondia: “Esse cu continua sendo meu, putinha.”
Ela confirmava sempre.
“Só seu, Geovane. O Zé não quer nem chegar perto. Diz que é lugar imundo, fedido, que dá doença. Que mulher decente não dá o rabo. Eu tentei uma vez, ele fez cara de nojo e empurrou minha cabeça pra eu chupar ele. Nunca mais falei nisso.”
A saudade apodrecia os dois.
Quando eu voltei pra capital, mandei a mensagem seca:
“Cheguei. Quero te ver. Quero enfiar no teu cu de novo.”
Ela respondeu em menos de um minuto.
“Vem. Ele viajou. Vem agora.”
Cheguei no apartamento pequeno. A porta abriu e ela já estava de short preto justo e top. O corpo tinha mudado. A bunda ficou mais larga, mais pesada, a pele um pouco mais morena. Mas o olhar era o mesmo de sempre. Aquele olhar de vadia que só eu despertava.
Não teve conversa longa.
Eu empurrei ela contra a parede, beijei a boca com fome e levei a mão direto pro rabo. Apertei com força. Ela soltou um gemido baixo.
“Tá doendo de saudade, Geovane…”
“Vou fazer doer bem mais.”
Fomos pro quarto. A cama de casal tinha um cobertor azul com estampa de folhas. Eu tirei a roupa dela devagar. O short desceu junto com a calcinha. A buceta já brilhava, os lábios inchados. Mas eu não queria a buceta. Eu queria o cu. O cu que só eu tinha arrombado.
Ela se colocou de quatro, mas eu virei ela de lado. Queria ver o rosto. Queria ver a expressão dela enquanto eu fodia aquele rabo.
Deitei atrás dela, de ladinho. Levantei a perna de cima e segurei. A bunda redonda, firme, a racha bem marcada. O cu estava fechado, um furinho escuro, enrugado, meio arroxeado. Cuspi no dedo e passei em volta. Ela tremeu inteira.
“Devagar… faz muito tempo.”
“Eu sei. Eu que abri esse cu. Eu vou abrir de novo.”
Enfiei o dedo. Apertado pra porra. O anel se fechou em volta do meu dedo como se quisesse expulsar. Empurrei mais. Ela soltou um gemido longo, a testa franzida.
“Aaaai… Geovane… tá doendo…”
“Aguenta. É o teu cu. O teu cu que só eu como.”
Coloquei o segundo dedo. Abri em tesoura. A carne da bunda tremeu. O cu fez um barulhinho molhado. Cuspi de novo, mais saliva, e massageei. O cheiro dela subiu forte. Aquele cheiro de bunda quente, de suor, de mulher que está meses sem dar o rabo. Eu adorei.
Quando tirei os dedos, o furinho ficou um pouco aberto, pulsando. Minha rola já estava dura pra caralho, a cabeça vermelha e brilhando. Alinhei. A glande encostou no cu. Ela prendeu a respiração.
“Vai… enfia…”
Empurrei.
O cu resistiu. A cabeça abriu o anel com dificuldade. Ela soltou um grito abafado, a mão apertando o lençol.
“Aaaaaai porra… tá grosso demais… tá doendo pra caralho…”
“Respira. Abre pra mim.”
Mais um empurrão. Metade da cabeça entrou. O calor me pegou de uma vez. Apertado, quente, ainda seco. Continuei. A cabeça sumiu toda. O anel se fechou logo atrás da glande, apertando forte. Ela ofegava, a boca aberta, os olhos marejados.
“Geovane… para um pouco… meu Deus…”
Não parei. Empurrei mais. A rola foi entrando centímetro por centímetro. O cu dela fazia barulho, aquele ploc molhado de saliva e resistência. Quando enfiei até a metade, ela soltou um gemido longo, quase um choro.
“Tá me rasgando… tá me rasgando o cu…”
“É o teu cu. Eu abri. Eu volto pra dentro.”
Enfiei até o fundo. As bolas bateram na bunda. O cu engoliu tudo. Senti o calor interno, a pressão, o aperto. Fiquei parado, só sentindo o anel pulsar em volta da base da minha rola.
Ela tremia.
“Não mexe… por favor… deixa eu acostumar…”
Esperei alguns segundos. Depois comecei a sair devagar. A rola saiu brilhando, coberta de saliva e de um pouco de porra branca que já tinha vazado. O cu ficou aberto, um furinho rosa escuro, pulsando, tentando se fechar. Empurrei de novo.
Dessa vez entrei mais fácil. O cu já estava se entregando. Comecei a foder. Devagar no começo, fundo. Cada estocada fazia a bunda tremer. O som era molhado, sujo, gostoso pra caralho.
“Aaaai… aaaai… Geovane… teu pau… teu pau no meu cu…”
“Fala mais alto. Fala que gosta.”
“Gosto… gosto de dar o cu pra você… só pra você… o Zé não quer… o Zé tem nojo… mas eu amo… eu amo sentir teu pau abrindo meu cu…”
Acelerei. A mão dela foi pro próprio rabo, abrindo a nádega pra eu ver melhor. Eu peguei o celular e apontei. Ela viu.
“Geovane… o celular…”
“É só pra mim. Só pra eu bater punheta quando eu voltar pro interior. Eu volto no final de semana. Quero lembrar desse cu.”
Ela acreditou. Ou fingiu que acreditou. Continuou gemendo.
Eu filmei o cu engolindo a rola. Filmei a cara dela, a boca aberta, a língua pra fora, os olhos revirando. Filmei o momento em que eu enfiei fundo e ela soltou um peido molhado, o ar saindo pelo lado da minha rola.
“Desculpa… desculpa… deu vontade de cagar…”
“Peida. Peida no meu pau. Eu adoro.”
Ela peidou de novo, mais forte. O cu tremeu. Eu quase gozei. Continuei fodendo. O cheiro ficou mais forte. Cheiro de bunda, de sexo, de mulher que está entregando o rabo depois de anos.
Mudei o ângulo. Levantei a perna dela mais alto. A rola entrava e saía com mais força. O cu já estava dilatado, vermelho, brilhando de porra e saliva. Cada vez que eu tirava, o furinho tentava se fechar e eu abria de novo.
“Olha o teu cu, Carla. Olha como ele engole. Olha como ele fica aberto pra mim.”
Ela olhou por cima do ombro. Viu a própria bunda sendo fudida. Gemeu mais alto.
“Tá gostoso… tá doendo e tá gostoso… continua… continua me fudendo o cu…”
Eu fodi mais forte. A cama rangeu. O barulho da minha barriga batendo na bunda dela encheu o quarto. Ela começou a gozar. O corpo tremeu, o cu apertou em volta da minha rola com força, quase me expulsando. Um jato de líquido saiu da buceta e molhou o lençol.
“Tô gozando… tô gozando com o cu… Geovane…”
Não aguentei. Enfiei até o fundo, segurei a bunda dela com as duas mãos e gozei. O esperma saiu quente, grosso, enchendo o cu. Senti o meu próprio gozo voltando pelo lado da rola, escorrendo. Continuei empurrando, forçando a porra pra dentro.
Quando tirei, o cu ficou aberto. Um buraco vermelho, dilatado, pingando porra branca. A porra escorria pela racha, descia pela buceta, manchava a cama. Eu filmei de perto. Filmei o cu piscando, tentando se fechar, a porra saindo aos poucos.
Ela estava ofegando, sorrindo, a mão ainda segurando a própria bunda.
“Ficou cheio… meu cu tá cheio da tua porra…”
Eu beijei a boca dela.
“Esse cu é meu. Sempre foi. O gordo que rejeitou não sabe o que perdeu. Um bundão desse, um cuzinho apertado desse… tem homem que paga pra comer. Ele teve nojo. Eu tenho fome.”
Ela riu, cansada.
Fiquei mais uma hora. Comi de novo. Dessa vez de quatro, segurando o cabelo dela. Depois de ladinho outra vez. O cu já estava mole, fácil de entrar. Cada vez que eu gozava, ela pedia pra eu deixar dentro.
Quando eu saí do apartamento, ela ainda estava na cama, de perna aberta, o cu vermelho e brilhando.
“Volta logo, Geovane. Meu marido não come. Só você.”
Eu beijei a testa dela.
“Eu volto.”
Nota do autor:
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