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Conto 5: Tio é pai com açúcar

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Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 2550 palavras
Data: 04/07/2026 19:00:56

Há um ditado popular que diz que “tio é pai com açúcar”, se referindo ao fato de que muitas vezes os tios nos acolhem e oferecem o amor, a diversão e a cumplicidade de um pai, mas com bem menos cobranças e com uma dose extra de carinho, afeto e liberdade. E meus tios eram assim comigo. Mesmo as mães dos meus primos, que não eram tias de sangue, sempre me tratavam como se eu fosse filho delas, e isso me fazia sentir mais que bem. Em retribuição, eu fazia de tudo para ser alguém agradável, gentil e educado com todos.

Toda manhã nas férias quando acordávamos, gostava de organizar o quarto com o Denis. Depois, lavávamos a louça do café da manhã. Já que minha tia preparava todas as nossas refeições, era o mínimo. E em seguida eu sempre oferecia ajuda ao meu tio com os serviços da fazenda. Os pais do Denis eram a tia Carina e o tio Dener, e eu os chamava de tia Cacá e tio Deninho. Eles, por sua vez, me tratavam carinhosamente por Tinho e só usavam o meu nome Theodoro quando eu fazia algo grave, como encobrir ou apoiar algum erro do Denis.

Como quase todo menino que cresce no campo, meu primo gostava muito de andar a cavalo, principalmente quando o dia amanhecia nublado, e o tio Deninho sempre me oferecia o animal mais manso, por saber que eu tinha pouca prática e só montava quando estava nas férias. Enquanto arriava os cavalos, meu tio foi falando:

— Meninos, hoje eu quero a ajuda de vocês pra ir buscar o gado no pasto mais cedo. Vou precisar consertar uma cerca que tá fraca e os bichos podem fugir — informou o tio Dener.

— Tá certo, tio — concordei.

— Tá certo, pai — meu primo confirmou.

— Eu já levantei mais cedo pra deixar pasto pra eles no curral, — meu tio continuou — e quando for a hora de ir buscar o gado, eu aviso a vocês.

Denis e eu nos aprontamos e fomos cavalgar, e eu senti meu tio um pouco diferente do usual. Ora, era fato que nossa intimidade não era mais tanta por conta das mudanças na idade dele e, sobretudo, minhas. Ele não costumava mais ser tão brincalhão comigo, nem as brincadeiras eram mais as mesmas. Antes, ele fazia meu primo e eu rir, nos agarrava e apertava contra si. Outras vezes, o tio Dener tinha o costume de nos colocar em seu colo enquanto realizava algum trabalho manual. Sem mencionar as inúmeras vezes que andava a cavalo comigo no próprio cavalo. Mas isso agora parecia passado e eu entendia que era porque o Denis e eu estávamos crescendo, e havia algumas brincadeiras que não eram bem vistas com meninos da minha idade. Eu só não entendia porque meu tio ligava para isso. E além dele, meus outros tios também passaram por essa mudança recente comigo. Comecei a pensar que tivesse algo a ver com o que vi na noite anterior, embora eu não tivesse sido visto.

Na noite anterior, antes de ir dormir, eu conversei com meu primo sobre o ocorrido próximo da hora do almoço, em que o Samuca e o Toninho me flagraram pagando boquete no Joel e decidiram me usar como depósito. Não lembrei que o tio Dener tinha ficado até mais tarde organizando uma medicação para o gado, e também não me lembro de ter diminuído o volume da conversa com meu primo. Mais tarde, naquela noite, acordei com uma baita vontade de ir ao banheiro e quando passei pela sala, percebi que meu tio estava ali. No escuro e ele parecia segurar o celular com uma mão, pois dava para ver o brilho da tela formando uma leve penumbra. Pela sombra, eu pude ver que o tio Dener se masturbava assistindo alguma coisa no celular, o que me deu um leve susto. Então fui rapidamente ao banheiro para que ele não me notasse ali e isso causasse algum constrangimento. Quando voltei, ele já não estava mais lá e eu fiquei me perguntando se minha presença fora notada. Além disso, me questionei: será que o meu tio ouviu algo da conversa com o Denis? Ou será que ele ouviu alguma coisa nas noites em que fiz sexo com meu primo? Sem respostas imediatas, deitei novamente e peguei no sono. E agora, havia notado esse comportamento do tio Dener.

Eram mais ou menos dez horas da manhã quando fui andar a cavalo com o Denis. Onze horas, o pai dele nos pediu que buscasse o gado enquanto ele terminava de triturar o capim:

— Depois que vocês trouxerem o gado, a gente vai almoçar e eu vou consertar a cerca. — Em seguida pediu:

— Denis, vá até o estábulo e comece a trazer o capim. O carro de mão e a pá estão lá. Tinho, você me ajuda a tirar os arreios dos cavalos e depois vamos ajudar o Denis. — Ouvindo isso, meu primo fez o que sempre fazíamos antes de ajudar o pai dele: tirou a camiseta que vestia e ficou só com a parte de baixo, que era um short acima dos joelhos. Ele foi primeiro e eu e o tio Dener fomos depois rumo à casinha onde os arreios eram guardados, que ficava ao lado do estábulo. Meu tio foi levando os cavalos e eu fui acompanhando. Quando chegamos, já se podia ver meu primo, que saíra antes, enchendo o carrinho de mão com o capim.

Ao acompanhar o tio Dener com os cavalos, não consegui deixar de notar alguns detalhes que antes passavam despercebidos, como o bronze da sua pele devido ao sol da fazenda e a definição de seus braços pelos serviços que executava. Meu tio devia ter 1,75 de altura e, assim como seus braços, suas pernas também eram musculosas e definidas. Ora, o tio Dener cuidava de animais de grande porte, fazia e consertava cercas, então seu físico condizia com as funções que desempenhava. E agora que eu estava com 14 anos era que começava a perceber esses detalhes. Outro fato que lembrei foi que certa vez, enquanto tomávamos banho juntos quando mais novos, o Denis me disse que pai dele não tinha pêlos no corpo. E eu inocente fui perguntar ao meu tio se era verdade. Pois bem. Ele confirmou e me explicou que, como ele trabalhava na zona rural, os pêlos acabam fazendo-lhe sentir mais calor e retendo sujeiras, como poeira, terra e até folhas às vezes. Então o tio Dener optou por mantê-los sempre bem aparados rente à pele. Enquanto desabotoava os arreios dos cavalos, o tio Dener e eu começamos a conversar:

— Tá gostando das férias, Tinho?

— Tô sim, tio, tenho me divertido muito — respondi.

— Ainda bem — disse ele. — Fiquei preocupado de você se entediar com tanta calmaria aqui no sítio.

— Que nada, tio, todo dia tem algo diferente pra gente se divertir. E além do mais, tem os meninos pra brincar.

— E eles brincam muito com você, né? — Notei um tom malicioso na pergunta dele.

— B-brincam... — gaguejei com a tensão repentina que percorreu o meu corpo — Q-quer dizer, brincamos. — Retomei — Eles sempre me incluem nas brincadeiras e a gente se diverte muito juntos.

— Sei... — ele disse ainda no com malícia — É muito bom se sentir incluído, né Tinho?

— É-é sim, tio — respondi ainda tenso.

— E as brincadeiras dos meninos são pesadas? — Ele questionou.

— C-como assim, tio? — Perguntei nervoso.

— É que é normal os meninos mais velhos pesarem a mão na brincadeira com os mais novos — ele esclareceu.

— Ah... — suspirei — Não, os meninos sempre cuidam de mim — respondi sentindo um pouco da tensão indo embora de mim.

— E como eles cuidam de você? — Nesse momento, meu tio me perguntava com um pequeno sorriso e um olhar que já denunciavam que ele sabia de alguma coisa. Mas continuei respondendo despretensiosamente. Queria saber onde aquela conversa chegaria.

— Eles sempre me incluem nas brincadeiras, — falei — e mesmo quando acontece alguma discussão, o Joel ou o Denis me defendem.

— Hmmm... Então o Joel cuida de você — concluiu ele entrando na casinha para guardar os arreios.

— Cuida sim — assenti.

— E o Denis? — Ele indagou lá de dentro. Soltando um riso pelo nariz, respondi:

— Acho que o Denis é quem mais cuida de mim, tio — e não percebi que minha declaração confirmava para ele.

— Tá precisando de ajuda aí? — perguntei adentrando a casinha dos arreios em busca do meu tio.

— Tá tranquilo — respondeu.

— Então quer dizer que você é a putinha dos seus primos, né? — Ouvir o tio Dener proferir essas palavras me deixou com o corpo gelado e travado de tamanha tensão.

— Não precisa ter medo, Tinho, eu ouvi você conversando com o Denis ontem à noite — disse ele finalmente. Seu tom já não era de malícia e tampouco de repressão.

— Pra falar a verdade, fico feliz que foi o Denis quem tirou o seu cabaço, mas preciso dizer que isso me deixou com um pouco de inveja dele.

A tensão que abandonara meu corpo tão subitamente ao ouvir meu tio abrandar sua voz deixara também meu coração a ponto de explodir.

— O-o que você quer dizer, tio? — Foi o que consegui proferir.

— Deixa eu te mostrar — e senti o meu quadril sendo arrastado no escuro até se chocar contra uma pele quente e suada, com a textura de pêlos recém-aparados.

— T-tio? — Meu corpo tremia como vara verde.

— Calma, Tinho, deixa que o titio vai cuidar de você! — Me arrepiava todo o corpo sentir o hálito quente do meu tio falando tão perto do meu ouvido, ainda mais com aquela voz quase sussurrada. Suas mãos grandes massageavam minha bunda devagar e já começavam a adentrar o short que eu vestia. Meu peito magro colado ao abdômen quente e suado do meu tio, e seus pêlos crescentes tocavam meus mamilos, me fazendo começar a ficar de pau duro. Ao sentir minha excitação chegando, ele se remexia contra mim, me fazendo sentir seu volume contra meu umbigo. E era um volume imenso. Quando criança e o meu tio me pegava no colo, eu não pensava em suas intimidades. Aos onze ou doze anos, quando o Denis me contava que tomava banho com o pai, eu sentia uma grande curiosidade de viver essa experiência com o tio Dener. Mas agora, algumas vezes enquanto eu pagava um boquete para meu primo, me peguei imaginando como seria mamar o pai dele. E em todos os momentos, o pensamento de que aquilo tudo seria muito errado, eu me sentia ainda mais excitado. E agora estava nessa situação. As mãos de tio Dener abaixaram meu short com agilidade, liberando meu pequeno pau que já estava babando de tesão. Por ser tudo no escuro e ter o risco do meu primo chegar e nos pegar naquele ato tão proibido, meu cu piscava desenfreadamente. E enquanto passava a ponta dos dedos na minha abertura anal, meu tio sentiu as contrações.

— Olha, tá de cuzinho piscando já! — Disse me virando de costas.

— Abre esse rabo pro titio, abre — ordenou ele e eu obedeci. Meu tio começou a chupar o meu rabo como nenhum dos meus primos fizera antes. Era quase impossível segurar os gemidos que se acumulavam entre os meus dentes. Ele chupava, linguava e dedava meu cu, enquanto apertava e mordia minha bunda.

— Vem cá! — Em um movimento rápido, ele me virou de frente e me colocou de joelhos. Desabotoando a bermuda jeans que vestia, ele deixou cair seu membro que estava em completa ereção. E eu pude ver sua sombra refletida no chão quando as nuvens lá fora descobriram o sol. Aquilo me fez estremecer. Era uma rola colossal. Tio Dener tinha um pau de 24 centímetros de comprimento, com 6 ou 7 de grossura pelo que pude sentir quando coloquei as duas mãos. Mais abaixo, seu saco era pesado e grande, e quando o segurei, notei que parecia duro.

— Vai putinha, chupa a pica do titio! — Ele me ordenou mais uma vez. O cheiro de macho adulto era diferente do odor que meus primos exalavam. A região pubiana e a virilha do tio Dener cheiravam a uma mistura de suor com esperma, e aquilo me enlouqueceu completamente. Passei a língua na cabeça daquela pica majestosa e fui colocando na boca devagar. Enquanto fazia os movimentos de sucção, usei uma das mãos para masturbar sem perder o ritmo.

— Isso, Tinho, chupa! Se acaba na picona do titio! — Ao ouvir meu tio, aumentei a velocidade do meu boquete sentindo minha saliva escorrendo por toda a extensão do membro dele. Eu colocava a língua inteira para fora na esperança de abocanhar tudo, mas era tão grande e grosso que a cabeça do pau tocava minha garganta e ainda sobrava mais da metade para fora. Nesse momento, me lembrei das sessões de sexo oral com o Denis e a prática já me fazia lidar com a situação sem me engasgar. Cerca de dez minutos depois que comecei a mamar o tio Dener, senti quando suas duas mãos agarraram fortemente a minha cabeça, aumentando ainda mais a velocidade da mamada. Agora, ele estava fodendo a minha boca. Ele socava como se fosse um garanhão selvagem. Seu corpo vibrava e ele suava. Então parei de tentar punhetar seu pau e apoiei as mãos nas suas coxas. Elas suavam e contraíam os músculos e isso me deixava a ponto de explodir de tesão. Não podia acreditar que estava fazendo sexo oral no meu próprio tio! E o melhor é que isso me deixava em êxtase. Mais cinco minutos se passaram com o tio Dener fodendo minha garganta, até que senti seu esperma quente jorrando na minha boca. Estava tão inebriado com a situação que não consegui assimilar quanto sêmen ele ejaculou, mas sabia que era mais do que qualquer um dos meus primos já gozou em mim. E parecia não ter fim. A porra grossa do meu tio tinha um sabor adocicado e levemente ardido, me lembrando do leite do Denis. Fui engolindo o líquido em goles grandes e meu tio dava espasmos e gemidos, enquanto eu limpava sua pica com a boca. Cada chupada leve na sua glande era uma contração do seu corpo.

— Que delícia de boquete, hein, Tinho? — Falou meu tio. — Desse jeito, eu vou querer que tu me chupe todo dia agora.

— Gostou, tio Deninho? Imagina gozar desse jeito fodendo meu cuzinho — nem me dei conta do que acabara de falar. Não havia assimilado ainda que, há segundos, eu estava fazendo sexo oral no meu tio até ele ejacular na minha boca.

— Ah, então eu vou querer, hein? — Aceitou ele imediatamente.

— M-mas seu pau é imenso, tio, vai me rasgar ao meio! — Foi o que consegui dizer antes do meu tio concluir.

— Então tu vai ter que aguentar a tora do titio, porque eu vou comer teu cuzinho logo, logo. — Assenti e ele concluiu:

— E esse vai ser o nosso segredinho, hein?

— P-pode deixar tio Deninho. Não vou contar pra ninguém.

— Isso. Assim que o titio gosta. Agora vamos ajudar o Denis, antes que ele dê por nossa falta. — Saímos do quartinho dos arreios e fomos em direção ao estábulo ajudar o Denis, que parecia ter começado a encher seu segundo carrinho de capim. O restante da manhã foi de trabalho na fazenda até a hora do almoço, quando fui tomar banho e bati uma punheta me lembrando da pica de mel do meu tio.

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