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Gente Perfeita

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Um conto erótico de Ficcionista
Categoria: Heterossexual
Contém 891 palavras
Data: 05/07/2026 05:06:49
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Era mais uma daquelas pequenas famílias que povoam os condomínios de classe média alta de todo Brasil. Pai, mãe e apenas uma filha, a princesinha, que apesar de adulta, não fazia questão de trabalhar. O casal não se incomodava e gastava grande quantidade de energia e dinheiro para mantê-la feliz.

Eram os três excepcionalmente bonitos, como já se espera de gente como eles. A esposa se passaria fácil por uma atriz de novela, esbelta, traços delicados e feição juvenil. Não raro era confundida como a irmã mais velha da filha. O marido não ficava atrás. Apesar de estar já na casa dos 50 e com uma bela de uma cabeleira branca, seu corpo preservava bastante tenacidade, fruto de horas de exercícios diário. Era um senhor que ainda chamava a atenção das mulheres, principalmente das mais jovens. E o que mais se pode esperar do fruto de um casal como eles? Sim, a moça também era linda. Tanto que até o próprio casal às vezes se perguntava em tom de brincadeira: como a gente pode ter conseguido fazer essa proeza?

Por muitos anos foram assim: perfeitos. Na aparência e na convivência. Mantinham todos os rituais de uma família que se preze: Compareciam a muitos eventos sociais, jantavam juntos todos os dias e tinham o estranho hábito de não usar o celular sobre a mesa, pois preferiam conversar entre si. A filha, que deu pouco trabalho enquanto crescia, era exigente em relação apenas a afeto, o que pai e mãe nunca negaram. Foram assim, unidos e amorosos, por anos a fio. Até que a princesa decidiu que já era hora de ter seu próprio castelo.

A moça ouviu aqui e ali, por gente próxima e desconhecidos na internet, que era possível fazer uma boa grana mostrando o corpo na internet. Não que ela precisasse de dinheiro, os pais lhe bancavam qualquer despesa sem pensar muito a respeito. Mas a ideia de ganhar dinheiro sozinha, fazendo algo fácil, mas ao mesmo tempo excitante, tinha uma atração especial para ela. Passou a se imaginar dizendo aos pais coisas como: “Estou indo embora. Vou alugar um apartamento perto da praia”. A mãe iria chorar, com certeza. O pai não, ele iria se controlar melhor e ia apenas abraçá-la, e depois se oferecer para levá-la até seu novo lar.

Ao longo dos dias a ideia crescia na cabeça dela, mas ela tinha o cuidado de manter tudo em segredo, por dois motivos: primeiro que ninguém ia aprovar seu projeto; segundo que fazer algo proibido, por alguma razão que ela não sabia explicar, fazia a coisa toda ficar mais excitante. Para praticar, passou a experimentar roupas na frente do espelho diariamente, imaginando como seria quando finalmente tomasse coragem de se cadastrar numa dessas plataformas de camgirls.

Certo dia, aproveitou que estava sozinha em casa e começou uma performance imaginária. Colocou um pé na cadeira para que a saia deslizasse por sua coxa nua até parte da calcinha aparecer. Uma das mãos correu devagar do joelho até sua virilha coberta de grossos pelos negros. Ao encarar seu reflexo, mordeu os lábios, provocante. A outra mão puxou a blusinha para baixo, numa diagonal que fez o peito esquerdo saltar para fora. Ela o pegou com a mão e ofereceu para um ser imaginário. Encarava o espelho e gostava do que via. Sempre soube que era bonita, mas ali naquela pose havia algo a mais. Um estranho pensamento, na forma de uma única palavra veio à sua mente: Cadela. Excitação floresceu dentro de si e continuou. Sou uma cadela no cio. A pele ficou sensível e arrepios correram por todo seu corpo. Levou uma das mãos ao peito exposto e pressionou entre os dedos o mamilo enrijecido. Suspirou, fechou os olhos e apertou novamente, com um pouco mais de força. Entrou sem resistência num estado de prazer hipnótico.

De repente não estava mais no quarto, mas no meio de um palco onde muitos homens a rodeavam, desejando-a. Eles a mediam de cima a baixo. Alguns tocavam o pênis ereto e outros apenas encaravam boquiabertos. Ela previa com grande expectativa o momento que eles avançariam sobre ela, rasgando sua roupa de maneira violenta. Era excitante estar no controle. Respirou fundo algumas vezes, deixando seu desejo crescer e emanar na sua plateia. Quando sentiu que tinha chegado no seu limite, abriu os braços e deu a eles permissão para possuí-la. Mãos fortes a tiraram do chão com braços e pernas abertos. Era agora um pedaço de carne jogada aos leões famintos. Nunca tinha experimentado sensação tão boa quanto essa de se deixar ser devorada. Tornara-se coisa e isso era tão gostoso. Era agora a coisa mais desejada que existia no universo. Línguas quentes e úmidas experimentavam sua pele, correndo por seu pescoço. Os mamilos eram chupados como se quisessem arrancá-los fora. Alguém roçava na sua bunda e ao mesmo tempo que sua buceta era inteiramente preenchida. Forçavam passagem entre seus lábios e ela tratou de abri-los para deixar que fodessem também seu lindo rosto.

Quando finalmente foi penetrada pelos dois lados, não pôde conter um gemido alto que lhe veio à boca. As pernas perderam força e a princesa foi ao chão. Outro choque lhe percorreu o corpo, obrigando-a a deitar-se completamente no assoalho frio e se contorcer uma última vez. Lágrimas correram por seu rosto colado ao chão enquanto ria em êxtase.

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