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Minha primeira calcinha

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Um conto erótico de Nightwolff
Categoria: Heterossexual
Contém 1574 palavras
Data: 04/07/2026 00:08:20
Assuntos: Heterossexual

Depois de ser iniciado por Nelson (tiozão da locadora), passei a sentir constante necessidade de sexo. Como disse no primeiro conto, tinha minha namorada e transavamos regularmente. Mas a vontade agora era de ser passivo. De sentir um homem me possuir.

Nelson pelo visto ficou com a mesma sensação. Estava sempre querendo transar. Depois de nossa primeira vez, voltei na casa dele todas as tardes daquela semana. Eu chegava da escola e ficava só esperando a esposa dele sair para trabalhar. Assim que o carro saia da garagem, eu corria pra lá. Ela era professora e passava a tarde toda no trabalho. Já o marido dela, passava a tarde me comendo. E era a tarde toda mesmo. Eu saia de lá coisa de 20 minutos antes dela chegar.

E assim foi nossa rotina ao longo das primeiras semanas. Minha namorada até estranhou que eu não estava indo a casa dela com a mesma frequência de antes. Mas despistei. Dizia que estava ajudando meu pai com algumas tarefas em casa. Ela não questionou.

Passado mais ou menos um mês que eu e Nelson transavamos feito dois animais no cio, ele me chamou e disse que tinha comprado uma coisa para mim. Fiquei curioso. Rotina normal. Sai da escola, fui pra casa almoçar e assim que a esposa dele saiu para o trabalho, lá fui eu pra mais uma tarde de sexo. Chegando lá ele me recebeu como sempre. Beijo na boca e mão cravada na minha bunda. Assim que entramos ele pediu que esperasse na sala que ele iria buscar o meu presente. Voltou com uma sacola preta e me entregou. Disse que queria que eu usasse para ele. Quando abri, encontrei três calcinhas de renda bem pequenas. Praticamente um fiozinho atrás. Lindas. Uma preta, uma branca e uma vermelha. Falou que a mulher nunca usou desse tipo e que tinha muito tesão quando via as mulheres usando em filmes e revistas.

Confesso que achei engraçado. Pois nunca me imaginei usando calcinha. Mas pra variar, o tesão falava mais alto. Olhar aquelas calcinhas e me imaginar usando era tentador. Meu pau cresceu na hora. Falei pra ele que iria ao banheiro para vestir a primeira calcinha. Ele foi para o quarto me esperar.

No banheiro tirei toda minha roupa e escolhi começar com a preta. Vesti e fiquei me olhando no espelho. Me achei gostoso. O fio era muito pequeno mesmo. Entrava todo na bunda. Imaginei que qualquer homem que me visse usando aquilo iria querer me comer. E só de pensar isso o tesão bateu com força.

Fui para o quarto e Nelson já estava deitado pelado e de pau duro. Ele se masturbava devagar e fixou os olhos em mim. No mesmo instante pediu que eu virasse de costas para ele ver. No que me virei já ouvi um "uau". Em seguida se levantou e veio apalpar meu bumbum. Passava a mão. Dava tapas. Beijava cada hora uma banda da minha bunda. Estava delirando.

Me virou e deu um demorado beijo no qual se manteve o tempo todo acariciando meu bumbum. Me conduziu até a cama e me colocou de quatro. Deu mais um tapa e puxou a calcinha de lado, liberando meu cuzinho rosado. Levou o dedo até a boca, molhou bem e começou a passar na entradinha. Brincou bastante. Depois meteu todo o dedo indicador. Colocava e tirava. Era uma delicia. Depois tirou o dedo e passou a língua. Eu amava quando ele me chupava. Percorria todo meu bumbum com a língua e forçava na entrada do meu cu. Me chupou por longos minutos. Me deixou de pernas bombas.

Se ajeitou atrás de mim e começou a pincelar o pau no meu cuzinho. Nessa hora eu já implorava para ele meter. Mas foi sádico. Brincou muito ali. Colocava a pontinha e tirava. Eu miava feito uma gatinha. Até que ele não aguentou mais e cravou seu pau com uma estocada firme e certeira. A visão dele era meu bumbum com a calcinha de lado e seu pau todo enterrado. Começou a estocar bem gostoso. Me chamava de amor, de delicia, de putinha. Me tratava como uma namoradinha. Fazia comigo tudo o que tinha vontade e a mulher não deixava fazer.

Naquela tarde me comeu muito de quatro. Mais do que de costume. A imagem da calcinha no meu bumbum branquinho mexeu com ele. Já estava com os joelhos doendo de ficar na mesma posição. Mas ele continuava firme. Estocava bastante e depois parava um pouco. Controlando para não gozar, acredito.

Depois de mais de meia hora ali de quatro, pediu para que eu deitasse que iria me comer de ladinho. Assim fizemos. Ele logo deitou-se atrás de mim e meteu de uma vez. Nessa posição ele continuava tendo total visão do meu bumbum com a calcinha. E aí ele metia como um louco. Eu já estava no ponto de gozar mas tentava segurar ao máximo. Só que de repente ele tira o pau e estoca de uma vez. Repete o movimento duas, três, quatro vezes. Não resisti. Explodi em um orgasmo delicioso molhando todo o lençol. Gozei muito mesmo.

Ele sorriu e brincou que teria que colocar o lençol para lavar. Me deu um beijo e continuou metendo. Continuou me estocando por vários minutos ainda. Quando disse que iria gozar, pediu para que fosse na minha boca. Desengatei do seu pau e me ajoelhei na cama. Ele se colocou em pé e com duas ou três punhetadas jorrou leite em fartura na minha boca. Melou meu rosto todo. O tesão dele pela calcinha foi tanto que gozou como nunca. Depois veio o que para mim foi o auge da excitação: me puxou para um beijo demorado e apaixonado mesmo eu estando com a cara toda gozada. Fiquei em ponto de bala com essa atitude dele. Meu pau ficou muito duro.

Ele então me colocou deitado, se posicionou entre as minhas pernas e se colocou a chupar meu cuzinho novamente enquanto batia uma punheta para mim. Não demorei a estremecer e gozar mais uma vez. Ele então pessava os dedos na minha porra que caiu sobre minha barriga e lambuzava meus mamilos que a essa altura estavam totalmente rígidos. Deixava eles melados e depois caia de boca.

Depois disso ainda veio até meu rosto de me deu o pau para mamar. E como eu mamei. Parecia um bezerro faminto. O pau dele foi ficando duro novamente na minha boca. E quando estava no seu auge, deitou-se e pediu que eu cavalgasse. O que fiz com todo o prazer. Sentei de costas para ele e cavalguei com vontade. Subia e descia no seu pau como se fosse a última rola do mundo. Ambos gemiamos descontroladamente. Ele se declarava. Me elogiava. E eu só gemia. Curtia o momento. Não queria que aquele momento terminasse. Levantei e sentei agora de frente para ele. Meu pau duro novamente roçava na barriga dele enquanto babava muito. O clima era delicioso. Aquela tarde estava perfeita. Mais uma vez ele anunciou que iria gozar. Gozou gostoso dentro de mim me abraçando e puxando para o seu peito.

Ficamos deitado feito dois namoradinhos nos acariciando e beijando. Depois de nos recompormos, fomos tomar banho. E no chuveiro começamos a nos pegar novamente. Era incrível como um menino e um coroa tinham tanta química. Tanto tesão um pelo outro. O pau dele foi ficando duro novamente e me abaixei para mamar mais uma vez. Engolia todo o pau dele enquanto ele gritava de tanto tesão. Lambia seu saco com muita vontade. Depois de alguns minutos, ele me levantou, virou de costas e fez com que eu me apoiasse na parede do box. Colou o corpo no meu e meteu novamente. Estocava gostoso, sem pressa. Curtindo o momento. Enquanto isso beijava meu pescoço, acariciava minhas costas e falava muita safadeza no meu ouvido.

Depois de me comer debaixo do chuveiro, tirou seu pau e me levou devolta para a cama. Me colocou pra chupar mais uma vez e me colocou de quatro novamente. Dessa vez estava sem a calcinha. Mas não importava. Ele meteu e foi me comendo agora rápido e com força. Sentia seu saco bater no meu bumbum e estalando. Eu delirava. Me masturbava para gozar mais uma vez. Foi quando ele anunciou novo orgasmo. Gozamos praticamente juntos. Era o êxtase. Para coroar uma tarde inesquecível.

Depois de mais uma gozada estávamos exaustos. Suando. Nem parecia que tínhamos acabado de tomar banho. Quando ele olhou no relógio, um susto. 18h20. Sua esposa chegava perto das 18h30. Foi uma correria para arrumar a cama, se trocar, eu pegar as calcinhas e ir embora. Até aquele momento tinha sido o maior sufoco que passamos. Futuramente teria momentos mais tensos. Mas ali foi um teste pra adrenalina. Mas deu tudo certo. Nos despedimos e encerramos uma tarde de sexo selvagem. Fui para casa com o cuzinho sensível de tanta rola que levei. Aquela noite ainda cheio de tesão me masturbei mais duas vezes. Parecia qua nada apagava o meu fogo. Cheguei a enfiar um estojo de escova de dentes no rabo pra ver se acalmava. Mas que nada. No dia seguinte quem pagou a conta foi minha namorada que levou pau até não aguentar mais. Ela até se espantou com tanto fogo da minha parte.

Mal sabia ela o que me causou tamanho tesão.

Logo volto com mais relatos tão gostosos quanto esse. Afinal, foi uma fase de muita putaria na minha vida.

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