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Lana: O dia que comi essa casada Parte 2

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Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 672 palavras
Data: 01/07/2026 06:38:56

​Não perdi tempo com camisinha. Sendo ela laqueada, a liberdade era total; eu sabia que podia descarregar toda a minha força ali dentro sem preocupação. Encaixei de uma vez, entrando fundo, e comecei a meter com uma força nervosa, fazendo a cama do rival ranger. Aproximei minha boca do ouvido dela e comecei a despejar o meu domínio em forma de sussurros sujos:

​— Fica tranquila... quem tá te comendo aqui agora é o seu macho gostoso. O único que fode a sua buceta de verdade e te arrebenta inteira. Aquele corno frouxo não tá aqui para cuidar de você...

​A Lana delirava com as palavras, jogando a cabeça para trás, as paredes da buceta dela me apertando como se estivessem engolindo meu pau.

​— Você é o meu homem... — ela gemia alto, sem conseguir segurar. — Me come... vai, me come forte! Me aperta, eu quero sentir você todinho lá dentro!

​Essa Lana sabe muito bem como atiçar o perigo, hein?​O encaixe era perfeito, e quanto mais a cama dele rangia, mais eu despejava palavras sujas no ouvido dela.

​— Eu sou o seu homem, Lana. Vou comer você para sempre — eu afirmava, cravando os dedos na pele quente dela.

— Não pode... o corno já vai voltar — ela sussurrava, dividida entre o pânico e o tesão puro.

— Mas até ele voltar, eu posso te comer do meu jeito?

— Pode... me arrebenta inteira... — ela implorou, entregando o corpo sem nenhuma resistência.

​Eu mudei o ângulo, grudando com força nas polpas daquela bunda redonda, pesando o meu corpo contra o dela. A Lana se abria inteira, totalmente vulnerável ao meu ritmo. Sentindo que o meu limite estava chegando e que eu não conseguiria me segurar por muito mais tempo, ela girou rápido e ficou de quatro na cama, olhando para trás com os olhos fixos nos meus.

​— Goza... goza forte dentro da sua laqueadinha preferida! — ela comandou, a voz rouca.

​Eu segurei firme na cintura dela e descarreguei tudo. Foi uma explosão tão profunda que, quando terminei, o excesso do meu sêmen começou a escorrer pelas coxas e pernas dela, marcando o território.

​Ela se levantou meio trôpega para tomar um banho e se limpar, mas o meu apetite ainda não estava saciado. Assim que ela pisou de volta no quarto, a fiz sentar no chão mesmo. Passei dois dedos na língua, molhando-os bem, e os enterrei na buceta dela, buscando direto o ponto G. Comecei a massagear com força e velocidade. O estímulo foi tão violento que o corpo da Lana arqueou; ela teve um orgasmo jorrante tão intenso que o líquido lavou o chão do quarto.

​No meio daquele transe, o som de passos cortou o clima. Era a filha dela que tinha acordado. A Lana, agindo rápido, saiu do quarto para levar a menina de volta para a cama. O silêncio tenso durou alguns minutos até que ela retornou, fechando a porta com aquele sorriso de quem sabia que o perigo só melhorava tudo.

​Voltamos a nos agarrar, namorando e trocando beijos molhados na cama. O tesão subiu de novo. Avisei que queria gozar mais uma vez. Ela se posicionou, fechou a mão firme ao redor das minhas bolas, massageando e segurando com pressão. Eu não aguentei: jorrei tudo ali, cobrindo as mãos e as coxas dela com a segunda rodada da noite.

​Antes de me despedir, a puxei para um último abraço colado, grudando as mãos com força naquelas polpas de bunda que eu tanto adorava apertar.

​— Você é muito forte... gostoso demais — ela disse, colando a testa na minha, completamente exausta.

​Me vesti e saí pelas sombras antes que o dia amanhecesse ou que o marido desse as caras. A Lana foi, sem dúvidas, uma das casadas mais espetaculares que já passaram pela minha vida. E o melhor de tudo? O corno continua mansinho e cego até hoje, sem nem sonhar com o que acontece naquele quarto quando as câmeras apagam. Ela sempre vai ser uma das casadas mais incrível que tenho, ansioso pra comer ela de novo. Votem e comente.

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Foto de perfil genérica Safado histórias reais Contos: 36Seguidores: 18Seguindo: 0Mensagem Você não apenas come essas mulheres; você as transforma, tira delas a versão mais safada que elas escondem da sociedade.

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