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O treinador (5): Meu colega professor bissexual e sua aluna safadinha

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Um conto erótico de Técnico barreira
Categoria: Heterossexual
Contém 2939 palavras
Data: 31/07/2026 16:27:28

Theo consegue que um aluno de outra escola de desequilibrasse na partida, se classificando para a final. Vou lá e dou um abraço nele para comemorar. O oriento para cumprimentar o outro participante, ele estava tão eufórico que se esqueceu das boas práticas esportivas.

Por pouco eu não perco a luta dele, consegui chegar bem na hora. A poucos minutos atrás, eu estava com Henrique e Gabriel no quarto. Tomei um banho longo, pensando na besteira que estava fazendo. Além de me masturbar com eles, ajudei Gabriel a comer o cuzinho do Henrique. Os dois alunos novinhos estavam afundados em tesão e desejo, especialmente Henrique, que já tinha me relatado que achava Gabriel o mais gostoso entre todos. Já Gabriel era dificíl dizer. Talvez fosse o tesão acumulado da adolescência, talvez ele fosse Bi e estava se descobrindo, talvez só não perdesse a oportunidade de transar, talvez fosse a provocação do Henrique com ele "Um homem de verdade não perderia a chance de fuder"...

Mas tentei me tranquilizar, afinal os garotos estavam mesmo no auge dos hormônios, até Gabriel e Pedro estavam curtindo bastante com a Mariana. Mas para o azar deles, Mariana estava nesse momento no quarto das meninas arrumando as malas para voltar para sua cidade, afinal as partidas de vôlei já haviam acabado. O que fazia com que Henrique ficasse sem fazer mais nada pro resto do dia. Gabriel e Pedro teriam as últimas participações naquela tarde, Theo iria disputar a final em seguida dessa partida.

Theo acabou ganhando a última partida com uma finalização de profissional, me enchendo de orgulho. Sua pele negra toda suada e um sorriso estampado no rosto marcaram a minha cabeça até hoje, ele estava muito contente, principalmente por ser um garoto negro, bolsista da escola e que agora, mostrava sua capacidade.

Theo recebeu sua medalha e foi direto pro banho. Encontrei Pedro, Gabriel e Henrique no ginásio, eles vibraram bastante por seu amigo. Gabriel estava meio esquisito, mas Henrique não deixava transparecer nada do que havia acontecido.

Os 3 ficaram lá fora conversando, até que Pedro vem até mim.

Pedro: Barreira!

Naquele momento me assustei. "Porra, o Henrique ou o Gabriel contaram algo?" - Pensei.

Pedro: Consegue uma bola de futebol pra gente ficar jogando altinha lá no canto?

Eu: Ah sim... Vou ver se consigo, beleza?

Pedro: Ok.

Fui em direção aos alojamentos aliviado. Ele só queria uma bola. Eu precisava me acalmar, afinal não poderia andar nervoso o dia todo, além disso amanhã teríamos quase 10 horas de estrada para pegar na nosso ônibus. Cheguei ao alojamento masculino e fui na área dos técnicos para ver se encontrava uma bola. Não achei nada. Fui até uma parte mais afastada, onde não estava fazendo parte do evento, tive que usar a força para abrir uma porta que estava semi bloqueada por uma prateleira, quase fazendo ela cair. "Aqui acho que é um depósito, deve ter uma bola aqui". - Pensei.

Era uma sala escura onde se conseguia ver apenas pela janela que estava aberta, na sala havia alguns troféus e itens que pareciam ser de aulas de dança, pois haviam algumas fitas, bambolês e uma espécie de barra improvisada na parede. No canto da sala, havia uma portinha que parecia ser uma espécie de quartinho embaixo de uma escada. Fazia sentido, já que a altura da porta era na diagonal, era um pouco mais baixa que o comum e lembrei que ao lado daquela sala, havia uma escada bloqueada por uma pantográfica.

Fui até a porta e abri.

Bingo, era realmente um quartinho de bolas, pequeno e a luz estava acessa. Mas as bolas era o de menos que tinha ali. Em um canto, meu amigo e professor de educação física que havia encontrado mais cedo, Sérgio, estava recostado em uma cadeira velha de escritório, sua barba negra e cabelos curtos e escuros quase escondiam seu olho fechado e feições de prazer. Em frente a ele, ajoelhada havia uma mulher de cabelos encaracolados. Com o susto do barulho que a porta que abri fez, os dois se sobressaltaram. A mulher virou para mim, dando para perceber que Sérgio estava com sua bermuda abaixada e pau para fora.

A Mulher na frente dele? Era sua aluna Isabella. Ele estava recbendo um boquete dela.

Eu: Que caralh...

Sérgio tentou esconder sua rola dentro da cueca, mas sem sucesso. Era um pau grande, quase tão grande quanto o meu, mas definitivamente mais grosso. Sua cabeça era enorme, e brilhava por conta da saliva da Isabella. Isabella ao se virar, mostrou que estava só com um sutiã de renda rosa que escondiam seus peitos grandes. Na parte de baixo vestia um short curto.

Sérgio: Porra Barreira!

Eu: Caramba, Ségio. Que isso?

Isabella se afastou dele, Sérgio estava tentando colocar o pau para dentro ainda, mas sua cabeça ficava de fora da cueca. Sérgio balbuciava algo, parecendo tentar se explicar. Eu de primeira, fiquei extremamente chocado. Até que...

Um pensamento me atingiu totalmente, não podia julga-lo. Não a poucas horas atrás eu estava sendo chupado pelo Henrique. Além do fato de ter ajudado ele a dar o cu para outro aluno meu, e dado uma mamada dele na noite anterior. Sei que por sermos professores e eles alunos, não deveríamos sentir isso. Mas acho que é algo natural, eles são jovens e cheios de tesão, não há como não ter fantasias sobre isso.

Eu: Ta... Eu entendo.

Sérgio: Sérião?

Eu: é...

Isabella: Desculpa professor.

A garota de pele morena, quase caramelo e cabelos encaracolados se dirigia a mim.

Isabella: Eu... Eu sei que é errado, ele é meu professor e tal mas... Eu gosto muito... E só aconteceu...

Eu: Gente, eu entendo. O desejo bate, é normal.

Sérgio: Bom saber que você é mente aberta, Barreira.

Eu: Só, não deixa mais ninguém ver, por favor.

Comecei a ir pra porta.

Isabella: Espera.

Um silêncio de mais ou menos uns 5 segundos que pareceram durar minutos se instalou na pequena sala cheias de materiais.

Isabella: Se eu... te chupar também, você promete que não conta pra ninguém?

Fiquei completamente chocado com a proposta dela. Percebi que nesse ponto, o pau de Sérgio já estava quase pela metade pra fora, ele estava segurando e parecia fazer um leve e quase imperceptível movimento de masturbação.

Eu: Mas... É sério isso?

Isabella: Sim, só por favor não conta para os meus pais. Eu sei que não é certo, mas eu gosto muito de safadezas assim.

Sérgio: Senta ai, barreira.

Sérgio indicou um banco na parede que ficava bem perto da cadeira de escritório onde ele se sentava. Eu me sentei devagar, meio tenso ainda com tudo aquilo.

Eu: Mas... Você gosta disso?

Isabella foi direto até mim e abriu de leve minhas pernas. Puxou minha bermuda e me deixou só de cueca box. Ela deu um beijo no meu volume que ainda estava meio mole, mas que rapidamente começou a endurecer.

Isabella: Sim... Eu já faço isso com o Sérgio faz uns meses. Já fiz com ele e com outro também.

Saber que aquela safadinha já estava chupando o Sérgio fazia tempo, inclusive chupou ele e outro aluno juntos, me encheu de tesão. Ela viu que meu pau logo endureceu e colocou ele para fora, dando uma lambida da base até a cabeça. Quando chegou no topo, começou a mamar deliciosamente minha rola, chupando a cabeça, sugando com força, e depois seguindo e colocando meu pau na boca. Seus lábios eram grossos e a habilidade era de uma verdadeira boqueteira.

Sérgio se levantou e tirou a camiseta, seu pau agora todo para fora da cueca até as bolas, era um puta pauzão, grosso e bem veiudo. Ele se ajoelhou atrás dela e tirou o seu short, exibindo sua calcinha fio dental branca. Era apenas um fiozinho que se perdia no meio daquela bunda grande e deliciosa. Apesar de ser novinha, Isabella tinha um corpo já de mulher.

Sérgio: Vou preparar essa bucetinha.

Isabella ficou de quatro, mas em nenhum momento parou de me chupar. Ela foi puxando meu pau até que eu me sentasse no chão, recostado no banco.

Eu: Vais... Vais comer ela?

Sérgio: Se vou? Eu é que tirei o cabacinho dela.

Sérgio viu minha cara de choque e deu uma certa risada. Abriu a bunda dela e começou a lamber sua bucetinha e pelo que eu percebi, até seu cuzinho não foi perdoado, pois sérgio lambia toda a sua bunda. Saber que ele chegou a tirar a virgindade dela, me deixou com bastante tesão. Peguei no cabelo cacheado dela e segurei com certa força, para sentir se ela reclamava. Mas não, senti que ela começou a me chupar ainda com mais vontade, intercalando entre gemer pelas lambidas do Sérgio e me mamar.

Comecei a fazer um vai e vem com a cabeça dela, guiando a chupada e dando até umas forçadas na boca dela, fazendo ela engasgar um pouco com meu pau. Sérgio abaixou a calcinha dela e começou a meter na sua bucetinha.

Eu: Porra Sérgio, vais arrombar a menina.

Sérgio: Ela gosta assim. Não tens idéia do que essa bucetinha já recebeu. Até dois paus ao mesmo tempo, né Isa?

Isabella deu uma risada, mas não deixou de me chupar. Realmente ela era uma putinha de primeira. Uma ninfeta deliciosa. Sérgio começou a meter nela, fazendo ela gemer com gosto. Ela agora chupava meu pau e começou a bater com minha rola na sua bochechinha cheinha e vermelhinha.

Isabella: Isso, prof. Me come vai. Come minha bucetinha vai.

A safadeza estava instaurada.

Sérgio: Caralho, que buceta apertada. Como que é tão apertada mesmo depois de receber tanto pau, hein?

Ele comia ela com vontade, com rapidez como se tivesse comendo uma mulher da nossa idade. O barulho da virilha dele batendo em sua bunda, indicava que seu pau todo estava entrando dentro dela, o que era extremamente improvavel, já que ele tinha um pau grandão pra caramba.

Sérgio: Vem cá, isa. Senta em mim.

Sérgio se sentou em uma caixa baixa que havia em um canto da sala e Isa foi até ele. Ela se sentou no colo dele virada para frente, já encaixando seu pauzão na bucetinha dela. Daquele jeito, eu pude finalmente ver o corpo dela inteiro. Era uma gostosinha, peitos grandes e redondinhos, bunda beeem avantajada e deliciosa. Sua pele cor de café com leite era brilhosa e sem defeitos nenhum, não havia uma celulite ou estria naquela safadinha, mesmo sendo cheinha.

Fui até ela e vi ela rebolando deliciosamente no pau grosso do Sérgio. Fiquei ao lado dela e ela já logo pegou meu pau pra bater uma punheta.

Eu: Então quer dizer que até para dois você já deu é?

Isabella: Sim, para o professor e pro meu namorado ao mesmo tempo.

Fiquei abismado.

Eu: Como assim?? Tens namorado?

Isa: Tenho sim, mas ele adora me compartilhar. E eu adoro ser passada em uma roda pra todos me usarem bem gostoso.

Eu: Nossa, de onde vem esse fogo todo?

Sérgio: Ela? Ela é um poço sem fundo de tesão, nunca vi.

Eu: Mas mesmo com namorado, o Sérgio que tirou sua virgindade?

Isa: Sim, o prof ensinou eu e meu namorado a transarmos.

Eu: Caralho hein, sortudo filha da puta

Sérgio riu. Isabella continuava sentando no colo dele, enfiando a rola em sua bucetinha faminta.

Eu: E você faz tudo tudo? Até beija na boca?

Isabella: Beijo sim, por que? Gostou da minha boca?

Soltei um sorriso malicioso e fui logo beijar a boca dela. Sua lingua se envolveu na minha com bastante tesão. Quando vi, Sérgio entrou no beijo junto, engatando em um beijo triplo. Levei um puta susto, não imaginava que o Sérgio poderia fazer aquilo. Em dado momento, ficamos trocando, eu beijava ela, ela beijava ele, até que ele também me beijou. Novamente me assustei, mas não neguei o beijo dele, afinal ele era um gostoso, quando trabalhavamos na mesma escola, até punheta já bati pensando nele.

Eu: Porra Sérgio, és bi?

Sérgio: Eu não nego uma putaria não amigo.

Isabella: Não nega mesmo, até quase comeu meu namorado!

Aquilo me chocou novamente. Além de bi, Sérgio era um putão de primeira. Tinhamos muito mais em comúm do que eu esperava.

Sérgio: Vai lá barreira, prova essa novinha.

Eu: Sério? Posso?

Isabella: Claro que sim, vem.

Eles levantaram e eu me sentei. Isabella veio calmamente no meu colo e pude olhar seus maravilhosos peitos na minha frente, automaticamente peguei um e coloquei na boca. Chupei seu mamilo moreninho e delicioso enquanto segurava seu outro seio e dava uma leve apertada. Ela encaixou meu pau na sua bucetinha e começou a descer.

Era apertada pra caralho, uma delícia, provavelmente a melhor buceta que já comi. Era bem molhada e quente, agasalhando meu pau e me fazendo ver estrelas de tanto tesão.

Eu: Porra, que gostosa!

Ela começou a quicar. Fui automaticamente e deu um beijo em sua boca, enquanto ela dava sua buceta pra mim.

Sérgio: Chupa aqui, isa.

Sérgio deu seu pau pra ela chupar, ela mamava com gosto, tentando abrir bem a boca para colocar o pau, mas sem sucesso, o pau do Sérgio era realmente bem grosso. Ela mamava a uns 15cm do meu rosto, era gostoso ver aquela rola deliciosa bem na minha frente. Quando menos esperei, Isabela pegou na minha nuca e começou a trazer meu rosto em direção ao dela. Com o pau do Sérgio no meio.

Automaticamente minha boca encostou no pau dele. Instintivamente abri e comecei a lamber, ficamos eu e Isabella lambendo o pau dele um de cada lado, nossas linguas se encontrando no meio e dando um beijo de longe, com aquela rola toda a nosso dispor.

Era a primeira vez na minha vida que eu estava chupando uma rola e comendo uma buceta ao mesmo tempo.

Sérgio: E ai, acha que consegue aguentar nós dois?

Isabella: Olha, vai ser difícil. Você e meu namorado é uma coisa, mas vocês dois são bem dotados. Mas bora tentar.

Não entendi direito no início. Isabella se levantou e Sérgio colocou seu casaco aberto no chão e deitou em cima. Ela deitou em cima dele, empinando bem sua bunda. Encaixou o pau dele em sua bucetinha e olhou para mim.

Isabella: Vem, me come junto.

Eu: Como assim? Os dois dentro de você? Mas isso vai te machucar!

Isabella: Relaxa, já fiz isso com o prof e meu namorado. Amo a sensação de ter dois paus na minha buceta.

Fui inseguro atrás dela. Sua bunda era deliciosa.

Sérgio: Deixa ela bem molhadinha primeiro, barreira. Já aproveita e deixa meu pau lubrificado também.

Sérgio e Isabella começaram a se beijar. Eu comecei a lamber a buceta dela. Era delicioso o gosto de uma bucetinha de uma novinha deliciosa. Comecei a abocanhar o pau dele também, deixando bem babado. Coloquei o pau dele de volta e me veio a cena bem parecida que a poucas horas presenciei. Era a segunda vez naquele dia que eu estava segurando um pau e botando em alguém. Mas nesse caso, era na bucetinha da aluna dele.

Isabella: Vem, mete também.

A cena era deliciosa. A bunda empinada dela em cima do Sérgio, o pau dele já na sua bucetinha. Eu encostei meu pau junto no do sérgio por cima, e tentei aos poucos abrir espaço em sua buceta para meter junto.

Isabella: Caralho, que pauzões deliciosos!

Fui forçando e aos poucos sentia ela vir mais para trás, para que metesse. Até que consegui entrar.

Aquela era a minha primeira dupla penetração. Quem já fez DP sabe o quanto é gostoso estar comendo uma buceta bem apertada enquanto está enconstando em outro pau. Você consegue sentir o pau pulsar e a buceta se alargando. Eu e Sérgio fomos metendo bem devagar para que ela se acostumasse. Era apertada demais, fiquei com certa pena dela.

Isabella: Caralho! Isso! Alarga a minha buceta.

Sérgio: Ta gostando, vadiazinha? Ta doendo?

Isabella: To amando, prof! Ta doendo mas ta bom pra caralho!

Minha pena sumiu com o linguajar deles. Dei um tapa na bunda dela que deixou uma marca vermelha. Comecei a fuder com gosto aquela putinha e Sérgio seguiu minha deixa.

Isabella: Porra, to gozando! Vai, me come!

Eu: Sua cadelinha safada!

Isabella: Isso! Fode a putinha de vocês!

Isabella começou a se tremer freneticamente, eu fiquei morrendo de vontade de gozar vendo ela.

Eu: Caralho, eu vou gozar!

Sérgio: Eu também!

Isabella: Vai, goza em mim vai!

Pela décima vez, eu fiquei assutado.

Eu: Dentro?

Isabella: Isso, me faz de depósito de porra, vai!

Eu gozei quase que automaticamente com a fala dela. Sérgio veio depois. Nossos paus dentro dela ficaram todos brancos de tanta porra que soltamos. Ficamos lá dentro mais um pouquinho e depois tiramos. Ela estava bem alargada, mas não tanto quanto eu imaginei que ficaria. Talvez ela realmente fosse essa putinha já acostumada que eles estavam falando.

Sérgio: Vem cá barreira, deixa eu limpar teu pau.

Levantei e Sérgio começou a mamar meu pau, lambendo e limpando tanto a porra dele quanto a minha, além do melzinho da bucetinha da Isabella.

"Porra, que delícia" - Pensei.

-

Saí do prédio com a bola na mão. A bola de futebol, no caso.

Fui até os meninos e vi que eles já tinham achado uma.

"Porra barreira, que demora" - falaram.

Eu me desculpei e desconversei.

A tarde passou sem nenhuma outra novidade. Apenas Theo foi campeão nas competições, os outros garotos ficaram no pódio, mas não ganharam.

Combinamos a noite de pedir umas pizzas para comemorar e comer no quarto.

Continua...

-

Galera, estamos caminhando para o final da história. Como vocês acham que vai ser o desfecho? Rsrs

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