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A lição de humildade - treinamento do hetero top - Parte 5

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Um conto erótico de RICK_XES
Categoria: Gay
Contém 3111 palavras
Data: 05/07/2026 17:21:08

s dias seguintes foram um inferno de desejo contido para André. O cinto de castidade dourado, que no início parecia apenas uma restrição física, transformou-se em uma tortura psicológica constante. Cada manhã começava com a mesma luta interna: seu pau, antes símbolo de seu orgulho viril, agora estava trancado, dolorido e impotente dentro da gaiola metálica. O pino interno parecia ter vida própria, cravando-se em sua carne sempre que um pensamento impuro cruzava sua mente.

No banheiro do escritório, André aprendeu a nova rotina humilhante. Ricardo fora claro: para urinar, precisava sentar-se como uma mulher. A primeira vez, sua mão tremia tanto que acabou urinando na própria perna. O líquido quente escorrendo pela coxa era apenas um lembrete a mais de sua impotência. A higiene tornou-se um ritual complicado, com papel higiênico e lenços umedecidos necessários para limpar cada recanto da gaiola, sob pena de desenvolver irritações.

— Os pelos vão incomodar — advertira Ricardo durante uma de suas inspeções diárias. — Essa mata densa vai prender no metal, causar atrito. Melhor aparar ou depilar. Para seu próprio bem.

A sugestão ecoou na cabeça de André durante dias. A ideia de remover os pelos púbicos, outra marca de sua masculinidade, era humilhante demais. Mas o desconforto físico crescia a cada hora. Os pelos emaranhados na grade dourada puxavam sua pele, criando pequenas feridas que doíam ao caminhar.

Na quarta-feira, durante o almoço, André se trancou no banheiro e com uma lâmina de barbear, envergonhado, removeu cuidadosamente cada fio pubiano. A sensação de estar completamente liso, exposto como um menino, foi devastadora. Ao olhar no espelho, sua imagem parecia estranha, desprovida da barreira de pelos que sempre o fez sentir-se homem.

Helena, a engenheira civil, não percebia a tortura interna de André. Para ela, ele era apenas mais um colega. Mas para André, cada interação era um teste. Quando ela se aproximou de sua mesa para discutir um projeto, o perfume suave dela fez seu pau reagir imediatamente. O pino interno cravou-se com tanta força que ele sufocou um gemido de dor.

— Está tudo bem, André? — perguntou Helena, preocupada com seu rosto contorcido.

Ele apenas balançou a cabeça, incapaz de falar. O suor brotava em sua testa enquanto lutava contra a ereção que queria explodir dentro da gaiola. Cada movimento de Helena, cada batida de cílios, era um novo ataque aos seus sentidos. Ele conseguia ver o formato dos seios dela sob a blusa, a curva dos quadris, e sua mente traía-o com imagens proibidas.

— Preciso ir ao banheiro — gaguejou, escapulindo antes que ela percebesse sua ereção frustrada.

No banheiro, ele apoiou a testa no espelho frio, respirando ofegante. A dor era insuportável, mas estranhamente, havia algo mais. Uma espécie de gratidão doentia por Ricardo por tê-lo colocado nesta posição. O controle absoluto que Ricardo exercia sobre seu corpo, sobre seu desejo mais básico, era ao mesmo tempo terrível e reconfortante.

Quinta-feira à tarde, Ricardo convocou André para seu gabinete.

— Amanhã, após o expediente, quero que você fique. Carla também estará presente. Temos alguns assuntos para discutir.

O coração de André parou. Carla. A secretária que ele assediara, que agora seria testemunha de sua humilhação? A perspectiva o fez encolher-se na cadeira.

— Senhor... por que Carla?

Ricardo sorriu, aquele sorriso predatório que André aprendeu a temer e desejar.

— Ela faz parte do seu treinamento. Afinal, foi seu comportamento inadequado com ela que nos trouxe até aqui, não foi?

André não conseguiu responder. Apenas balançou a cabeça, sentindo o peso do cinto dourado entre suas pernas, um lembrete constante de sua queda.

Durante a noite, André mal dormiu. O cinto parecia mais apertado que nunca, cada virada na cama um novo lembrete de sua impotência. Sonhou com Carla, com seu sorriso debochado, com Helena, com Ricardo. Os sonhos eram uma confusão de desejo e dor, despertando-o várias vezes com o pino cravado em sua carne.

Sexta-feira chegou como uma sentença. André passou o dia em estado de ansiedade paralisante. Evitou olhar para Carla, evitou Helena, focando em seu trabalho de forma obsessiva. Cada minuto que passava o aproximava do encontro após o expediente.

Às seis da tarde, o escritório começou a esvaziar. Os colegas se despediam, felizes pelo fim de semana. André permaneceu em sua mesa, o coração batendo forte contra as costelas. Carla passou por ele, um leve sorriso em seus lábios, como se soubesse o que estava por vir.

— Não se esqueça da reunião, André — disse ela com voz doce.

Ele apenas assentiu, a garganta seca. Às seis e meia, apenas eles três permaneciam no escritório. O silêncio era pesado, quebrado apenas pelo zumbido do ar-condicionado.

Ricardo saiu de seu gabinete, ajustando o nó da gravata.

— Vamos à sala de conferências. Lá teremos privacidade.

André seguiu como um autômato, as pernas pesadas. Carla caminhava à frente, seus seios balançando suavemente sob a blusa. André forçou-se a não olhar, mas seus olhos traíram-no. A visão fez seu pau reagir dentro da gaiola. O pino interno cravou-se e ele engasgou.

Dentro da sala de conferências, Ricardo fechou a porta com um clique audível. A luz fluorescente criava sombras duras no rosto de todos.

— Sente-se, André — ordenou Ricardo, apontando para uma cadeira no canto da sala. — Carla, aqui.

Ele puxou uma cadeira para si mesmo ao lado de Carla. André sentiu-se excluído, observando os dois. Ricardo colocou a mão no ombro de Carla, um gesto casual, mas cheio de posse.

— Carla, você se lembra quando mencionei que estava trabalhando em um projeto especial para melhorar o ambiente do escritório?

Ela assentiu, os olhos brilhando de curiosidade. A mão de Ricardo deslizou lentamente pelo braço de Carla, seus dedos traçando círculos na pele exposta. André observou, a respiração presa na garganta.

— Pois bem, nosso primeiro caso de sucesso está sentado ali — disse Ricardo, indicando André com um movimento de cabeça. — O garanhão do escritório, o atleta que achava que podia pegar qualquer mulher.

A mão de Ricardo subiu pelo pescoço de Carla, seus dedos afundando em seu cabelo. Ela inclinou a cabeça ligeiramente, expondo o pescoço. André sentiu o sangue ferver de humilhação e... algo mais. Algo obscuro e doentio.

— Mas você não queria apenas puni-lo, não é? — perguntou Carla, a voz um pouco mais rouca. — Você disse que queria... reformá-lo.

Ricardo sorriu, seus olhos nunca saindo do rosto de André.

— Exatamente. E a primeira lição é sobre hierarquia. Sobre respeito. André!

A voz cortante fez André estremecer.

— Venha aqui.

Ele se levantou, as pernas tremendo.

— Ajoelhe-se — ordenou Ricardo.

André hesitou por apenas um segundo antes de cair de joelhos no carpete. O impacto dos joelhos no chão firme foi um lembrete físico de sua submissão.

— Agora — continuou Ricardo, sua mão ainda na cabeça de Carla — beije os pés de Carla. Peça perdão por seu comportamento inadequado.

O mundo de André desmoronou. Ajoelhado no chão, olhando para os sapatos elegantes de Carla, ele sentiu uma onda de náusea e desejo conflitantes. Era a humilhação definitiva, a rendição completa.

— Por favor... — gaguejou, as lágrimas queimando em seus olhos. — Por favor, senhora Carla... perdoe-me.

Ele se inclinou, os lábios tremendo, e pressionou um beijo no couro do sapato dela. O cheiro de couro e perfume encheu suas narinas. O beijo foi úmido, desesperado. Carla não se moveu, mas André viu um brilho de diversão em seus olhos.

— Não acredito — disse ela, a voz carregada de surpresa e satisfação. — Não acredito que você conseguiu rebaixar o garanhão. O deus do atletismo, o conquistador implacável, ajoelhado beijando meus pés.

Ricardo riu, um som profundo e satisfeito. Sua mão desceu do cabelo de Carla para seu ombro, apertando-o.

— Isso é apenas o começo, meu amor. Apenas o começo da transformação.

Ele se virou para André, ainda ajoelhado.

— Levante-se e tire a calça.

André piscou, confuso.

— O quê?

— Você ouviu. Tire a calça e a cueca. Carla precisa ver o progresso.

Com dedos trêmulos, André desabotoou o cinto. Suas mãos suavam enquanto abria o zíper. A calça escorregou por suas pernas, acumulando-se em torno de seus tornozelos. A cueca seguinte, revelando a gaiola dourada que prendia seu pau.

Carla inclinou-se para frente, seus olhos arregalados. Um sorriso lento se espalhou por seu rosto.

— Nossa — sussurrou ela. — É... ainda maior que eu imaginava, mesmo trancado.

Ricardo colocou a mão no queixo de Carla, virando o rosto dela para beijá-la. O beijo foi profundo, possessivo. André observou, seu pau tentando inutilmente endurecer dentro da gaiola, o pino cravando-se dolorosamente.

— Esta é a nova realidade de André — disse Ricardo quando se afastou do beijo, a voz rouca de desejo. — Seu pau, sua fonte de orgulho e arrogância, agora pertence a mim. Eu controlo quando ele fica duro, quando ele ejacula. Se ele ejacula.

Carla riu, um som claro e cru.

— E ele está gostando? Olhe para ele, todo duro de desejo e impotente.

Ricardo se levantou e caminhou até André. Com movimentos rápidos, agarrou a camisa dele e arrancou-a, deixando-o nu exceto pelas calças em torno dos tornozelos.

— Vá para o canto — ordenou Ricardo, apontando para o canto mais escuro da sala. — Fique de pé, mãos atrás das costas. E observe.

André obedeceu, movendo-se como um sonâmbulo. Encostou-se na parede fria, a gaiola dourada brilhando sob a luz fluorescente. Ele se sentiu completamente exposto, vulnerável.

Ricardo voltou para Carla. Ela já estava com a blusa levantada, revelando um sutiã de renda preta. Os seios transbordavam do copo, os mamilos endurecidos visíveis através do tecido fino.

— Você tem sido muito paciente — murmurou Ricardo, seus dedos deslizando sob o sutiã dela. — Muito compreensiva.

Ele puxou o sutiã para baixo, liberando os seios perfeitos de Carla. André engoliu em seco, seu pau pulando dolorosamente dentro da gaiola. Os seios eram mais lindos do que ele imaginara, perfeitamente arredondados, com mamilos rosados e eretos.

Ricardo inclinou-se e pegou um mamilo na boca, sugando com força. Carla gemeu, as mãos afundando no cabelo dele. André observava, cada som, cada movimento uma tortura deliciosa. O pino em seu pau parecia estar se afundando mais fundo a cada segundo.

— Ricardo... — gemeu Carla, os olhos fechados. — Mais... mais duro...

Ele atendeu ao pedido, mordendo o mamilo gentilmente. O gemido dela foi mais alto. A mão de Ricardo desceu pela barriga dela, desaparecendo sob a saia.

André podia ver o braço de Ricardo se movendo, o tecido da saia se deformando. Carla abriu as pernas mais largas, permitindo melhor acesso. Os gemidos dela ficaram mais frequentes, mais urgentes.

— Olhe para ele, Carla — disse Ricardo, a voz rouca. — Veja o garanhão observando. Veja o desejo em seus olhos, a frustração.

Ela abriu os olhos, olhando diretamente para André. Seu rosto estava contorcido de prazer, mas havia algo mais em seus olhos: poder. Dominação pura e simples.

— Pobre coitado — disse ela, a voz embargada pelo prazer. — Tão querendo, tão incapaz.

Ricardo levantou a saia de Carla, revelando que ela não usava calcinha. A pelve lisa e úmida brilhava sob a luz. André sufocou um gemido. A buceta dela era perfeita, os lábios inchados e abertos, o clitóris saliente.

— Quer experimentar, André? — provocou Ricardo. — Quer sentir a quão molhada ela está? Claro que não. Você só pode olhar.

Com movimentos rápidos, Ricardo removeu a própria calça. Seu pau, grosso e imponente, saltou para fora. André sentiu uma onda de inveja e desejo conflitantes. O pau de Ricardo era magnífico, mais longo que o seu, mais grosso, perfeitamente formado.

Carla gemeu ao vê-lo.

— Por dentro de mim — implorou ela. — Agora.

Ricardo sorriu, olhando para André.

— Ouviu, garanhão? Ela quer meu pau. Não o seu. Nunca o seu.

Ele se ajoelhou entre as pernas de Carla, alinhando seu pau com a entrada dela. André observava, hipnotizado, enquanto a cabeça do pau de Ricardo desaparecia lentamente dentro da buceta dela.

— Ah... Deus... — gemeu Carla, as costelas arqueadas.

Ricardo começou a se mover, devagar no início, depois mais rápido. Cada golpe era profundo, poderoso. Carla se contorcia sob ele, os seios balançando com o ritmo. André podia ouvir o som de corpos se encontrando, o cheiro do sexo enchendo o ar.

Seu próprio pau doía dentro da gaiola, o pino cravando-se sem piedade. Ele queria tocar, queria liberar-se, queria estar no lugar de Ricardo. Mas estava preso, impotente, forçado a assistir.

— Mais rápido — pediu Carla, os dedos agarrados nas costas de Ricardo. — Foda-me mais rápido.

Ricardo atendeu, aumentando o ritmo. Seus quadris se moviam como um pistão, enfiando seu pau fundo dentro de Carla a cada golpe. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais desesperados.

— Sim... sim... aí... — gritou ela, o corpo tremendo. — Estou gozando... Deus, estou gozando...

André observou enquanto Carla explodia em orgasmo, seu corpo se contorcendo sob Ricardo. A visão era torturante e excitante. Ele podia ver os sucos dela escorrendo pelas coxas, podia cheirar o perfume intenso do sexo.

Ricardo não parou. Continuou fodendo-a através do orgasmo, prolongando o prazer dela. Carla gemia, superestimada, mas pedindo mais.

— Troque de posição — ordenou Ricardo. — Monte em mim.

Eles se moveram com a familiaridade de amantes experientes. Ricardo deitou-se de costas na mesa de conferência, seu pau apontando para o teto. Carla se ajoelhou sobre ele, alinhando a buceta com o pau dele.

Antes de descer, ela olhou para André.

— Quer isto, garanhão? — perguntou, a voz carregada de poder. — Quer sentir uma buceta quente e molhada envolvendo seu pau? Ah, é... você não pode. Seu pau está trancado, inútil.

Com isso, ela se deixou cair, engolindo o pau de Ricardo completamente. Ambos gemeram em uníssono.

Carla começou a se mover, cavalgando Ricardo com abandono. Seus seios balançavam livremente, os mamilos duros como pedras. Ricardo segurava seus quadris, guiando o ritmo.

— Olhe para ele, André — ordenou Ricardo entre gemidos. — Veja o que você está perdendo. Veja como uma mulher de verdade goza.

André estava sofrendo. O pino em seu pau era uma constante dor aguda. Suas mãos, amarradas nas costas, queriam desesperadamente se soltar, queriam tocar seu próprio pau frustrado.

— Cadê seu Pintão, André? — provocou Carla, o corpo se movendo em ritmo frenético. — Cadê sua marra? Onde está o conquistador implacável agora?

Ela se inclinou, os seios balançando perto do rosto de Ricardo.

— Ele está aí, no canto — continuou ela, os olhos fixos em André. — Olhando. Desejando. Impotente. Seu pau dourado deve estar doendo, não é, garanhão? Desejando algo que nunca terá.

Ricardo agarrou os seios de Carla, apertando-os.

— Grite para ele — ordenou ele. — Diga a ele o quão bom meu pau está dentro de você.

— Ah... Deus... — gemeu Carla, o ritmo aumentando. — Seu pau é tão bom... tão grosso... tão fundo... André, você nunca conseguiria me dar isto... nunca...

André fechou os olhos, incapaz de suportar a visão. Mas os sons eram piores. Os gemidos de Carla, os grunhidos de Ricardo, o barulho de pele contra pele.

— Abra os olhos — ordenou Ricardo. — Não se esconda de sua realidade. Abra os olhos e observe.

André obedeceu, as lágrimas escorrendo pelo rosto. Carla agora se movia freneticamente, o corpo coberto de suor. O ritmo ficou selvagem, primitivo.

— Estou quase... quase... — gemeu Carla. — Foda-me... foda-me mais forte...

Ricardo atendeu, levantando os quadris para encontrar cada movimento dela. A mesa de conferência batia ritmicamente contra a parede. André podia ver tudo: a forma como o pau de Ricardo desaparecia dentro de Carla, como os lábios da buceta dela se agarravam a ele, como o clitóris dela saltava a cada golpe.

— Agora! — gritou Carla. — Agora! Estou gozando de novo!

Seu corpo explodiu em outro orgasmo, ainda mais intenso que o primeiro. Ela gritou, o corpo se contorcendo incontrolavelmente. Ricardo continuou fodendo-a, prolongando o prazer dela até que ela caiu sobre ele, exausta.

Mas ele não tinha terminado. Com um movimento rápido, ele a virou, colocando-a de quatro na mesa. André agora tinha uma vista perfeita de trás. O ânus de Carla, rosado e apertado, convidativo. A buceta dela, inchada e molhada, brilhando sob a luz.

— Está pronto para mais? — perguntou Ricardo, o pau dele ainda duro.

Carla apenas gemeu em resposta, levantando os quadris. Ricardo posicionou-se atrás dela e entrou novamente com um golpe forte.

— Ah! — gritou Carla.

Ricardo começou a fodê-la com força, cada golpe fazendo os seios dela balançarem. André podia ver o rosto de Carla contorcido de prazer e dor, podia ouvir cada gemido, cada grunhido.

— Toque-se — ordenou Ricardo. — Toque seu clitóris enquanto eu fodo seu cu.

Carla obedeceu, a mão descendo entre as pernas. André observou, hipnotizado, enquanto ela esfregava o clitóris em círculos rápidos. O ritmo de Ricardo aumentou, ficando mais brutal.

— Sim... sim... aí... — gemeu Carla. — Não aguento... é muito...

— Você aguenta — disse Ricardo, o ritmo nunca diminuindo. — Você aguenta tudo que eu te dou.

André sentia-se desfazer-se. A dor em seu pau era insuportável, mas havia algo mais. Uma excitação doentia, um desejo torturado. Ele queria ser Ricardo, queria ser Carla, queria estar envolvido de alguma forma. Mas estava reduzido a um espectador, um voyeur impotente.

O ritmo de Ricardo ficou selvagem. Ele segurava os quadris de Carla com tanta força que seus dedos deixaram marcas vermelhas na pele dela. Cada golpe era profundo, poderoso, reivindicando posse total.

— Estou gozando — grunhiu Ricardo. — Estou gozando dentro de você.

Com um último golpe profundo, ele explodiu, seu corpo rígido. André podia ver as contrações, podia imaginar o jato de porra enchendo Carla. O pensamento fez seu próprio pau pulsar dolorosamente dentro da gaiola.

Eles permaneceram imóveis por um momento, ambos ofegantes. Ricardo se afastou lentamente, seu pau saindo da buceta de Carla com um som úmido. André podia ver a porra escorrendo pelas coxas dela, misturada com os sucos dela.

— Limpe-me — ordenou Ricardo.

Carla se virou e pegou o pau dele na boca, sugando-o limpo. André observou, o coração batendo forte. Cada movimento da língua dela, cada sucção, era outra tortura.

Quando terminou, Ricardo se vestiu lentamente. Carla também, arrumando as roupas desarrumadas. André permaneceu no canto, nu, trancado, humilhado.

— Você pode se vestir, André — disse Ricardo finalmente. — A lição de hoje acabou.

Com dedos trêmulos, André obedeceu, puxando a calça, a cueca, a camisa. Cada movimento era doloroso, a gaiola parecia mais apertada que nunca.

— Amanhã — continuou Ricardo, ajustando a gravata. — Mesmo horário. Talvez tenhamos outra... lição.

Carla sorriu para André, um sorriso de pura superioridade.

— Estou ansiosa — disse ela. — Muito ansiosa.

Eles saíram da sala, deixando André sozinho. Ele encostou-se na parede, o corpo tremendo. A dor em seu pau era intensa, mas havia algo mais. Uma sensação estranha de paz, de aceitação. Ricardo o havia quebrado, completamente. E no fundo, no escuro de sua alma, ele estava grato. Grato pelo controle, pela dor, pela humilhação. Grato por finalmente saber seu lugar no mundo.

André sabia que amanhã seria mais difícil, mais humilhante. Mas também sabia que voltaria. Sempre voltaria. Porque agora ele pertencia a Ricardo. Completamente. Incondicionalmente. E essa verdade era ao mesmo tempo sua prisão e sua libertação.

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