A gente saiu cedo pra beber. Como sempre. Bar perto da praia, mesas na areia, cerveja gelada escorrendo no copo. O Leo tava no modo de sempre: falando de mulher, de bunda, de como tinha metido naquela mina da academia semana passada. Eu ria, concordava, tomava um gole atrás do outro. Ele pedia mais, e mais, e mais. Eu nem contava mais quantas estavam na mesa.
A noite já tinha caído quando a gente decidiu andar. A praia tava quase deserta, só o barulho das ondas e o farol distante piscando. Areia fria entre os dedos dos pés. A gente andava lado a lado, ainda falando merda, até que ele me empurrou de leve pro lado e eu empurrei de volta. Viramos luta de brincadeira. Ele me derrubou na areia, eu virei em cima dele, ele me rolou de novo. Rindo baixo, ofegantes. A mão dele deslizou na minha cintura quando me imobilizou. Eu senti o volume duro dele pressionando contra a minha bunda. Quente. Pesado.
Não saí. Fiquei ali, de bruços na areia fria, sentindo ele se esfregar devagar. Meu pau já tava duro dentro da bermuda, apertando contra a areia. O coração batendo forte no peito.
— Porra… — ele murmurou no meu ouvido, a voz rouca. — Tá duro pra caralho também, né?
Eu só respirei fundo. Ele se afastou um pouco, se ajoelhou ao meu lado. Puxou a própria bermuda pra baixo. O pau dele saiu pesado, grosso, veias marcadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Lindo pra caralho. Eu engoli seco. Ele puxou a minha também. Meu pau saltou pra fora, duro pra doer. A gente ficou ali, ajoelhado na areia, se tocando. Mão nele, mão nele em mim. Subindo e descendo no mesmo ritmo, o barulho molhado misturado com o som do mar.
— Chupa um pouco — ele falou, baixo, quase um pedido.
Eu hesitei um segundo. Olhei pro pau dele, tão grosso que a mão mal fechava. Inclinei a cabeça. A língua tocou a cabeça primeiro, salgada, quente. Depois abri a boca e desci. Ele soltou um gemido baixo. Eu chupava sem jeito no começo, tentando engolir sem engasgar. Ele pôs a mão na minha nuca. Não forçou no início. Só segurou. Depois apertou um pouco mais. Começou a empurrar os quadris. O pau dele entrava mais fundo, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, mas não tirei. Ele gemía baixinho, socando minha boca com vontade agora, o barulho molhado e obsceno.
A mão livre dele desceu pelas minhas costas, apertou minha bunda, e um dedo grosso encontrou meu cu. Estava seco ainda. Ele só esfregou, pressionou, e depois enfiou a ponta. Eu soltei um gemido abafado em volta do pau dele. O dedo entrou mais. Depois dois. Abrindo, torcendo, molhando com a própria saliva que escorria da minha boca.
Quando eu notei, ele já tinha me virado. Eu tava de quatro na areia, a bermuda no meio das coxas, o pau dele batendo na minha entrada. Ele cuspiu na mão, passou no pau grosso, e empurrou. A cabeça entrou primeiro, esticando. Eu fechei os olhos, a respiração presa. Ele empurrou mais. Devagar no começo, depois com vontade. O pau grosso abrindo tudo, enchendo, o peso dele em cima das minhas costas. Cada estocada fazia a areia grudar nos joelhos e nas mãos. O som molhado, o choque da pele, o gemido baixo dele no meu ouvido.
— Porra, que cu apertado… — ele rosnou, metendo fundo, as mãos segurando minha cintura com força.
Eu só conseguia ofegar, o pau balançando entre as pernas, pingando na areia. Ele fodia sem pressa, mas fundo. Cada vez que enfiava até o fundo eu sentia as bolas dele baterem. A noite fria, o mar ao fundo, e eu ali, de quatro, sendo comido pelo meu amigo.
Ele metia fundo, sem pressa, mas com força. Cada estocada abria mais. Eu sentia o pau grosso esticando as paredes, o anel do meu cu arder e ceder ao mesmo tempo. A areia grudava nos joelhos, nas mãos, nos cotovelos. Ele puxava quase até a cabeça sair e enfiava de novo de uma vez, o barulho molhado ecoando baixo entre as ondas.
Ele se ajeitou atrás de mim, ajoelhando mais ereto. As mãos grandes seguraram minha cintura e me puxaram pra trás. Eu subi o tronco, tirei as mãos da areia e acabei sentado no colo dele, de costas, o pau grosso enterrado até o fundo. O peito largo dele colado nas minhas costas, a respiração quente no meu pescoço. Nessa posição ele metia pra cima, curto e fundo. Uma mão desceu e fechou em volta do meu pau, batendo no mesmo ritmo das estocadas. Eu sentia cada centímetro abrindo tudo, as bolas dele apertadas contra a minha bunda.
— Porra… tá engolindo inteiro — ele rosnou no meu ouvido.
Depois ele me deitou de lado na areia. Levantou minha perna de cima e entrou de novo, de lado, estocando curto e fundo. A mão livre dele apertava minha bunda, abrindo mais. Eu olhava pra baixo e via o pau grosso sumindo e aparecendo, molhado, brilhando na luz fraca da noite.
Ele me virou de barriga pra cima, abriu minhas pernas e enfiou de uma vez. O peso do corpo dele em cima de mim, as estocadas mais duras, mais precisas. Meu pau balançava entre a gente, pingando. Ele beijou minha boca pela primeira vez, língua grossa, enquanto metia fundo. Eu gemia dentro do beijo.
O ritmo acelerou. Ele segurou minhas coxas abertas e meteu até o fundo, parado um segundo, pulsando.
— Vou gozar…
Eu apertei em volta dele. Ele soltou um gemido baixo e fundo e começou a jorrar. Quente. Grosso. Eu sentia cada jato enchendo, escorrendo pelas laterais do pau, escorrendo pro meu cu. Ele continuou metendo devagar enquanto gozava, empurrando o porra pra dentro.
Quando saiu, o pau veio inchado, brilhando, coberto do próprio gozo e do meu cu. Eu me virei, peguei ele com a mão ainda latejando e enfiei na boca. O gosto era salgado, forte, misturado comigo. Chupei devagar, limpando. Língua passando pela cabeça, descendo pelo comprimento, sugando o que ainda escorria. Ele gemeu baixo, a mão na minha nuca, deixando eu limpar tudo. Engoli o que restava, a língua passando pela fenda até não sobrar nada.
Quando soltei, o pau dele ainda tava semi-duro, limpo, brilhando só de saliva. Eu olhei pra cima. Ele olhava pra mim com aquele sorriso de quem tinha acabado de foder o amigo na praia deserta.
Acordei no dia seguinte com o corpo doendo de um jeito bom. A areia ainda tava grudada em alguns lugares, o cu um pouco aberto, sensível. E a cabeça… cheia dele. Já me peguei pensando besteira, tipo namorado. Ridículo. Mas tava lá.
Liguei pro Leo no fim da tarde. Ele atendeu normal, voz de ressaca.
— Porra, ontem eu apaguei total, mano. Bebi pra caralho. Não lembro de porra nenhuma depois do terceiro bar.
Fingiu tão bem que por um segundo eu quase acreditei. Quase.
Fui até a casa dele. Entrei, deixei a sacola na mesa, abri duas cervejas. Entreguei uma. Ele tomou um gole longo, já olhando pra mim daquele jeito. O mesmo olhar da praia. O pau marcando a bermuda frouxa. Pronto pra encher a cara de novo e me foder igual ontem.
Eu não queria assim.
— Para de fazer esse teatro — falei, baixo.
Ele franziu a testa.
— Que teatro, porra?
— Ontem. Você lembra. Fala que não lembra só pra não ter que encarar.
Ele riu, mas o riso saiu falso. Deixou a cerveja na mesa com força.
— Tá maluco? Eu não sou viado, porra. Não fode.
Levantou. Veio pra cima de mim com o peito estufado, ombro pra frente, punho cerrado. Aquele jeito todo macho de quem precisa provar alguma coisa. Parou a menos de um passo. O cheiro dele, o calor do corpo. O olhar bravo, mas o pau ainda marcado na bermuda.
— Fica falando merda que eu te quebro a cara.
Eu senti o coração bater forte. A proximidade. O mesmo corpo que ontem tava dentro de mim. Respirei fundo, juntei a coragem que tava ali, colada nele, e beijei.
A boca dele tava dura no começo. Resistiu um segundo. Dois. Depois abriu. A língua dele entrou pesada, molhada, com fome. Ele me empurrou contra a parede, uma mão na minha nuca, a outra apertando minha cintura com força. O beijo virou voraz. Ele me comia inteiro com a língua, gemendo baixo na minha boca, o corpo inteiro colado no meu. O pau duro agora esfregando contra a minha coxa.
A cerveja ficou esquecida na mesa.
Aproveitei o beijo. Empurrei ele de volta, sem delicadeza. A boca dele ainda tava aberta quando bati as costas dele na parede. A mão desceu direto na bermuda, puxei pra baixo junto com a cueca. O pau grosso saltou pra fora, duro pra caralho. Eu nem olhei direito. Virei ele de frente pra parede, uma mão na nuca, a outra puxando a bunda pra trás.
Ele resmungou alguma coisa, mas não se afastou. Cuspi na mão, passei no meu pau, já latejando, e apontei a cabeça no cu dele. Estava fechado. Apertado pra porra. Empurrei.
A cabeça entrou com dificuldade. Ele gritou.
— Porra! Ai, caralho, dói!
Não parei. Empurrei mais. O anel cedeu devagar, quente, seco ainda. Ele berrava, a testa colada na parede, as mãos abertas contra o reboco. Mas os quadris… rebolavam. Pequeno, involuntário, empurrando de volta contra mim mesmo enquanto gemia de dor.
— Para… porra… tá arrebentando…
Enfiou mais um pouco. O pau sumindo centímetro por centímetro dentro daquele cu virgem. Ele gritava a cada estocada, a voz rouca, o corpo tremendo. Mas a bunda não parava. Rebolava curto, circular, como se quisesse mais mesmo doendo. Eu segurei a cintura dele com as duas mãos e meti até o meio. Ele soltou um gemido alto, quase um choro.
— Filho da puta… dói pra caralho…
Continuei. Devagar no começo, abrindo. Depois mais fundo. O cu dele apertava, pulsava, tentava expulsar e ao mesmo tempo engolia. Eu sentia cada parede interna cedendo. Ele berrava, xingava, a voz falhando, mas os quadris não paravam de rebolar pra trás, pedindo mais mesmo enquanto o corpo inteiro tremia de dor.
Quando enfiei até o fundo, as bolas batendo na bunda dele, ele soltou um grito longo e rouco. A testa bateu na parede. As pernas tremeram. Mas a bunda continuou se mexendo, rebolando devagar em volta do meu pau, como se já tivesse aprendido o ritmo mesmo doendo.
Eu comecei a foder de verdade.
Meti com vontade. O cu dele ainda apertava, mas já cedia melhor. Cada estocada fazia ele gemer alto, a voz quebrada entre dor e outra coisa. Eu segurava a cintura com força, puxava a bunda pra trás e enfiava até o fundo. O barulho molhado ia ficando mais alto. Ele rebolava cada vez mais, mesmo tremendo.
— Porra… porra… — ele repetia, a testa colada na parede, as unhas arranhando o reboco.
Acelerei. As estocadas ficaram mais duras, mais profundas. O pau latejava dentro dele. Eu sentia o orgasmo subindo rápido, apertando a base. Segurei ele com mais força, meti até o talo e soltei. O gozo saiu quente, grosso, jato atrás de jato, enchendo o cu dele. Continuei empurrando enquanto gozava, empurrando o porra pra dentro, sentindo ele apertar em volta de mim a cada pulsação.
Quando parei, ainda ofegante, o pau dentro, ele ficou mole. O corpo inteiro amoleceu contra a parede. As pernas fraquejaram. Eu saí devagar. O gozo escorreu logo em seguida, branco, escorrendo pela bunda dele e descendo a coxa.
Ele ficou ali, apoiado na parede, respiração pesada, o cu ainda meio aberto, pulsando. A voz saiu baixa, rouca, quase sem força:
— Porra… isso é bom.
Pra caralho.
