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Minha História de vida... Começando o incesto na família – Fudendo com meu irmão – Parte 6

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Um conto erótico de Maria Izabelly
Categoria: Heterossexual
Contém 4549 palavras
Data: 30/07/2026 17:11:20

Olá a todos.

A princípio, eu iria publicar essa 6° parte apenas na sexta-feiraPensei melhor e resolvi adiantar a data de publicação. Sei que muitos de vocês leitores, só conseguem ler em momentos de tranquilidade, seja no almoço, em algum lugar sozinhos ou até em casa escondido.

Divulgar essa parte na sexta, provavelmente faria vocês verem apenas na segunda feira, isso se não se perde-se em meio a tantos outros contos que ótimos autores publicam.

Então espero que apreciem mais esse capítulo e com o perdão da palavra: gozem bastante!

Beijinhos!!

***

Pouco tempo depois meu celular toca com uma mensagem do Marcos.

- Por que você fez isso? – Seguido com uma carinha de raiva.

- Porque sou sua irmã e meu papel é te irritar e provocar! – mandei uma carinha piscando e dando língua.

- Você me paga! – Agora mandou uma carinha de choro. Kkkk

Bloqueei o celular e fui dormir tranquilamente como um anjinho.

***

Eu poderia dizer a vocês que os próximos dias ou semanas após nossa primeira vez, foi cheia de sexo e safadeza..., mas não foi bem assim.

Já estávamos chegando perto da metade do ano e no recesso de 15 dias da escola. Ia começar aquele caos de provas e mais provas, ou seja, entramos nas semanas de estudos intensos.

Minha mãe poderia ter muitos defeitos e qualidades, mas uma coisa que ela sempre quis de nós dois é empenho e boas notas na escola.

Meu irmão e eu devemos muito a ela. Não teríamos uma vida tranquila hoje se não fosse essas cobranças do passado.

Mas voltando ao conto, dizer também que foi 100% sem safadeza eu estaria mentindo, kkkkk

Óbvio que rolava uns amassos aqui, mão boba ali, encoxadas, tapinhas (de amor gente!!!!!), entre outras coisas. Só não tinha sexo. E tanto eu como meu irmão estávamos doidos por isso. Só faltava a oportunidade, que em breve chegaria.

Enfim, passado a semana de provas, saiu os resultados: Tudo certo, passamos com sobras. Logo eu terminaria a escola, prestaria o ENEM e seguiria com meu sonho de faculdade de Letras ou Educação Física.

Lembro que após pegarmos os boletins, Marcos passou por mim em determinado momento nos corredores da escola, chegou bem de mansinho por trás de mim.

- Essas nossas notas maravilhosas merece uma comemoração! – Falou bem no meu ouvido causando arrepios!

- Que susto Marcos!!!!! Quer me matar do coração?? – praticamente gritei no corredor com o susto.

- kkkkk. Você anda muito assustada! Deve ser porque fica andando pela casa na penumbra e invadindo o quarto dos outros. – Fez uma cara de sério! Ele ainda não tinha superado minha provocação de noites anteriores, kkkk

- Eu não ando pela casa na penumbra. Vai que tenha alguém com um pau na mão querendo me pagar. – Olhei na direção do pau dele bem descaradamente.

- Iza, Iza... Melhor você para com essas provocações...

- Ou o que?? – dei um sorriso sarcástico. – Já ouviu falar que quem muito fala, nada faz?

Dei uma piscadinha para ele e sai rebolando minha bunda.

A escola onde estudamos tem uniforme padrão. Calça preta e a blusa branca com mangas da cor do colégio. A diferença está no material. Enquanto a calça dos meninos é folgada, das meninas parece uma legging. Muitas vezes justa até demais.

No meu caso eu gostava de usar, diferente de muitas amigas que reclamavam pelo fato de ser apertada e ficar marcando a calcinha. Isso já gerou confusão porque criaram uma lista de notas das mais gostosas com base no estilo da calcinha... Homens viu!

Para mim, como eu disse, nunca foi problema, já que meu estilo de calcinha é fio dental. Mas nunca soube se eu estava nessa lista que fizeram.

Foi bem provável que Marcos tenha secado minha bunda quando virei e sai andando, afinal, minha bunda o deixava louco!

Nem só de estudos foi minhas últimas semanas.

Aproveitei alguns intervalos para fazer pesquisas a respeito do meu envolvimento com meu irmão. Procurei ver o máximo de coisas possíveis, desde cuidados, dicas, o que a religião e sociedade diz a respeito... Foram horas de pesquisas, e claro, alguns filminhos com esse tema kkkk. Como é gostoso se masturbar assistindo esses filmes!

Bom, minha conclusão ao final de tudo? Não era errado para mim tudo isso, mas para outras pessoas, sim. Só precisava tomar cuidado com gravidez e com pessoas que condenavam essa prática... sim... minha mãe no caso.

Por falar nela, depois daquele dia que saiu, nunca mais a vi tristonha ou estressada. Sempre sorridente, alegre e brincalhona. Me lembrava muito o Marcos, deve ter sido daí que ele puxou isso.

Mas ela nunca mais tinha saído com as “amigas”. Todo final de semana estava em casa, mas sempre com celular na mão digitando sem parar várias vezes.

Naquele mesmo dia, uma quinta à noite durante o jantar, recebemos inúmeros parabéns pelas nossas notas.

- Parabéns meus amores! Tenho muito orgulho de vocês!

- Obrigada mãe! – respondi sorridente. – Mas é claro que minhas notas estão melhores que a do Marcos né? Mereço até um aumento de mesada, não acha?

Marcos me fuzilou com os olhos.

- Só não tirei melhores notas que você porque estou treinando muito para o campeonato de futsal!

Nós precisávamos manter as aparências de irmãos que brigavam. Qualquer deslize seria fatal para nós dois

- Vocês dois merecem aumento de mesada, mas só para o mês que vem... Por falar em mês que vem filha, a Sabrina está precisando de uma menina para trabalhar meio período ne loja de roupa dela lá no centro. O que você acha de ter seu próprio salário?

- Sério mãe???? Só meio período? Eu quero sim, fala com ela que aceito!

- Vou falar com ela amanhã então. – Disse, tomando seu suco. – Ia me esquecendo, amanhã irei sair com minhas amigas depois do trabalho. Então vocês se cuidem e não façam bagunça!

Eu e Marcos trocamos olhares rapidamente e seu olhar foi direto para a pia, deu um sorrisinho e disfarçou. A última vez que mamãe saiu, a casa foi testemunha de uma foda maravilhosa.

- Tá bom mãe. Amanhã tenho treino depois da aula. Quando eu voltar ajudo a Iza na casa

- Aiiiiii como eu amo a união de vocês dois!! – Deu um beijo no meu irmão e depois em mim.

União ne? Sei bem a união que ele está querendo, pensei em silêncio.

***

Sexta pela manhã, mamãe saiu para o trabalho normalmente. Eu, por outro lado, não queria nem sair da cama.

- Último dia de aula, não quero nem saber! – Resmunguei virando para o lado.

O dia estava nublado, com cara que iria chover bastante. Isso só reforçou minha vontade de ficar na cama.

Perto da hora de sair, Marcos apareceu no meu quarto.

- Iza?? – perguntou já entrando sem bater. – Está tudo bem? Não vai para a aula hoje?

- Uuuuunnnnhhhhh, não quero! – Resmunguei

- Preguiçosa! Eu estou indo.

Antes de sair, veio até minha cama, subiu nela e me deu um beijo no pescoço e um aperto na minha bunda

- Ahhnnnn, que gostoso! – dei uma gemida gostosa. – Não vai não, fica em casa hoje. Parece que vai chover!

- Não posso. O treino hoje é importante, mas volto rápido viu!

Ao sair me deu um tapa na bunda

- Até daqui a pouco gostosa!

***

O restante da manhã não teve nada de interessante. Levantei, tomei meu café, limpei a louça da pia e arrumei a casa.

Estava largada no sofá vendo coisas aleatórias no celular e apareceu uma propaganda de roupas e acessórios de moda feminina de um determinado site. Por curiosidade eu entrei.

Estava vendo camisetas, calças, calçados, quando uma aba me chamou atenção: Sexy Shop. Eu como uma menina inocente e pura, acha que iria clicar ali? Sim, eu cliquei, kkkk

A página tinha de tudo um pouco!!!! O que mais me chamou atenção? Lingerie, cremes e os vários pintos de borracha. Tipo, de todo tipo, cor, tamanho, grossura. Fiquei de boca aberta com a quantidade e variedade.

Olhei um em particular que me lembrou na hora o do Marcos. Mesmo modelo, tamanho, grossura, as veias... Foi me subindo um fogo vendo aquilo.

Salvei a página no celular para ver depois com mais calma, tranquilidade e paciência. Mas a merda já estava feita, eu estava com fogo por ter visto tudo aquilo e lembrado do meu irmão.

Decidi parar por ali e ir tomar um banho para abaixar meu fogo.

Tomei um banho demorado, lavei meu cabelo, depilei minhas pernas e bucetinha. Dei um trato no meu corpo, finalizando com um banho de óleo bem cheiroso. Passei em todos os cantos possíveis e imagináveis.

Quando sai do banho a surpresa: Caia um temporal do lado de fora. Muita chuva mesmo! Era até estranho em vista que essa época é a menos chuvosa.

Minha preocupação na hora foi em Marcos!

- Espero que ele não saia nessa chuva e espere passar!

Fui até seu quarto ver se estava fechada a janela e se estava tudo bem. Como estava sozinha em casa, andei tranquilamente pela casa só de toalha.

Fiquei olhando a bagunça no quarto do Marcos e sentindo seu perfume que ainda estava no ar desde quando saiu de casa.

Vi uma blusa de futebol dele do Corinthians que estava dobrada sobre um baú à beira da cama. Peguei ela e decidir vestir. Ficou enorme em mim, mas cobria meu corpo até metade das coxas, então, estava perfeito!!

Voltei para meu quarto e procurei uma calcinha para vestir. Escolhi uma branca, bem pequena, que só tinha um pequeno triângulo na parte de trás e na frente parecia uma espécie de tela, transparente e finíssima. As laterais era uma pequena tira, apenas para conectar as partes. vesti ela e deitei largada na cama olhando a chuva cair lá fora.

Não me recordo quanto tempo se passou, mas ouço barulho do portão sendo fechado, seguido por um barulho de corrida até a entrada da casa

Me levantei e corri para a sala para ver quem poderia ser e me deparo com Marcos entrando pela porta todo molhado e ofegante.

- VOCÊ ESTÁ FICANDO DOIDO MARCOS???!!!! – Eu estava gritando com ele. Me deu um nervoso naquela hora

Ele estava ensopado dos pés à cabeça. Pingava água dos cabelos e escorria pelo chão.

- COMO QUE VOCÊ SAI NO MEIO DESSA TEMPESTADE GAROTO???!!!

- Eu vim correndo para casa porque estava preocupado com você sozinha em casa! – Ele tentava falar enquanto puxava o que tinha de ar em volta para respirar.

Aquilo me acertou em cheio. Ele tinha se arriscado em meio a chuva, porque estava preocupado comigo sozinha em casa. Aquilo me desmontou. Andei até ele:

- Oh meu amorzinho, eu estava bem protegida, não precisava se preocupar. – Apanhei seu rosto entre as mãos e dei um selinho carinhoso e demorado.

- Agora vai tomar um banho, você está ensopado e gelado. Não quero que fique doente!

Ele tirou sua chuteira e caminhou em direção ao banheiro. Antes de entrar, virou para mim e falou:

- Você está perfeita com essa roupa!

Coloquei as mãos na cintura fazendo pose, mandei um beijinho e uma piscadinha.

- Peguei emprestada do meu irmãozinho maravilhoso!

- Seu irmão é um cara de sorte. Espero que ele cuide bem de você.

- Ahhhhh ele cuida muito bem, pode acreditar. E tenho certeza de que quando ele sair do banho, vai adorar ir ao meu quarto ver a surpresa que estará lá.

Fui em direção a porta do banheiro e parei de frente, coloquei a mão no seu pau por cima do calção, que já estava explodindo de duro, apertei e falei bem suave e manhosa no seu ouvido:

- Não demora viu! – e sai para meu quarto ouvindo o barulho da porta do banheiro se fechar.

***

Entrei no meu quarto e fechei a cortina mais leve deixando o ambiente com uma menor claridade, mas o suficiente para ele ver a surpresa.

Passados alguns minutos, ouço a porta do banheiro ser aberta e seguido por passos que vinha em minha direção.

Ele estava enrolado apenas com sua toalha, os cabelos molhados e pingos de água espalhado pelo corpo. A imagem de um Deus Grego.

Ao empurrar a porta que estava apenas encostada, ele viu sua surpresa:

Eu estava deitada de bruços, com a camiseta levantada acima da cintura, minhas mãos dobradas por baixo do travesseiro onde eu estava repousando minha cabeça. Minha bunda estava livre, apenas com meu pequeno fio dental enterrado no meio, deixando-a mais volumosa e apetitosa. As pernas levemente abertas deixando meu pacote também à mostra.

Pelo reflexo do guarda-roupa, vi ele parado admirando meu corpo. Consegui sentir seu olhar, olhando cada parte dele. Ele apertou seu pau por cima da toalha e caminhou até a ponta da cama, ficando de frente para minha bunda e minha bucetinha que estava inchada e babando de tesão.

Deixou a toalha cair, revelando seu pau apontado para o teto, duro como rocha, com as veias saltadas quase explodindo. Colocou sua mão em volta e começou a se masturbar de forma lenta, sem tirar os olhos de mim.

Senti o toque da sua mão na minha panturrilha e depois subindo lentamente pela minha coxa esquerda. Chegava até certa altura ele parava e voltava até onde tinha começado.

- Como você é gostosa maninha! – ele falou um pouco mais alto por causa do barulho da chuva que não diminuía nem por um minuto.

Eu não disse nada, apenas abri um pouco mais as pernas deixando minha buceta ainda mais à mostra. Eu sentia que ela estava muito molhada e a calcinha apertada, dividia ela no meio.

Agora com as duas mãos em minhas pernas, ele começou uma espécie de massagem. Deslizava suas mãos subindo até minha coxa e voltando até na altura dos joelhos. Em um determinado momento, subiu até encostar na polpa da minha bunda. Parou por um tempo e voltou a descer com os movimentos.

Estava delicioso a forma com que ele estava fazendo esse carinho. Não era forte demais e nem muito leve, era perfeito!

Com muito mais ousadia, ao subir suas mãos, ele encaixou seus dedões na dobra que segue até minha virilha, os indicadores com o restante das mãos fazendo o contorno da minha bunda e polpa. Ele subiu com uma forma que fez abrir minha bunda, revelando apenas o fio que protegia meu cuzinho, fazendo a calcinha entrar ainda mais na minha buceta, apertando meu grelinho no tecido.

-Ahhhhhhh.... – Gemi bem gostoso! Estava adorando ser usada por ele.

Ele desceu novamente as mãos e voltou subindo, forçando minha bunda mais uma vez a abrir. Dessa vez seus dedos tocaram meu cuzinho, fazendo uma leve pressão nele, me deixando louca.

- Não faz isso Marcos! – Não era uma reclamação, era uma súplica por mais. Um gemido de continue!

Desceu um de seus polegares e começou a massagear minha buceta e meu grelinho. Levantei meu quadril deixando minha bunda mais elevada para facilitar e aumentar a sensação para mim, lógico. Fora que eu queria proporcionar uma vista ótima para ele nunca mais esquecer.

- Que visão maravilhosa!! – Ele salivava e rosnava a cada frase dita.

Senti o peso dele subir na cama e olhei para trás. Ele ajoelhado, com seu pau babando e duro apontado para mim. Mordi meus lábios olhando essa cena.

Lentamente, ele puxou minha calcinha para o lado, revelando minha bucetinha lisinha, rosa e bem molhada. Passou seu dedo no meio molhando a ponta com meu mel e levando até sua boca.

- Tá gostoso meu amor? – Perguntei sem tirar os olhos dele.

Aquele momento a conexão era tão forte entre nós, que nada precisou ser dito. Ele lentamente puxou meu quadril me deixando de quatro, foi descendo seu rosto, sem tirar seus olhos de mim e quando chegou bem perto da minha bucetinha, passou a língua em toda minha fenda molhada.

Olhei uma última vez seu rosto enterrado atrás de mim antes de fechar os olhos, descer minha cabeça até o travesseiro e começar a gemer e aproveitar o mix de sensações que começou.

Marcos sabia o que estava fazendo. Abria com as mãos e o polegar meus lábios e com a língua fazia o resto. Me penetrava com ela, passava por toda a extensão: desde o grelinho até próximo do meu cuzinho. Sempre alternando os movimentos, hora com força, hora mais leve. Circulava com língua ou apenas deslizava.

- Desse jeito você vai me matar seu filho da puta!!! – Gritei enquanto apertava o travesseiro com as mãos e mordia a fronha.

Eu ter falado isso apenas ascendeu ainda mais sua fúria. Agora ele lambia com mais força e vontade. O percurso da sua língua agora não parava perto do meu cuzinho. Agora ele passava por cima dele, lambia sem frescura ou nojo. Chupava meu grelinho e dava pequenas mordidas.

- Aiiii Marcos!! – Eu não estava mais aguentando. Mais um pouco eu iria gozar.

Ele enfiava a língua dentro da minha buceta e com o polegar fazia movimentos circulares no meu grelinho.

- Continua assim... Isso... Só mais um pouco que vou gozar! Ahhhh!

Do nada, ele para o que estava fazendo. Tirou sua boca de mim e sua mão. Apenas se afastando.

Olhei para trás furiosa querendo saber por que diabos ele tinha parado bem na hora que ia gozar!

- Por que você parou???? Eu estava quase gozando!!! – falei quase chorando, misturado com raiva.

Aquele moleque deu uma risadinha enquanto levantava da cama segurando seu pau.

- Isso foi por aquela noite que me provocou e me deixou na mão! – Revelou isso dando risada.

- Ahhhh não!! Por favor, não faz isso com sua maninha!! – Fiz um biquinho e cara de choro.

Continuei de quatro olhando para trás e ele em pé na beira da cama me vendo com a calcinha de lado e a buceta escorrendo meu mel.

- Me desculpa vai Marcos!! Por favor, mas continue! – Minha voz era quase uma imploração para ele dar continuidade.

- Só tem uma forma de te desculpar!

- Qual???? Me conta!!!!

Ele caminhou dando a volta na cama, indo até a lateral. Subiu na cama ficando em pé bem a minha frente. Olhei para cima e lá estava aquele caralho duro apontando para o teto.

- Vem aqui e me chupa!! – Ele ordenou.

Sentei-me sobre minhas pernas, apenas levantando um pouco para ficar na altura certa. Arranquei a blusa, passando por cima da cabeça e arremessando para o chão. Deixei meus seios livres e soltos.

Peguei na base daquele pau e fiquei encarando, vendo aquela babinha saindo pela fenda. O pau dele parecia ter dobrado de tamanho por estar com tanto tesão. Parecia que todo o sangue de seu corpo tinha se concentrado em um único lugar.

Comecei passando a ponta da língua para limpar a baba de pré-gozo. Levantei seu pau apontado para o teto e passei a língua subindo da base até chegar na cabeça. Abocanhei sem dó enfiando-o na boca e começando a chupar arrancando gemidos.

Eu chupava enquanto segurava na base e apertava com força. Ele iria me pagar por ter me provocado e me deixado com um tesão descontrolado.

Eu olhava para cima, procurando seu olhar enquanto tentava enfiar tudo na minha boquinha. Deixava ele todo babado para depois limpar novamente chupando. Eu estava sendo uma putinha de mão cheia naquela hora.

No meu quarto, de um lado da cama fica o guarda-roupas, enquanto do lado oposto, fica uma mesa de penteadeira com um grande espelho e luzes de led que uso para me maquiar.

Olhei para esse espelho da penteadeira e vi a cena que até hoje guardo na memória, que vez ou outra vem em pequenos flashes:

A cama Box alta com a coberta bagunçada, eu ajoelhada sentada em cima das minhas pernas, minha bunda volumosa e a tira fina da minha calcinha afundando na minha carne de tão apertada, meus peitos livres e com os biquinhos pontudos de tesão, eu olhando para o espelho com os cabelos soltos, segurando na base do pau do meu irmão, enfiando-o na boca num vai e vem, o corpo do meu irmão em pé na cama e uma de suas mãos atrás da minha cabeça me guiando no boquete.

Fiquei olhando aquela cena, pegando cada detalhe sem parar de chupar. Então essa seria imagem se tirassem uma foto e colocasse numa revista? Essa era sensação de ser vista fazendo algo tão proibido? Assim seria se fosse uma câmera filmando ao invés do espelho como nos filmes que assisti?

Comecei alisar meus peitos e apertar o bico dando pequenos beliscos e puxões. Desci a mão e comecei a me tocar bem gostoso, enfiando o dedo na minha buceta que escorria.

Aquilo foi um choque de realidade que despertou algo em mim muito mais forte que eu poderia imaginar! Eu amei aquilo, amei ver aquilo, amei ser meu irmão ali, amei estar fazendo uma cena igual uma atriz pornô, amei ser uma putinha!!

Tirei seu pau da boca, olhei para ele com cara de manhosa, sem parar de masturbar:

- Está gostando do boquete da sua maninha? – dei uma lambida na cabecinha

- Está delicioso Iza! – Ele gemia a cada passada de língua que eu dava.

- Iza não, sou sua putinha!! Me chama de puta!! – Agora uma pequena mordida na cabeça, sem tirar os olhos dele.

- Você é minha irmãzinha putinha! Minha puta gostosa! – Um gemido alto e agudo indicando que estava quase gozando

- Agora você perdoou sua putinha por aquela noite? – Fiz carinha de dó, fazendo biquinho e beijando a cabecinha novamente.

- Sim, está perdoada! Apenas continue chupando.

Continuei meu trabalho chupando seu pau. Mas ele estava chegando ao limite.

Parei de chupá-lo e abaixei pegando uma camisinha que tinha escondido debaixo do travesseiro. Quando peguei sua blusa, aproveitei para pegar uma que estava guardada. Tudo já estava planejado na minha cabeça. Mas estava saindo melhor que a encomenda.

Levei até a boca e rasguei o pacote, tirando a camisinha de dentro. Ele ouviu o barulho da embalagem.

- Onde conseguiu isso? – perguntou incrédulo por eu ter uma camisinha.

- Você precisa melhorar seus esconderijos maninho! – dei uma risadinha.

- Você é foda viu! kkkkk

Eu tive uma aula de educação sexual na escola, onde um dos tópicos foi colocar uma camisinha. Eu já tinha treinado com uma banana. Mas naquele momento, onde eu colocaria era mais especial.

Posicionei a camisinha na cabeça e comecei a desenrolar ela, cobrindo por completo seu cacete. Dei mais uma chupadinha sentindo o doce sabor de morango.

- Agora vem foder sua putinha, vem! Soca essa rola na minha bucetinha! – Me afastei inclinando o corpo para trás deixando o peso sobre as pernas e comecei a alisar minha buceta, implorando para levar rola.

Não sabia qual posição iria ser fodida. Mas como sempre, meu irmãozinho me surpreendeu. Andou sobre a cama ficando atrás de mim.

- Fica de quatro! Quero te fuder olhando esse rabo gostoso!

Não precisou pedir 2 vezes. Inclinei meu corpo para frente apoiando meus cotovelos na cama. Deixei meu rabo bem arrebitado para cima esperando por ele.

Ele abaixou atrás de mim, alisou minha bunda por um momento.

- Tão gostosa... e toda minha! – Sua voz era de puro tesão.

Puxou minha calcinha ainda mais para o lado deixando minha buceta e cuzinho expostos. Se aproximou e começou a pincelar a cabeça na entradinha e forçando um pouco.

Eu encostei a cabeça no travesseiro e fechei os olhos, respirando profundamente esperando aquele mastro começar entrar.

Aos poucos fui sentindo empurrar. Eu estava tão molhada, que nem precisaria da lubrificação da camisinha. Seu pau deslizou para dentro sem esforço nenhum. Senti cada centímetro entrando e me abrindo.

- Ahhhhhhh. – Gemi e comecei a morder o travesseiro.

Mas uma vez eu estava vendo estrelas. Mais uma vez eu estava sendo fudida pelo meu irmão.

Ele começou lentamente, enfiando e tirando até a metade. Era tão carinhoso, que a sensação só melhorava.

O ritmo fui aumentando. O Barulho que aos poucos só se ouvia naquele quarto era o molhado da sua pica na minha buceta, o barulho dos nossos corpos se chocando e o meu gemido que comecei a aumentar quase que gritando. Isso tudo era abafado pelo barulho da chuva que caia lá fora. Seguido pelos barulhos de trovões bem distante.

Marcos cravou suas mãos em minha cintura, afundando seus dedos em minha carne. Ganhou firmeza em me segurar e começou a bombar mais forte.

- Issoooo!!! Fode caralho! Me fode desse jeito!!

Ele gemia com cada estocada. Meu corpo era lançado para frente e voltava com seus puxões. Sentia suas bolas batendo na entrada da minha buceta, que a essa altura, pingava e escorria mel.

Nossa vergonha só diminuía e a ousadia só aumentava. Tirou uma de suas mãos de mim, levou seu dedão até a boca e molhou com sua saliva. A retornar para minha cintura, direcionou seu dedão no meu cuzinho virgem, onde começou a bolinar, fazendo movimentos circulares ao mesmo tempo que forçava a entrada.

- Que deliciaaa! Continua!! – não sabia mais se estava gemendo ou chorando de tanto prazer.

Após um tempo nessa posição, ele tirou seu pau de mim e me fez virar, deitando de barriga para cima. Abriu minhas pernas e sem dó enfiou de uma vez, mas uma vez me fazendo ver estrelas.

Desci minha mão até meu grelinho e comecei a mexer nele com força. Levei minha outra mão até meus peitos apertando-os e massageando. Eu não precisava falar mais nada. Nossas trocas intensas de olhares já diziam tudo.

- Tá gostando minha putinha? Olha pra baixo e veja meu pau fudendo essa bucetinha!

Eu olhei e vi aquela rola sumindo para dentro de mim. Apenas os lábios da minha buceta ficavam a mostra e aberta. Via entrando e saindo. O brilho na camisinha por eu estar molhada.

- Marcos eu vou gozar!! Não para!! Mais forte!!

Ele agarrou minha cintura e como um animal começou a socar mais forte, fazendo minha cabeça quase bater na cabeceira da cama.

Novamente, senti aquele choque percorrer meu corpo e logo estava gozando. Senti minha buceta apertar involuntariamente seu pau, em espasmos. Minhas energias sumiram e a moleza veio com tudo.

Puxei um pequeno urso que estava no canto e enfiei na boca mordendo, onde soltei um dos maiores gritos da minha vida!

- Não aguento mais, vou gozar! – Ele gritou

Com um pouco de energia que ainda me restava, senti seu pau latejar dentro de mim, soltando todo seu leitinho quente lá dentro. Se com a camisinha a sensação era gostosa, eu queria um dia saber como era sem. Deve era maravilhoso sentir aquele líquido quente e grosso inundando por dentro.

Após terminar de gozar, ele tirou seu pau de mim. A camisinha não tinha espaço para tanta porra. Parecia querer escapar pela extensão do seu pau.

Ele a tirou com cuidado, amarrando na sequência e jogando no chão ao lado da cama.

Saiu do meio das minhas pernas e alinhou seu corpo deitando-se ao meu lado. Só ouvíamos nossas respirações ofegantes e o barulho da chuva com trovões.

Ele colocou seu braço por trás da minha cabeça, me fazendo deitar sobre seu peito nu. Repousei minha cabeça sobre seu peito e encostei meus cabelos em seu queixo e o abracei sentindo sua respiração e seu batimento aos poucos ir diminuindo.

Não sei quanto tempo se passou, mas quando percebi, já tinha adormecido.

***

Mais uma vez obrigado a você que chegou até aqui. Fico feliz com sua presença, mensagens ou estrelas. Em breve voltarei com a continuação. Desejo um bom final de semana e um ótimo agosto a todos nós!

Beijos!!

Iza

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