Sigo relatando minhas primeiras vivências. Para uma compreensão completa dos acontecimentos, recomendo a leitura dos contos anteriores. Depois de escrever percebi que ficou bem longo, mas procurei passar as informações que achei importantes para que entendesse da melhor forma o que se passou na minha vida nesse período. Espero que gostem.
Voltei para a sala, entreguei o copo d'água a Rafael e deixei a casa sem dizer uma única palavra. Não olhei para trás.
No caminho de volta para minha casa, fui tomado por um turbilhão de sensações contraditórias. Meu corpo e minha mente pareciam disputar espaço entre o prazer e a frustração. Sempre que a cena retornava à minha memória, a excitação surgia quase de imediato. Havia satisfação em recordar o papel que desempenhara e o prazer que conseguira proporcionar. Ao mesmo tempo, porém, permanecia um vazio difícil de ignorar. Faltava a reciprocidade que eu, no fundo, esperava encontrar.
Ao relembrar esse período da minha vida, percebo o quanto eu era emocionalmente ingênuo. Em casa, também não encontrava o apoio afetivo de que precisava. Não por descaso ou falta de amor, mas porque cada um travava a própria batalha. Meu pai trabalhava de sol a sol; saía ainda de madrugada e só voltava à noite, exausto. Minha mãe dividia o tempo entre os meus irmãos mais novos e os cuidados com outras crianças da vizinhança, uma forma de complementar a renda da família.
Nesse cenário, minhas inquietações passavam despercebidas. Eu aprendia, ainda muito cedo, a guardar para mim aquilo que sentia. Não havia espaço para conversas sobre inseguranças, medos ou descobertas. As emoções eram empurradas para um canto silencioso, como se, ignoradas por tempo suficiente, deixassem de existir.
Talvez tenha sido justamente por isso que eu me apegava com tanta intensidade aos pequenos gestos de atenção que recebia. Um olhar mais demorado, uma conversa que fugisse do superficial ou qualquer demonstração de interesse pareciam preencher um vazio que eu nem sabia nomear. Hoje entendo que eu confundia acolhimento com afeto, e afeto com necessidade. Naquela época, porém, tudo isso fazia sentido dentro da lógica limitada de alguém que ainda estava aprendendo a compreender a si mesmo.
Após aquele encontro com Rafael, senti que algo havia mudado entre nós. Na escola, eu o procurava com os olhos pelos corredores, mas sua atenção já não parecia repousar sobre mim. Ele evitava os contatos que antes aconteciam naturalmente e, com o passar das semanas, sua distância começou a pesar. Aos poucos, percebi que sentia falta dele muito mais do que imaginava.
Um dia, decidi passar em frente à casa dele, na esperança de encontrá-lo. Caminhei pela rua uma vez, depois outra, depois uma terceira, sem qualquer sinal. Na quarta passagem, vi sua mãe varrendo o quintal. Lancei um olhar discreto em sua direção; nossos olhares se cruzaram e ela sorriu. Continuei andando, sem coragem de parar.
Poucos passos depois, ouvi uma voz me chamando.
Voltei devagar e parei diante do portão. Ela iniciou uma conversa simples, mas eu mal conseguia sustentá-la. Não tinha coragem de encará-la diretamente. Uma parte de mim queria fazer perguntas sobre tudo o que havia acontecido naquela casa, enquanto outra desejava apenas fugir dali.
Ela me observou por alguns instantes e, com naturalidade, convidou-me a entrar. Abriu o portão. Como permaneci imóvel, segurando a própria insegurança, aproximou-se, segurou delicadamente meu braço e conduziu-me para dentro.
Assim que entramos, envolveu-me em um abraço longo e acolhedor. Quando se afastou um pouco, sorriu de uma forma que transmitia mais compreensão do que curiosidade. Aos poucos, a tensão foi cedendo.
Sentamos na sala. Ao olhar para aquele sofá, todas as lembranças daquele dia voltaram de uma só vez. Era impossível não reviver o conflito entre o que eu havia sentido e aquilo que ainda não conseguia compreender.
Ela percebeu meu silêncio.
Disse que eu era diferente dos outros rapazes que Rafael costumava levar para casa. Comentou que eu lhe parecia mais delicado, mais sensível, e que isso havia chamado sua atenção desde o primeiro instante. Contou que já havia conversado diversas vezes com o filho sobre aquele comportamento, tentando compreendê-lo, fazendo perguntas e, muitas vezes, reagindo sem saber exatamente como lidar com a situação.
Então revelou algo que me atingiu como um golpe.
Eu não havia sido o primeiro.
Outros colegas já tinham passado por aquela casa antes de mim. Ela mesma já surpreendera o filho em situações semelhantes com outros rapazes. Aquilo que, para mim, carregava um peso emocional imenso, era apenas mais um episódio em uma sequência que eu desconhecia completamente.
Naquele instante, senti como se o chão desaparecesse sob meus pés.
Hoje consigo escrever sobre isso com algum distanciamento. Naquele dia, porém, não consegui conter as lágrimas. Chorei em silêncio, sem conseguir organizar o que sentia. Ela percebeu imediatamente. Não tentou justificar o filho nem minimizar minha dor. Apenas me abraçou novamente, deixando que eu chorasse pelo tempo necessário.
Quando me acalmei, passou a conversar comigo com extrema delicadeza. Disse que eu precisava aprender a reconhecer o meu próprio valor e que, um dia, encontraria alguém capaz de corresponder aos sentimentos que eu demonstrava. Repetiu diversas vezes que eu era uma pessoa bonita e sensível, alguém que merecia ser tratado com respeito e carinho.
Suas palavras tinham um efeito inesperado. Pela primeira vez desde tudo o que havia acontecido, senti que alguém enxergava minha vulnerabilidade sem fazer dela motivo de julgamento.
Depois de alguns minutos, levantou-se e disse que gostaria de me dar alguns presentes.
Levou-me até o quarto, abriu o guarda-roupa e retirou uma caixa repleta de peças intimas. Colocou-a sobre a cama e explicou que eu poderia escolher aquilo de que mais gostasse.
Fiquei parado, observando em silêncio. Havia peças de diversos modelos, cores e tamanhos. Não sabia sequer por onde começar.
Percebendo minha hesitação, escolheu um soutien e a colocou em minhas mãos.
— Acho que esta ficará boa em você. Experimente.
Segurei-a por alguns segundos, ainda inseguro. Ela percebeu minha dúvida e, com tranquilidade, incentivou-me. Respirei fundo, venci a vergonha e experimentei a peça. Como tive dificuldade para ajustá-la corretamente, ela me auxiliou com gestos cuidadosos, fazendo pequenos ajustes até que tudo estivesse confortável.
Em seguida, apontou para o espelho.
Quando levantei os olhos, fiquei alguns instantes apenas observando meu reflexo. Pela primeira vez, vi uma imagem que despertava em mim uma inesperada sensação de reconhecimento. Sorri sem perceber.
Ela sorriu de volta.
Disse que ainda faltava experimentar a calcinha. A essa altura, o constrangimento inicial já havia diminuído. Continuei seguindo suas orientações, observando atentamente o resultado diante do espelho.
Quanto mais me via refletido, mais uma sensação difícil de explicar tomava conta de mim. Não era apenas uma questão estética. Havia algo profundamente íntimo naquele momento, como se uma parte da minha identidade, que até então permanecera difusa, começasse finalmente a ganhar forma.
Ela percebeu meu silêncio contemplativo.
Com um sorriso sereno, disse apenas que eu parecia muito feliz ao me enxergar daquela maneira.
Não encontrei palavras para responder.
Naquele instante, tudo o que eu sentia era grande demais para ser traduzido em linguagem. Permaneci diante do espelho por alguns segundos, tentando compreender por que aquela imagem parecia revelar algo sobre mim que eu próprio ainda não sabia explicar.
Passei um longo tempo remexendo naquela caixa. Em algum momento, perdi completamente a noção das horas. Experimentava uma peça após a outra, comparava modelos, cores e tecidos, tentando descobrir aquilo com que mais me identificava. Ela acompanhava tudo com um sorriso discreto, fazendo comentários, incentivando-me a experimentar sem receio e deixando que eu conduzisse aquele momento no meu próprio ritmo.
Em determinado momento, perguntou se eu teria um lugar seguro para guardar aquelas peças em casa. Respondi que sim. Ela então sorriu e disse que eu poderia levar tudo. Fiquei sem reação por alguns segundos, sem acreditar na generosidade daquele gesto.
Organizei cuidadosamente as peças dentro de uma sacola. Antes de ir embora, nos despedimos com um abraço longo e afetuoso. Ao se afastar, ela apenas disse que eu seria sempre bem-vindo para voltar quando quisesse conversar.
Aquela tarde significou muito mais do que o simples ato de escolher roupas. Entre uma conversa e outra, falamos sobre a vida, inseguranças, expectativas e frustrações. Pela primeira vez, senti que alguém me escutava sem pressa, sem julgamentos e sem tentar me dizer quem eu deveria ser. Foi uma conversa que, hoje, reconheço como uma verdadeira sessão de acolhimento. Tivemos outras semelhantes ao longo do tempo, e guardo todas elas com enorme carinho.
Ao deixar aquela casa, eu já não era exatamente a mesma pessoa que havia entrado. Caminhava pelas ruas com uma serenidade que há muito não experimentava. Não porque todos os meus conflitos tivessem desaparecido, mas porque começava a compreender que as relações humanas são muito mais complexas do que eu imaginava.
Até então, eu acreditava que toda demonstração de afeto carregava necessariamente um compromisso emocional, e que toda decepção era consequência de algum defeito meu. Naquela fase, comecei a perceber que as pessoas se encontram por motivos diferentes, vivem expectativas diferentes e nem sempre atribuem o mesmo significado às experiências que compartilham.
Foi também quando compreendi que o valor que damos a alguém nem sempre será correspondido na mesma medida. Essa constatação doeu, mas trouxe consigo uma espécie de maturidade. Passei a olhar para as relações com menos idealização e mais realidade. Entendi que algumas pessoas atravessam nossa vida apenas para nos ensinar algo sobre elas, enquanto outras acabam nos ensinando muito mais sobre nós mesmos.
Hoje, ao recordar aquele período, percebo que não foi apenas uma fase de descobertas pessoais. Foi o início da construção da minha inteligência emocional. Ainda havia muito caminho pela frente, muitos erros e aprendizados, mas foi ali que comecei, pela primeira vez, a distinguir o desejo do afeto, a carência do carinho e a entender que o reconhecimento mais importante seria aquele que, um dia, eu conseguiria oferecer a mim mesmo.
E a vida seguiu seu curso.
Aos poucos, deixei de usar cuecas e passei a vestir apenas as peças que havia recebido. Reservei um pequeno espaço só meu para guardá-las, um canto discreto, onde ninguém costumava mexer. Era quase um refúgio silencioso, um lugar que representava uma parte de mim ainda desconhecida por todos ao meu redor.
Naturalmente, adaptei também a forma de me vestir. Passei a escolher roupas mais largas e folgadas, sempre atento para que nada despertasse a curiosidade de quem convivia comigo. Aquela rotina exigia vigilância constante. Cada gesto, cada troca de roupa, cada movimento era calculado para que minha intimidade permanecesse protegida.
Com o tempo, essa cautela acabou se tornando um hábito.
Enquanto eu vivia minhas próprias descobertas, a vida da família continuava girando em torno de preocupações muito mais concretas.
Nossa casa começava a ficar pequena para todos nós. Meus pais conversavam frequentemente sobre a necessidade de ampliar o imóvel. Como o terreno já não permitia aumentar a construção para os lados, restava apenas uma alternativa: construir um pavimento superior. Os quartos passariam para o andar de cima, dando a cada filho um espaço próprio, enquanto a parte térrea permaneceria destinada à sala e à cozinha.
Eu os ouvia fazer contas quase diariamente.
Falavam sobre materiais, mão de obra, economias e renúncias. Cada gasto era cuidadosamente avaliado. Era evidente que aquele projeto representaria um enorme esforço financeiro para a família.
Depois de algum tempo, um velho amigo de meu pai, Paulo, que trabalhava como pedreiro, foi até nossa casa para conversar sobre a obra. Sentaram-se na sala enquanto minha mãe preparava café. Em alguns momentos, percebi que ambos olhavam discretamente para mim antes de retomarem a conversa. Aquilo começou a despertar minha curiosidade.
Não demorou para entender o motivo.
Meu pai chamou-me e explicou que Paulo iniciaria a construção dali a algumas semanas. Para reduzir os custos da obra, haviam decidido que eu seria seu ajudante.
A notícia me pegou completamente de surpresa.
Meu primeiro impulso foi tentar argumentar. Eu não tinha porte físico, nem experiência para enfrentar um trabalho pesado na construção civil. Conhecia minhas limitações e sabia que aquela rotina exigiria um esforço muito além do que eu acreditava conseguir suportar.
Meu pai ouviu minhas ponderações com atenção, mas permaneceu firme.
Disse que todos, de alguma forma, estavam fazendo sacrifícios para que a obra fosse possível. Minha mãe economizava onde podia, ele assumia jornadas cada vez mais longas de trabalho, e aquela seria a minha contribuição para que a família realizasse aquele sonho.
Pediu apenas que eu fizesse o possível.
Aceitei em silêncio.
Naquele momento, ainda não fazia ideia de que aquela construção mudaria muito mais do que a estrutura da nossa casa. Ela marcaria também o início de uma fase completamente diferente da minha própria vida.
Antes do início da obra, precisei transferir meus estudos para o período noturno. Seria impossível conciliar a rotina da construção com as aulas pela manhã.
Quando os trabalhos começaram, minha rotina mudou completamente. Acordava cedo, tomava café e subia imediatamente para a obra. A fase inicial foi particularmente desgastante. Grande parte do serviço consistia em transportar materiais para a laje: tijolos, sacos de cimento, areia, brita e tudo o mais que a construção exigia. O esforço físico era muito maior do que eu imaginava ser capaz de suportar.
Além do cansaço, havia uma preocupação constante que só existia na minha cabeça. Eu precisava esconder as peças íntimas que usava por baixo da roupa. A calcinha era relativamente fácil de disfarçar, mas o soutien exigia muito mais cuidado. Em alguns dias, contrariando minha vontade, deixava de usá-lo, simplesmente porque seria impossível trabalhar sem despertar algum tipo de suspeita.
Com o passar dos dias, fui criando amizade com Paulo.
Era um homem extremamente comunicativo, daqueles que nunca deixam o silêncio se instalar. Conversava sobre qualquer assunto, fazia comentários sobre as pessoas, contava histórias antigas e sempre tinha alguma novidade para compartilhar.
Fisicamente, era moreno, de estatura mediana, com braços fortes e mãos marcadas pelos anos de trabalho pesado. Uma barriga discreta começava a aparecer, enquanto os primeiros sinais de calvície já eram visíveis. Devia ter por volta dos quarenta anos. O sorriso era largo, espontâneo, e seu jeito extrovertido fazia com que qualquer conversa parecesse natural.
À medida que nossa convivência aumentava, suas conversas passaram a ganhar um tom cada vez mais carregado de insinuações. Contava episódios de antigos relacionamentos, falava das mulheres que haviam passado por sua vida, fazia brincadeiras de duplo sentido e descrevia situações íntimas com a mesma naturalidade com que comentava o andamento da obra. Era o tipo de conversa que, ao menos para ele, fazia parte do universo masculino.
Sem que eu percebesse, esse tipo de assunto acabou ocupando boa parte das nossas interações diárias.
Nas primeiras semanas, Paulo trabalhava usando calça jeans. Depois, provavelmente por causa do calor, passou a vestir shorts esportivos. Eram modelos muito curtos e bastante folgados.
Foi então que comecei a notar pequenos episódios que me deixavam desconcertado, ele estava no andaime assentando os tijolos e abaixou para pegar a massa e usando aqueles trajes, seu saco pulou para fora, eu olhei para ele e parecia que ele não tinha percebido. Ele levantou e decorridos alguns minutos novamente se abaixa e novamente seu saco salta para fora do short. Fiquei vidrado.
Novamente ele se abaixa e desta vez seu pau é que pula para fora do short, era um senhor pau, grande e grosso. Ainda não estava completamente duro e já era grande. Fiquei paralisado. Estava sentado próximo e continuava a interação normal com ele, mas ansiava por aquela abaixada, que cada vez mostrava o membro mais em riste.
Em um desses movimentos, seu pau saltou para fora, eu fiquei encarando. Ele percebeu e ficou me olhando. Disse em tom de ironia que uma das minhas funções era cuidar daquela ‘cobra’, para que ela não fugisse e gargalhou. Eu tentei disfarçar.
Ele pediu mais massa, fui pegar, ele permanecia abaixado com seu pau solto para o lado, coloquei a massa no lugar. Ele perguntou se eu queria pegar em seu pau. Não respondi, mas também não tirava os olhos daquele mastro, a curiosidade foi ficando maior. Ele pedia para se aproximar, pegou a minha mãe e levou até o encontro daquele pau. Segurei, apalpei. Ele só observava. Perguntou se queria brincar com ele. Ainda balbuciei algo dizendo que aquilo era errado. Palavras vãs. Envolvi minha mão em seu pau e punhetei levemente. Ouvi um leve gemido de prazer, olhei para ele, que mordiscava seus lábios.
Ele se ajeitou no andaime, sentou, puxou o short para o lado e liberou completamente seu saco e seu pau.
Eu punhetava, aumentava o ritmo, estava ficando cada vez mais duro e grande. Ele pediu para eu chupar. Continuei naquele movimento e depois me aproximei e coloquei ele na boca. Coloquei a cabeça, fiquei chupando só aquela parte, passei a língua por baixo. Continua punhetando. Ele me incentivava, dizia que já tinha percebido eu usando calcinha e que tinha um corpo lindo e que queria me comer. Já tinha sido descoberto a muito tempo. Ele passa suas grossas mãos no meu rosto, com carinho, incentivava a continuar chupando. Dizia que eu era melhor que muita mulher na chupada.
Ouvi minha mãe me chamando, tomamos um susto, ele se ajeitou, nos recompomos. Não me lembro ao certo o que minha mãe queria, talvez fosse para oferecer café, pão, ou algo do tipo.
Ele desceu do andaime, ficou num canto sentado, enquanto ele descansava passava a mão no seu pau e olhava para mim, dizendo que eu tinha que acabar aquele serviço, eu disse que minha mãe poderia aparecer. Ele argumentou que ali onde ele estava daria tempo de nos recompormos. Aproximei, me abaixei e já fui direto abocanhando aquele pau. Fiquei com o bumbum empinado e ele deu um leve tapinha nele e fazia carinho. Enfiou sua mão dentro do meu short e viu minha calcinha. Recebi um tapinha, tirei seu pau e olhei para ele. Ele me chamou de gostosa e disse que iria me dar o que eu estava querendo.
Voltei a mamar aquele mastro gostoso. E ele passou a acariciar meu bumbum. Chupei por um bom tempo e nada de ele gozar, estava com a boca bem cansada de tanto chupar, passei a punhetar com mais intensidade. Ele disse que eu teria que engolir todo o leitinho dele, para eu ficar bem forte e anunciou que o gozo estava vindo. Chupei, engoli tudo. Deixei limpinho. Recebi elogios.
Depois de recomposto, voltamos a conversar mais naturalmente e o assunto passou a ser somente de sexo. Disse que queria comer meu cuzinho. Eu dizia que aquele mastro iria me rasgar. Ele ria, dizia que faria com carinho.
No outro dia, ao iniciarmos o dia de trabalho ele estruturou de forma a termos mais privacidade, subiu um muro num lado, colocou um material do outro. De forma que quando voltamos do almoço e disse para eu abaixar o short e ficar somente de calcinha, que ninguém conseguiria ver. Ainda refleti sobre aquilo, ainda com medo o tesão foi dominando e abaixei o short, para seu deleite. Tirei a camisa e ele não esperava por aquilo, viu que eu estava também de soutien. Aquela cena parece ter dado uma satisfação incomensurável.
Elogiou-me, dizendo que eu tinha um corpo lindo, bem feminino. Uns peitinhos e um bumbum salientes. Eu me senti lisonjeado com aquelas palavras e olhares. Eu perguntei se ele também iria tirar o short, ele disse que sim e ficou completamente pelado, seu pau estava duríssimo.
Ele disse vem cá branquinha gostosa, vem chupar meu pau, ele está querendo você. Chupei novamente, me deliciei naquele mastro. Chupei a cabeça por um longo tempo, passei minha língua. Engolia o máximo que podia. Punhetava. Chupei seu saco. Voltava com voracidade e engoli seu pau. Olhei para ele, estava absorto na minha chupada. Passou a acariciar meu rosto. Senti aquelas mãos grossas em meu rosto.
Disse que ia gozar e intensifiquei e o leitinho veio farto, engoli tudo o que podia. Deixei seu pau todo limpinho. Ele batia com seu pau nas minhas bochechas.
Não me lembro se nesse mesmo dia, ou no outro dia ele trouxe um colchão, diante da curiosidade da minha mãe. Ele argumentou que era para ele descansar depois do almoço, para tirar um cochilo.
Ao subirmos para a obra, ele disse que estava preparando um cantinho para me comer bem gostoso e apontou para o colchão. Sorri.
Um belo dia, depois de iniciarmos os trabalhos ele me direcionou para aquele cantinho com o colchão. Pediu para tirar a camisa e o short. Fiquei de joelho no colchão, ele tirou seu pau para fora e eu iniciei aquela chupada.
Depois de alguns minutos, ele pediu para eu deixar com a barriga para cima, ele se encaixou entre minhas pernas, abriu bem elas e começou a pincelar seu pau no meu cuzinho. Essa posição de frango assado que estava me mostrando, passou a ser a minha posição favorita dali em diante.
Ele passou um creme branco no seu pau e voltou a cercar meu cu. Pediu para relaxar. Acariciava minhas pernas, dizia que iria doer só um pouco, para eu aguentar que depois iria melhorar. Estava tenso. Ele tirou meu peitos do soutien e iniciou uma chupada que até hoje me lembro do prazer que me proporcionou. Ele chupava os biquinhos, passa a língua em circunferência, mordiscava. Dava um puxão. Fui nas nuvens. Estava adorando. Sentido um prazer jamais alcançado até aquele momento. A sensibilidade nos meus mamilos eram enormes.
Parou um pouco a chupada. Direcionou a cabeça no meu reguinho e ficou forçando. Estava doendo. Ele direcionava palavras carinhosas, pedia calma, pedia para relaxar. A cabeça entrou. Sentia muita dor. Ele parou. Acariciou meu rosto. Passei a chupar seu dedo. Ele voltou a chupar meus peitos. Relaxei. E ele forçou a entrada daquela vara em mim. Gemi de dor. Ele continuava me chupando. Eu continuava chupando seu dedo e seu pau continuava adentrando e rasgando meu cuzinho, percebia o avanço, estava doendo, mas estava gostando de tudo aquilo.
Parou de me chupar, subiu e me deu um beijo. Ele posicionou seus braços de modo a me segurar pelos ombros. Foi até meu ouvido e disse que meu cuzinho era guloso e já tinha engolido todo aquele mastro. Mordiscou minha orelha. Senti o peso do seu corpo se esfregando em mim. Começou um leve ir e vir, bombava, tirava um pouco e voltava a cravar. Inicialmente de forma bem lenta e os movimentos foram aumentando, cadenciando as estocadas. Voltou a chupar meus mamilos. Que sensação gostosa estava sentindo.
Ergueu o tronco. Me segurou pelas pernas, e intensificou as estocadas. Que delicia. Olhei para meu pinto e estava um pouco duro. Acariciei meu mamilos que estavam bem sensíveis ao toque. Ele ficou me comendo, as vezes parava e dava uma estocada forte, firme. Depois voltava a bombar. Estava sentido um prazer que nunca havia sentido antes. Olhei para meu pinto, estava meia bomba, estava vindo um gozo, gozei sem toca-lo. Não aquele gozo forte, o liquido escorria de dentro de mim. Não sei explicar mas esse gozo foi diferente, não teve aquele jato de porra. O prazer era enorme. Ele percebendo que eu tinha gozado sem me tocar, me chamou de branquinha gostosa e continuou bombando.
Não sei por quanto tempo ainda continuou bombando. Ele disse que iria gozar dentro de mim. E o gozo veio, senti aquele liquido no meu reto. Ele continuou bombando forte. Ele desabou em cima de mim. Estava suado. Nos beijamos. Estávamos exaustos. Senti seu pau murchando e ele tirou de dentro de mim.
Ele se levantou, olhou para meu cu, disse que tinha ficado bem abertinho, que tinha um pouco de sangue, me tranquilizou. Meu corpo estava todo dolorido, cansado. Ele me pegou no colo e levou perto de uma torneira, me lavei. Aquela agua gelada me despertou, senti sua porra escorrendo por minhas pernas. Que prazer esse homem havia me proporcionado.
Passei alguns dias somente chupando, até meu cuzinho se recuperar. Enquanto eu chupava e dedilhava meu cuzinho, com um ou dois dedinhos. Numa tarde voltei a deitar naquele colchão e tomei muita vara e assim passamos os dias.
Não sei quanto tempo a obra durou. O que sei é que a partir disso tomava vara quase todos os dias, na maioria dos dias era na posição de frango assado. Mas também dei muito de quatro. Ele me pegava como uma pluma, encaixava seu pau e bombava com força. Dei muito sentado em seu colo. Chupei inúmeras vezes aquele mastro. Na maioria das vezes gozava sem tomar no meu pinto. Foi um período muito bom.