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Dilatação Anal, a Trans e a volta do Consolo Monstruoso PT.5

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Um conto erótico de Feticheterapia
Categoria: Trans
Contém 2402 palavras
Data: 30/07/2026 23:34:14
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Voltando para a saga sobre como meu cu chegou ao que é hoje

Se você precisa se excitar com o contexto, sugiro ler os quatro contos anteriores.

Vamos lá: Hoje vou contar sobre como viciei no fisting e consegui vencer o Bad Dragon, mas teve um custo!

IMPORTANTE: Estou utilizando agora IA para edição e correção de textos, então talvez consiga publicar mais rápido

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...E a mão dela entrou!

Eu: AHHHHHHHHHH! — a voz saiu fraca, quase desfalecendo.

Andi: Calma, calma, respira.

A mão dela estava dentro de mim. Inteira. Cada junta dos dedos aninhada dentro do meu cu, a palma quente pressionando minhas entranhas. Eu queria que ela tirasse — meu deus, que dor, era muita dor — mas ao mesmo tempo queria que ela ficasse para sempre.

Respirei fundo. Ela sentiu meu corpo relaxar e mexeu os dedos lá dentro, um movimento leve, circular.

Andi: Pronto?

Eu: Tira.

Ela tirou devagar. A saída foi quase tão intensa quanto a entrada — a pele do meu ânus se arrastando contra os nós dos dedos, a sensação de vácuo quando a mão finalmente saiu. Eu fiquei ali, ofegante, sentindo o ar gelado tocar o interior molhado do meu cu.

Andi olhou para a mão dela, coberta de lubrificante e um líquido viscoso e transparente. Levou à boca. Lambeu.

Andi: Delícia.

Eu: Agora bota de novo.

Ela riu, mas eu não estava brincando. Ela colocou de novo — mais fácil dessa vez, o ardor ainda presente mas amortecido pela excitação. A mão deslizou para dentro como se meu cu já tivesse aprendido o formato.

A segunda vez foi melhor que a primeira. A terceira foi melhor que a segunda. Depois ela começou a alternar entre as mãos — entrava a direita, tirava, entrava a esquerda, tirava. Eu estava sendo aberto de um jeito metódico, quase cirúrgico. A dor foi sumindo e dando espaço ao êxtase.

Eu sentia meu cu pulsando sozinho, sem comando, as pregas completamente soltas ao redor do pulso dela. Quando ela fechava a mão lá dentro e eu sentia os dedos se movendo contra minha próstata, eu via estrelas.

Até que eu gozei.

Não foi um gozo de pau — meu pau estava meio mole, babado, mas não era ele que mandava. Foi um orgasmo anal. A próstata disparou, um espasmo que começou no cu e subiu pela espinha, e eu gemi alto, as pernas bambas, o corpo inteiro tremendo enquanto eu derramava uma porra rala e transparente no lençol.

Desfaleci de vez.

Andi tirou a mão devagar, satisfeita. Levou os dedos sujos à boca de novo, lambeu tudo. Depois se inclinou e enterrou o rosto entre minhas pernas, me dando um beijo grego lento, babado, chupando aquela gruta que um dia foi meu cu.

Andi: Ai como eu adoro te fazer de putinha assim.

Fiquei mais tempo lá, extasiado, os espasmos diminuindo aos poucos. Ela ficou ao meu lado, a mão pousada na minha barriga, sentindo meu coração acelerado. Não conversamos — não precisava.

Quando me recuperei, tomei um banho. Ela me emprestou uma roupa. Comemos alguma besteira na cozinha, e eu fui embora antes do metrô fechar.

Mas algo tinha mudado.

---

Durante a semana, eu não conseguia me concentrar em mais nada.

Andi havia despertado algo em mim que eu não sabia que existia. Uma fome. Uma submissão que latejava o tempo todo. No trabalho, eu olhava para a tela do computador e pensava na mão dela dentro de mim. No metrô, eu sentava e apertava as pernas, lembrando da sensação de estar aberto.

Volta e meia eu ia ao banheiro para sentir minhas pregas. Passava o dedo e sentia como estavam mais largas, mais frouxas. Ficava orgulhoso do meu cocô descer muito maior. Era nojento, eu sabia, mas me dava tesão.

Na quarta-feira, ela ligou.

Andi: Esse fim de semana vai ser especial. Você vai ser minha putinha de vez.

Minha espinha gelou.

Eu: Como assim?

Andi: Vem no sábado às 14h. Não come nada antes. Veste uma roupa que você não se importe de sujar.

Desligou.

Eu passei o resto da semana numa antecipação que beirava a loucura. Meu pau não baixava. Eu não dormia direito. Na sexta à noite, me masturbei três vezes pensando no que poderia acontecer, e mesmo assim acordei duro no sábado de manhã.

---

Cheguei na casa dela às 14h em ponto.

Andi abriu a porta e me puxou para dentro sem dizer uma palavra. Me levou direto ao banheiro.

Andi: Tira a roupa.

Eu obedeci.

Ela me olhou de cima a baixo, como quem avalia um pedaço de carne. Depois passou a mão no meu cu com força, os dedos deslizando pelas pregas.

Andi: Esse cuzinho esfolado não nega. Você quer ser uma putinha, vou facilitar pra você. Você não tem escolha.

Ela abriu uma gaveta e tirou uma maquininha de depilar.

Andi: Abre bem as pernas que vou deixar elas lisinhas.

Começou a transformação.

Ela me depilou completamente — pernas, virilha, saco, bunda. Tudo. A pele ficou lisa, exposta, vulnerável. Eu me senti nu de um jeito que ia além da falta de pelos.

Depois fez minhas unhas — unhas dos pés, pintadas de vermelho escuro.

Depois pegou o consolo médio, o de 21 cm de circunferência, cuspiu na ponta e enfiou no meu cu sem aviso. Eu gemi alto. Ela não parou até a base. Colocou uma calcinha rendada preta em mim — o tecido segurava o consolo no lugar.

O formato do silicone pressionava o interior do tecido, criando um volume obsceno na calcinha. Meu pau — duro, escorrendo — estava preso para baixo, também contido.

Andi: Quanto você calça? Ah, não importa. Usa isso aqui.

Ela me deu um par de plataformas. Salto baixo e grosso, uns oito centímetros. Coloquei. O equilíbrio estranho, o corpo pesando diferente.

Andi: Anda. Passeia na sala.

Eu andei.

Cada passo era uma redescoberta. O salto alongava minhas panturrilhas, empinava minha bunda. O consolo dentro de mim se movia com cada pisada, lembrando que eu estava preenchido. A calcinha roçava no silicone, no meu cu, no meu pau.

Eu estava montado.

Andi se sentou no sofá, abriu as pernas, e se masturbou lentamente me vendo andar.

Andi: Vem aqui.

Me ajoelhei na frente dela — as plataformas dificultaram, mas eu consegui. Ela puxou minha cabeça para perto do pau dela, já duro, a cabecinha rosada aparecendo.

Andi: Quero que você deixe meu pau completamente molhado. Baba bastante nele, minha putinha, que eu sei que você gosta. Quero ele fedendo a baba.

Eu abri a boca e engoli.

Foi um boquete longo, babado, barulhento. Eu afundava o pau dela na garganta, engasgava, babava no colo dela, no chão, em mim. Ela segurava minha nuca, me guiava, às vezes apertava e eu ficava sem ar.

Quando ela me soltou, eu estava vermelho, lambuzado, de quatro no chão da sala, com um consolo no cu e plataformas nos pés.

Andi: OK. Vamos voltar a onde paramos semana passada.

Ela me levantou, me levou para o quarto. Me deitou na cama. Baixou minha calcinha, tirou o consolo — o som de sucção, o ar preenchendo o vazio — e revelou aquela caverna que antes era meu cu.

Andi: Você tá pronto pra minha mão de novo?

Eu: Sim.

Andi: Pede com jeitinho.

Eu: Vai, mete essa mão, broca meu cuzinho.

Andi: Cuzinho? Não conheço isso.

Eu: Mete essa mão, broca meu cuzão de putinha, deixa ele enorme.

O sorriso maldoso. Ela me colocou de quatro. Empinei o cu o máximo que podia, as plataformas ainda nos pés, o corpo suado.

Ela começou com os dedos — 1, 2, 3, 4, 5 — rodando ao redor do buraco, massageando, esticando. Depois alternou entre as mãos: direita, esquerda, direita, esquerda, cada vez mais fundo.

A diferença desta vez é que meu cu já estava domesticado. Não lutou. Abriu.

O punho entrou liso.

Andi: Olha só — disse, cravando os dedos dentro de mim — seu cuzinho já aprendeu a ser uma cuceta.

Eu rugi de prazer, não de dor. Relaxei o corpo e comecei a me punhetar enquanto ela movia a mão lá dentro, explorando, apertando, abrindo.

Mas ela não parou por aí.

Depois de me foder com a mão até eu estar mole, babado e gemendo baixinho, ela tirou e disse:

Andi: Agora você vai sentar no preto. Quero ver esse cu folote engolir ele todinho.

Ela colocou o consolo preto de 23 cm no chão, virado para cima. Me ajudou a sentar. Desci lentamente — a cabeça entrou com facilidade, o corpo deslizou, a base mal encontrou resistência. Isso me excitou mais ainda, sem saber como meu cuzinho já não era mais o mesmo

Andi: Agora o roxo.

O Bad Dragon. 25 cm de circunferência. O nó. Senti um arrepio excitante. Será que agora eu conseguiria?

Dessa vez foi diferente — ela não pediu. Ela me deitou de quatro, pegou o monstro roxo, passou lubrificante e começou a enfiar. A cabeça cônica entrou. O corpo cilíndrico foi abrindo meu cu devagar. Eu gemia com a voz já afinada.

Ela parou no nó.

Andi: Isso é o máximo que você consegue, bb?

Eu: Não... vai...

Ela forçou. A pressão era imensa. Meu cu estava esticado no limite, queimando. Mas eu queria aquilo me preenchendo. Eu precisava ver até onde ía.

Ela colocou a mão na minha nuca e empurrou minha cara contra o travesseiro.

Andi: Relaxa. Vai doer. Mas depois passa.

Ela forçou de novo mais forte, na dor foi ficando cada vez mais aguda, até que veio a dos lascinante

O nó entrou até a metade.

A dor elétrica, quase insuportável. Eu urrei no travesseiro.

Ela não parou.

Andi: Não foi você que pediu? Que queria ser a putinha mais arrombada? Então aguenta.

Ela enfiou o resto com uma estocada firme.

Eu não gritei — o ar simplesmente não saiu. Meu corpo inteiro travou. As mãos fecharam os punhos. As pernas tremeram. Lágrimas escorreram pelo meu rosto e molharam o lençol.

Ela ficou imóvel, o Bad Dragon enterrado até a base dentro de mim, o nó preso atrás do esfíncter.

Andi: Pronto. Passou.

Eu respirava em arquejos. Pequeno. Curto. Cada respiração empurrava o monstro dentro de mim. Não dava para separar a dor do prazer — os dois eram a mesma coisa.

Ela começou a tirar devagar. Quando o nó passou de volta, eu senti a pele do cu sendo puxada, esticada, quase virada do avesso.

A ponta saiu com um pop.

Eu desabei.

Fiquei ali, de quatro, fungando, o cu pulsando aberto, expelindo lubrificante e um fio de sangue. Eu não precisei olhar — senti o gosto de ferro no ar.

Andi se inclinou para ver.

Andi: Sangrou um pouco. Tudo bem, é normal. Mas acho que chega por hoje.

Eu não queria que parasse.

Eu: Não para.

Andi: Você sangrou.

Eu: Não para.

Ela me ignorou. Pegou o consolo preto de novo — o de 23 cm — e começou a colocar devagar. Dessa vez meu cu estava tão aberto que o preto entrou sem resistência, deslizou até o fundo como se coubesse folgado.

Ela começou a meter. Rápido. Forte. Cada estocada empurrava ar para dentro de mim e eu soltava gemidos finos, agudos, quase femininos.

Até que meu corpo disse chega.

Não foi uma decisão minha. Meu estômago virou. Eu senti o gosto amargo subindo pela garganta.

Andi: Ei — ela parou — você tá bem?

Eu queria responder, mas o quarto estava girando. Minha visão escureceu nas bordas. Senti calor, depois frio, depois o vácuo.

Desmaiei.

---

Acordei com a cara grudada no lençol e Andi me chamando.

Andi: Acorda, acorda, fala comigo.

Eu pisquei. O quarto estava parado de novo. Meu cu doía — uma dor surda, latejante, diferente da ardência de antes.

Andi: Você desmaiou. Me assustou.

Ela estava sentada na borda da cama, o consolo preto largado no chão, a mão dela na minha costa. O rosto dela — preocupação genuína. Isso me pegou de surpresa.

Eu: Foi só um apagão. Acontece.

Andi: Você já desmaiou antes?

Eu: Não com o rabo cheio de borracha.

Ela riu, mas foi um riso nervoso.

Andi: Brincadeiras à parte — acho que exageramos. Você sangrou, desmaiou... Tenho que tomar mais cuidado.

Eu me virei de lado. Senti meu cu se contrair, molhado, latejante. Passei a mão — quando tirei, a ponta dos dedos estava manchada de vermelho.

Eu: Que delícia.

Andi me olhou como se eu fosse louco.

Andi: Você é doente.

Eu: E você gosta.

Andi abriu a boca para responder, mas não disse nada. Sacudiu a cabeça. Foi buscar um pano úmido e começou a me limpar.

Andi: Não vou mentir, foi quente pra caralho. Mas se você morrer aqui, quem explica pra polícia sou eu.

Eu: Sensacionalista.

Andi: Realista.

Ela limpou o sangue com cuidado, passou pomada — sim, ela tinha pomada — e me cobriu com o lençol. Deitou ao meu lado.

Andi: Fica aqui hoje. Não vai embora não.

Eu: Tá bom.

Ficamos em silêncio. A mão dela pousada na minha barriga. Meu cu doendo. Minha cabeça zonza.

Andi: Foi bom?

Eu: Melhor coisa que já senti na vida.

Ela riu baixinho.

Ficamos mais um tempo assim, até eu pegar no sono.

---

No dia seguinte, acordei dolorido mas vivo. Andi fez café. Comemos pão na chapa. Ela estava de moletom, sem maquiagem, cabelo preso.

Não teve sexo. Não teve putaria. Foi só... um dia normal.

Mas enquanto eu tomava meu café, ela me olhou por cima da caneca e disse:

Andi: Se você quiser parar por aqui, a gente para. O que aconteceu ontem... foi pesado.

Eu pensei.

Meu cu doía. Minhas pernas estavam marcadas de onde ela me segurou. Minha garganta ainda arranhava de tanto engolir o pau dela. Mas meu pau endureceu só de lembrar.

Eu: Quero de novo.

Andi suspirou — mas não era decepção. Era alívio.

Andi: Você vai acabar comigo.

Eu: Você também comigo.

Ela sorriu.

E eu soube que não era o fim. Era só o começo de algo muito maior.

(Continua...)

Espero que vocês já tenham gozado até aqui hehehhe, se não, esperem até o próximo conto. Comenta o que acharam, tá?

Vale dizer me sinto bem em contar e explorar meus fetiches, acho isso quase que terapêutico. Se você tem algum desejo reprimido e gost aria de expressá-lo, no sigilo, ou não, manda um e-mail para

Feticheterapia@gmail.com

Pessoalmente, me atraio por mulheres (CIS ou TRANS), contudo acredito que todo mundo merece um espaço para desabafar sobre os seus mais sórdidos desejos.

Adoraria ouvir sobre o que te dá tesão e poder dividir também um pouco de tudo que me excita.

Grande abraço - FT

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