🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 23

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3235 palavras
Data: 31/07/2026 16:22:05
Última revisão: 31/07/2026 17:10:33

Deixa o Ricardinho meter sem camisinha nenhuma, deixa ele gozar bem fundo na minha buceta e gozar lá dentro até eu ficar grávida dele? Imagina só, meu corninho... a gente criar um filho que é do cara que tirou minha virgindade, enquanto você me fode de noite e cuida da minha irmãzinha de dia?

A Camila deu um pulo na cama, arregalando os olhos verdes, e soltou um riso abafado e chocado:

— Puta que pariu, Vanessa! Você tá maluca de vez? — a cunhadinha exclamou, ajeitando o corpo e olhando pra irmã com fascínio. — Você quer mesmo que o ricardinho coloque um filho dentro de você na frente do seu marido?

A Vanessa nem olhou pra irmã, manteve os olhos cravados nos meus, esperando a minha resposta com a buceta visivelmente pulsando de tesão só de fazer aquela pergunta.

— Fala, Rafa... — a minha mulher insistiu, a voz tremendo de fogo. — Você deixa o Ricardinho me encher de leite até me engravidar?

A Vanessa segurou a barriga e caiu na gargalhada, uma risada alta e gostosa que ecoou pelo quarto inteiro, quebrando na hora o clima pesado que tinha ficado no ar.

— Ai, meu Deus! Vocês deviam ter visto a cara de vocês dois! — ela gargalhou, limpando uma lágrima no canto do olho azul e dando um tapa leve no meu joelho. — Ficou todo mundo pálido! Eu tava brincando, seus doidos! Lógico que eu não vou ter um filho dele! Eu amei a cara de susto de vocês, KKKKK!

A Camila soltou o ar com força, jogando o travesseiro na irmã e dando um risinho de alívio.

— Porra, Vanessa! Vaca! — a Camila reclamou, rindo de canto, ainda nua na cama. — Eu achei que você tinha perdido o resto de juízo que te sobrava!

A Vanessa parou de rir aos poucos, mas o olhar sacana não sumiu nem por um segundo. Ela subiu na cama, engatinhou até ficar bem em cima de mim, com aquele corpo branquinho e cheiroso de banho, e colou os lábios no meu ouvido, sussurrando para eu e a Camila ouvirmos:

— Filho não... Mas o Ricardinho vai comer a minha buceta com gosto nesses três dias que ele vai passar aqui na cidade — ela disse, a voz voltando a ficar rouca e cheia de devassidão. — Ele vai descarregar toda a saudade em mim, vai socar bem fundo enquanto vocês dois assistem ou se divertem aí no quarto do lado. Só que vai ser só esses três dias mesmo... Porque assim que ele voltar pro Rio, eu já tô de olho em outro pra dar!

Ela deu uma piscadinha sacana pra mim e deu um tapa estalado na bunda da Camila.

— A fila anda, meus amores! Agora deixa eu ir logo pro aeroporto que o homem já deve estar desembarcando. Fiquem aí fazendo safadeza que mais tarde tem mais.

A Vanessa deu uma última gargalhada, deu um beijo rápido e molhado na minha boca, com aquele gosto de safadeza que não saía dela, e pulou da cama de uma vez. Ela foi direto pro guarda-roupa, sem vergonha nenhuma, balançando aquela bunda gostosa.

Ela escolheu a roupa a dedo pro ex dela: um vestido preto minúsculo, bem colado, daqueles de malha fina que marcam até o pensamento. Por baixo, não colocou calcinha nenhuma, só jogou um perfume doce e marcante no pescoço e entre as pernas. Ela virou pra gente na porta do quarto, deu uma pisadinha na calcinha rosa que ficou no chão e soltou:

— Se comportem, seus safados. Daqui a pouco eu tô de volta com o homem que vai rasgar a minha buceta pra vocês verem.

Ela saiu batendo o salto pelo corredor e logo ouvimos o barulho do carro saindo da garagem.

O silêncio voltou pro quarto de hóspedes, mas o ar continuava pesado de tesão. Olhei pro lado e a Camila tava ali, jogada de bruços na cama, com o corpinho todo suado, a bunda branquinha marcada com a marca dos meus dedos e a bucetinha ainda vazando o leite que eu tinha jogado nela.

A cunhadinha virou o rosto pro meu lado, deu aquele sorrisinho de sonsa com os olhos verdes brilhando de malícia e passou a língua nos lábios.

— A Vanessa é louca, né, Rafa? — a Camila sussurrou, a voz toda manhosa, engatinhando pelo colchão até parar em cima de mim. — Mas ela tá certa... A gente tem que aproveitar esses três dias. Enquanto ele fode ela lá na sala, você vai ter que me arrombar aqui nesse quarto.

— Você não cansa, né, sua vadia? — eu falei, segurando a cintura fina dela com força e trazendo o corpo quente dela pra cima do meu.

— Canso nada! Eu quero mais! — ela pediu, num tom exigente, já guiando o meu pau duro pra entrada da bucetinha dela de novo.

Ela sentou de uma vez, engolindo meu pau até o talo num movimento só.

— AHHH, RAFA! — a Camila deu um grito agudo, jogando a cabeça pra trás e cravando as unhas no meu peito. — Isso, porra! Me fode! Fode a sua putinha particular!

Comecei a empurrar de baixo pra cima, num ritmo bruto e rápido, fazendo o colchão ranger inteiro: *tapa, tapa, tapa!* A bunda da Camila batia com força na minha virilha, o barulho de pele com pele ecoando no quarto. Eu agarrei os peitinhos dela, puxando os bicos durinhos enquanto ela cavalgava na minha pica feito uma maluca.

— O Mauro nem sonha com isso, né, Camila? — eu provocava, dando umas socadas bem fundas por baixo.

— Que se foda o Mauro! — ela urrava, a voz falhada de tanto prazer. — Meu cuzinho e minha buceta são seus agora, caralho! Fode com força!

A gente se pegou ali de um jeito selvagem, sem carinho nenhum, só na safadeza pura, preparando o terreno enquanto o carro da Vanessa ia buscar o Ricardinho pra completar a desgraça daquela casa.

Eu dei uma segurada firme na cintura da Camila, travando o movimento dela por um segundo em cima do meu pau. Ela parou de cavalgada, ofegante, com os peitinhos subindo e descendo e o olhão verde arregalado de surpresa, me olhando com aquela cara de sonsa toda suada.

Eu olhei bem no fundo dos olhos dela, dei um tapa estalado na bunda branquinha e mandei a pergunta na lata, com a voz bem rouca e cheia de malícia:

— Escuta aqui, Camila... Já que você tá dizendo que quer ser minha puta particular, me fala uma coisa: você quer continuar me dando a buceta agora, ou prefere ir lá no vizinho pedir sal?

A Camila piscou devagar, sem entender direito de primeira:

— Pedir sal, Rafa?... Como assim?

— É, ir lá na casa do Seu Venâncio — eu continuei, dando um risinho cínico e apertando a coxa dela com força. — Aquele coroa de 55 anos que mora aqui do lado. Você vai sair daqui do quarto do jeito que tá, sem calcinha, colocar só aquele shortinho jeans mais curto que você tiver, aquele que deixa a polpa do bumbum toda de fora, bem putinha. Vai lá na porta dele bater e pedir um copo de sal, bem manhosa, pra ver o velho babar e ficar doido vendo essa sua bunda de fora enquanto a Vanessa não chega com o Ricardinho.

A Camila ficou parado um segundo, processando a ideia. O rosto dela ficou todo vermelho de vergonha, mas os olhos verdes faiscaram num segundo com um fogo absurdo. Uma onda de choque passou pelo corpo dela, e a bucetinha dela deu uma piscada tão forte no meu pau que eu quase perdi o rumo.

— Meu Deus, Rafa... — a Camila sussurrou, soltando uma risada nervosa e abafada, se contorcendo em cima de mim. — O Seu Venâncio? Aquele coroa que fica na calçada olhando pra todo mundo que passa? Você quer que eu vá lá na porta dele vestida de puta só pra pedir sal?

— Quero. Quero ver se você é corajosa mesmo pra ser minha mulher do nosso jeito — respondi, dando mais uma socada por baixo. — Escolhe aí, sua vadia: me dá agora ou vai lá deixar o velho surpreso com essa bunda de fora?

A Camila deu um gemido manhoso, jogou o quadril pra frente, roçando a buceta no meu pau, e soltou com aquela voz bem doce e depravada:

— Eu quero é os dois, Rafa! Primeiro você me fode gostoso aqui pra me deixar bem molhada, e depois eu coloco o shortinho curto e vou lá na porta do velho fazer o showzinho que você quer!

A Camila nem esperou minha resposta. Ela segurou o meu peito com as duas mãozinhas pequenas e começou a sentar no meu pau com uma fúria desesperada, jogando o quadril pra frente e pra trás. O barulho de carne batendo seco ecoou pelo quarto: *tapa, tapa, tapa!*

— AHHH, RAFA! — a cunhadinha gritava, jogando a cabeça pra trás, com os peitinhos balançando sem parar. — Me fode logo, porra! Me deixa bem ensopada pra eu ir lá na porta do velho tremer essa bunda!

— Você é uma vadia sem vergonha mesmo, né, Camila? — eu rosnei, segurando a cintura dela e dando estocadas brutas de baixo pra cima, fincando o pau até o saco. — Vai lá no Seu Venâncio com a buceta melada da minha porra!

— Vou! Vou com a buceta cheia do seu leite, com o shortinho enfiado no rabo! — ela urrava, a voz falhada de tanto tesão, cavalgando no meu pau feito uma maluca. — O velho vai ficar doido quando ver a polpa da minha bunda toda de fora!

Ajeitei o corpo, puxei a Camila pelas pernas e virei ela de quatro na beirada da cama. Peguei o meu pau babado, soquei no cuzinho dela e empurrei de uma vez só, rasgando todas as preguinhas do cuzinho dela.

— AIII, CARALHO! — a Camila deu um grito agudo no travesseiro, travando o corpo inteiro enquanto eu entrava até o talo no cu dela.

Comecei a socar sem dó, com uma fúria descontrolada, fazendo a bunda branquinha dela apanhar na minha virilha. O barulho de pele com pele era alto, e o suor escorria pelo corpo de nós dois.

— Fode meu cuzinho, Rafa! Arromba a sua mulher! — a Camila implorava, a voz toda abafada, empinando o rabo pra receber minha pica mais fundo.

Não aguentei a pressão. Puxei o pau do cu dela no limite e descarreguei uma jorrada grossa e quente de leite direto nas costas e na bunda dela. A Camila deu um último grito, entrando num orgasmo violento que fez as pernas dela dobrarem no colchão.

A gente ficou ali por dois minutos, só ouvindo o som da nossa respiração pesada. Mas a cunhadinha não perdeu tempo. Ela se levantou da cama com as pernas bambas, com o meu leite ainda escorrendo pela coxa, e foi direto no guarda-roupa da Vanessa.

Ela pegou um shortinho jeans desfiado, tão curto que era praticamente uma calcinha de pano grosso. Ela vestiu o jeans sem calcinha nenhuma por baixo. O tecido entrou apertado, rasgando no meio da bunda e deixando a polpa das duas bandas totalmente de fora, bem branquinhas e marcadas de vermelho das minhas palmadas. Na parte de cima, ela colocou só uma regatinha branca bem fina, sem sutiã, com os bicos dos peitos apontando e furando o pano.

A Camila se olhou no espelho, deu uma rebolada pra ver a bunda quase toda de fora e virou pra mim com aquele olhar verde de puta sonsa.

— Tô bem putinha, Rafa? — ela perguntou, com a voz bem mansa, passando a mão pelo shortinho que sumia no rabo. — O Seu Venâncio vai ter um troço quando eu pedir um pouco de sal.

— Você tá uma vadia perfeita — eu respondi, olhando aquele espetáculo com o pau já dando sinal de vida de novo. — Agora vai lá na casa do velho e faz o show. Eu vou ficar aqui na janela só olhando de camarote.

Ela deu um risinho safado, pegou um copo americano vazio na cozinha e caminhou até a porta da rua, rebolando aquele rabo de fora pela calçada, pronta pra deixar o velho Venâncio completamente louco.

A Camila abriu o portão de casa e pisou na calçada com passos lentos, fazendo questão de rebolar aquele corpinho pra fazer o shortinho jeans subir ainda mais. A polpa da bunda dela tava praticamente toda exposta, branquinha, marcada do vermelho das minhas palmadas e com o vestígio do meu leite brilhando na coxa. Pela fresta da janela da sala, eu acompanhava cada centímetro da cena, com a mão na cintura e o pau babando duro na calça.

Ela caminhou até o portão do Seu Venâncio, o coroa de 55 anos que morava ao lado. O velho tava na varanda, cuidando de umas plantas, usando uma regata surrada. Quando ele ouviu o barulho do portão e levantou os olhos, a tesoura de jardinagem quase caiu da mão dele. O homem paralisou. Os olhos do coroa desceram na hora pro shortinho esgoelado no rabo da Camila, travando nas coxas torneadas e descendo até as pernas lisas.

— S-Seu Venâncio? — a Camila chamou com a voz mais doce, manhosa e sonsa do mundo, se encostando no muro de um jeito que empinava a bunda direto na direção da visão dele. — A Vanessa saiu e eu fui fazer o almoço... mas vi que o sal acabou. O senhor teria um pouquinho pra me arranjar?

O coroa engoliu a saliva tão seco que deu pra ver o gogó dele subir e descer da minha janela. O velho parecia que tava vendo uma miragem. Ele largou as coisas com a mão trêmula e veio andando até o portão, com o olhar cravado no decote da regatinha branca dela, onde os bicos dos peitos apontavam bem acesos por baixo do pano fino.

— C-claro, minha filha... entra aqui, vem pegar na cozinha — o coroa gaguejou, com a voz rouca de puro choque, abrindo o portão com a mão tremendo de tesão.

A Camila deu um sorrisinho de lado, me mandando um olhar discreto na direção da janela, e entrou na casa do velho. Ela foi andando na frente dele pelo corredor estreito, rebolando aquele rabo de fora sem nenhum pudor. Dá pra imaginar a cara do coroa de 55 anos andando atrás daquela bunda branquinha, vendo o shortinho jeans enfiado no rabo e sentindo o cheiro de suor e sexo que ela exalava.

Eu fiquei na expectativa, o coração batendo rápido e a cabeça fervendo. Da janela da minha sala, pelo vão da cortina da casa dele que tava meia aberta, eu vi a cena perversa se desenhar.

O Seu Venâncio não aguentou a provocação da novinha. O velho encostou a Camila contra o balcão da cozinha. A Camila nem se fez de rogada: entregou o copo de sal na bancada, se virou de costas e debruçou sobre a pia, jogando aquele rabo descarado na cara do coroa.

— Meu Deus, menina... você tá querendo me matar do coração? — ouvi a voz abafada do velho soltar.

— O senhor gosta, Seu Venâncio? — a Camila provocou com aquela voz manhosa de vadia. — Pode pegar... eu deixo o senhor ver de perto o que o shortinho esconde.

O coroa não pensou duas vezes. A mão calejada do velho agarrou a bunda dela com força, puxando o jeans pra cima de uma vez. Ele nem tirou o short: só puxou o pano de lado, escancarando a bucetinha e o cuzinho dela. O velho abriu a braguilha da calça, colocou o pau duro e meio grisalho pra fora e empurrou de uma vez na buceta da camila.

— AHHH! — o gemido da Camila veio abafado mas rasgado, ecoando até a minha janela.

O Seu Venâncio começou a socar por tras na buceta dela, segurando firme na cintura dela, dando estocadas brutas. A Camila rebolava na pica do velho, soltando uns gemidos manhosos, levando a pica do velho na buceta.

Eu assistia aquilo com a mão descendo o cacete no meu pau, o sangue fervendo no corpo de ver a minha cunhada, vestida de puta com a roupinha que eu escolhi, sendo arrombada pelo vizinho na cozinha dele. Ela sabia que eu tava vendo tudo, e quanto mais ela lembrava que tava sendo usada de brinquedo, mais ela rebolava na pica do coroa.

O Seu Venâncio não aguentou cinco minutos de surra de buceta. O velho deu três bombeadas desesperadas, cravou as unhas nas costas dela e descarregou uma leitada quente direto na buceta da Camila, urrando de tesão.

A Camila se ajeitou com calma, puxou o jeans pro lugar, pegou o copo de sal na bancada e saiu da casa dele rebolando, deixando o coroa jogado no balcão quase infartando de tanto prazer.

Ela cruzou a calçada de volta, entrou no meu portão e trancou a porta da sala. Ela veio andando na minha direção no meio da sala, com o copo de sal na mão, o rosto corado, a boca entreaberta e o suor escorrendo pelo peito.

— Deu certo, Rafa... — a Camila sussurrou com a voz toda manhosa, me entregando o copo e encostando o corpo quente no meu. — O Seu Venâncio me encheu de leite lá na cozinha dele... Agora você vai me foder com o leite do velho dentro de mim?

Eu nem tive tempo de responder, a Camila nem teve tempo de me dar um beijo. O celular dela, jogado em cima do sofá da sala, começou a tocar no volume máximo, fazendo o aparelho vibrar e piscar com a notificação de chamada de vídeo.

Na tela brilhava o nome:

"Amor❤️( meu futuro corninho).

A cunhadinha deu um pulo, ajeitou o shortinho jeans que ainda estava meio enfiado no rabo e limpou o canto dos lábios com as costas da mão, tentando disfarçar o peito arfando e a pele toda suada da surra de pau que tinha acabado de levar do Seu Venâncio.

Ela olhou para mim com o olhão verde arregalado de puro pavor e adrenalina, colocou o dedo na boca pedindo silêncio e atendeu a chamada de vídeo, segurando o telefone um pouco acima da cabeça para não mostrar o estado do corpo dela.

— O-oi, amor! — a Camila soltou com a voz mais doce e sonsa do mundo, tentando controlar a respiração. — Como estão as coisas por aí no hospital? Seu pai tá bem?

A imagem do Mauro apareceu na tela. O grandalhão estava na recepção do hospital, com a cara amassada de cansaço, mas com um brilho diferente nos olhos. Ele parecia mais calmo e, ao mesmo tempo, animado.

— Fala, minha princesa! Graças a Deus o velho tá bem! — o Mauro respondeu com aquela voz grave que fez o alto-falante do celular tremer. — Os médicos já estabilizaram ele, o procedimento foi um sucesso e ele vai receber alta hoje. Eu nem vou precisar ficar a semana toda preso aqui!

A Camila engoliu a saliva seco, me olhando pelo canto do olho enquanto eu me aproximava devagar por trás dela, pondo a mão por dentro da regatinha branca dela e apertando o peitinho duro.

— É mesmo, amor? Que notícia maravilhosa! — a Camila mentiu, dando uma engasgada no meio da fala enquanto eu beliscava o bico do peito dela. — Então você vai vim para ca?

— Vou sim! Na verdade, vou organizar uns documentos do pai amanhã e tô descendo praí depois de amanhã cedinho! — o Mauro avisou, abrindo um sorriso de canto a canto na tela. — Mas tem um porém... Eu não vou sozinho não!

A Camila travou a perna na hora, me olhando pelo reflexo da tela.

— Um porém, Mauro? Como assim? Quem vem com você?

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 89Seguidores: 208Seguindo: 38Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

Foto de perfil genérica

Essa aí de tava brincando é velha, tava era sondando o terreno para saber a reação do "corninho" e esse aí tá com a cunhada na mão e da de bandeira pra outros, esse gosta.

Indiferente do rumo, continua uma ótima História, parabéns

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →