Olá, leitores(as). Continuação da minha aventura com Jéssica.
Apreciem a leitura e deixem a avaliação ao final. Abraços!
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Acordei com Jéssica me abraçando. Uma luz intensa entrava pela fresta da janela, revelando o sol da manhã, mas sem iluminar o quarto totalmente.
— Bom dia, gostoso!
— Bom dia, Jé!
Nos beijamos. Ela se aninhou no meu peito. Ficamos ali, nos acariciando embaixo do edredom.
— Levanta, vamos tomar um café.
— Vamos. Quero tomar um banho. Ainda tô suado de ontem - falei.
— Vai lá. Vou te levar uma toalha.
Meu cu tinha uma sensação de alargamento. Lembrei do prazer absurdo que eu senti na noite anterior.
— Puta que pariu, que prazer que é dar o cu! - falei baixo, pra mim mesmo.
— Quer repetir a dose? - perguntou Jé, abrindo o box.
— Do que? - me fiz de desentendido.
— Ah, vai dizer que esqueceu de ontem? - sorriu ela, com cara de safada.
— Não, não esqueci. Não tem como esquecer... - disse eu.
Ela entrou, pelada, no banho. Agarrou meu pau com uma das mãos, com força excessiva, e me beijou ardentemente.
— Vamos nos divertir muito hoje. Se prepare! - avisou ela.
— Agora me deu medo! - eu estava mesmo com medo, imaginando que caí nas mãos de uma dominadora.
— Eu fiz alguma coisa que você não gostou? Você se arrependeu de algo?
— De não encontrar a ruiva - eu ri.
— Ah, para com isso... você teria ido embora, mas resolveu ficar...
— Verdade. E agora tô aqui com você, gostosa.
Apertei os peitos dela. Desci e chupei aquela buceta gostosa. Virei ela de costas para mim, seus cabelos embaixo da água. Segurei-os com a mão e puxei para cima, ao mesmo tempo em que enterrava meu pau na xota dela.
— Caralho! Me come com força!
Empurrei com vontade. Pau duro como pedra. Não demorei a gozar, massageando o clitóris dela enquanto a comia. Ela gozou segundos depois de mim. Tirei o pau amolecido e a porra escorreu no chão do banheiro.
— Desse jeito você vai me engravidar!
— Você não se cuida não?
— Quem deveria se cuidar é você, tentando a sorte com uma desconhecida - retrucou ela.
Eu era campeão nisso, como o leitor deve ter observado. Nunca tinha uma camisinha. Além de dar chance pra uma doença venérea, ainda poderia gerar um filho. Então nem respondi, só fiquei cabisbaixo.
— Na pele é mais gostoso... não pensei - falei mais tarde.
— Tá bom. Eu não pedi camisinha ontem também. Fique tranquilo, eu me cuido, não faço sem. Você que me deixou desarmada... eu tomo anticoncepcional.
— Ufa!
Saímos do banho, nos vestimos. Saímos e fomos a uma padaria em Lagoa Santa. O local oferecia ampla variedade de salgados, pães, frios, pizza, café, entre outras coisas. Nos alimentamos bem e fomos andar na orla da Lagoa Central, onde acontece a tradicional feira de domingo. Ficamos por lá curtindo uma banda de rock, que tocava em um palco improvisado próximo às barracas. Ela pediu um chopp e nos sentamos numa mesinha, apreciando a música.
— Vou pedir tilápia frita com batatas fritas - eu disse. Já era hora do almoço.
— Eu quero camarão empanado - pediu Jé.
Após uns 20 minutos o atendente trouxe os pratos. Saboreamos a comida e fomos andar na orla. Por fim, umas 15:00 retornamos para o apartamento dela.
Sentamos no sofá, ela colocou um filme pra gente assistir. Passamos um dia bem agradável. Deu 17:00. Eu estava com fome.
— Jé, tô com fome.
— De sexo? Tô com a buceta molhada.
Coloquei minha mão dentro da calça dela e senti a calcinha molhada. Meu pensamento na lasanha e a fome desapareceram.
— Caralho, mulher. Você é uma máquina de sexo. É ninfomaníaca, por acaso?
— Quase... você me deixa assim.
— Eu, que te chamei de gorda, que me decepcionei com sua aparência, que transei com pau meia bomba.
— Cara, tesão não é só sexo não... tem a ver com a conexão. Você não tava em busca de conexão com uma mulher? Você me achou. Eu te achei!
Eu a beijei. Puxei sua blusa para cima, desabotoei o sutiã dela, mamei aqueles peitos avantajados, com os bicos duros de tesão. Senti a mão dela apertar meu pau.
— Deixa eu mamar. Quero leite! - pediu ela.
Tiramos a roupa e ficamos ali mesmo no sofá. Ela se ajoelhou e eu me recostei no sofá, abrindo minhas pernas, meu pau duro sobre a barriga. Ela pegou nele, puxou a pele para baixo, encaixou os lábios e sugou só a glande. Eu gemi! Ela continuou chupando lentamente só a cabeça do meu pau, suavemente, provocando tremores de prazer.
— Pára! PARAAAA!!!! - pedi.
Ela tirou os lábios e me olhou.
— Agora sou eu que vou te chupar. Deita!
Comecei beijando aqueles lábios. Depois desci mordiscando o pescoço. Passei pelos peitos, desci pela barriga, cheguei na xota dela. Chupei seu clitóris avantajado, como se estivesse fazendo um boquete. Ele tinha quase o tamanho da menor falange de um dedo mindinho. Ela arfava, gemia, se contorcia. Eu enterrei dois dedos na buceta dela e ela gozou forte, jorrando mel e molhando todo o sofá. Meu pau estava escorrendo pré-gozo.
— Vamos para a cama, lá é melhor - disse eu, levantando e puxando-a pela mão.
Ela se deitou sobre a cama. Eu caí de boca na buceta dela. Ela empurrou minha cabeça.
— Quero seu pau, enfia logo!
Não me fiz de rogado. Enfiei de uma vez, numa foda na posição papai e mamãe. Meu corpo deslizava sobre o dela, ambos suados. A sensação era muito gostosa!
— Quero ficar por cima - pediu ela.
Eu me virei, me deitando. Ela sentou de costas para mim, encaixando meu pau na buceta dela. Caralho! Nessa posição a glande recebia mais atrito, e eu sentia muito prazer. Aproveitei e enterrei o dedão no cu dela, que molhei com os sucos dela.
— Safado, quer meu cu? Quer?
— Quero!
Ela desencaixou a buceta, se virou para mim, e sentou com o cu no meu pau, que deslizou para dentro dela. Ela ficou sentada, o cu dela apertando até meu saco. Ela se inclinou, eu peguei os peitos dela, ela começou a subir, descer e a rebolar.
— Tá gostando, safado?
— Melhor cu da minha vida! Rebola, gatinha, rebola no pau do seu macho!
Ela curtia o momento, eu apreciava o corpo dela. Gostosa, de verdade.
— Vou gozar! - anunciou ela, aumentando o ritmo. Eu aproveitei e apertei o grelo duro dela. Ela gozou, fechando as pernas, tremendo, e desabando em cima de mim. Eu gozei dentro do cu dela. Ela ficou deitada sobre mim por um tempo...
— Estou descobrindo coisas com você - falou Jé.
— O que, Jé?
— Liberdade no sexo.
— Sério? Eu então não sei o que descobri... estou livre com você.
Nos beijamos e fomos para o banho. Nos esfregamos gostoso, mas não havia mais energia para sexo.
Esquentamos a lasanha no forno, abrimos um suco de caixinha para acompanhar. Ficamos batendo um papo. Já deveria ser umas 21 horas quando eu levantei e fui ao banheiro, pensando em ir embora. Urinei, olhei pro meu pau e falei comigo mesmo: "cara, você tá o máximo!".
Abri a porta e Jéssica estava pelada, com o vibrador em formato de pênis de borracha na mão.
— Antes de você ir, quero brincar com você. Vem, meu putinho.
Eu me despi, jogando a roupa em cima do sofá, e entrei no quarto.
— O que vai querer hoje, Jé?
— Quero gozar com isso dentro do meu rabo e você me comendo na buceta.
Aquilo me atiçou. Meu pau estava pronto. Incrível... isso não acontecia assim, era raro.
Ela se deitou na cama, eu peguei aquela calabresa. Dei uma chupada na cabeça de silicone, olhando pra ela.
— Você gostou dessa piroca. Vou te enrabar de novo!
— Vamos ver... primeiro você.
Ela abriu as pernas. Eu coloquei meu pau dentro, e não mexi. Apenas a beijei, demoradamente, apaixonadamente, meu pau pulsando dentro dela. Comecei o vai e vem lento, atiçando aquela buceta melada. Ela se remexia, queria mais. Eu tirei meu pau de dentro, peguei a pirocona de borracha, dei uma chupada e coloquei dentro da xota dela. Fui até o fundo, de uma vez. Ela gemeu. Eu liguei o modo vibrar, no mais forte, e ela gritou, jorrando líquidos!
— Puta que pariu!!! Gozei!
Eu tirei o vibrador e encostei no grelo dela, o que a fez gritar novamente:
— PAAARAAA! CARALHOO!!!! - gritou, fechando as pernas, gozando intensamente.
— Fica de quatro, vagabunda!
Ela desceu da cama e se posicionou, rabo empinado. Eu encostei o pirocão de borracha na entrada do cu dela. Desliguei o modo vibrador e empurrei, centímetro por centímetro, naquele cu gostoso. Quando entrou tudo o que deu, eu me coloquei por trás e enterrei meu pau na buceta dela. Junto com meu entra e sai eu tirava e colocava o pau de silicone no cu dela. Ela tentava rebolar. Gemia gostoso. Eu aumentei as estocadas com meu pau e liguei o vibrador, sem avisar. Ela gozou, eu gozei dentro da buceta dela.
— PUTA QUE PARIU!!! - gritamos os dois.
Ela se jogou na cama, eu do lado dela. Ambos exaustos. Ela me abraçou. Ficamos ali, aninhados. Era um momento de reflexão sobre o que tinha acontecido no final de semana.
— Quer gozar pela próstata? - perguntou ela.
— Quero!
Ela lambuzou o mastro de borracha. Colocou-me de barriga pra cima, e introduziu aquele monstro no meu rabo. Eu aceitei a entrada forçada, meu pau duro como pedra largado sobre mim. Ela puxou ele para si, ligou o vibrador no nível máximo. Eu senti uma espécie de choque na próstata, um prazer imenso. Gozei sem soltar porra. Meu pau estremeceu, meu períneo estremeceu. De repente eu senti um choque, parece que dentro do cérebro, e jorrei porra pra cima. Ela caiu de boca, engoliu tudo, chupando a cabeça do meu pau, me levando a gritar:
— PARAAAAAA! É INSUPORTÁVEL!!! - Ela parou, e ainda dei uma última jatada, em forma de gota.
Chorei... de tanto prazer. Meu corpo tremia... durou um minuto, talvez. Desabei na cama, ela ao meu lado, me beijando, fazendo carinho.
— Que foi isso, meu amor!? Que foi isso, Jéssica?! - eu perguntava, em êxtase.
— Isso se chama prazer, sexo de verdade, sem pudor.
— Caralho! Quero te amar pra sempre!
— Isso não é motivo de amor, Júnior... é momentâneo.
— Modo de dizer, Jéssica... nunca tive isso.
— Você pode vir aqui sempre que quiser. Não cobrarei nada de você.
— E você cobra dos outros homens?
— Eu sou massagista sexual. Não transo com homens que vão na minha clínica. Eu apenas faço massagens para que eles gozem. E isso eu faço neles também. Cobro caro pra enfiar um vibrador no cu deles. E eles são proibidos de me tocarem.
— Então você é uma dominadora?
— Sim, sou, e os homens me pagam para serem dominados. Você foi puramente uma aventura. Se quiser, como já disse, volte aqui e a gente faz tudo de novo. Você pode ser meu namorado de vez em quando.
— Nossa! Assim eu me apaixono por você.
— Desde que não vire compromisso, por se apaixonar.
— E você não trabalha na companhia aérea, então?
— Trabalho na Azul, sim. Mas complemento minha renda fazendo o que me dá prazer: dominar homens.
Nos despedimos.
— Tchau, Jé. Prazer estar com você esse final de semana! - dei um selinho nela.
— Tchau, Júnior, volte sempre.
De vez em quando nos vimos, mas foram poucas vezes. Aproveitei para gozar pela próstata com ela nessas vezes.
FIM