Olá, pessoal. Como tem muita gente cobrando a continuação, vou publicar a parte 11 (mesmo não finalizada) e, entre hoje e amanhã, já posto a parte 12. Prometo!
Também vou postar fotos novas dos capítulos 11 e 12 para dar uma imersão melhor. Se possível, comentem nas fotos e deixem estrelas aqui, pois isso me incentiva a publicar mais rápido. Abraço.
Fotos: https://www.contoseroticos.com/phlara
Kelly pede para o Mazinho sentar atrás dela.
Kelly: "Aqui, meu amor, senta e aproveita o show."
Mazinho, bem mais solto agora, senta no sofá com a rola para fora e com total visão do rabo da Kelly.
Kelly volta para a mesma posição do início, com o Maranhão sentado no sofá e ela de joelhos em cima dele. Ela encaixa a rola do velho na buceta dela e começa o show. Ela quica, ela pula, ela rebola no cacete dele.
Kelly: "Tá gostando, velho? Tá gostando de comer minha bucetinha?"
Kelly: "Deve tá, né, pela sua cara", disse Kelly, sorrindo e pulando na rola.
Kelly: "Conseguiu, né, seu cachorro? Conseguiu mostrar a sua putinha para o seu amigo."
Ela olha para trás e vê o Mazinho se acabando na punheta. Ela empina mais a bunda, acelerando as metidas e mostrando o cuzinho dela se abrindo a cada pulo.
Kelly: "Ô, Mazinho. Ô, tá vendo?"
Ela para de pular e começa a esfregar, movimentando o quadril para a frente e para trás com a rola toda lá dentro.
Kelly: "Nossa, gostoso, velho gostoso."
Apenas a Kelly falava. Mazinho estava focado no rabo da Kelly e o Maranhão apenas de boca aberta e de olhos fechados.
Kelly olha o Maranhão de boca aberta e enfia a língua lá dentro. Ela o abraça, forçando o corpo dele contra o dela, e o aperta bem forte. Ela dá uns beijinhos nele e o chama de gostoso. Ela sai de cima dele, fica de joelhos no chão entre as pernas do Maranhão e segura a base da rola dele, que estava vermelha e pulsando de tanto que a Kelly pulou. Ela puxa a pele para baixo.
Kelly: "Que rola gostosa."
Ela dá um beijo nos ovos do velho, depois outro beijo no meio da rola dele e outro na cabeça. Ela sorri e abocanha mais uma vez. Agora ela engole com mais facilidade; com movimentos lentos, ela vai sugando aquela vara, e a baba vai escorrendo pelo lado da boca dela. Ela fica com o cu todo aberto, de quatro, virado para o Mazinho, rebolando aquele rabo como se quisesse hipnotizar o baixinho. Ela tira a rola da boca.
Kelly: "Olha isso, Mazinho, eu nem acredito que essa cabeça grossa estava dentro de mim. Que meu cuzinho aguentou esse monstro todo", ela falava isso e sorria, parecia que estava possuída. Ela bate com a rola do velho na cara dela, balançando o cacete de um lado para o outro; a rola parecia ter uns 2 kg na mão dela. Ela lambe da base até a cabeça algumas vezes, igual a um pirulito. Ela força a rola contra a garganta dela, balançando a cabeça de um lado para o outro para entrar o máximo possível.
Maranhão reage e tenta tirar a rola da boca dela, forçando a cabeça dela para trás, mas ela tira a mão dele e força ainda mais. Ela tira a rola da boca de uma vez, meio contrariada.
Kelly: "Ué, cachorro, você não me queria? Agora aguenta."
Maranhão, meio desnorteado: "Calma, minha filha, se não eu gozo."
Kelly: "Calma nada. Você queria que seu amigo visse você comendo meu cu como um troféu? Vamos mostrar para ele."
Kelly levanta e agora fica de costas para o Maranhão e de frente para o Mazinho. Ela procura a rola do velho e, antes de sentar com o cu, dá uma cuspida na rola dele. Ela senta encaixando a rola, que entra que é uma beleza, engolindo tudo de uma vez. Com a rola desaparecida lá dentro, ela se posiciona abrindo as pernas e jogando o corpo para trás.
Kelly: "Olha, Mazinho, olha isso", disse Kelly, subindo até a ponta e descendo até as bolas.
Kelly: "Olha, de novo", e de novo ela sobe até a ponta e desce devagar, de boca aberta, engolindo a rola do velho.
Kelly começou aos poucos: subia e descia com movimentos controlados e calmos. Depois foi acelerando, até o momento em que começou a dar pequenos pulos, tirando os pés do sofá. Mazinho parou até de se masturbar, olhando aquela cena. Era inacreditável ver aquele cu engolindo a tora do velho. Mazinho se levanta e chega mais perto; ele até tenta apontar a rola para a buceta da Kelly, mas, como ela sentava descontrolada, era impossível meter ali. Eu olhava a expressão da Kelly, era uma mistura de dor, prazer, tesão... Ela mordia os lábios, abria a boca, sorria, lambia os lábios, sorria de novo, balançando a cabeça como se não acreditasse que estava sentando naquele monstro ou de como a rola do velho era gostosa demais.
Kelly: "Ai, eu vou gozar!"
Dizendo isso, ela agora parecia querer afundar o velho dentro do sofá.
Kelly: "Soca, soca, soca... mete, isso, vai, soca...", ela falava isso, mas todo o trabalho era dela, subindo e descendo. O velho estava imóvel, não reagia, apenas aguentava a pressão da Kelly.
Kelly, mais uma vez, se tremia toda em cima do velho, gozando, apertando as pernas uma na outra, afundando o cu ainda mais na rola do velho. Os espasmos dela eram uns pulos para cima, fazendo a rola do velho entrar e sair do cu dela, fazendo-a gemer ainda mais. Até que ela para e fica jogada em cima dele. Ela sorri.
Kelly: "Meu Deus, eu me tornei uma puta mesmo."
Ela olha o Mazinho, ainda na punheta, abre as pernas e começa a se masturbar também no mesmo ritmo do baixinho. Ela olha para ele por alguns segundos, olha para a rola dele como se estivesse decidindo algo, e sai de cima do Maranhão.
Kelly: "Vem, Maranhão, vem gozar."
Kelly fica de quatro no sofá, toda arreganhada para os velhos. Aquela mulher de quatro é uma pintura, uma obra de arte viva. A dobra entre a bunda e a cintura, o contorno do bumbum empinado, a buceta rosa (agora vermelha de tanta rola), o cuzinho aberto pedindo mais... Mazinho olhou para o velho, contraiu a boca e balançou a cabeça positivamente para o Maranhão, afirmando a beleza da Kelly, como se dissesse que o Maranhão era o homem mais sortudo do mundo.
Maranhão vai para trás dela e mete de novo, tirando dela um gemido mais manhoso. Dessa vez ele tem autorização para gozar, então fica mais tranquilo, sem pressão. Enquanto isso, o Mazinho se aproxima pelo lado dela e bate algumas vezes a rola dele na lateral da bunda dela. Ele fica alisando aquele corpo macio, tentando acreditar em tanta beleza. Ele entrou na fila, esperando a vez dele.
Kelly o tempo todo: "Mete no meu cu... mete no meu cu, vai... mete...", com uma voz de dor e de prazer.
Maranhão começa a fazer uns gemidos estranhos e feios, anunciando que iria gozar.
Kelly: "Ai, que bom! Isso, gostoso, vai, acaba comigo."
Maranhão vai metendo e gemendo, e a Kelly provocando.
Kelly: "É bom, né? É gostoso, né... comer o cu de uma puta casada!"
Ouvindo isso, o velho começa a gozar dentro do cu dela. Ela abre a bunda com as duas mãos.
Kelly: "Isso, Maranhão, goza, enche meu cu de porra."
Dá para ver a rola do velho pulsando dentro do cu dela.
Kelly: "Nossa, tô sentindo... quentinha, alagando meu cuzinho. Que bom, que bom."
Maranhão enche o cu da Kelly com muita porra. Ele vai tirando a rola devagarinho e a Kelly, com as mãos, vai abrindo o cu conforme a rola sai. Sai também um pouco da goza do velho, melando a buceta dela. Quando a rola sai toda, fica o buraco aberto que, de longe, dá para ver a gozada acumulada lá dentro.
Kelly: "Olha, Mazinho, olha o que seu amigo fez, ô..."
Como o Mazinho estava em pé do lado dela, ele bateu com o pau na nádega dela bem forte, fazendo-as abrir o cu o máximo que podia.
Mazinho: "Desculpa, dona Kelly, mas a senhora é muito puta."
Kelly: "Eu sei, meu amor."
Dizendo isso, ela solta a bunda, fazendo o cuzinho dela engolir a porra do velho, sumindo lá dentro.
O baixinho agora se posiciona atrás dela, que ainda estava de quatro, respirando fundo. Ele encosta a cabeça do pau na buceta dela e dá uma esfregada de baixo para cima, na esperança de comer aquela buceta carnuda. Ele dá duas batidas com a rola na buceta dela. Como a buceta estava sensível, Kelly tem um espasmo ao mesmo tempo em que se assusta e deita no sofá.
Kelly: "Desculpa, Mazinho, estou morta. Além do mais, acabei de te conhecer. Você viu mais do que devia."
Kelly deixando a razão voltar a falar mais alto que o tesão. O baixinho, meio contrariado, concordou e guardou a rola dura, latejando feito pedra.
Kelly: "Pode gozar se quiser."
Mazinho: "Vou guardar. Vai que eu tenho a mesma sorte do Maranhão... Vou deixar acumular bastante porra para você."
Kelly apenas sorri e, antes de sair em direção ao banheiro, ela olha para o Maranhão deitado no sofá, morto, de boca aberta, com a rola caída de lado.
Kelly: "Tudo bem?"
O velho não responde. Ela sorri e dá boa noite para o baixinho, que entende o recado, agradece e sai em direção à rua. Kelly vai para o banheiro e o Maranhão fica sozinho na sala, pelado e se recuperando da transa que a Kelly proporcionou para ele.
Algum tempo depois que a Kelly entrou no banheiro, eu vou à sala e o velho continua na mesma posição; ele nem percebe minha presença. Procuro o vídeo que o velho fez no celular dela e mando para mim. Ele estava dormindo pelado. Percebo que a Kelly acabou com o velho, deu a melhor trepada da vida dele. Sorri e voltei para a cama.
Trinta minutos depois, Kelly sai do banheiro nua, banhada e cheirosa de novo. Ela vê que o velho continua no sofá dormindo, o acorda e o leva para o quarto dele. Ela volta, ainda nua, deita na cama e me abraça por trás, beijando meu pescoço. Só lembro de acordar no outro dia para ir trabalhar. Kelly, linda, dormindo nua do meu lado. Acordo ela com todo o carinho do mundo. Ela reclama um pouco e digo que vamos nos atrasar. Ela pede cinco minutos e eu aceito.
Quando vou chegando na cozinha, vou sentindo um cheiro forte de café, e o velho já estava lá o preparando.
Eu: "Bom dia, Maranhão."
Maranhão: "Bom dia, Sr. Paulo. Já tô pronto para trabalhar."
O velho estava bastante animado, revigorado, cantarolando enquanto coava o café. Sento à mesa e o velho chega com um copo cheio de café. Eu agradeço e ele pergunta pela Kelly. Digo que já já ela chega; ele então se junta comigo na mesa.
Pouco tempo depois chega aquela deusa, dando bom dia e cortando o cheiro do café com o seu perfume, uma maravilha. Ela usava um tênis branco, blusinha amarela deixando um pouco da barriga de fora e uma calça jeans apertada que empinava ainda mais a bunda dela.
Mais uma vez o dia foi bem produtivo. Maranhão, apesar da idade, sempre disposto a ajudar e reparar alguma coisa. Levei ele no meu fornecedor, ensinando-o a escolher as melhores roupas e lhe explicando a diferença de malha peruana, oversized, etc. Lá, ele viu uma camisa do Flamengo e perguntou se eu podia lhe dar um adiantamento para pegar a camisa. Eu concordei, dei R$ 200 reais, ele pegou a camisa e já a vestiu logo. Ainda sobrou um dinheirinho para o velho.
Chegando na loja, a Kelly viu o Maranhão com a camisa e fez uma cara feia brincando, dizendo que ele não voltava mais para casa, já que ela é vascaína.
Na hora do almoço, eu vou sozinho pegar marmita para a gente e, enquanto espero, fico observando na câmera da loja. Esse horário não tem muito movimento, então os dois estavam lá atrás da divisória, conversando sobre como a loja estava vendendo bem. Kelly estava de joelhos em cima da cadeira, mas em pé, fazendo a cadeira girar de um lado para o outro, e o Maranhão bem em frente dela. Ela estava bem contente, sorrindo e conversando, e o velho simplesmente foi chegando perto dela e a beijou, no que imediatamente ela retribuiu o beijo como se fossem namorados. Meu pau já fica duro ali.
Ela continuava na mesma posição, de joelhos em cima da cadeira. Ele foi descendo as mãos e apertando a bunda dela.
Maranhão: "E essa calça apertada assim, não deve ter nada por baixo."
Kelly: "Nossa, tá tão apertada assim?"
Maranhão: "Eu aposto que não tem nada aí."
Kelly: "Você e suas safadezas, velho. Olha então."
Maranhão sorriu e foi descendo a calça, revelando uma calcinha vermelha pequenininha que eu nunca tinha visto. Ele desceu a calça dela até embaixo da bunda e ficou alisando a bunda dela enquanto beijava minha esposa.
Maranhão: "Que calcinha linda, vermelha em homenagem ao meu Flamengo, né?"
Kelly: "Hahaha... nunca!"
Maranhão: "Pois é, minha filha, uma vascaína não devia usar uma calcinha vermelha em homenagem ao Mengão. Você devia tirar ela."
Kelly: "Kkkk boa tentativa, velho safado. Se você tirar essa camisa feia, eu tiro minha calcinha."
Maranhão não pensou duas vezes, tirou a camisa mostrando o peito magrelo e a pele do corpo caída, e ficou esperando a vez dela. Kelly sai de cima da cadeira e vai tirando a calça e a calcinha bem devagar e sensualmente, olhando para o velho. Ela fica apenas de blusinha amarela, dá uma voltinha e pergunta para o Maranhão se tá melhor assim.
Maranhão diz que nunca vai se acostumar com tanta beleza e sempre fica impressionado e grato por ter a oportunidade de ver a Kelly daquele jeito. Agradece à Kelly pela trepada maravilhosa e diz que ganhou mais cinco anos de vida depois de ontem. O peito da Kelly inflama com tantos elogios e ela beija a boca dele com força. A única reação do velho é segurar aquela bunda como apoio.
Kelly para e diz que não vai acontecer nada ali porque pode chegar cliente a qualquer momento, mas continua nua da cintura para baixo, dando voltinhas e mordendo o dedo, encostada na mesa, empinando a buceta lisinha. Pouco tempo depois chega uma cliente. Kelly veste a calça bem rápido e sai para atender. Maranhão fica sentado na cadeira com mais uma calcinha da minha esposa na mão.
A semana passou tranquila, sem muitas novidades. Na sexta-feira, na volta para casa, o Maranhão, no banco de trás do carro, quer falar algo:
Maranhão: "Sr. Paulo, se o senhor me permite, eu posso falar uma ideia que eu tive?"
Eu: "Claro, Maranhão, por favor."
Maranhão: "Eu percebi que a grande maioria dos clientes são mulheres atrás de presentes para os maridos ou comprando roupas para sair com eles. Por que o senhor não coloca uma seção mais 'picante'?"
Eu: "Como assim, Maranhão?"
Maranhão: "Quero dizer, eu levanto uma salinha mais afastada e vocês colocam acessórios mais eróticos para as mulheres presentearem os maridos e, quem sabe, até os amantes kkk. Tenho certeza que vai vender bem e os maridos vão adorar."
Kelly e eu nos olhamos e, na hora, não pareceu uma boa ideia, mas à noite na cama a Kelly falou que poderíamos tentar, que o Maranhão estava certo, que muitas mulheres vão à loja atrás de se produzirem para os maridos. Perguntei o que ela tinha em mente para vender e ela disse coisas como: plugs anais, lingeries mais sexy, fantasias eróticas e até vibradores. Achei exagerado, mas disse que iria pensar.
No outro dia, na loja, prestei mais atenção nas clientes e percebi que a ideia do Maranhão podia dar certo. Eu autorizei, e o Maranhão disse que iria precisar de um ajudante e chamou o Mazinho. Enquanto eles trabalhavam na nova sala da loja, Kelly e eu fomos atrás de fornecedores. Como todo investimento tem risco, decidimos tentar. Encontramos um por indicação e deixei com a Kelly a tarefa de comprar os produtos enquanto eu resolvia outras coisas.
Em um dia e meio, Maranhão e Mazinho terminaram o serviço. Simples, mas bem feito, fiquei satisfeito. Agora era só esperar os produtos chegarem. Kelly, como toda mulher, estava bastante ansiosa e confiante com as vendas. No dia da entrega, Kelly ficou em casa para receber a mercadoria e o Maranhão e eu fomos trabalhar. Eram 15:18 quando recebo uma foto de três caixas grandes e a Kelly sentada em uma delas, sorridente.
Confesso que estava ansioso e preocupado de não dar certo. Maranhão e eu deixamos o novo espaço da loja no ponto de expor os produtos e vender, e fomos para casa. Chegando em casa, Kelly já tinha separado as peças. Ela comprou plugs, vibradores, lubrificantes, lingeries, algemas, fantasias... Acho que ela se empolgou na hora da compra. Maranhão foi tomar banho e ela e eu conferíamos para ver se estava tudo certo. No fim, acho que me empolguei com a animação da Kelly e acabei gostando da ideia. Vai dar certo.
À noite, eu estava na sala com o Maranhão assistindo ao jornal, esperando o jogo de futebol começar; era o clássico Flamengo x Vasco. Quando Kelly me chama no quarto, quase caio para trás quando chego. Ela estava usando uma fantasia de empregada extremamente sexy. Usava um top preto, meio transparente, um avental e uma saia bem curta que deixava metade da bunda de fora. Tinha colocado batom, pintado os olhos, se produziu toda. Ela queria testar as peças antes de vender. Ela é muito ansiosa para essas coisas, um charme que eu acho nela.
Kelly: "Amor, eu não resisti, queria provar para ver como fica. Eu gostei e acho que as clientes vão adorar."
Kelly: "Posso provar mais e você me ajuda dando sua opinião, pode ser?"
Acho que não existe homem nenhum na Terra que recuse um pedido desses, ainda mais com aquela mulher. Concordei na hora e sentei na cama, admirando-a. Ela pegou um espanador e ficou tirando a poeira do rack e da TV, claro, sempre empinando o rabo na minha direção com movimentos bem devagar e sensuais. Teve uma hora que ela ficou de quatro no chão, fingindo limpar embaixo do rack. Meu Deus, que mulher! Até o momento eu achava que ela estava sem calcinha, mas não, tinha uma ali minúscula, mas o rabo dela esconde tudo. Apesar de ver aquela mulher todos os dias por anos, ainda me impressiono. Ela para, olha para mim sorrindo e pergunta como ficou, ainda dando voltinhas para eu ver. Fiquei sem palavras na hora. Ela sorriu e disse que trocaria de fantasia, que era para eu esperar na sala.
Nessa hora, lembrei do velho e provoquei:
Eu: "Espera, amor. Foi o Maranhão que deu a ideia, né?! Ele merece dar a opinião dele."
Kelly olhou para mim com uma expressão de surpresa.
Kelly: "É sério que você permitiria?"
Eu: "Ele que deu a ideia, né? Acho mais do que justo."
Tento imaginar o que ela pensou na hora. A expressão dela mudou de surpresa para dúvida, depois ela sorriu e me deu um beijo.
Kelly: "Ótima ideia, amor."
Eu: "Então fica aí que eu vou preparar o velho, se não ele morre com a surpresa kkk."
Ela me dá um tapa nas costas e me chama de idiota, sorrindo. Chego na sala e o velho continuava na mesma posição assistindo TV.
Eu: "Maranhão, meu amigo, é o seguinte: a Kelly está experimentando as fantasias que comprou e, já que você deu a ideia, precisamos da sua opinião. Tudo bem?"
Maranhão, sem ideia do que estava por vir, concordou. Sentei do lado dele no sofá e chamei a Kelly.
Kelly aparece no corredor desfilando, olhando para a gente com um olhar convencido, sabendo que estava gostosa pra caralho. Mas, como ela estava vindo de frente, o avental ainda escondia a melhor parte. Ela parou em frente à TV e o Maranhão arregalou os olhos. Ele estava jogado no sofá, mas rapidamente mudou a postura, olhando para minha esposa.
Kelly: "Maranhão, diz para mim o que achou?"
Ela ainda não mostrou nada, mas o avental também não escondia muito as coxas grossas dela, quase toda de fora. Ela de salto alto, deixando-a ainda mais sexy, segurando um espanador e um lenço na cabeça.
Kelly: "Desculpa, rapazes, vou limpar aqui rapidinho."
Kelly virou lentamente, revelando o rabo para o Maranhão, espanando o rack da sala. Maranhão olhou para mim e para a Kelly. Ela espanava sempre deixando as pernas esticadas e empinando o bumbum para a gente, dando voltinhas. Em um momento, ela coloca uma perna dobrada em cima do rack, com a desculpa de limpar uma área mais alta, dando destaque à coxa grossa e ao laço que estava preso nela. Um espetáculo de mulher. Ela, nessa mesma posição, pega o laço na coxa, estica e solta de uma forma extremamente sensual.
Nessa hora, eu já estava explodindo de tesão. Olhei para o velho e ele estava hipnotizado.
Kelly: "E aí, o que acharam?"
Eu: "Maravilhosa, meu amor."
Ela olha para o Maranhão, esperando a resposta dele. Eu também olho, curioso.
Maranhão: "Muito bonita, minha filha."
Eu: "Para com isso, Maranhão. Estamos em casa, me diz o que você pensa. Não vou ficar bravo com você."
Maranhão olha para a gente e diz:
Maranhão: "Sr. Paulo, sua esposa é a mulher mais gostosa que eu já vi na vida. Esse rabo é a coisa mais linda que eu já vi. Dá vontade de enfiar a cara nesse cu agora mesmo e chupar ele todo."
Kelly: "Gente..." — senti um tesão na voz dela.
Maranhão percebe que falou demais e pediu desculpas.
Eu: "Tudo bem, Maranhão. É exatamente isso que eu pensei também."
Vi que os dois ficaram surpresos comigo. Kelly se animou e disse que pegaria outra fantasia "um pouco mais provocante", se é que isso era possível, pensei eu. Vou aproveitar a oportunidade e levar os dois ao extremo para ver até onde eles vão na minha frente.
