Eduarda saiu do quarto só de calcinha e sutiã, ainda com resquícios de porra escorrendo pela coxa, suada, com os cabelos loiros grudados no rosto e no corpo de tanto suor. Sentia uma satisfação sexual que há anos não experimentava. Percebeu que Paulo ainda dormia profundamente e torceu para que ele não tivesse notado sua ausência na cama. Tomou um banho rápido, tentando lavar o cheiro e a culpa, e deitou-se novamente apenas de calcinha e sutiã.
Quando o despertador tocou, Paulo acordou e notou a roupa dela. Perguntou, curioso:
— Quando que você tirou seu pijama?
Eduarda respondeu, tentando soar natural:
— Passei mal à noite e tomei um banho para relaxar.
Ele acreditou e disse:
— Vai ao médico se os sintomas continuarem.
E saiu para se arrumar. Eduarda levantou, mas o corpo estava dolorido da noite intensa de sexo com Tatu — a buceta sensível, as coxas e a bunda marcadas. Fez o café da manhã e se deitou novamente, exausta.
Eduarda acabou adormecendo um pouco mais e se atrasou na sua rotina. Após seguir a rotina da manhã, ela levou os filhos para a escola e passou na igreja para falar com Clara sobre os próximos passos do trabalho voluntário. Chegando lá, Clara a esperava, segurando uma caixa cheia de Bíblias. Disse:
— Pastora Eduarda, essa semana o trabalho voluntário será realizado por mim. Afinal, essa semana é a de culto no presídio.
Eduarda perguntou, surpresa:
— Culto no presídio?
Clara confirmou:
— Sim, pastora Duda. Uma vez ao mês eu vou no presídio e levo a palavra de Deus aos presos.
Eduarda respondeu com um certo deboche:
— Ok.
E seguiu sua rotina. Ela ia fazer compras.
Eduarda seguiu até o shopping pequeno no bairro mesmo. Lá ela comprou utensílios de casa, brinquedos para os filhos e roupas para ela, para Paulo e, claro, para os filhos. Ao passar em frente a uma loja de sex shop, avistou Sara, sua amiga, que acenou e gritou:
— Amiga!
Eduarda entrou na loja. Sara então mostrou lingeries sensuais — bodies transparentes, conjuntos de renda preta e vermelha, calcinhas fio-dental e sutiãs meia-taça que valorizavam os seios. Mostrou também vibradores de vários tamanhos e formatos (alguns com estimulador de clitóris, outros em formato realista), plugs anais, algemas fofas, óleos comestíveis para massagem e géis lubrificantes com sabores. Sara, animada, pegou uma lingerie transparente preta, extremamente sensual, e disse:
— Amiga, tem uma lingerie transparente que eu faço questão de te presentear, junto com uma surpresa. Só abra isso em casa.
Eduarda terminou suas compras e foi em direção à sua casa.
Ao abrir o portão, Eduarda passou pela cozinha e pela sala. De repente, as sacolas do sex shop se rasgaram e caíram no chão, revelando a lingerie transparente preta e um vibrador grande com estimulador de clitóris. Tatu, que estava no banheiro, apareceu e disse, com um sorriso safado:
— Isso tudo é pra mim?
Eduarda gaguejou, envergonhada:
— Não…
Ele se aproximou, pegou o vibrador de 20 cm na mão e disse, debochado:
— Meu pau é maior e te dá mais prazer, gostosa.
Deu um tapa forte na bunda dela e saiu.
Ela entrou no quarto, trancou a porta e ligou para a amiga Sara, ainda nervosa:
— O que é isso? A sacola rasgou! A sorte que ninguém viu… Um vibrador, Sara!
Sara riu do outro lado da linha e respondeu:
— Aproveita, amiga.
Ela entrou no quarto, trancou a porta e ligou para a amiga Sara, ainda nervosa:
— O que é isso? A sacola rasgou! A sorte que ninguém viu… Um vibrador, Sara!
Sara riu do outro lado da linha e respondeu:
— Aproveita, amiga.
Eduarda decidiu então usar o vibrador. Trancou a porta do quarto, tirou a roupa e deitou-se na cama. Ligou o aparelho, que começou a vibrar com intensidade. Passou a ponta vibrante pelo clitóris inchado, sentindo ondas de prazer percorrerem seu corpo. Enfiou o vibrador grosso na buceta molhada, movendo-o para dentro e para fora enquanto o estimulador de clitóris trabalhava sem parar. Gemia baixinho, rebolando contra o aparelho, os seios balançando a cada movimento. Gozou uma, duas vezes, o corpo tremendo, mas mesmo assim sentia que nada se comparava ao sexo intenso com Tatu da noite anterior — o pau grosso, as estocadas fundas, a dominação bruta.
Ela passou a tarde toda em casa faxinando, tentando ocupar a mente. Ao sair em direção ao quarto de Tatu, ouviu gemidos vindos de lá. Era Eliane que estava sendo fodida por ele. Tatu a tinha dobrada sobre a cama, metendo com força, o pau preto grosso entrando e saindo da buceta molhada da morena com estocadas brutais. Eliane gemia alto, o corpo tremendo a cada investida, os seios balançando enquanto Tatu segurava seus quadris e a fodia sem piedade. O som molhado da carne se chocando enchia o quarto, acompanhado dos grunhidos roucos dele e dos gemidos agudos dela.
Ela saiu dali correndo e saiu de casa para espairecer. Então viu Paulo em seu carro entrando na rua. Disse:
— Amor, vamos pegar nossos filhos na escola.
Eles foram. No caminho, ele perguntou se ela havia melhorado. Ela respondeu:
— Sim.
Ele completou:
— O irmão Reinaldo irá para a casa hoje.
Ela disse:
— Ok.
Paulo continuou:
— A Eliane passou lá. Eu mesmo disse a ela que ele pagaria a pensão e as consultas rotineiras do filho deles.
Eduarda respondeu, mentindo:
— Não sei se ela foi, eu não vi.
Ao entrar na escola para pegar os filhos, Bete se aproximou e disse:
— Pastora, como vai você? E como anda Tatu e Eliane?
Eduarda respondeu:
— Tatu e Eliane?
Bete confirmou:
— Sim. Eles têm um relacionamento bem estranho. Todos na invasão sabem que ele é o pai do filho dela, mas toda vez que a pensão está em dia, ela volta a ser a mulher dele.
Eduarda disse:
— Isso é sério?
Bete continuou:
— Não quero ser fofoqueira, mas o povo fala por aí que dessa vez ele não correu atrás dela e sim ao contrário. Ele está tendo um caso com uma casada.
Disse isso olhando fixamente para Eduarda e completou:
— Mas todos nós achamos que era boato.
Eduarda respondeu:
— Fofoca é pecado, irmã.
Bete disse:
— Claro, pastora. Mas Eliane está fazendo de tudo para descobrir quem é a vadia que está com Tatu.
E saiu. Eduarda pegou seus filhos e saiu desnorteada. Primeiro Clara com indiretas, agora Bete.
O casal chegou em casa. Tatu estava com as poucas coisas que levou já arrumadas. Ele se despediu do casal, mas antes de sair Paulo o cumprimentou e disse:
— Te espero no culto de domingo, irmão.
Tatu completou:
— Amanhã eu vou terminar o trabalho de pintar a igreja, pastor.
E saiu.
O casal e os filhos jantaram. Depois, o casal foi para o quarto. Paulo então saiu para orar na sala e Eduarda decidiu colocar a sua lingerie nova.
Ela colocou a lingerie nova — um conjunto transparente preto, extremamente sensual. A peça mal cobria seus seios grandes e firmes com silicone, deixando os mamilos rosados visíveis através do tecido fino. A calcinha fio-dental marcava perfeitamente seu quadril largo e a bunda arredondada, deixando quase tudo à mostra. Eduarda deitou-se na cama, o corpo curvilíneo exposto, esperando o marido.
Paulo entrou no quarto e ficou paralisado. Seus olhos percorreram o corpo dela com desejo:
— Meu Deus…
Ele se aproximou rapidamente, beijou-a com urgência e tirou a própria roupa. Deitou-se sobre ela, afastou a calcinha para o lado e a penetrou com desejo. Começou a meter com força, segurando seus seios grandes por cima da lingerie, gemendo alto enquanto entrava e saía da buceta ainda sensível. Eduarda gemia, tentando sentir prazer, mas em menos de dois minutos Paulo acelerou, tremeu inteiro e gozou precocemente dentro dela, ejaculando com um gemido rouco. Desabou ao lado dela, satisfeito.
Eduarda ficou ali, insatisfeita, o corpo quente e latejando sem alívio.
Após o sexo, a rotina seguiu. O sábado chegou e Eduarda preparou seus filhos para eles irem passar uns dias na casa da mãe de Paulo, que os levaria. Ela e ele passariam uns dias sozinhos. Os pais de Paulo moravam numa cidade vizinha. Ela se arrumou para ir à igreja — ficaria por lá, pois Clara iria ao presídio. Chegou na igreja usando um vestido colado que marcava suas curvas. Tatu estava pintando a frente. Ela entrou até o altar e se ajoelhou para orar, mas tinha certeza de que Tatu estava a vendo, a observando, e isso a excitava.
O dia foi tranquilo. Ela e ele mal se falaram. Eduarda sentia algo estranho — era como se a mente dela não parasse de repetir o que o tarado que estava no mesmo ambiente havia dito: que ela iria implorar pelo seu pau preto.
À noite, Eduarda entrou no banheiro. Após uns minutos, Tatu chegou e se posicionou atrás dela. Disse:
— Olha isso.
Ela olhou e viu o pau dele pendurado, grosso, entre as pernas. Observou aquela rola preta se endurecer lentamente. Sua buceta molhou na hora. Ela se virou, olhando para a parede. Ele pegou na bunda dela e disse, rouco:
— Eu vou te esperar pedir mais. Assim que você implorar, eu vou te fazer sentir algo que nenhum homem tem condições de fazer.
E saiu.
Ela ficou ali, com a buceta escorrendo de tesão, os seios duros e a mente só pensando no sexo que eles tiveram enquanto ele estava hospedado em sua casa.
Eduarda saiu da igreja molhada e excitada. Chegou em casa, trancou-se no banheiro e, antes de tomar banho, pegou o vibrador que Sara lhe dera. Ligou no máximo e se deitou na banheira. O aparelho vibrava forte contra seu clitóris inchado, depois ela o enfiou devagar na buceta molhada, sentindo os 20 cm entrarem. Começou a mover o vibrador para dentro e para fora, acelerando o ritmo, o estimulador de clitóris trabalhando sem parar. Gemia baixinho, rebolando contra o aparelho, os seios grandes balançando a cada movimento. Gozou uma, duas vezes, o corpo tremendo, mas mesmo no prazer intenso ela comparava o tamanho do vibrador de 20 cm ao pau preto e grosso de Tatu, de 25 cm — lembrando como ele a preenchia completamente, chegando mais fundo, esticando-a de forma que nenhum outro homem havia feito. O orgasmo veio forte, mas ainda assim sentia que nada se comparava ao pau real dele.
Ela saiu do banheiro ainda enrolada na toalha. Tatu estava sentado na sala, com o pau duro evidente pelo volume na calça. Disse, com um sorriso:
— Surpresa.
Eduarda, assustada, perguntou:
— Como você entrou aqui?
Ele respondeu, calmamente:
— Eu roubei uma chave do seu marido.
Ela disse, ainda de toalha:
— Como assim roubou? Ele vai chegar a qualquer momento! O que eu vou dizer de você aqui?
Tatu completou:
— Não vai não. Olha o celular.
Eduarda pegou o celular e viu a mensagem: “Amor, o carro quebrou. O mecânico não trabalha sábado, então vou de ônibus pela manhã.”
Ela perguntou, nervosa:
— Como você sabe disso?
Ele respondeu:
— Eu tenho minhas fontes.
E continuou, com voz rouca:
— Gemeu por mim, vadia? Aposto que saiu da igreja molhada.
Ela disse, nervosa:
— Não.
Ele insistiu, apertando o volume na calça:
— Eu vou ficar aqui na sala. Se você quiser essa rola preta, é só vir aqui após colocar aquela lingerie que você comprou.
Eduarda seguiu até o quarto e olhou no espelho.
Ela se encarou no espelho, mas sua buceta e corpo demonstravam uma tesão inexplicável. Pediu perdão a Deus por isso, pois ela iria trair sua família e seus princípios. Colocou a lingerie transparente preta, que marcava perfeitamente seus seios grandes, a cintura fina, o quadril largo e a bunda arredondada, deixando quase tudo à mostra. Saiu até a sala.
Tatu a esperava, completamente nu, já duro. Olhou para ela com desejo e disse:
— Senta no sofá e abre suas pernas, loiraça gostosa.
Ele então passou a lamber sua buceta com fome, a língua quente e habilidosa percorrendo os grandes lábios inchados, circulando o clitóris sensível e enfiando fundo na entrada molhada. Eduarda estava completamente encharcada, os sucos escorrendo pela coxa enquanto Tatu chupava com vontade, sugando o clitóris e alternando com lambidas longas e firmes. Enfiou dois dedos grossos, curvando-os para tocar o ponto G, mexendo rápido enquanto a língua não parava de trabalhar no clitóris. Ele a provocava, rouco:
— Olha como você está molhada… essa buceta está pedindo pra ser arrombada. Hoje eu vou te foder até você esquecer o nome do seu marido.
Eduarda gemia, o corpo tremendo, as mãos segurando a cabeça dele. Tatu chupava com mais intensidade, os dedos entrando e saindo rápido, o som molhado ecoando na sala. Depois de fazê-la gemer alto, ele se levantou, o pau preto grosso latejando na frente do rosto dela, e disse com autoridade:
— Agora você vai me chupar, vadia.
Eduarda sentia que ele continha um domínio estranho sobre ela . Passou a masturbar o pau preto grosso lentamente, sentindo as veias pulsarem contra sua palma, depois aumentou o ritmo, apertando com mais força. Então ela começou a chupar, subindo e descendo com a boca, a língua girando na cabeça roxa inchada, tentando engolir o máximo que conseguia. Tatu segurou a cabeça dela e controlou o ritmo, enfiando mais fundo, fazendo garganta profunda, o pau batendo no fundo da garganta dela. Ele gemia rouco:
— Isso… aguenta, vadia gostosa…
Até que ele gozou forte, enchendo a boca dela de porra quente e grossa, jatos pulsantes que ela tentou engolir. Ele a puxou para cima, abriu suas pernas e enfiou um dedo na buceta molhada, mexendo devagar enquanto dizia, com voz baixa e dominante:
— Hoje essa buceta será moída pelo meu pau preto.