O Rancho da Loira: Noites Proibidas
A memória de Amanda é algo que eu guardo no meu corpo, um calor absurdo que sobe só de lembrar. Aquela mulher era um monumento: alta, com mais de 1,80m de pura gostosura, uma pele loira deliciosa que contrastava com os seios fartos, pesados, com bicos que pareciam pedir para ser mordidos. Ela trabalhava no mercado, mas a verdadeira vocação daquela safada era entre quatro paredes. Quando surgiu a viagem para aquele rancho à beira do rio, dividindo o quarto com outro casal de amigos e com a filha pequena dela, o clima de perigo só serviu de combustível para o meu tesão.
#### Capítulo 1: O 69 no Escuro do Quarto
A noite caiu e o silêncio tomou conta do quarto. De um lado, os meus amigos dormiam; na outra cama, a filha de Amanda descansava. Mas na nossa cama, o fogo consumia tudo. No breu total, eu deslizei a mão pela coxa grossa de Amanda, sentindo a pele quente dela. Ela suspirou baixinho, virando-se de frente para mim. O primeiro beijo foi molhado, sedento, com as nossas línguas se enroscando sem pressa nenhuma.
Eu subi as minhas mãos, puxando a blusa dela e deixando aqueles seios G pularem para fora. Eram enormes, fartos, gostosos demais de apertar. Eu abocanhou um dos mamilos, chupando com vontade enquanto a minha outra mão apertava a carne macia da bunda dela. Amanda, completamente acesa, ficou apenas de calcinha. Safada como era, ela deslizou pelo meu corpo. Sem fazer nenhum barulho, ela abreu o meu shorts, liberando o meu pau que já estava completamente rígido, pulsando de tesão.
Ela o abocanhou de uma vez. A boca de Amanda era quente, apertada. Ela engolia o meu pau até a base, subindo e descendo com vontade, enquanto usava uma das mãos para apertar e massagear as minhas bolas, e com o dedinho ela ficava cutucando o meu rabo, me enlouquecendo no escuro. O prazer era tanto que eu a puxei para a posição de 69.
Puxando a calcinha dela apenas de lado, eu enterrei a minha cara na buceta de Amanda. O cheiro de mulher no cio invadiu os meus sentidos. Enquanto ela chupava o meu pau com uma técnica perfeita, eu enfiava a minha língua com força no meio dos lábios carnudos dela, lambendo o clitóris sem parar. Amanda gemia abafado, cravando as unhas na minha bunda. O perigo de acordar o quarto tornava tudo mil vezes mais intenso.
Totalmente dominada pelo tesão, ela montou. A Amanda adorava cavalgar. Sentou com força, engolindo o meu pau inteiro enquanto subia e descia naquele ritmo frenético, os seios fartos balançando na altura dos meus olhos. Eu senti a vontade de gozar vindo forte e avisei:
— Vou gozar, Amanda…
Ela nem hesitou. Saiu de cima, pegou o meu pau com a mão e o enfiou inteiro na boca, sugando com força. Eu descarreguei uma jorrada violenta e quente diretamente na garganta dela. Amanda engoliu tudo, limpando os lábios com a língua, com um sorriso de pura satisfação.
#### Capítulo 2: Nova Tentação e o Desejo pelo Proibido
No dia seguinte, a provocação continuou nos mínimos detalhes. Durante o café da manhã, os toques que a gente trocava por baixo da mesa mantinham o clima tenso. Para piorar — ou melhorar — o meu tesão, a amiga dela circulava pelo rancho vestindo apenas um baby doll minúsculo. A morena era uma velha gostosa, dona de um bundão de dar inveja e seios que marcavam o tecido fino, revelando o biquinho pontudo a cada movimento. Eu olhava aquela morena abaixando, ficando maluco para meter a minha pica ali também, mas eu não tive essa oportunidade. O meu foco total naquela viagem era a loira do mercado.
Quando a segunda noite chegou, a atmosfera estava ainda mais pesada de luxúria. Na escuridão do mesmo quarto, o nosso fogo recomeçou com força total. Eu a virei de costas, deslizando a minha língua pelas costas dela, descendo até as nádegas fartas. Eu comecei a lamber o cuzinho de Amanda, uma lambida molhada e profunda que fez a loira tremer todinha na cama.
Ela virou o rosto para trás e cochichou bem baixinho, com a voz embargada de tesão no meu ouvido:
— Estou com muita vontade de dar o cu para você… bota no meu cuzinho.
O meu pau virou uma pedra na mesma hora.
— Então vem, lubrifica meu pau bem — eu ordenei.
Amanda pegou o meu membro, levou à boca e o encharcou de saliva, deixando-o completamente escorregadio. Eu a posicionei de quatro, separei as bochechas da bunda dela e mirei a cabeça do pau na bordinha do bueiro. Empurrei devagar. O cuzinho dela era apertado, quente, sugando a minha pica para dentro. Amanda deu um leve gemido de dor misturado com puro prazer conforme eu entrava por inteiro.
Ali no escuro, eu comecei a meter. Foram uns 20 a 30 minutos de uma foda anal intensa e ritmada. O som abafado da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Amanda, com o rabo empinado, enfiava o próprio dedo na buceta, se masturbando enquanto recebia as minhas estocadas profundas. Ela falou que tinha gozado, sentindo as paredes do rabo contraírem em volta do meu pau.
— Prepara que eu vou gozar bem forte, aperta o cu! — eu sussurrei, no limite.
Eu afundei o pau até o talo e despejei uma carga massiva de porra bem no fundo do cuzinho dela, gozando forte enquanto ela segurava tudo lá dentro.
#### Capítulo 3: O Gran Finale na Estrada
O fim de semana acabou, acordamos e fomos embora, mas a safadeza da Amanda parecia não ter fim. Na estrada de volta, cada um seguia em seu carro, mas no meu carro estávamos eu, ela e a filha dela, que acabou dormindo profundamente no banco de trás.
A pista estava livre, e a mão de Amanda começou a passear pelas minhas pernas, subindo em direção à fivela da minha calça.
— Você vai acabar deixando ele duro desse jeito na estrada — eu disse, olhando de lado.
— Posso? — ela perguntou, com os olhos brilhando de malícia.
— Pode. Pode tirar para fora.
Ela abriu o zíper e libertou o meu pau, que já acordou pulsando. Amanda se inclinou no banco, ignorando o movimento dos carros na rodovia. Ela abocanhou a cabeça e começou a dar um boquete espetacular enquanto eu pilotava na pista. Com uma das mãos, ela massageava as minhas bolas com firmeza, enquanto a boca trabalhava engolindo quase toda a extensão da minha pica.
Foram uns 15 minutos de uma adrenalina absurda comigo dirigindo. O meu pau estava prestes a explodir com a sucção que ela fazia. Eu anunciei que estava com muita vontade de gozar:
— Vou gozar, Amanda! Pode? — eu perguntei.
Ela não respondeu nada em palavras. Apenas apertou as minhas bolas um pouquinho mais forte, elevando o meu tesão ao limite máximo. Eu não aguentei. Uma jorrada violenta de porra voou direto na boca dela. Eu gozei gostoso, várias vezes, sentindo a boca de Amanda puxar e sugar cada gota como se estivesse puxando toda a porra para dentro. Dava para escutar o barulho dela engolindo tudo ali na cabine.
Eu recuperei o fôlego, mantendo as mãos no volante.
— Gostou?
— Gostei — ela respondeu, com a boquinha toda melada de tesão.
— Mostra a língua para eu ver.
— Já engoli já — ela disse, mas acabou mostrando a língua. Tava só um pouquinho branca.
— Você é muito safada, Amanda.
— Por você — ela respondeu.
Eu chamei ela para perto e ela me deu um beijo gostoso, com o gosto do nosso prazer. Foram três fodas inesquecíveis em um único fim de semana. Que saudade dessa Amanda loirinha do mercado, dá até vontade de comer ela de novo um dia.