Fala, rapaziada. Beleza?
Deixa eu me apresentar rápido antes de contar a loucura que aconteceu na sexta. Meu nome é Kauê, tenho 28 anos e, se você me vir na rua, provavelmente vai notar três coisas logo de cara: tenho 1,84m de altura, sou careca e peso quase 80kg, o que talvez não impressione muito, a não ser que você saiba que eu comecei a pisar na academia com apenas 70kg. De segunda a sábado eu tô lá, empurrando ferro e correndo atrás de um corpo grande que ainda está em construção.
Sempre curti esse visual mais clean, cabeça raspada na lâmina, barba bem aparada e um shape que eu ainda tô esculpindo. Acho que impõe respeito, sabe?
Agora, tem uma quarta coisa sobre mim que ninguém vê na rua, mas que quem descobre no quarto não esquece nunca: a genética foi bem generosa comigo lá embaixo. São quase 22cm de pau que, quando o tesão bate e o bicho fica ereto, vira uma verdadeira arma. Quem bate o olho na academia ou no vestiário do futebol até tenta disfarçar, mas o volume na bermuda sempre entrega o jogo.
Eu sempre fui um cara muito bem resolvido com a minha sexualidade. Gosto de caras que têm atitude, mas confesso que o que me dá tesão mesmo é a surpresa, aquela tensão que vai crescendo do nada entre dois brothers até o ponto de não ter mais volta.
Mas vamos ao que interessa. Na sexta-feira à noite, convidei galera do futebol de salão aqui para o apartamento para assistir o jogo da Argentina contra Cabo Verde. Jogo bizarro, resenha alta, muita cerveja e zoeira. Entre os caras, estava o Renan. Ele é um moreno de uns 1,75m, corpo bem definido de jogador, pernas grossas e um sorriso de canto que sempre me chamou a atenção, mas a gente nunca tinha passado da linha da amizade.
A galera foi embora já passava das duas da manhã, mas como o Renan mora longe e tinha bebido bem, eu mandei a real:
— Pô, Renan, toma um banho aí, o sofá tá livre, dorme aí e amanhã tu vai embora de boa.
Ele pensou um pouco, deu aquele sorriso de canto e topou.
Ele foi primeiro para o banheiro. Enquanto ele se limpava, eu fiquei na sala organizando as latas vazias, já sentindo uma vibração diferente no ar. Quando o Renan saiu do banho, ele estava só com uma bermuda leve que eu emprestei para ele, com o cabelo moreno meio molhado e aquele cheiro de sabonete invadindo a sala. Ele se jogou de lado no sofá, bem relaxado.
Aí foi a minha vez. Entrei no chuveiro, tomei aquele banho gelado para dar uma despertada e saí do banheiro só de bermuda de moletom fina, sem cueca, com a careca ainda com algumas gotas de água e o peito exposto. Peguei duas garrafas de água na cozinha e fui levar uma para ele no sofá.
Quando cheguei perto, o Renan estava deitado de lado. Ele olhou para cima, me encarou dos pés à cabeça, mas o olhar dele travou firme e forte bem no meio da minha bermuda. Com o moletom fino e sem cueca, o volume dos meus 22cm estava ali, desenhado e pesado, impossível de ignorar.
Eu estendi a garrafa d'água para ele e brinquei, quebrando o silêncio:
— Perdeu alguma coisa aqui embaixo, Renan?
Ele deu um risinho nervoso, pegou a garrafa, mas continuou com o olho fixo ali.
— Cara... — ele soltou, com a voz meio grave. — Eu sempre desconfiei no vestiário, mas de perto você é bem mais intimidador do que parece.
Ali eu senti o gatilho disparar. O ar ficou pesado e o tesão subiu direto para a minha cabeça.
Eu dei um sorriso de canto, aquele bem de quem sabe o poder que tem, e não recuei nenhum centímetro. Aproveitei meus 1,84m e dei um passo para frente, ficando colado no sofá, bem em cima dele. Como eu sou careca e tenho o porte maior, o contraste físico jogando contra o Renan ali, deitado e me olhando de baixo para cima, deixou o clima ainda mais dominado.
— Intimidador por quê, Renan? Só porque eu sou um pouco maior que você? — provoquei, deixando a minha voz mais grave, enquanto jogava as duas garrafas de água no chão, sem me importar com o barulho.
O Renan engoliu em seco. Dava para ver o peito dele subindo e descendo rápido, a respiração já cortada pelo nervosismo e pelo tesão. Em vez de recuar ou fazer outra piada de brother, ele tomou coragem. Esticou a mão meio trêmula e encostou a palma da mão bem na lateral da minha coxa, subindo devagar pelo moletom até segurar firme o volume dos meus quase 22cm.
Caralho. Quando a mão quente dele apertou a minha parada, meu pau deu um pulo por baixo do pano, ficando ainda mais rígido na hora.
— Porque você sabe que é covardia, Kauê... — o Renan sussurrou, apertando o meu pau com um pouco mais de força, subindo o olhar para os meus olhos. — Olha o tamanho disso aqui. Você me deixa sem saída.
Eu não esperei ele terminar de falar. Segurei o rosto dele com uma das mãos, espalmando meus dedos na nuca dele, e puxei o bicho para cima de uma vez. O Renan levantou do sofá meio no susto, e eu já prensei o corpo dele contra a parede da sala. Eu senti o peso do meu corpo e, principalmente, a pressão do meu pau ereto cravando direto na barriga dele por cima das bermudas.
O beijo foi uma ignorância só. Eu não fui fofo. Enfiei a língua com vontade, dominando a boca dele na hora, e o Renan correspondeu com a mesma sede. Ele soltou um gemido abafado na minha boca e jogou os dois braços em volta do meu pescoço, se pendurando em mim enquanto a gente se engolia ali na parede da sala. O cheiro do sabonete do banho dele misturado com o suor que começava a brotar do meu peito deixou o ambiente completamente intoxicado de tesão.
Enquanto a gente se batia no beijo, desci minhas mãos direto para a bunda dele, apertando aquelas pernas grossas de jogador de futebol. Puxei ele para mais perto ainda, fazendo nossos volumes se chocarem com força. O Renan estava completamente entregue, arfando alto cada vez que eu afastava a boca para morder o lábio dele ou dar uma descida com os dentes pelo pescoço dele.
— Kauê... chega de enrolar, cara... — ele pediu com a voz totalmente trêmula, arrastando as mãos do meu pescoço para o elástico do meu moletom. — Coloca isso para fora. Deixa eu ver.
Eu dei um passo para trás, ficando com as pernas um pouco afastadas no meio da sala. O Renan não pensou duas vezes: desceu a minha bermuda de moletom até os joelhos.
Quando os meus 22cm pularam para fora, totalmente pulsando e apontando para o peito dele, o bicho deu um passo para trás e soltou um "Caralho..." bem baixinho, com os olhos fixos na parada brilhando na sala. Ele não perdeu tempo. Ajoelhou-se ali mesmo no tapete, segurou a base do meu pau com as duas mãos e olhou para cima, encarando a minha cara de mal antes de abrir a boca.
O Renan olhou bem na minha cara e, sem dó, abriu a boca e engoliu o meu pau de uma vez só. Como a minha parada tem quase 22cm e é grossa pra caralho, na primeira metida ele já deu uma engasgada nítida. Os olhos dele lacrimejaram na hora, mas o bicho não recuou. Ele segurou firme nas minhas coxas e começou a dar um boquete violento, subindo e descendo até onde aguentava na garganta, deixando tudo bem babado.
Eu fiquei de pé, olhando de cima aquela cena: o cara ajoelhado na minha frente, focadão, enquanto eu controlava o ritmo segurando no cabelo dele. De vez em quando eu dava umas bombadas mais fundas, sentindo a boca dele apertar toda a extensão do meu pau. O tesão estava tão forte que a minha cabeça raspada já estava brilhando de suor.
Depois de uns minutos ali no tapete, com o meu pau já completamente molhado de saliva e latejando, eu não aguentei mais. Puxei ele pelo braço com força, fazendo ele levantar meio arfando.
— Chega de engolir, Renan. Vamos pro quarto que eu vou enfiar tudo isso no teu cu agora — mandei a real, com a voz bem grossa no ouvido dele.
Ele só deu aquele sorriso de canto, com a boca ainda brilhando, e foi andando na frente. Fiquei olhando de trás o movimento daquela bunda de jogador de futebol e o tesão quase explodiu.
Entramos no quarto e eu já joguei ele direto na cama. O Renan caiu de costas, e eu subi por cima dele feito um bicho, jogando meus quase 80kg para cima dele. Arranquei a bermuda dele de uma vez e joguei no chão. O pau dele também estava trincado de duro, colado na barriga. Abrindo as pernas dele, eu vi pela primeira vez o cu que eu ia arrombar: um círculo moreno e fechadinho, do tipo que deixa qualquer um com água na boca. Passei a ponta do dedo de leve só de curiosidade e senti ele se contrair todinho.
Estiquei o braço, peguei o lubrificante e a camisinha na gaveta da cabeceira. Enquanto eu encapava meus 22cm, o Renan não tirava o olho, impressionado com o tamanho da parada ereta. Enchi a mão de lubrificante e fui direto no cu dele. Enfiei o primeiro dedo devagar. O Renan deu uma contraída forte na hora e soltou um gemido agudo.
— Relaxa, porra... respira — falei baixo, dando um beijo no pescoço dele para distrair.
Fui massageando, coloquei o segundo dedo, abrindo espaço até sentir que o cu dele estava cedendo e ficando bem responsivo. Tirei os dedos, deitei o Renan de lado, de costas para mim, e puxei a perna de cima dele bem para o alto, deixando o caminho totalmente escancarado.
Encostei a cabeça do meu pau na entrada do cu dele. Estava fervendo. Dei uma empurrada firme de uma vez até a metade. Cara, o Renan enterrou a cara no travesseiro e soltou um gemido abafado, daqueles de rasgar a garganta.
— Caralho, Kauê... vai devagar... você é muito grande, porra! — ele gritou, com a voz sufocada.
— Já tá metade dentro, Renan, aguenta aí — respondi, segurando firme com as duas mãos no quadril dele, usando a minha força para ele não sair da posição.
Esperei uns cinco segundos para o corpo dele acostumar com o tamanho do meu pau e enfiei o resto de uma vez. Senti o meu saco bater direto na bunda dele. O Renan deu uma tremida no corpo todo, completamente preenchido.
Ali eu comecei o trabalho. Puxava quase tudo para fora e enterrava o pau todo no cu dele, com força. A cada estocada, o som dos nossos corpos batendo ecoava no quarto. O ritmo foi acelerando, a cama rangeu alto com o impacto do meu corpo contra ele, e o Renan começou a gemer sem parar, totalmente dominado pelo prazer e pela ignorância do meu tamanho lá dentro.
A cada estocada mais forte, o Renan jogava a cabeça para trás, completamente entregue. O cu dele apertava o meu pau com tanta força que parecia que ia me fazer vir a qualquer segundo. Para dar mais pressão, eu mudei de posição: puxei ele de quatro na cama, segurando firme pela cintura dele, e comecei a socar por trás, sem dó.
Dessa posição, olhando de cima, a cena era absurda. A minha careca e o meu peito estavam pingando de suor, e eu via os meus quase 22cm entrando e saindo inteiros no cu dele, sumindo até o talo a cada bombada. O impacto dos meus quase 80kg batendo na bunda dele fazia um barulho estalado que ecoava pelo quarto todo.
— Caralho, Kauê... assim... soca forte, porra! — o Renan implorava, com a voz toda cortada, enquanto arrastava as mãos pelo lençol, tentando se apoiar enquanto eu impulsionava o corpo dele para a frente e para trás.
O pau dele estava tão duro que, só de bater no colchão com o movimento das minhas estocadas, já estava soltando muito líquido antes do tempo. Eu estava no meu limite absoluto. A sensação daquele cu quente engolindo o meu pau inteiro a cada jogada de quadril estava me enlouquecendo.
Aproximei o meu peito das costas dele, deitando por cima sem parar de socar, e enfiei a mão por baixo para segurar o pau dele. Comecei a bater uma punheta rápida para ele no mesmo ritmo bizarro das minhas metidas.
— Eu vou porra, Renan... tá dando mais não... — avisei com a voz rouca, no ouvido dele.
— Vai, Kauê! Caralho! — ele gritou, num desespero puro de tesão.
Dei as últimas três estocadas mais profundas da minha vida, enterrando o pau com toda a força. Na última metida, eu travei o meu quadril colado na bunda dele e gozei. Foi uma descarga violenta. Eu sentia os jatos de porra saindo com pressão, enquanto o meu pau pulsava lá dentro. No mesmo segundo, com a punheta bizarra que eu estava dando nele, o Renan teve um orgasmo bizarro, jorrando porra para todo lado na cama, sujando o lençol e a parede de cabeceira.
A gente desabou um por cima do outro na cama, arfando alto, com o coração parecendo que ia sair pela boca. Fiquei um tempo ali, deitado nas costas dele, sentindo o suor dos nossos corpos colados se misturar.
Quando o meu pau começou a amolecer, fui puxando para fora devagar. Deu para ouvir aquele barulho úmido do lubrificante e da porra saindo. Tirei a camisinha, dei um nó e joguei no lixo do canto. O Renan virou de costas, completamente acabado, com aquele mesmo sorriso de canto, mas agora com os olhos pesados de puro cansaço e prazer.
— Mano... você é um monstro — ele soltou, rindo fraco, tentando recuperar o fôlego.
Eu dei um tapa leve na coxa dele, passei a mão na minha careca para tirar o suor e deitei do lado dele. É aquilo que eu falei para vocês, rapaziada: domingão hoje, o Renan já foi embora faz umas horas, e eu ainda tô aqui pensando em como um jogo da Argentina contra Cabo Verde terminou na melhor foda do meu ano.