Bom dia, meus amores. Ontem dei demaisesse meu cue, claro, registrei para vocês. Clica em meu nome e vá em meu perfil, pois tem meus videoos e fottos para vocês baixar.
Eu sou a ruiva do cu escrito. A que tem “HA! HA! HA!” rabiscado na bunda e o dragão subindo pela lateral da coxa. A que grava, a que geme, a que abre e pede mais. Hoje eu vou contar exatamente como foi.
Não é ficção bonitinha. É o que aconteceu naquela cama de hotel, com as luzes baixas, o ar-condicionado no mínimo e o cheiro de sexo já grudado no lençol desde o primeiro gemido.
Eu estava de quatro. O cu já brilhando de saliva e lubrificante. Ele atrás de mim, a cabeça grossa do pau batendo devagar contra a entrada, provocando. Eu olhava por cima do ombro, cabelo vermelho cacheado caindo no rosto, e falava baixo, quase sem fôlego:
— Mete. Mete fundo. Eu quero sentir teu pau inteiro dentro do meu cu hoje.
Ele não perguntou se eu tinha certeza. Já sabia. Já tinha ouvido eu falar isso dezenas de vezes. A mão dele apertou minha bunda, o polegar abriu um pouco mais o buraco e ele empurrou. Lento no começo. Eu senti a cabeça entrar, depois o corpo grosso abrindo caminho, centímetro por centímetro. O ar saiu da minha boca num gemido longo, quase um choro.
— Caralho… que grosso…
Eu enterrei o rosto no travesseiro por um segundo, mas ele puxou meu cabelo e me fez olhar de novo.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo.
Eu olhei. Olhei com a boca aberta, a língua quase pra fora, os olhos marejados de prazer. Ele começou a meter de verdade. Estocadas firmes, ritmadas, o pau sumindo inteiro dentro do meu cu e saindo de novo, molhado, brilhante. Cada vez que ele ia fundo eu sentia a barriga tremer. O cheiro do meu próprio cu subia, misturado com o cheiro dele, suor, sexo, aquela coisa ácida e quente que só o cu de mulher solta quando está sendo bem usado.
Eu gosto desse cheiro. Gosto de sentir ele no ar enquanto estou sendo arrombada. Gosto de saber que ele também está sentindo.
— Assim… mais fundo… me deixa bem aberta…
Ele obedeceu. As mãos dele agarraram minha cintura com força e o ritmo acelerou. O barulho molhado de pau entrando e saindo do cu encheu o quarto. Eu gemia sem vergonha, alto, sujo, falando tudo o que passava pela cabeça.
— Ai, porra… teu pau é tão gostoso no meu cu… me fode, me usa… eu nasci pra isso…
Ele riu baixo, aquele riso de homem que sabe que está dominando.
— Você adora, né? Adora levar pau no cu.
— Adoro. Adoro pra caralho. Quero acordar todo dia com teu pau me abrindo.
Ele puxou meu cabelo mais forte e me fez ficar com as costas arqueadas, o cu ainda mais exposto. As estocadas ficaram mais profundas, mais pesadas. Eu sentia a cabeça dele batendo em algum lugar lá dentro que me fazia tremer as pernas. Meu clitóris latejava sem nem ser tocado. Eu estava encharcada, o líquido escorrendo pela coxa, misturando com o lubrificante.
Ele tirou o pau de repente. O buraco ficou aberto, pulsando, pedindo de volta. Eu gemi de frustração.
— Não tira… coloca de novo…
Ele me virou de lado, levantou uma perna e entrou de novo, agora de um ângulo diferente. Mais fundo ainda. Eu gritei. O som saiu rouco, quebrado. Ele colocou a mão na minha boca pra eu não acordar o hotel inteiro, mas eu continuei gemendo contra a palma dele, molhando os dedos com saliva.
— Mais… mais forte…
Ele meteu. Meteu até eu sentir que ia gozar só com o cu. Eu nunca gozo fácil assim, mas aquele dia estava diferente. Estava carente, puta, precisando ser usada. Ele sentiu. Acelerou. A mão livre dele desceu e começou a esfregar meu clitóris em círculos rápidos enquanto o pau não parava de bater no fundo do meu cu.
Eu gozei. Gozei com o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau dele em espasmos fortes, a boca aberta num grito abafado. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, esticando o orgasmo até eu quase chorar de tanto prazer.
Quando o tremor passou, ele tirou o pau de novo. Eu fiquei de quatro, o cu aberto, latejando, uma fileira de saliva e porra misturada escorrendo. Ele se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupei com vontade, lambendo o gosto do meu próprio cu, engolindo tudo. O cheiro estava forte agora. Cheiro de bunda usada, de sexo, de homem.
— Limpa. Limpa teu cu da minha pica.
Eu limpei. Chupei até ele estar limpo e duro de novo. Depois ele me puxou pelo cabelo e me colocou de quatro outra vez.
— Agora eu quero gozar dentro.
Eu abri as pernas mais, empinando a bunda o máximo que consegui.
— Goza. Goza fundo no meu cu. Eu quero sentir quente.
Ele entrou de uma vez, sem cerimônia, e começou a meter com força. Estocadas curtas e pesadas, o barulho da pele batendo contra a pele ecoando. Eu gemia sem parar, falando putaria sem filtro.
— Isso… arromba… usa esse cu… ele é teu… me enche de porra…
Ele agarrou as duas nádegas, abriu bem e meteu até o saco bater. Eu senti ele inchar, tremer, e então veio. Jatos quentes, grossos, enchendo meu cu. Ele continuou metendo enquanto gozava, empurrando a porra mais fundo. Eu sentia o calor se espalhando lá dentro, o excesso já começando a escorrer pela borda do meu buraco.
Quando ele parou, o pau ainda pulsando dentro de mim, eu fiquei quieta, sentindo tudo. O peso dele sobre minhas costas, a respiração ofegante no meu pescoço, o cheiro forte de sexo e suor.
Ele saiu devagar. O cu ficou aberto, a porra escorrendo em fio grosso pela minha coxa. Eu não me mexi. Deixei ele ver. Deixei a câmera ver, se estivesse ligada. Deixei o mundo ver, se alguém estivesse assistindo depois.
Ele se deitou ao meu lado. Eu virei o rosto e sorri, ainda ofegante.
— Pronto. Agora eu estou bem fodida.
Ele riu e passou a mão na minha bunda, sentindo o cu ainda aberto e molhado.
— Você é uma puta gostosa.
— Eu sei. E você gosta.
A gente ficou ali um tempo, o silêncio só quebrado pela respiração e pelo ar-condicionado. Depois ele levantou, pegou o celular e filmou de perto o meu cu escorrendo. Eu abri um pouco mais as pernas pra ele, sem vergonha nenhuma.
— Filma bem. Eu quero ver depois. Quero ver o quanto você me usou.
Ele filmou. Filmou o cu latejando, a porra descendo, a escrita “HA! HA! HA!” um pouco borrada de suor. Depois me puxou de novo e me fez chupar o pau pela segunda vez, limpo agora, só o gosto de sexo e de mim mesma.
Mais tarde a gente fodeu de novo. Dessa vez ele me colocou de costas, as pernas abertas, e me comeu de frente, olhando nos meus olhos. O pau entrava no cu com mais facilidade agora, já aberto e molhado de porra. Eu gemia baixinho, as mãos nos cabelos dele, pedindo mais fundo, mais forte.
— Me deixa bem frouxa… quero acordar amanhã ainda sentindo teu pau…
Ele meteu até gozar de novo, dessa vez na minha boca. Eu engoli tudo, limpando o pau com a língua, olhando pra ele enquanto engolia.
Quando terminamos de verdade, eu estava destruída. O cu doía de um jeito gostoso, a garganta arranhada, o corpo marcado de dedos e suor. Eu me enrolei nele e fechei os olhos.
— Amanhã de novo?
Ele beijou minha testa.
— Amanhã, depois de amanhã, sempre que você quiser.
Eu sorri no escuro.
Porque eu quero. Eu quero todo dia. Quero o cheiro, o barulho, a dor gostosa, a porra escorrendo, o cu aberto e usado. Quero ser a ruiva do cu escrito que grava, que geme, que pede mais e ainda agradece.
E se você está lendo isso, já sabe.
O vídeo completo, o sem corte, o ângulo que mostra tudo, o áudio sujo, a porra escorrendo de verdade… está onde sempre esteve.
Tudo dela. Completo.
E eu ainda não cansei de ser fodida.
