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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 13

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 4771 palavras
Data: 01/07/2026 08:15:21

Amigos,

No próximo, ou no seguinte, entenderão o porquê de todo o calvário que nossos queridos (ou nem tanto) personagens estão passando.

Aguentem mais um pouco.

Há um porquê, sempre há.

Forte abraço.

Mark

[...]

Cortez voltou a resmungar algo sobre considerar tudo aquilo um completo absurdo. Luma decidiu subir o tom ainda mais:

- Quem está falando com você é a sua Dona, Cortez! Quando se referir a mim, espero que seja com respeito e devoção. Ah! E faço questão de que me chame de amor, mestra, ou... Não! Melhor ainda. Quero que me chame de Dona, uma justa homenagem ao meu Dom. – Disse piscando um olho para um surpreso Dom.

Cortez a encarou boquiaberto. Artur o pegou pelo braço e puxou suavemente. Talvez ele próprio não estivesse acreditando na conclusão daquela cena. Antes de saírem, porém, Luma foi até ele e beijou a sua boca, fazendo questão de morder o lábio inferior até ele gemer:

- Estamos entendidos? – Ela perguntou, olhando nos olhos dele.

- Sim... – Balbuciou.

- Sim, o quê!? – Ela insistiu, subindo o tom.

- Sim, minha Dona.

[CONTINUANDO]

Cortez e Artur saíram logo em seguida, rumo à cozinha. No caminho, Cortez parecia incrédulo e começou a falar sozinho:

- Não acredito que ela fez isso...

Artur, pensando que ele falava com ele, foi direto:

- Acho que ela entrou de vez nesse mundo, senhor Cortez. Talvez seja hora do senhor se decidir e entrar também para não ficar para trás.

Cortez não respondeu. Afinal, a pergunta não havia sido feita para ele. Apenas seguiram em silêncio, até a cozinha.

Na mesa, todos haviam se assentado novamente. Luma fez questão de se aproximar ainda mais de Dom, pegando a mão dele e repousando em sua coxa macia. Vítor foi o primeiro a falar:

- Tem certeza que ela é uma sub, Dom? Para mim, ela está mais para uma dominatrix.

Dom sorriu, satisfeito com sua ponderação. Luma o encarou:

- Dominatrix?

- É um termo, querida. Indica uma mulher que assume o controle de uma relação, estabelecendo regras e... bem... mandando. Normalmente é usado em práticas BDSM.

- Ah! É praticamente o que a gente está fazendo?

- Isso!

Luma deu uma gostosa gargalhada e pegou seu drinque, bebericando com uma sensualidade única:

- Sou um Dom de saia. Acabei acertando sem querer em mandar o meu corno me chamar de Dona.

- Sim! Mas você só é uma dominatrix, ou dona como disse, do seu marido. Entre nós dois, eu sou o Dom e você é a minha putinha submissa, entendeu?

Ela sorriu maliciosamente e balançou a cabeça em concordância:

- Sim, mestre. Eu ouço e obedeço. E mando um pouquinho também se deixar.

Todos riram e voltaram a conversar. Agora, o clima voltava a ficar leve. Luma começou a dar as cartas, perguntando mais sobre Jermaine e Vítor, querendo saber se a razão estava realmente com Dom ou com Cortez. E descobriu que estava com ambos.

Jermaine era realmente um ator pornô e criador de conteúdo adulto, com várias participações em produções amadoras de outras mulheres. Também já havia participado de alguns filmes tradicionais e das pornochanchadas do Vítor. Aliás, este era um produtor de longa data de diversos conteúdos para televisão e cinema. Depois de algumas experiências não tão exitosas, estava investindo em produções amadoras “softcore”. Entretanto, ela também descobriu que ele também fazia filmes “hardcore” com sexo explícito em suas diversas formas:

- Então, o Cortez não estava errado. – Ela concluiu.

- Não. Mas também não estava certo. – Insistiu Dom.

Aliás, Cortez, enquanto toda a conversa se desenvolvia vinha e ia trazendo pratos de entrada, saladas, comidas frias e quentes para o bel prazer deles. Luma tentou interagir com ele em algumas da vezes, mas Dom a proibiu, dizendo que não era de bom alvitre não dar atenção aos seus convidados para ficar de papo com a criadagem. E fez isso a centímetros de distância de Cortez, que engoliu a tudo calado.

Quando se fartaram, e só após isso, é que Dom autorizou Cortez a jantar, na cozinha, junto dos demais empregados. A humilhação foi tanta que a comida que lhe serviram era diferente da que serviu ao Dom e seus convidados. Mas ele suportou, com o coração partido, em frangalhos, mas suportou.

Após tomarem um licor, Dom anunciou a atração da noite. Jermaine faria uma exibição para eles com Roberta a sub recém libertada:

- Você vai ter a chance de assistir ao trabalho de um profissional, querida. Jermaine é impressionante. – Disse Dom, fazendo o amigo sorrir.

- E eu vou filmar. Apenas para meu uso particular, é claro... – Disse Vítor, sacando uma filmadora manual.

- Artur, avise que já estamos indo para minha suíte privé. Traga também o corno, digo, Cortez. Ele merece ter um pouco de diversão.

Aquele pequeno grupo segui para os fundos do clube. Enquanto isso, Artur foi até a cozinha e chamou Cortez. Enquanto seguiam, Cortez notou que o segurança carregava um sorriso diferente, como se quase estivesse se divertindo.

Ele abriu a porta para eles. Dentro da suíte, Dom aguardava sentado em sua poltrona, com Luma sobre seu colo e os amigos de lado. E havia mais. Sentada sobre o braço da poltrona de Dom, com as pernas cruzadas e um sorriso preguiçoso, estava Roberta. Ela vestia apenas uma lingerie de renda vermelha e uma coleira fina de couro no pescoço. Dom, recostado em sua poltrona, tomava um uísque:

- Aproximem-se. Artur, feche a porta e aguarde. - Ordenou Dom, a voz calma: - Eu havia preparado uma dinâmica, mas decidi muda-la de última hora. Hoje, teremos a participação de um professor convidado e a aula... bem... ela vai ser um pouco diferente...

Luma o olhou sem entender. Cortez, idem. Dom acariciou a coxa de Roberta e sorriu:

- Apesar de eu ter libertado Roberta na semana passada, pedi que ela me ajudasse com a aula de hoje. – Dom continuou, a voz fria, calculada: - Mas mudei de ideia. Roberta, querida... Por favor, mostre a ele onde será o lugar dele nesta nossa sessão.

Roberta também o encarou sem entender. Dom explicou:

- No cantinho do castigo.

Roberta sorriu e se levantou com uma graça felina, obediente como uma gata adestrada. Pegou uma coleira mais grossa e pesada de cima de uma mesinha lateral e se aproximou de Cortez. Parou bem perto, quase roçando os seios no peito dele enquanto levantava a coleira para prendê-la em seu pescoço. O clique soou alto. Então, sussurrou em seu ouvido:

- Bem-vindo ao clube dos descartáveis. - Murmurou, com um misto de pena e satisfação.

- Para que isso? – Perguntou Cortez a qualquer um que quisesse responder, mas sendo ignorado por todos.

Roberta o guiou por uma corrente presa a coleira até um canto. Cortez notou que Artur também se posicionou junto deles, um pouco mais para trás.

Dom segurou o queixo de Luma e a encarou com calma. Então, ele colocou a língua para fora e assim, exposta, foi puxando sua cabeça de encontro a sua boca. Luma achou nojento num primeiro momento. Mas sabia o que ele queria. E de certa forma, por mais estranho que fosse, aquele, ainda parecia um gesto de carinho. Ela aceitou que a língua dele entrasse em sua boca e se beijaram devagar, profundamente, explorando aquele contato como se tivessem todo o tempo do mundo. Quando ele se afastou, um fio de saliva ligou os lábios deles por um segundo. Ele então piscou para ela:

- Você me surpreende a cada dia. Por isso, merece o melhor. Tire o seu vestido, minha linda. Quero você nua para exibi-la aos nossos convidados.

Luma hesitou só por um instante. Olhou para Cortez que já estava de joelhos, coleira no pescoço, rosto vermelho, queimando, e puxou o vestido preto para cima, jogando-o de lado na sequência. Estava completamente nua por baixo, como ordenado. Os mamilos já túrgidos.

Dom fez um gesto com o dedo para Jermaine, chamando-o para mais perto:

- Vou deixar você experimentar Jermaine, querida. Ele tem um pau que eu acredito que você irá lembrar por muito tempo. Eu havia pensando em ele contracenar com Roberta, mas acho que você merece esse agrado. Hoje, ele vai te foder enquanto todos nós assistimos. E Cortez... - Dom virou-se para ele com um sorriso cruel: - Se você se comportar, aliás, se você quiser ajudar sua esposa a enfrentar esse desafio... eu posso deixar que você segure as pernas dela bem abertas para facilitar o trabalho do nosso amigo. O que acha?

Cortez sentiu uma inesperada vertigem que lhe tirou completamente a possibilidade de criar qualquer resistência. Até pensou em falar algo, mas as palavras não vinham. O mundo estranhamente começou a girar. Ele olhou com os lábios brancos para Roberta que retribuiu com um olhar agora de pena, tanto que disse:

- A primeira vez é difícil. Mas depois até fica gostoso depois. Só não a deixe mais tensa ou aí pode ficar bem difícil.

Aquele tom dizia tudo. Não era uma ameaça. Era uma clara advertência de que aquela experiência poderia mudar em definitivo seu relacionamento. Cortez abriu a boca para protestar, mas o olhar de Dom o congelou, bem como a resposta a seguir:

- Ou você pode ir embora agora e deixá-la comigo. Eu te garanto que nenhum mal acontecerá a ela. Sou um Dom justo para quem me serve. Ela só terá prazer; mesmo na dor, ainda terá prazer. A escolha é sua, meu caro.

Luma respirava rápido, os seios subindo e descendo. Seus olhos encontraram os do gigante núbio, que já a devorava com a cobiça dos Gomorranos. Ela então encarou o marido e ele viu o medo estampado em sua alma. E pensou em parar. Mas também havia algo obscuro, algo que nunca presenciara antes, algo que o fazia e a fez permanecer.

O silêncio que se seguiu trazia uma verdade difícil de ser engolida. A garganta de Cortez estava seca e sua voz saiu baixa, quase quebrada:

- Eu... ajudarei. Se ela quiser, eu segurarei as pernas dela.

Dom soltou uma risada baixa e satisfeita:

- Você não aprende mesmo, né corno? Termine suas frases com deferência a mim, usando Mestre ou Dom, entendeu?

Cortez pigarreou, confuso:

- Sim, mestre.

- Boa resposta, meu corninho! Você demora um pouco mais, mas também está me saindo melhor que a encomenda.

Jermaine não perdeu tempo. Tirou a camisa, revelando um imenso torso definido e depilado. Depois, tirou a calça. Usava uma cueca “slip” que pouco escondia seu membro avantajado. Aliás, seu pau era realmente impressionante, grosso e longo, com veias salientes mesmo sob o tecido. Já estava meio ereto, partindo da parte inferior de sua púbis até quase alcançar a lateral de sua cintura. Roberta, que havia deixado a corrente de Cortez aos cuidados de Artur, se aproximou de Luma por trás, acariciando seus braços e sussurrando em seu ouvido:

- Relaxa, querida. Vai doer, mas também vai ser muito gostoso. Inesquecível, como disse nosso mestre.

Ela posicionou Luma sentada, na beira da cama grande. Dom, como um maestro, mandou que Jermaine as acompanhasse. Então, olhou para Luma:

- Sua vez, minha querida. Desembrulhe o pacote e diga se está do seu agrado.

Luma olhou Dom rapidamente e, dessa vez, sequer procurou o olhar do marido. Ela sentia que, naquele momento, já não faria mais diferença alguma. Olhou nos olhos do gigante que sorria branco para ela e suspirou. Então, colocou sua mãos na frente da cueca, na intenção de abaixá-la, mas suas mãos encostaram no seu pau, fazendo com que recuasse:

- Pode pegar, meu anjo. Ninguém aqui quer te machucar. Pelo contrário. Farei de tudo para que sua noite seja prazerosa e inesquecível. – Disse Jermaine, com aquela voz rouca, grave, quase assustadora, mas muito... muito excitante.

Luma o olhou uma vez mais e inconscientemente falou:

- É muito grande...

Jermaine deu uma risada e sustentou o sorriso ao vê-la encará-lo sem parar:

- Todas dizem isso... – Ele acariciou gentilmente seu rosto: - Mas é como diz o ditado: se Deus fez, é porque cabe.

Luma achou graça de seu comentário... e sorriu. Não foi combinado, nem falso, nem esperado por Cortez. Ela simples e verdadeiramente sorriu, para desespero de Cortez. Aliás, ele assistia a cena ali, meio afastado, e tentou se aproximar, mas Artur o segurou pela corrente e negou a movimentação com um simples movimento de cabeça:

- Mas...

- Não! – Artur insistiu: - Quando for sua hora, o Dom chamará.

Luma, enfim, pegou nas laterais da cueca do gigante e começou a puxá-la para baixo, ante o olhar devorador de Jermaine e o de Cortez que observava tudo imerso numa satisfação onírica. O pau dele era muito grande e dificultava o movimento. Luma se esforçou um pouco mais e quando conseguiu livrá-lo, ele resvalou em seu rosto como se fosse uma mangueira de borracha, assustando-a. E ela tinha motivos para tal, pois não era uma mangueira de jardim, mas sim uma mangueira de arrefecimento de radiadores, daquelas grossas, pretas, poderosas...

Luma, enfim, olhou estupefata para aquela arma negra e a tocou com um dedo, balançando levemente. E sem desviar o olhar, perguntou:

- É... É de verdade? Como pode?

Jermaine olhou para Cortez e para Vítor, e riram do comentário quase inocente dela. Jermaine então respondeu, perguntando:

- Por que a surpresa? O do seu marido não é assim?

- Assim!? – Perguntou Luma, apontando para o pau dele com as duas mãos, as palmas viradas para cima: - Nenhum pau é assim, nem mesmo o do Dom...

Dom engoliu o sorriso e seu semblante se nublou de imediato. Jermaine sabia que ela havia cruzado uma linha perigosa naquele momento, mas preferiu se abster. O comentário surpreendeu até mesmo Cortez que olhou para Artur que, como Jermaine, nada disse, mas já começava a achar que aquela noite não seria somente de prazeres. Foi dele, do Dom, a primeira deixa, com o tom de voz ficando mais frio:

- Está demorando demais, minha putinha. Nosso convidado tem seus compromissos. Mostre para ele o que essa boquinha de veludo pode fazer.

Luma o encarou e pensou que talvez pudesse conseguir convencê-lo a desistir daquela experiência:

- Tem certeza, mestre? Ele pode... estragar o seu parquinho de diversões. Eu posso não continuar mais tão apertadinha como antes para o senhor.

Dom deu uma gargalhada e a encarou, com um olhar frio e degenerado. Levantou-se de sua poltrona e foi até eles. Ali, segurou seu rosto pelo queixo, mantendo os olhares conectados:

- Putinha esperta... mas nem tanto. Não se preocupe, minha linda. Minha experiência ensinou que bucetinhas como a sua podem ser bem arregaçadas que voltam ao normal um tempo depois. – Ele a soltou, ficou de pé novamente e a encarou de cima para baixo: - Além do mais, você tem mais de um buraco...

Luma sentiu um calafrio percorrer sua coluna. Agora ela encarou Dom com medo, pois entendera perfeitamente sua indireta. Ele viu que ela havia compreendido, e sorriu. Mas não desmentiu. Luma tentou novamente:

- Eu... Eu posso agradá-lo, mestre. Por que...

Dom a interrompeu:

- E vai me agradar, agradando ao meu convidado. – Fez uma pausa enquanto ela absorvia as palavras e continuou: - Agora, minha putinha, faça o pau do Jermaine endurecer. Use suas mãos, sua boca... Enfim, obedeça seu mestre e terá prazer. Ou me desobedeça, e talvez descubra que o prazer, às vezes, pode doer.

Luma voltou a olhar para Jermaine que gentilmente quis ajudá-la, segurando o pau pela base, balançando-o à sua frente. Então, ele esfregou a cabeça do falo em sua bochecha e o repousou em seu ombro:

- Vem, querida. Sente o peso. Coloca a sua mãozinha e bate uma punheta gostosa pra mim. Ou usa essa sua boquinha linda. Ou os dois... Vem! Usa a mão e a boca. Eu te ajudo...

Ele esticou a mão na direção de Luma que, inconscientemente, lhe deu a sua. Ele então levou sua mão até seu pau. Nesse instante, ela própria levou a outra para segurá-lo também e notou o peso, o tamanho, a grossura:

- Nossa! Eu... não consigo fechar as minhas mãos. E... E o tamanho então!? Minhas duas mãos e sobra mais da metade para fora. Como pode?

- Deus é mesmo perfeito, não é? Tem espaço para suas mãos e sobra parte do pau para sua garganta. Entendeu? – Perguntou Jermaine, sorrindo e agora ousando.

Luma havia entendido. Ela ainda tentava punhetar desajeitadamente aquele imenso pau que parecia ficar maior a cada instante e sentiu algo estranho... Não era estranho, na verdade; era claro como o dia. Ela estava ficando excitada de uma forma devassa.

Ela olhou de lado e viu o olhar transtornado de Cortez e pensou que, somente naquele momento, ela também poderia se dar o direito. E se deu. Sem tirar os olhos dos do marido, ela primeiro beijou a cabeça do pau de Jermaine, de onde já brotava uma lubrificação. Então, colocou só a ponta da língua para fora da boca e lambeu aquele líquido levemente adocicado, sutilmente salgado, contraditório na medida certa.

Ela então olhou para Jermaine e sorriu. Na sequência, abriu a boca e abocanhou a cabeça toda, chupando com força como se exigisse mais daquele líquido:

- Caralho! Que safada. Gostosa... – Gemeu Jermaine, olhando para o Dom.

Ele apenas sorriu e voltou até sua poltrona, onde sentou. Pegou seu copo de uísque e ficou bebericando, analisando o desempenho de sua escrava. Por um instante, olhou para Cortez, mas este não viu, pois estava perdidamente concentrado no que sua esposa fazia. E Dom sorriu novamente, pois via sua criação ganhar asas, e voar, alto...

Luma já começava a ousar mais. Agora, ela já lambia toda a extensão do pau de Jermaine, chegando a usar sua língua para brincar com as bolas de seu imenso saco. Marotamente, ela enfiou o rosto por baixo, deixando as bolas tamparem seus olhos, uma de cada lado e riu de sua própria travessura. Depois, passou a acelerar a punheta, usando as duas mãos, enquanto enfiava a cabeça e uns tantos centímetros daquele pau na boca. O confronto entre a vontade e a possibilidade era gritante. Ela tentou engoli-lo todo, mas logo viu ser impossível. Uma garganta profunda estava literalmente descartado.

Foi então que o gigante, gentilmente, a pegou no colo como se ela fosse uma boneca de pano e a levou até o meio da cama, colocando-a delicadamente. Abaixou-se e então sugou um de seus seios até ouvir Dom falar em alto e bom som:

- Não deixe marcas, Jermaine. Precisamos cuidar muito bem dela. Ainda tenho meus planos...

Vítor era realmente um excelente profissional. Enquanto Luma e Jermaine se entendiam na intimidade daquele momento, ele fazia “takes” de filmagem por vários ângulos e formas. E o melhor: de forma quase imperceptível. Nem mesmo Cortez parecia notar seu passeio ao redor da cama pela busca da melhor imagem.

Jermaine seguia beijando e sugando os seios de Luma, com um dedo passeando por toda a sua buceta. Não demorou muito e ele desceu até aquela área e viu que ela já transbordava. Realmente Dom parecia ter acertado na escolha de sua nova escrava. Mesmo ainda desajeitada, assustada até às vezes, ela parecia gostar daquele mundo. E dos seus habitantes.

Ele enfiou um dedo em sua buceta. Depois, outro. Quando tentou enfiar o terceiro, ela tremeu e não era de prazer, pois seus dedos longos e grossos a haviam assustado. Ainda assim, ele enfiou outro, pois sabia que seria necessário prepará-la para o que estava por vir. Luma se contorceu, levantando o corpo:

- Para! É muito... grosso.

- Nem começamos, meu anjo. – Respondeu Jermaine para ela, enfiando ainda mais fundo os dedos dentro dela e olhou para Dom: - Tem mesmo certeza, Dom?

- Faça! Derrote essa putinha de vez. – Disse Dom, mas praticamente se corrigindo no mesmo instante: - Aliás, ainda não. Artur, traga o nosso cornovidado. Vamos deixá-lo ajudar minha putinha a chegar às nuvens.

Artur só deu uma leve balançada na corrente, fazendo o pescoço de Cortez sofrer um leve baque. Então, ainda de joelhos, engatinhando tal qual o cachorro que se sentia, se aproximou da cama. Dom também se levantou e se sentou na beirada, num local estratégico, de onde poderia ver o imenso pau de Jermaine se afundar nas carnes de Luma. Vítor filmava no outro canto, uma tomada que prometia entrar para a história:

- Suba na cama, corno, e arreganhe as pernas da Luma. Lembre-se, é tudo pelo conforto dela. Se ela pedir que você solte, você solta, entendeu?

- E se ela pedir para parar? – Perguntou Cortez, sem tirar os olhos dela.

Dom deu uma gargalhada e balançou a cabeça negativamente:

- Parece que eu conheço sua mulher melhor do que você, meu caro corno Cortez. Ela não pedirá para parar; pedirá mais, muito mais. Acredite.

Cortez apenas baixou a cabeça e subiu na cama, ficando atrás da cabeça de Luma. Gentilmente, encaixou-se sob ela, colocando-a sobre seu colo. E os olhos deles se cruzaram. Naquele momento, havia pouco a dizer:

- Quer mesmo continuar, amor? – Perguntou Cortez, a voz trêmula com uma verdade que Dom parecia conhecer muito melhor do que ele.

- Que-Quero... – Ela respondeu, a voz tremendo de excitação.

Com as mãos trêmulas, Cortez segurou os tornozelos da esposa que lhe foram trazidos por Jermaine, expondo toda a sua intimidade ao gigante. Luma estava encharcada, escorrendo lubrificação natural pela perna abaixo, brilhando sob a luz baixa da iluminação daquele matadouro.

Jermaine se posicionou entre as coxas dela, esfregou a cabeça grossa e preta do pau na entrada molhada algumas vezes. Luma gemia, tremia, arfava. Ele então empurrou a cabeça. Mas ela ainda estava tensa e o físico não correspondeu à vontade da alma. Jermaine olhou para Dom, que olhou para Roberta, que foi até uma mesa lateral e voltou com um frasco de lubrificante. A própria Roberta besuntou o pau de Jermaine até brilhar e, com três dedos, enfiou outra boa quantidade dentro da buceta de Luma.

Jermaine novamente tentou, segurando firme seu pau pelo meio, forçando a cabeça na entrada da buceta de Luma. Esta franzia a testa, mas chegou a sorrir ante o olhar preocupado de Cortez. Não durou muito, pois logo soltou um grito quando sentiu o pau de Jermaine entrar dentro de si. Apenas um terço havia entrado e ela gritava horrorizada:

- Para! Vai machucá-la. – Gritou Cortez, chamando a atenção de todos.

- Cala a boca, corno, ou vai voltar para o cantinho. Assiste e não resmunga. – Decretou Dom.

Jermaine começou a se movimentar lentamente, centímetro por centímetro, para dentro e para fora. Cortez estava a menos de metro, apoiando e assistindo boquiaberto a sua esposa, a quem jurara amar e proteger, sendo empalada por aquele gentil gigante. Dom que também assistia a tudo do outro lado, não perdeu a chance ao ver o olhar de Cortez:

- Olha pra cara dela, corno! - Ordenou, sem obter nenhuma resposta dele: - Diz pro seu mestre: é dor o que ela sente, ou é puro prazer o que você vê?

Cortez ouviu... Ouviu cada palavra fincando em seu peito como uma chuva de lâminas incandescentes. Mas não respondeu. Sua atenção agora pertencia exclusivamente a Luma e a tentar ajudá-la a superar aquela experiência. Jermaine seguia se movimentando e empurrando lentamente o pau para dentro dela. Cerca de dois terços ou um pouco mais já desapareciam dentro de suas carnes.

Dom não gostou de ser ignorado por Cortez e mandou que Jermaine fosse mais bruto, justificando que o mestre não podia ser ignorado. Jermaine olhou nos olhos de Luma e pediu desculpas para, na sequência, dar uma profunda estocada, mansa, lenta, mas ainda assim profunda. Luma gritou e tentou espernear, mas não conseguiu, porque seu marido, justamente ele, a estava segurando.

Então, Jermaine começou a meter com ritmo constante e sempre tentando ir um pouco mais fundo. A cada estocada, os seios de Luma balançavam. Ela tentava segurar os gemidos, mas logo perdeu a batalha para gritos de terror que surgiam sabe-se lá de quais profundezas. Seus olhos arregalados encontravam os de Cortez de tempos em tempos, demonstrando um terror que ela nunca imaginara existir, muito menos ter que se submeter:

- Mais fundo! - Gritou Dom.

- Isso! Ma-Mais... Maaaais... fundooooo... – Retrucou Luma.

Surpreso, Dom riu, aliás, gargalhou antes de falar:

- Ouviu isso, corno? Sua mulher já está pedindo mais. Segura firme as pernas dessa puta, cara, bem abertas mesmo, quero que Jermaine faça sua mulher gritar como nunca gritou nessa vida para ninguém, nem mesmo para você.

Cortez obedeceu. Suas mãos apertavam os tornozelos de Luma com força enquanto abria suas pernas. Ele se esforçava para ver o pau grosso de Jermaine entrar e sair, brilhando com os líquidos dela. O som molhado era obsceno, preenchendo a suíte inteira junto com os gritos cada vez mais altos dela.

Roberta suspirou com alguma lembrança de seu passado recente e se aproximou de Cortez por trás, pressionando os seios contra suas costas. Então, sussurrou em seu ouvido, longe da curiosidade de todos:

- Está vendo como ela gosta? Dói, mas é uma dor gostosa, que faz a gente se render. Só toma cuidado, porque ela pode se viciar. Eu me viciei e... bem... não recomendo.

Luma gozou pela primeira vez com um grito agudo, o corpo convulsionando, as pernas tremendo nas mãos do marido, tanto que ele se assustou e as soltou. Jermaine suava, arfava, mas não parou. Continuou metendo mais forte, mais fundo, mais bruto, prolongando o orgasmo de Luma até ela ter um “squirt”, molhando sua púbis. Dom sorriu e se levantou, tirando a roupa. Então, se aproximou:

- Agora vem a parte divertida. Jermaine vai gozar como um cavalo dentro dela. E você, corno, vai limpar tudo depois. Com a língua.

Luma, não se sabe se consciente do que Dom determinara, encarou o marido, os olhos vidrados, perdidos de prazer:

- Cortez!? Não... Eu... Ai... - Gemeu, a voz falhando quando Jermaine enterrou e forçou o máximo possível do pau dentro dela: - Ahhhhhh!!!

Ele voltou a bombar, cada vez mais rápido, mais intenso, mais fundo. Quando Jermaine gozou, soltou um urro assustador. Luma sentiu o jato quente a enchendo de uma forma como Cortez nunca fizera antes. Foram sete, oito pulsações fortes, talvez mais, enquanto ele seguia urrando feito um urso ferido.

Quando ele se deu por satisfeito, começou a se afastar, o pau saindo devagar de dentro dela, meia bomba, mas ainda assustadoramente grande e grosso. Um filete farto de porra começou a escorrer da buceta vermelha e inchada. Mas o pior foi ver que aquela entradinha tão pequena, delicada e apertadinha, parecia não querer mais voltar ao que era antes, pois ficou aberta, como um túnel esperando para ser novamente atravessado.

Dom pegou a corrente que seguia presa na coleira de Cortez e o puxou para baixo, para que ficasse de frente para a buceta arrombada de Luma. E ele arregalou ainda mais os olhos quando viu o estrago de perto:

- Ele gozou! Mas... e se tiver alguma doença? E se ela engravidar? – Perguntou para ninguém e para todos ao mesmo tempo.

Dom empurrou a cabeça de Cortez para junto da buceta de Luma sem qualquer cerimônia:

- Não seja idiota, corno! Jermaine é de minha total confiança, limpo e sadio. Já se ela engravidar, você cria. Pai é quem cria, não é o que dizem? – Retrucou Dom, a voz seca, ríspida como uma navalha: - Mas vamos dar um jeito de evitar isso, não é? Começa limpando tudo, corno. Chupa e lambe tudo o que ele despejou dentro da minha putinha. Quem sabe assim, ela não engravida...

Cortez hesitou. Dom o forçou novamente. Cortez não queria se submeter, mas um olhar foi o suficiente para Artur também força-lo. Não houve como fugir. O cheiro forte, almiscarado, invadiu suas narinas, conforme ele se aproximava. Eles forçaram seu rosto, esfregando-o na buceta sensível, lambuzada e esporrada. Luma gemeu alto, tremendo. Cortez concluiu que quanto mais rápido ele colaborasse, mais rápido poderiam ir embora. E sua língua tocou a buceta da esposa de vez. O gosto era salgado, adocicado, quente, misturado com o sabor familiar dela. Ele lambeu devagar no começo, sentindo repulsa, nojo. Depois com mais vontade, sugando, enfiando a língua dentro dela para tirar o máximo possível. Não engolia, cuspindo discretamente sob a bunda dela, mas ainda assim o contato era real. Luma passou a gemer mais alto, acariciando os cabelos dele agora com uma ternura quase dolorosa:

- Isso! Assim, amor. Chupa. Tá... Tá muito gostoso. Uiiiii...

Enquanto isso, Dom se posicionou atrás de Cortez e, sem aviso, pressionou o pau contra a sua bunda. Cortez começou a se debater, ainda seguro por Artur. Dom falou:

- Fica tranquilo, corno. Hoje você ainda não vai aprender o seu lugar de verdade. – Dom deu um tapa em sua bunda: - Mas você, minha putinha... Você ainda me deve sua bunda e vai pagar, ainda hoje.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 376Seguidores: 761Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Corno frouxo e casado com uma mulher q se descobriu uma verdadeira vagabunda, o q mais pode piorar na vida desse cara.......espera pode piorar sim, vai virar viado também kkkkkkk, Cortez após descobrir q sua esposa não vale nada e q seu cu agora está na reta também, vai querer para com tudo, mas agora será muito difícil ou quase impossível, afinal a esposa está amando ser puta dos Negrões e pra piorar a situação filmaram toda a putaria e humilhação q ele sofreu, se não tinha um motivo pra ele continuar......agora tem, basta ele tentar sair fora q sua humilhação será pública, eu já disse várias vezes e repito,(todo castigo pra corno é pouco), lastimável ver tanta degradação humana em troca de alguns momentos de prazer egoísta, sim, digo egoísta pois até o momento somente a Luma aproveitou, gozou horrores com outros enquanto seu marido ficou chupando o dedo....ou melhor chupando buceta arrombada e com porra de um macho de verdade

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Incrível, eu não tenho tesão neste tipo de relacionamento (dominação/submissão), mas não consigo deixar de ler essa série. Tá louco, Mark escrevem bem demais!

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Eu não sei se tenho pena do Cortez por ser frouxo ou se tenho raiva por ser tão frouxo, degradante figura humano,ser humilhado até o último instante.tem que sofrer mesmo, acho que até os gay da minha comunidade e mas homem que este verme,mas a história está ótima.parabens Mark

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Mas só amanhã quando for revelado o verdadeiro motivo por trás dela(Dela porque ele queria sair ,mas ela não ( avançar nessa loucura que vamos saber se vale a pena ou não isso tudo. Se bem que tem que ser algo grande o suficiente pra continuar nessa loucura, e ainda assim sequelas nele vão ser grandes

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Bom!!

Bom,

Para mim agora faz muito sentido todo o conto. A construção por DOM de um corno manso, submisso, subalterno.

Ele dá uns xiliquezinhos mas DOM com muita calma consegue deixar ele bem calminho.

Luma esta em seu habitat natural, se descobrindo e descobrindo a diversão.

Estou gostando muito, a tematica é pesada e parece que agora realmente vai pesar mais, e acho que vai pesar no brioco dele.

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- Quer mesmo continuar, amor? – Perguntou Cortez, a voz trêmula com uma verdade que Dom parecia conhecer muito melhor do que ele.

Muito amor envolvido!!

...esse casal vai se mega feliz nessa nova vida!!!

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O Cortez a bater no fundo, a limpar os restos do outro a seguir vai ser enrabado. Passou a ser um capacho

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Hoje o Cortez foi humilhado ao extremo e dificilmente depois que sair desse local acho que ele volta ao normal,pois se a relação ja estava em frangalhos agora acabou de vez e vai ser o jeito procurar ajuda psicológica pois o estrago foi grande, se ao menos ela tivesse acertado com ele o plano e a motivação dela talvez ele sofresse menos

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E o Vitor filmou tudo. Luma e Cortez serão estrelas no mundo pornô.

Seria essa a melhor criação do DOM? Lumaasp?

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"Fica tranquilo corno! Hoje você ainda não vai aprender o seu lugar de verdade"( Essa frase ficou confusa,pois o se o Dom quis dizer que hoje ainda ele iria aprender o lugar dele de verdade, então o NÃO tem que sair da frase. Se quis dizer que hoje ele não iria aprender então o AINDA tem que sair )

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O que o dom disse foi claro,cortaz vai ser sondominado

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Sim, vão transformar ele em viado. E tudo foi filmado como a Luma queria e combinou com todos menos o marido lógico. Realmente ele chegou no fundo do poço, só que no fundo ainda tem um alçapão e ela vai cair lá dentro quando descobrir que foi tudo armado pela esposa e que ela está grávida de um deles. Resumindo desgraça total

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Desgraça total. A unica saida para o Cortez agora é ele começar a curtir sua nova vida, não importa o rumo que o conto vai seguir. Luma ja virou atriz pornô, isso é fato, ja esta nas mãos deles como ja devem ter feito com muitos casais e esposas.

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