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Quem é seu dono?! - Penúltimo Capitulo

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Um conto erótico de @contosdedaniel
Categoria: Gay
Contém 1942 palavras
Data: 30/07/2026 16:30:47
Assuntos: Gay

Marcelo tinha uma vantagem em cima de Renan: ele poderia ter pica quando quisesse, estava a um passo de uma boa gozada. Já Renan era mais dócil, aprendeu a gostar de pica, saboreava-a como um faminto, beijava gostosamente e era mais rústico que Marcelo no sentido sexual. Já Marcelo era uma puta domesticada, aprendia a servir seu macho.

Nesta mistura gostosa, o sexo se transformava em conexão. Mesmo sendo uma conquista de bicos e ranços, não poderíamos deixar de desejar e gozar como nunca — era gostoso para ambos, um jogo bem jogado.

— Cadê sua vó?

— Foi no posto de saúde e já volta.

— Serve café pra mim.

— Bom dia pra você! (respondia Marcelo)

— Bom dia pra puta é rola.

— Hummmmmmmm

— Sem chances! Hoje você não terá nada! Apenas me servir.

— Quer me punir, é?

— Punir? Você deve estar viajando, está confundindo as coisas, Marcelo. Você terá pica quando eu achar necessário, não sou seu namorado, não sou seu comedor. Ouviu?

Ele abaixava a cabeça, entendia meu recado duro e suave.

— Desculpe, foi...

— Está desculpado. Agora vou trabalhar, a Carina foi também. Dá uma geral lá na pia de casa, está cheia!

Deixei ele lá, refletindo nas palavras que disse — trouxe uma realidade para ele. Claro que meu corpo pedia, minha rola estava meio bomba, doido para sentir sua boca, mas claro, não poderia me alisar.

Chegando à oficina, dou de cara com Renan, sua bicicleta escorada no portão, com cara de choro.

— O que foi?

— Tio, eu preciso conversar.

— Calma, por que está chorando, cara? Entra, mas fica calmo!

Ele chorava, tentava se conter numa mistura que me deixou apavorado. O que será que estava acontecendo? Os demais funcionários chegam daqui a uma hora, então seria uma cena no mínimo estranha de explicar. Precisava entender.

— Vai lá para dentro, só vou ligar umas luzes.

Abri umas janelas, acendi lâmpadas e fui ao encontro do chorão.

— O que está acontecendo?

— Tio, minha família falou para mim ontem à noite que vamos ter que mudar.

Na hora respirei aliviado, pensei que fosse algo pior.

— Você está chorando por isso?

— Ah, não quero ir... Outro estado, outra rotina. (Começou a chorar mais)

Tenho um estilo bruto, não sou apegado, para mim foda-se. Mas claro que naquele momento eu precisava tentar ajudar, afinal, mesmo no auge dos 18 anos Renan era mais delicado, digamos mimado, filhinho de papai.

— Meu pai foi promovido para Santa Catarina e eu não quero ir.

— Você é maior de idade, mas mora com eles, e com certeza tem todo conforto. Então tem que pensar: às vezes se renovar faz bem.

Dei um copo de água para ele, ficamos conversando, deixei ele desabafar e sentia que ele precisava ser ouvido. Com o tempo, fui entendendo.

— É por causa de Marcelo? Já falou com ele?

— Ah, tio, ainda não tive tempo, mas também é por isso!

— Também? Entendi. É por causa disso também? (Tirei minha rola, ainda meio dura, para fora)

O sexo é algo louco, mas ele traz sentimentos, vontades, frustrações — com tudo isso, ele também acalma a mente, ainda mais quando a pessoa se liberta do desejo reprimido. Desde quando chegou, Renan queria falar, chorar, soltar o que sentia, mas também queria admitir que, entre as perdas, o sexo seria uma delas. E eu entendia.

— Ah, tio, o senhor sabe né...

— Abaixa aqui.

Ele veio caminhando, ficou entre minhas pernas, minha pica à mostra por baixo da bermuda.

— Cheira ela. Isso. Ela vai te deixar mais calmo, isso, sente o peso dela no seu rosto...

Renan lambia, cheirava, engolia... Minha rola era sugada, lábios quentes, desejo solto, mamada rápida, era literalmente meu consolo pra ele, sentia ele sugar, engolir tudo, sentir o sabor da carne que pulsava na sua boca — mas interrompida, ouço o portão abrir.

— Meu ajudante chegou, levanta, disfarça e vai embora.

Tivemos que agir rápido.

Eu ficava excitado, guardei a rola cheia de vontade por aquela boca. Ele pegou sua bike, deu bom dia para o funcionário e foi embora.

Trabalhei o dia todo, cansado, com dor nas costas, pica cheia, vontade de gozar. Plantão de esposa, problemas que saíam do controle...

Eu precisava relaxar, ainda mais com essa notícia de o Renan ir embora. Putz, perdia meu aluno.

— Cara, hoje vou levar uma mina no motel, vou arrebentar. (Era o papo dos caras que terminavam um carro)

Fingi que nem ouvi direito, mas na mesma hora me acendeu uma ideia.

Mandei uma mensagem para Renan, depois para Marcelo: “Se arrume, às 7 passo para pegar você” — sem um saber do outro.

Tinha uma caminhonete de um cliente disponível para teste, tudo combinava, inclusive o plantão da Carina.

Fechei a oficina e primeiro passei em casa.

— Estou na esquina, Marcelo!

Ele veio de bermuda branca, chinelo e uma regata simples, todo emburrado.

— E essa cara feia?

— Ah, tive um dia corrido, casa, trabalho do curso.

Acelerei e fui em direção à casa de Renan. Mesma cena: ele apareceu na esquina, todo correndo e eufórico.

— Banco de trás!

Na hora que entrou e viu Marcelo, ficou todo sorridente.

— Silêncio os dois, nada de conversa no meu ouvido.

Dirigi para bem longe da minha região.

Meu destino: um motel temático, escolhi tema verão e tals, entrei e eles ficaram com os olhos arregalados, pareciam não entender o que estava acontecendo.

— Podem entrar... Gostaram?

Ambos balançavam a cabeça que sim, como uma orquestra.

Pareciam não crer estar naquele ambiente. Claro que um motel traz o estigma do prazer, mas creio que para ambos era a primeira vez num lugar assim, com hidro e tudo, luzes baixas e a televisão com gemidos que ecoavam.

— Vou jogar uma água no corpo, fiquem à vontade, relaxem...

A água caía, a pica estalava de tesão por estar naquele ambiente de luxúria.

Banho rápido, saí com a pica pulsando e estavam os dois lá, deitados na cama também nus. Beijos, muitos beijos entre os dois. Pulei na cama e fiz parte da brincadeira, caí no meio deles: beijos e carinhos, mãos livres para o sexo.

Que viagem era aquela... Bocas, corpos, bundas à mostra e eu sendo usado e abusado por aquelas duas delícias.

No meio dos dois, eu era o centro das atenções. As mãos deles sentiam o pulsar da minha pica, até que, enquanto Marcelo me beijava, Renan descia gostosamente até meu órgão sexual, mamava cada centímetro. Enquanto isso, Marcelo fazia da minha boca seu pedaço de carne predileto, respirando firme, curtindo, ousando.

A troca era a vibe: ambos disputavam a mesma rola, ao mesmo tempo brincavam e sabiam que ela era dos dois. Marcelo, Renan... Antes um caso, agora dois parceiros em prol de uma boa mamada. Eu? Apenas um beneficiado, deitado numa cama king, sentindo duas línguas brincar com meu cacete — um na rola, outro nas bolas. Que loucura sentir aquilo.

Do nada, Renan fica por cima. Seria um 69? Sim, mas meu alvo não era a rola pequena dele, e sim o cuzinho. Puxei um travesseiro para debaixo da minha cabeça e comecei a lamber seu cuzinho, enquanto sua garganta engolia minha rola e Marcelo brincava com minhas bolas. Era gostoso demais ter meus dois delícias.

Em certo momento, senti Marcelo erguer minhas pernas e ir descendo. Isso mesmo: eu estava dominado, com Renan por cima, e Marcelo descendo com a língua para uma área perigosa — das minhas bolas para o meu cu. Na hora que senti, um arrepio, uma loucura... Marcelo me tocava de uma forma que nunca, jamais na minha vida pensei que aconteceria. Era eu, tendo o cu lambido por um macho. Que sensação estranha e intensa.

Senti uma energia doida, que só aumentava enquanto Renan sugava minha rola mais rápido. Eu não iria conseguir segurar. Meus jatos de porra pareciam borbulhar na vontade de sair, meu pau queria gozar na garganta do Renan, enquanto meu cu virgem sentia uma língua áspera, eu gemia alto, gritava, não escondia o que sentia e mostrava para aqueles dois a liberdade do sexo.

Eles se compreenderam e começaram a sincronizar: enquanto um acelerava engolindo minha rola, o outro brincava entre minhas bolas e meu cu. E daí não tem jeito, não dava para segurar tanto prazer por muito tempo. Virei a cabeça para o alto, admirando o cu gostoso do Renan quase na minha cara, enquanto meu pau explodia. Soltei muita porra na boca dele, ouvi ele engasgando, engolindo aquela jatada quente, bebendo tudo, limpando minha pica, sem perder nenhuma gota que lhe pertencia.

Naquele instante, meu corpo relaxou. Respirei fundo e percebi que a intenção deles havia sido concluída, me levar todo aquele auge, vendo eles num passo fazer do meu peitoral seu travesseiro, apenas curtindo um profundo silêncio.

— Vocês são muito putos! (quebrei o gelo)

— Ah, tio, o senhor que nos ensinou. Não é, Marcelo?

— Gostosamente. (Falava, acariciando meu pau)

Me afastei deles ficando de pé e admirava os dois deitados na cama.

— De quatro os dois, um ao lado do outro.

Obedientes, se posicionaram. Dois bundões gostosos. Comecei a lamber o de Marcelo, depois o de Renan, um tapão em cada bunda e de novo a língua.

Eles se beijavam enquanto meu pau já dava sinal de novo. Dois putos se beijando e eu usando o cu deles como brinquedo — dedilhei, mordi e já era hora de ir mais fundo. Enfiei a rola no cu do Renan sem dó.

— Viu, Marcelo, como esse puto aguenta pau?

Renan gemia baixo ao fundo, ao lado dele Marcelo o incentivava, pedindo para ele aguentar. Eu ouvia tudo. Aquele motel parecia pequeno para tantos desejos reprimidos, e eu sabia que Marcelo precisava soltar o seu dentro do cu do Renan — sempre passivo, agora era a vez dele comer quem antes o dominava.

— Vem aqui, Marcelo.

Rapidamente ele se aproximou.

— Olha o que fiz nesse cu? Olhaaaa. Abre ele para mim.

Minha pica entrava e saía enquanto Renan gemia meio abafado, talvez com vergonha de Marcelo o vendo assim, de cu escancarado.

— Toma, puta do caralho. Pau... Pau... Olha, Marcelo, isso, abre para mim, vai cadela. Abre para o seu comedor te usar de putinha.

Olhei para o rosto dele, dei um beijo gostoso, enquanto sentia a pica de Marcelo roçar no meu braço — estava dura.

— Vem...

Terminei com ele, tirei minha rola e deixei ele penetrar no cuzão do Renan.

Fui para a frente: era hora de foder a boca dele enquanto Marcelo metia no rabo.

— Está gostoso, Renan? (Ele gemia e acenava que sim)

Coloquei minha pica na boca dele para ocupá-lo.

— Chupa, porra, abre essa boca, puta, vai... Ahhh, ahhh.

Comecei a foder a boca dele e Marcelo o cu. Via nos rostos a satisfação de ambos.

— Está gostoso o cu do Renan?

— Demais... Estou segurando para não gozar... Puta que pariu.

A fala de Marcelo era de quem manda, ele comia gostoso o cu de quem antes o arrombava. A sensação de desejo e poder era enorme para ele e pra mim ao ser mamado gostosamente por Renan e ainda tendo a visão de Marcelo metendo bola nele, eu não ia conseguir segurar por muito tempo, nem Marcelo, então trocamos olhar e naquele instante como uma sincronia Renan levava o melhor, eu explodia meu leite na sua boca, e Marcelo no seu cuzinho, metemos leite fundo, sem dó daquele delícia que nos servia e demonstrava muita satisfação, aliás estava de sorriso e cu largo naquele momento, nos pixando, fazendo um verdadeiro corpo a corpo, num beijo a três, onde nossas mãos brincavam, cada um numa bunda, cada um num corpo, pra finalizar nossa gozada.

Continua!

Autor, Contos de Daniel

Próximo Capitulo – SETE DO OITO DE DOIS MIL E VINTE E SEIS

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