Meu nome é Letícia, tenho vinte anos, sou magrinha, morena de pele, com cabelo longo e preto que quase sempre prendo em um rabo de cavalo alto para não atrapalhar no trabalho. Trabalho como caixa no supermercado de um bairro movimentado aqui em Curitiba. É um emprego simples, mas eu gosto do movimento, de conversar com as pessoas e de sorrir o dia inteiro — sou simpática por natureza, acho que isso ajuda a passar o tempo mais rápido. Estou namorando o Pedro há quase um ano; ele é meu primeiro namorado, o único com quem eu já transei. Sou inexperiente em muitas coisas, mas dentro de mim tem uma safadeza que nem eu mesma entendo direito, algo que às vezes me deixa inquieta quando penso em outras possibilidades.
Todo dia, a rotina era praticamente a mesma: eu chegava no início da tarde, colocava o uniforme verde do mercado, ligava o caixa e começava a passar as compras das pessoas. O movimento era constante, mas havia clientes que se destacavam. Um deles era o Marcelo. Ele devia ter uns trinta e oito anos, moreno, com uma barba bem cuidada que deixava ele com um ar sério e maduro. Era auditor, pelo que entendi nas conversas rápidas, e tinha uma cara fechada natural, daqueles que parecem sempre concentrados. Mesmo assim, era educado, respeitoso e calmo no jeito de falar. Fazia umas semanas que ele tinha começado a aparecer quase todo final de tarde, logo depois do expediente dele.
O que logo chamou minha atenção foi que, mesmo quando as outras filas estavam menores, Marcelo quase sempre escolhia o meu caixa. No começo eu achei que fosse coincidência, mas virou rotina. Ele chegava, colocava as compras na esteira com calma e sempre me cumprimentava do mesmo jeito:
— Boa tarde, Letícia.
Educado, com aquela voz grave e contida, sem sorrir muito. Respondia o que eu perguntava, mas falava pouco, só o necessário. Eu tentava puxar assunto mesmo assim — comentava sobre o tempo, perguntava se o dia dele tinha sido corrido ou brincava sobre algum cliente chato que tinha passado antes —, mas ele respondia curto, com um aceno ou uma frase simples, sem estender. Ainda assim, havia algo na forma como ele me olhava por um segundo a mais que me deixava curiosa.
Isso se repetiu por um longo período, quase um mês inteiro. Todo final de tarde ele aparecia, escolhia meu caixa, dizia o “boa tarde, Letícia” com aquela voz calma e educada, respondia o mínimo possível enquanto eu passava as compras, e ia embora com um simples “obrigado”. Eu já tinha me acostumado com o ritual silencioso, e até achava charmoso aquele jeito sério e reservado dele. Mas um dia, no meio de uma semana chuvosa, ele chegou diferente. Não estava com aquela cara fechada de bravo de costume, com a testa franzida e o olhar concentrado. Dessa vez, os ombros pareciam mais pesados, o olhar distante, quase triste. Os olhos escuros estavam opacos, sem o brilho sutil que eu tinha aprendido a notar. Ele ainda disse o “boa tarde, Letícia”, mas a voz saiu mais baixa, quase cansada.
Percebendo aquilo, não consegui me segurar. Enquanto passava as compras devagar, perguntei com cuidado:
— Está tudo bem, Marcelo?
Ele levantou o olhar para mim, surpreso, e ficou em silêncio por um segundo antes de responder:
— Está tão aparente assim?
Eu assenti, com um sorriso gentil.
— Sim... você parece triste hoje. O que aconteceu?
Ele suspirou baixo, olhando para as mãos.
— É um problema que só eu consigo resolver... e eu falhei.
Mesmo sem saber direito a profissão dele, arrisquei:
— É coisa do trabalho?
Ele deu um sorriso sem graça, quase triste, balançando a cabeça de leve.
— Eu só me preocupo com coisas importantes.
No dia seguinte, a história se repetiu. Ele chegou com a mesma expressão abatida, escolheu meu caixa e cumprimentou baixinho. Eu já estava esperando e, quando terminei de passar as compras, tomei coragem mais uma vez:
— Marcelo... tem alguma coisa que eu possa fazer? Se você quiser conversar, ou só companhia... eu estou disposta, se não atrapalhar.
Ele me olhou por um longo momento, com um brilho quase de choro nos olhos escuros. A voz saiu rouca, bem baixa:
— Obrigado pela preocupação. Me sentiria bem com sua companhia, mas está tudo bem, não se preocupe.
Mesmo assim, eu não queria deixar passar. Peguei o cupom fiscal, anotei rapidamente meu número de celular e entreguei a ele junto com a sacola.
— Estou disponível para te fazer companhia o dia que quiser, depois do meu expediente que termina às 20h. Sem pressão.
Ele pegou o papel, olhou para o número por um segundo e agradeceu com um aceno leve de cabeça.
— Obrigado, Letícia.
Depois saiu sem dizer mais nada.
Fiquei apreensiva o resto do dia, o coração batendo um pouco mais rápido toda vez que o celular vibrava. Mas naquele dia nada aconteceu. No dia seguinte ele nem apareceu no mercado. Próximo do final do meu expediente, já eram quase 20h, meu celular tocou com uma mensagem dele. Era uma mensagem simples perguntando se a oferta ainda estava válida para aquele dia, uma sexta-feira. Eu respondi de imediato que sim. Como ele morava ali ao lado, completei dizendo que avisaria assim que estivesse chegando.
Terminei meu expediente pontualmente, avisei a ele por mensagem que estava saindo e, em menos de dez minutos, cheguei no endereço que ele havia me passado. Era uma casa grande e bonita, mas surpreendentemente simples — nada de luxo exagerado para alguém que trabalhava como auditor. A fachada era clean, com um pequeno jardim bem cuidado. Ele abriu a porta rapidamente, ainda com aquela expressão cansada, mas com um leve sorriso de agradecimento.
— Obrigado por vir, Letícia. Entra.
A casa por dentro era impecável: tudo organizado, limpo, quase minimalista. Móveis bons, mas sem ostentação. Ele me convidou para sentar na copa, uma área integrada à cozinha que era aconchegante.
— O que você quer comer? Eu posso pedir algo — disse ele, educado como sempre.
Escolhemos um delivery simples de comida japonesa e, enquanto esperávamos, ficamos conversando sobre assuntos aleatórios: o movimento do supermercado, o tempo chuvoso de Curitiba, um filme que tinha passado na TV recentemente. Quando o assunto chegou mais perto do pessoal e eu perguntei com cuidado sobre os problemas que ele estava enfrentando, ele respondeu direto, como sempre:
— Não quero falar sobre aquilo. É algo meu. Prefiro não compartilhar.
Eu respeitei imediatamente, sem insistir. Apenas sorri e mudei de assunto, comentando sobre uma cliente engraçada que tinha aparecido no caixa mais cedo. Aos poucos, ele foi se soltando. A voz grave foi ficando mais leve, o olhar menos distante. Ele começou a falar sobre livros que gostava de ler à noite para relaxar, sobre como curtia caminhadas no Parque Barigui quando o tempo permitia, e até compartilhou uma história engraçada de uma auditoria que tinha dado errado por causa de um erro bobo de digitação. A conversa foi ficando cada vez mais agradável, com risadas baixas dele e eu me sentindo surpreendentemente confortável ali, mesmo sendo a primeira vez que estávamos sozinhos fora do mercado. O tempo passou rápido, e o clima entre nós foi se tornando mais quente e natural.
A conversa fluía leve e gostosa. Em determinada altura, depois de um silêncio curto, Marcelo me olhou com mais intensidade e disse, com a voz calma mas direta:
— Sabe, Letícia... se você não tivesse namorado, eu tentaria algo com você.
Eu pisquei, surpresa, sentindo o rosto esquentar na hora.
— Como você sabe que eu tenho namorado?
Ele apontou discretamente para o meu dedo anelar, onde eu usava uma fininha aliança de compromisso que o Pedro tinha me dado meses atrás. Eu fiquei sem jeito, mexendo na aliança sem saber o que dizer. Ele não pressionou, apenas sorriu de leve e mudou de assunto com elegância, voltando a falar sobre Curitiba e lugares que valiam a pena conhecer. Conversamos mais um pouco, mas eu já estava com a cabeça cheia. Olhei o relógio e decidi que era melhor ir embora.
— Acho que já está tarde, vou indo — falei, me levantando.
Na porta, antes de nos despedirmos, trocamos um olhar longo e silencioso. O ar ficou mais pesado. Ele então perguntou, baixinho:
— Você realmente quer ir?
Eu segurei o olhar dele por um segundo, sentindo o coração acelerado, e respondi com sinceridade:
— É o que eu mais quero nesse momento.
Naquele exato instante, algo dentro de mim quebrou. Em vez de me afastar, dei um passo à frente e o beijei. O beijo começou hesitante, mas logo virou fome pura. Minha boca se abriu para ele, a língua buscando a dele com urgência. Eu estava faminta — faminta por ele, pelo toque de um homem de verdade. Minhas mãos pequenas subiram pelo peito dele, apertando a camisa, enquanto eu me pressionava contra seu corpo maior. Marcelo gemeu baixo contra minha boca e assumiu o controle, segurando minha nuca com firmeza e aprofundando o beijo, devorando meus lábios com desejo acumulado. Eu gemia baixinho, o corpo magrinho tremendo de tesão, a bocetinha já latejando e molhando a calcinha. Eu o queria inteiro, ali, naquele momento — queria ser comida, usada, satisfeita como o Pedro nunca conseguiu. Minhas mãos desceram para a cintura dele, puxando-o mais para perto, rebolando discretamente contra sua perna enquanto o beijo ficava molhado, desesperado e cheio de saliva. Eu estava completamente entregue, demonstrando sem vergonha o quanto estava sedenta por sexo com ele.
Sem conseguir me controlar mais, afastei o rosto só o suficiente para respirar e, com a voz rouca e sem nenhuma vergonha, pedi:
— Me fode, Marcelo... por favor. Eu tô com muito tesão, tô pingando por você.
Ele me olhou com os olhos escuros cheios de desejo e perguntou, a voz grave e controlada:
— Posso fazer do meu jeito?
Eu assenti imediatamente, mordendo o lábio, o corpo todo queimando:
— Pode... faz do jeito que você quiser. Eu quero tudo.
Ele sorriu de forma controlada, me levantou gentilmente no colo como se eu não pesasse nada e me carregou escada acima até o quarto. O quarto era amplo, organizado e com uma cama grande no centro. Assim que entramos, ele me colocou no chão com cuidado, virou-me de costas para ele e me encostou contra a parede. Não foi com violência, mas com força suficiente para eu me sentir presa e dominada pelo corpo dele. Ele se aproximou da minha orelha, a respiração quente roçando minha pele, enquanto a mão esquerda subia devagar pelo meu pescoço e fazia uma leve pressão — o suficiente para me deixar ainda mais excitada e submissa. A mão direita desabotoou minha calça com habilidade e desceu o zíper lentamente. Eu me contorcia de tesão em êxtase, gemendo baixinho, esfregando minha bunda empinada contra o volume duro que sentia na calça dele. Meu corpo magrinho tremia inteiro, a bocetinha pulsando de desejo, molhada demais, enquanto eu rebolava devagar contra ele, demonstrando o quanto queria ser tomada.
Ele tirou a própria camisa devagar, revelando o peito definido e a barriga tanquinho, depois virou-me de frente e tirou meu sutiã com calma, expondo meus peitinhos pequenos e duros. Me deitou na cama grande com cuidado e se posicionou sobre mim. Começou a beijar meus peitos com desejo controlado: lambeu os mamilos sensíveis, chupou um por um devagar, mordiscando de leve enquanto a mão apertava o outro. Eu arqueava as costas, gemendo alto, segurando a cabeça dele contra mim. Ele desceu beijando minha barriga magrinha, até chegar na virilha. Mordiscou minha bocetinha por cima da calcinha molhada, pressionando a língua contra o tecido e sentindo meu cheiro e sabor. Eu me contorcia desesperada. Ele então puxou a calcinha para baixo e tirou completamente, abrindo minhas pernas finas. Começou a fazer um oral lento e intenso: lambeu toda a extensão da minha boceta lisinha, chupou o clitóris inchado com força controlada, enfiou a língua dentro de mim e depois dois dedos grossos, curvando-os para acertar meu ponto G enquanto sugava o clitóris sem parar. Eu gemia alto, puxando o cabelo dele, rebolando contra o rosto barbudo, o corpo inteiro tremendo. O prazer subiu rápido e intenso até eu gozar forte na boca dele, pernas tremendo, boceta pulsando e jorrando um pouco enquanto gritava o nome dele.
Ainda recuperando o fôlego, o corpo tremendo e a bocetinha latejando, eu olhei para ele com olhos cheios de desejo e implorei sem nenhuma vergonha:
— Quero mamar seu pau... por favor, Marcelo. Deixa eu chupar você.
Ele se levantou, tirou a calça e a cueca. Eu me surpreendi ao ver: não era absurdamente longo, mas era bem grosso, pesado, com veias marcadas e a cabeça rosada brilhando. Minha boca encheu de água na hora.
— Tá tão grosso... — murmurei, lambendo os lábios.
Me ajoelhei na frente dele com fome, segurei o pau grosso com as duas mãos pequenas e comecei a chupar. Primeiro lambi toda a extensão, da base até a cabeça, sentindo o gosto salgado e o calor. Depois abri a boca o máximo possível e enfiei a cabeça grossa, chupando com vontade, a língua girando ao redor enquanto minhas mãos masturbavam a base. Eu gemia com o pau na boca, baba escorrendo pelos cantos dos lábios e pingando no queixo. Ele segurou meu cabelo longo e guiou devagar, fodendo minha boca com estocadas suaves mas firmes. Eu engasgava um pouco, mas não parava — chupava com fome, sugando forte, lambendo as bolas pesadas e voltando para o pau, fazendo barulhinhos molhados e safados. Meu tesão só aumentava, a bocetinha escorrendo enquanto eu mamava ele com devoção, olhando para cima com olhos pidões.
Ainda segurando meu cabelo com firmeza, ele começou a forçar o pau grosso mais fundo na minha garganta, estocadas controladas que me faziam engasgar e babar copiosamente. Tirava o pau todo babado, brilhando com minha saliva, batia de leve na minha língua e enfiava novamente. Quando percebeu que estava perto de gozar, ele me ergueu pelo cabelo, deu um tapa firme no meu rosto. Eu estranhei no primeiro momento, mas um choque de tesão percorreu meu corpo inteiro e eu tremi, gemendo:
— Mais...
Ele deu outro tapa, me empurrou na cama, virou-me de bruços, ergueu meu quadril deixando-me de quatro. Deu uma lambida longa e molhada que começou no meu clitóris inchado, passou por toda a boceta escorrendo e terminou no meu cuzinho virgem. Em seguida, deu um tapa forte e cheio bem na minha buceta molhada. A sensação foi tão nova e intensa que meu corpo inteiro convulsionou. Gozei forte sem ele nem encostar o pau em mim, gritando, pernas tremendo, mel escorrendo pelas coxas.
Quando ele percebeu que eu estava gozando, não deu nenhuma trégua: posicionou o pau grosso na entrada da minha boceta encharcada e meteu fundo de uma vez, esticando minhas paredes apertadas. Isso provocou outro orgasmo seguido, ainda mais forte. Eu tentava fugir para frente, gemendo “para... tá muito...”, mas ele me segurava firme pelos quadris magros, puxando-me de volta contra ele a cada estocada profunda. Eu sentia minha boceta pulsar loucamente ao redor do pau grosso dele, ordenhando-o enquanto ondas de prazer me invadiam sem parar.
Ele aumentou o ritmo, botando mais força, o saco batendo no meu grelo inchado a cada estocada, puxões fortes no meu cabelo longo e tapas estalados na minha bunda que deixavam a pele vermelha. Depois me virou de costas, subiu por cima de mim e me fodeu com a mesma intensidade bruta, olhando direto nos meus olhos enquanto falava sacanagens:
— Essa bocetinha apertada é minha agora, vadia... tá tomando pau de homem de verdade.
Eu respondia no mesmo tom, gemendo alto:
— Me fode mais forte... sou sua cachorra, me usa!
Enquanto metia, uma das mãos dele apertava meu pescoço com pressão leve ou dava tapas leves no meu rosto, aumentando ainda mais meu tesão. Rapidamente ele anunciou:
— Vou gozar...
Quando senti o pau dele começar a inchar dentro de mim, eu comecei a gozar novamente, apertando-o com força. Neste mesmo instante ele tirou o pau de dentro da minha boceta. Eu rapidamente comecei a punhetá-lo com as duas mãos ao mesmo tempo que ele derramava jatos grossos e quentes de porra pela minha barriga e peitos. Foi nesse momento que percebi que havíamos transado sem proteção alguma, mas ao ver aquele pau latejando e derramando porra, eu me aproximei e dei longas chupadas, limpando tudo e sugando a última gota que escorria.
Depois de tudo, ficamos deitados na cama, suados e ofegantes. Eu sabia que aquilo era só o começo de muitas loucuras. Meu namoro com o Pedro estava por um fio, e a vadia dentro de mim tinha acabado de acordar de vez. Marcelo me puxou para o peito dele e murmurou que ainda tinha muito para me ensinar. Eu sorri, já imaginando os próximos encontros proibidos — no carro, no estoque do mercado, ou até mesmo com mais risco. A noite estava apenas começando.