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Eu, minha mulher e meu sobrinho trans.

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Um conto erótico de WilBil
Categoria: Trans
Contém 2779 palavras
Data: 30/07/2026 11:45:04

Robert, 50 anos, casado com Lívia, 48 anos.

Eu tenho 1,80 de altura, 20cm de comprimento de pau e 14,5 de diâmetro.

Lívia, tem seios siliconados lindos, bunda dura e linda, coxas grossas. Ela se cuida muito.

Casamos muito novos. Ela é de uma família de classe média alta e eu também. Nosso primeiro filho nasceu e ela ainda não tinha completado 19 anos. Quando o segundo nasceu ela tinha 21 anos. Lívia sempre foi uma mãe muito dedicada. Não teve necessidade de trabalhar. Eu trabalhava com meu pai na administração das lojas dele. Lívia foi trabalhar quando o pai dela adoeceu, teve que assumir a fábrica. Coloquei meu irmão na administração das lojas de meu pai e fui ajudá-la na fábrica. Trabalhávamos juntos. Nos damos muito bem. Várias vezes, fechamos a sala e transamos lá. Lívia tem um tesão absurdo. Depois de uma reunião tensa com fornecedores ou mesmo gerentes da fábrica, assim que acabava a reunião, ela fechava a sala, pedia a secretária para fechar a agenda e tripávamos muito, ela dizia que era para aliviar o stress. Tínhamos um sofá maravilhoso na nossa sala e um lindo banheiro completo. Colocava ela de quatro na sala e fodia ela de todas as formas. Comia seu cuzinho, gozava na sua boca e fodia sua xoxota linda e lisinha. Depois ligávamos o exaustor, abríamos as janelas e tínhamos um aromatizador de ambientes automático. Ela dizia que eu era o calmante dela. Era capaz de chamar alguém na nossa sala e falar de números com a xoxota ou o cuzinho cheio de porra. Bastava ela ter vontade. Nunca houve traição entre nós. Claro que fantasiávamos algumas situações, mas após a transa o assunto era encerrado. Depois que nossos filhos casaram ela compensa a falta deles com muito sexo. Ela é apaixonada por mim e eu por ela. Ela não fica um dia sem chupar o meu pau e eu de chupar seus seios ou xoxota. Era a nossa forma de dar boa noite. A dois anos fomos visitar meu sobrinho que mora em Bérgamo na Itália. Ele trabalha com moda em Milão. Ele estava num processo de transformação no corpo. Estava virando uma linda morena. Georgina disse a nós que manteria o seu pau. Lívia perguntou o motivo, já que estava ficando uma linda mulher. Ela disse que o seu pau tinha puxado o meu, grande e grosso. Seria um desperdício, já que também gostava de comer umas amigas.

Lívia - Como sabe o tamanho do pau do seu tio. Guardo ele a sete chaves.

Georgina - Quantas vezes na nossa vida jogamos bola juntos. Éramos invejados por todos no vestiário.

Lívia - Me convenceu. Só não sabia que tinha puxado o seu tio.

Rimos e a conversa desviou para os assuntos profissionais dela.

Meses depois recebemos uma ligação de Georgina dizendo que estava vindo para o Brasil. Lívia a convidou para ficar na nossa casa. Ela aceitou de pronto, já que meu irmão não aceitava muito bem a transformação de Georgina. Para meu irmão ela ainda era o Matheus, seu filho mais velho de 27 anos.

Pensamos em tirar uns dias de folga e ir com Georgina para nossa casa em Cabo Frio. Era uma desculpa para descansarmos.

Georgina chegou e nos impressionou com sua beleza. Seu corpo era escultural, era uma das mulheres mais lindas que eu tinha visto. Sua elegância, suas roupas, seu comportamento eram de uma modelo internacional. Trouxe várias roupas para Lívia e para mim. Nos fez experimentar todas e desfilar para ela. Ela estava muito feliz na nossa casa. Os piores dias era quando ia visitar os pais. O meu irmão não relaxava. A mãe ficava orgulhosa de Georgina.

Georgina - Só queria que meu pai me abraçasse sem parecer ter nojo de mim. Queria que ele fosse como você tio.

Eu tentava amenizar as coisas.

Resolvemos ir os três para Cabo Frio. Nossa casa tem uma maravilhosa piscina. Tínhamos vista para o mar. Normalmente ficávamos mais em casa do que na praia.

Os dias estavam ensolarados e lindos. Georgina e Lívia ficavam mais tempo na beirada da piscina do que dentro de casa.

No primeiro e segundo dia não fomos a praia.

Segundo minha mulher me contou a noite, elas tiveram o seguinte diálogo na beira da piscina:

Lívia - Georgina, tendo o pau que falou que tem, como consegue escondê-lo? Como vai à praia?

Georgina - Truques Lívia. Reparou que aqui estou usando muita saída e calçãozinho.

Lívia - Sim.

Georgina - Pois é. Você tem um corpo belíssimo, meu tio também. Sei que não devia falar, mas tenho tesão em vocês. É errado, ele é meu tio e você minha tia. Mas tenho, fazer o quê. Claro que uma hora passa. É que estes contatos entre vocês, me desperta algumas coisas.

Lívia - Por essa não esperava. Precisamos então evitar certas intimidades entre mim e seu tio.

Georgina - Se fizerem isso eu vou embora. Ao contrário quero muito ver. O problema não é com vocês sou eu. Esquece isso Lívia. Amanhã vamos a praia.

Lívia me contou e disse que ao invés de ficar sem graça, tinha ficado com tesão.

Foi tanto tesão que ela deu para mim a noite toda, gozou, gritou, gemeu, estava insaciável.

Eu - Amor, sempre é muito fogosa, mas isso tudo foi por causa da Georgina?

Ela - Odeio quando me pergunta certas coisas. Você sabe que eu respondo. Sim, estou assim desde a piscina. Imaginei ela me fodendo no seu lugar. Imaginei você comendo-a, imaginei ela comendo você. Amor nunca havia pensado nisso. Sempre fantasiamos, mas agora minha fantasia está em nossa casa.

Ela é gostosa pra caramba e ainda diz ter um pau igual ao seu. Vai ser foda.

Eu - Imagino o que esteja sentindo para falar assim. Eu fiquei com tesão na bunda dela, por isso não fiquei muito lá. Não sei o que fazer.

Coloquei Lívia sobre o meu tórax e dormimos.

O café da manhã foi um pouco diferente dos outros, estávamos os três meios estranhos.

Sempre Lívia: "Estamos transformando algo bom em coisa ruim. Que merda de café da manhã é este? Cadê os casos de vocês dois? Que porra de constrangimento é esse? Georgina, contei o que me disse para o seu tio. Trepei pra caralho com seu tio pensando em você. Deve ter escutado. Imaginei nós duas transando, imaginei ele comendo nos duas. Porra, foi bom pra caralho. Aí na hora do café fica todo mundo com esta cara de velório.

Georgina - Tia, a senhora é um furacão. Escutei realmente vocês transando. Não só eu, como a casa vizinha também deve ter escutado. Vocês treparam quase a noite inteira. Eu tive que me masturbar umas três vezes. Eu não estou com cara ruim, eu estou cansada de ontem à noite. É isso!

Eu - Gente, em vez de irmos à praia vamos ficar aqui. Precisamos descansar. Georgina, sentir tesão por alguém não é pecado, eu também fiquei com tesão na sua bunda. Por isso não fiquei com vocês, fiquei receoso de ficar de pau duro na sua frente. Sua tia, é assim, fala o que pensa, e diz que só meu pau pode acalmá-la. Ontem por ela lhe desejar quase esfolou meu pau. Vamos relaxar.

Lívia - Vamos ficar os três juntos, com pau duro ou não. Não prenda o seu pau Gina, nem você amor, estamos em nossa casa. Aconteça o que acontecer só nós três saberemos.

Estávamos muito cansados, lá fora o sol estava a pico. Ligamos o ar condicionado e ficamos na sala deitados e conversando.

Gina falava de seu trabalho na Itália, estava pensando em fazer uma marca de biquínis brasileiros. Nos chamou para entrar no negócio. Eu estava deitado com minha mulher num sofá e Gina no outro. Logo os três cochilaram. Eu acordei primeiro e levantei para mijar e pedir um almoço. Olhei para a bunda de minha sobrinha e vi como era perfeita. Minha mulher estava na mesma posição com sua bunda linda. Mijei, peguei o celular e liguei. Meu pau não abaixava. Minha mulher acordou e como um radar localizou minha ereção.

Lívia - Nossa amor, que ereção é essa?

Eu - Você com a bunda coberta por um fio dental, Georgina com esta bunda linda. Como não ficar de pau duro. Já mijei, mas não adianta.

Lívia levantou, me abraçou e disse: "Passa a mão na bunda dela."

Eu - Vontade dá, mas ela pode não gostar.

Lívia - Ela vai adorar.

Fui até Gina e comecei a acariciar seu bumbum. Ela se mexeu. Continuei acariciando e ela ficou arrepiada. Lívia também começou a acariciar o corpo de Georgina. Ela suspirou, estava acordada. Ela começou a mexer seu corpo como se estivesse se esfregando em alguém. Minha mulher me surpreendia a cada minuto. Lívia enfiou a mão por baixo dos seios de Gina e ela virou o rosto para nós.

Ela - Agora não vai ter volta, preciso fazer amor.

Ela ficou de barriga para cima e seu pau saiu da calcinha. Era exatamente do tamanho do meu. Grande e grosso. Minha mulher caiu de boca no pau de minha sobrinha trans. Ela segurava a cabeça de minha mulher e metia em sua boca. Eu coloquei meu pau na altura de seu rosto. Ela se posicionou habilmente, sem tirar a mão da cabeça de minha mulher, abocanhou meu pau. Minha mulher já salivava horrores no pau de Gina. Eu também metia em sua boca. Foi uma delícia. O interfone tocou, era o almoço, raiva da pontualidade do restaurante.

Resolvemos nos recompor.

Gina não tinha mais como guardar o pau. Subiu e colocou um shortinho. Almoçamos e combinamos descansar e nos encontrar na sala as 18hs.

Gina - Tio, está preparado para ver sua mulher ser fodida por sua sobrinha.

Eu - Fantasiamos a anos, mas agora me sinto seguro.

Lívia - Preferível que seja você amor. Eu também vou ver ele foder uma bunda linda como a sua.

Rapidamente subimos e dormimos. Acordamos e tomamos um maravilhoso banho. Descemos e minutos depois desceu Georgina como se estivesse desfilando numa passarela. Estava linda.

Eu a recebi na escada e ela deu uma volta. Usava uma baby-doll lilás. Passou as mãos sobre os meus ombros e me beijou. Era o primeiro beijo na boca que ganhava depois de casado sem ser minha mulher. Não sentia o seu pau encostando em mim. Acariciei sua bunda. Sua pele era macia, ela apertou seus seios contra mim. Rapidamente ela me virou de costas para ela e senti seu pau tocar na minha bunda. Ela beijou meu pescoço e eu arrepiei. Minha mulher desceu meu calção e começou a chupar o meu pau. Gina começou a morder minha nuca. Falava sacanagens dentro do meu ouvido. Apertava os meus mamilos e roçava seu pau na minha bunda. Sentia aquela tora dura diretamente no meu rego. Minha mulher havia descido meu calção me deixando exposto.

Gina - Bunda gostosa é de família né titio. Estou louco para te foder. Mas antes vou deixar você me foder enquanto regaço o cuzinho de sua putinha.

Ela ainda continuou a roçar seu cacete na minha bunda.

Ela me soltou. Minha mulher trocou de pau. Começou a mamar em Gina. Gina novamente fodia a boca de minha mulher. Eu acariciava os seios de Georgina e passava o meu pau no seu maravilhoso bumbum.

Subimos e fomos para a suíte. Lá ficamos nus. Só aí tive a real noção de como era grande o pau de Gina. Gina deitou minha mulher e chupou sua xoxota avidamente. Lívia estava esfregando sua xoxota na cara de minha sobrinha. Eu coloquei meu pau na boca de Lívia que mamava com maestria. Lívia gozou na boca de Georgina que sugou com força a sua buceta. Gina se posicionou para meter na xoxota de minha mulher. Ele meteu sua rola sem dó.

Gina - Olha tio, sua mulher rebolando no meu cacete. Olha a cara de putinha dela. Tia, está gostando de levar meu pau? Fala para seu maridinho.

Lívia gemendo disse: "Estou, seu pau é muito gostoso. Amor é muito bom levar rola de outro macho. Meti delícia, meti na titia.

Gina - Vai virar putinha é titia?

Lívia - Vou, vou dar pra caralho. Quero mais rola. Seu tio é bom, mas quero mais.

Gina - Puta, quer fazer meu tio de corno?

Lívia - Quero, quero muito. Vou dar muito, mais do que já dou.

Eu - Vai me cornear puta?

Ela - Vou. Vai ser meu corno.

Eu - Então vou comer as outras putas.

Ela - Meti Gina, esfola minha buceta. Aiiii, aiiii, vou gozar neste pintão. Vou goooozaaaarrrrrr.

Ela gozou de sacudir.

Gina estufou seu rabo. Peguei o lubrificante e passei no seu cu.

Eu - Tá comendo minha puta, então vou comer seu cu.

Meti no cuzinho dela. Ela rebolava e metia na Lívia.

Lívia - Come ela amor, come está puta safada que está comendo sua mulherzinha. Fode ela amor.

Eu meti muito na bunda de Gina.

Ela começou a tremer seu corpo e gozou na buceta de minha mulher. Eu enchi o seu cu com minha porra. Caímos os três sem forças sobre a cama. Gina chupou meu pau e depois chupou minha mulher que chupou o cuzinho de Gina. Depois as duas vieram me beijar com as bocas cheia de porra.

Tomamos um banho e voltamos a deitar na cama. Minha mulher deita sobre o meu peito e diz: "Amor, não quero mais pau. Só quero o seu e de Gina. Estava te provocando quando disse que viraria puta. Mas estou adorando ser puta de vocês dois."

Disse isso e me beijou. Gina beijava os seios da tia.

Em minutos estávamos com o tesão nas alturas. Comecei a comer minha mulher. Ela gozou no meu pau. Senti Georgina beijando minha nuca. Logo ele chupava o meu cuzinho. Enfiou a língua. Eu arrepiei todo. Continuava a socar meu pau em Lívia. Gina começou a passar seu dedo no meu cu. Enfiou um dedo no meu cuzinho virgem. Só Lívia Enfiou seus dedinhos finos nele. Depois senti dois dedos.

Lívia saiu de baixo de mim, começou a beijar minha boca e a acariciar meu pau. Lívia sussurrou no meu ouvido: “Deixa-o pôr o pau no seu cuzinho, já está arrepiado e rebolando. Deixa amor."

Não sabia o que responder. Senti meu sobrinho me segurando forte. Senti uma pressão impressionante na minha bunda.

Eu - Não amor, vai doer muito, não sou gay.

Lívia - Ela eu sei amor. Come o meu cu a muitos anos. Deixa Georgina te comer só desta vez.

Minha sobrinha empurrou, eu berrei, ela me segurou firme e empurrou. Eu gemi, minhas pernas bambearam. Minha mulher começou a mamar na minha rola. Eu estava com tesão, mas a dor era muita. Falei para ele parar. Ele tirou, senti um alívio, ele empurrou mais. Senti uma dor insuportável, minhas pregas se rasgaram. Eu chorei. Minha mulher começou a beijar meu rosto e minha boca.

Ela - Relaxa amor. Lembra da primeira vez, eu era tão novinha, mas seu pau era deste tamanho. Logo eu estava rebolando e gozando.

Gina tirou o pau até eu sentir sua cabeça sair. Estava doendo muito, ela empurrou novamente. Desta vez mais lenta e sem parar. Senti meu rabo ocupado, tudo dentro de mim estava sendo empurrado.

Lívia - Pronto, agora está todo dentro. Relaxa. Ele vai deixar você acostumar. Ela voltou a acariciar meu rosto e a me beijar. Gina começou a me masturbar.

Gina - Tio, seu cuzinho é muito gostoso. O cuzinho mais gostoso que já comi. Ainda vai rebolar na minha vara.

Começou a tirar e a por. Começou a me masturbar. Ele metia no meu cu e eu sentia dor e prazer. Ele gozou dentro de mim, eu gozei na boca de minha mulher. Caí sem forças na cama.

Eles limparam meu bumbum, passaram pomada e me beijaram.

Gina - Na próxima vai gostar mais.

Eu - Não vai ter próxima.

Ela - Vai amor, vai. Hoje está dolorido, amanhã estará melhor.

Comemos algo. Eu não aguentava andar direito. Fui evacuar não tinha pressão.

Mais tarde comi o cu de Gina e o cu de minha mulher. Fizemos DP na minha mulher. Gozamos os dois na boca e rosto dela.

No outro dia. Comemos minha mulher de todo jeito, comi Gina umas duas vezes. Na véspera de voltarmos Gina me comeu novamente e gozou no meu rabo. Desta vez eu não reclamei muito, ainda tomei tapas na bunda, dela e de Lívia.

Voltamos para nossa casa e Georgina voltou para a Itália. Eu e minha mulher tripávamos quase todos os dias. Ela comprou um cintaralho para me foder. Usávamos ele para fazer DP nela.

Daqui uns meses iremos para a Itália.

Georgina conversa conosco sem falar uma sacanagem se quer.

Quando compramos as passagens ela nos mandou uma mensagem: "Reviveremos Cabo Frio meus amores."

Tremi!

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