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Encoxei a empregada rabuda e crente

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Um conto erótico de George
Categoria: Heterossexual
Contém 1373 palavras
Data: 06/07/2026 01:17:47

Confesso que passei meses pra tocar naquela bunduda da Marli, a casada acabou cedendo, e ao confessar problemas no casamento, parrce que tudo foi mais facil.

Me chamo George, tenho 1.70 de altura, tipo magro, terminando os estudos, pele clara, cabelos pretos, minha empregada se chama Marli, tem 48 anos, cabelos longos até o bumbum, olhos pretos e tipo parecidos com de japonesa, só que do tipo grande, tem uma leve boca carnuda, seios médios, quadril largo, a bunda dela e tipo mulher melencia (e olha que nunca fez academia), seu par de coxas sao grossas, e pra completar a cavala tem panturrilhas torneadas, ela tem uma voz doce e que.canta até na igreja.

Marli trabalha a 18 anos aqui em casa, ate me pegou no colo, foi na gravidez da minha mae que uma prima de minha mae a indicou estando até hoje conosco, eu sempre tive um apego a mais com ela, ate mais que minha mae, ja que estudo de manha e passo a tarde em casa, somos de classe média numa cidade do interior mineiro, e minha paixao por Marli foi o seguinte, eu ficava com uma menina no colegio nas sextas-feiras, pois os pais dela almoçavam fora, e a gente ia pra uma praça, ela é bem gostosinha, a gente tinha uns amassos quentes até, e por eu ser virgem, e bem empolgado com a primeira vez, eu chegava em casa e durante o banho batia uma pensando nela, só que numa dessas icadas ao chegar em casa, Marli se abaixa enquanto pegava uma roupa no varal que caiu, daquele nomento vi melhor sua bunda, como se empinasse de um jeito a ponto dela ficar maior, formosa com aquele tamanho todo, ela usava uma saia roxa, um tecido fino que mostrava o cortorno de sua calcinha, daquele momento passei a ver ela diferente, minhas punhetas da sexta se inclinaram pra Marli, e eu só queria ao menos encoxar, pois em uma das minhas ficadas, onde sempre vamos pra uma praça perto do colegio, acabei encoxando a Bianca, e embora tenha uma bunda empinada, mas eu queria a da Marli, pois o tamanho gg dela é lindo, e quando passou os dias tomei a coragem, a abracei enquanto ela ajeitava umss roupas, ficou com raiva, embora tava pouco preparado esperando o sim e o nao, ai passado uns dias, a gente fez "as pazes", tipo tinhamos o mesmo contato, so nao aqueles abraços pelas laterais, exatamente encoxando as coxas dela, e em conversa a gente se deu bem, e o bom de tudo, foi ela permitir o abraço pela lateral, so nao encoxar, pois tinha limite.

A gente sempre conversava, eu tava de ferias, ela tinha perguntado se eu ja tinha feito aquilo na menina que eu ficava, a Bianca, falei que sim, uma vez apenas, e falei que fazendo em Marli, sem querer mas querendo o absurdo de muito, ela ficou rindo, e em todas as nossas conversas, ela falava que o marido nao era carinhoso em palavras e afeto, o que acabei suprindo ela nessa questao, ai quando terminamos essa conversa sobre encoxar Bianca, antes de ir ao quarto eu a abraço de frente, ela mesma pediu pra me abracar pela lateral, voces nao imaginam a surpresa que foi ouvir aquilo, e pra aumentar ainda mais, após o abraço, ela soltou um suspiro, e ao ver seu corpo no aquele vestido justo de cor amarelo florido, percebi seus farois acesos, ela respirava um pouco ofegante, entao perguntei se tava bem, ela apenas disse que tava e mandou eu ir pro quarto, pois ja tinha abraçado o suficiente por ser casada, e ouvir aquilo me intrigou, sei la o que queria dizer com isso, em si vim entender depois.

Quinze dias depois em um domingo, meus pais foram pra casa de uma amiga da empresa dela, e era raro Marli aparecer no domingo, so quando minha mae chamava pra conversar sobre férias, ou coisas de mulher, e era rapido, que ela dali ia pra igreja, minha mae tinha postado nos stories no local que tava, e quando deu 7h, Marli mandou uma mensagem pra mim falando que ia passar aqui, nem lembrei de avisar que meus pais nao estavam, e entao abri a porta, Marli usava um vestido vermelho com detalhes brancos, era meio folgado na parte da saia, e usava um salto branco, na varanda falei que meus pais nao estavam, simplesmente ela disse mesmo com aquele tom suave e.doce de sua voz, mas de um modo marcante e firme afirmando que ja sabia, logo ela entrou, seu marido e as filhas estavam no carro perto da esquina, tipo a umas 3 casas da minha, e sempre eles nao entravam, era muito raro, Marli quando vinha aqui em casa no domingo, conversava uns 5 minutos a 10 com minha mae, lembro como se fosse hoje, aquele perfume que amo exalava do quintal a casa, e Marli entrou em casa, encostei a porta, e ela foi em direcao ao meu quarto, aquele olhar sexy nao piscava pra mim, mas parecia um raio x como tivesse me.descrevendo, entao Marli para a frente da minha cama, ajeita os cabelos e logo estou ao lado dela, e de novo com seu tom doce de voz fala

- hoje eu deixo, eu quero!

Fiquei parado ate ela tomar a iniciativa, pegou minha mao e pos na cintura pedindo um abraço, entao entendendo o recado vou atras dela, caralho que bunda grande e macia, eu tava usando um short de jogar bola sem cueca, parecia que o momento ja tava escrito, meu pau ia ficando duro a cada movimento, eu tava segurando sua cintura e.ela recebendo minha encoxada, por a parte da saia ser folgada naquele vestido, eu sentia melhor, admirado eu falava que ela tava uma delicia, aquele momento de entrega dela, e meu pau roçando aquela rabeta tao sonhada, tava rigido feito pedra, de vez em quando eu dava estocadas tipo metendo, ela so falou que tinhamos que ser breve, eu afastei um pouco aquele cabelao que ia até a bundona dela e dei um beijo no seu pescoço, no mesmo instante ela jogou a cabeça pra cima e soltou um suspiro, sorriu avisando que o braço dela tava arrepiado, o qual até mostrou, eu nem sei como gozei, mas veio o melhor

- e assim?

Puta que pariu! Ela ergueu a saia mostrando a rabuda, onde usava uma calcinha branca, eu só elogiava ela, quando pedi pra tocar ela sorriu e deixou com sua voz suave, a bunda alem de carnuda é durinha, ela nunca malhou, talvez genetica ou o tanto que anda de salto sei lá, mas a bunda e boa, e fiz o que pude pra aproveitar o curto tempo, logo voltei a encoxar, nao queria desperdiçar, e fiquei metendo,meu pau tava babado melando um pouco a bunda dela, e o bom, foi perceber as pernas dela tremendo, que por sinal é um belo par de pernas, parece que fez academia, a respiracao dela tava ofegante, de um jeito que sentia crise de frio, ela olhou pro relogio falando que tinha pouco tempo ainda, ela ajeitou aqueles cabelos de forma sensual, jogando de lado mais uma vez, dando aquela mecjoda no pescoço e deitou na cama, ela falou

- vem rapidinho

Fiquei por cima, me esbanjei ao deitar sobre sua bumda, parecia que eu tava me esparramando sobre ela, ai falei

- posso tirar meu pau fora?

- tira!

Aproveitei e fiquei passando ele na bunda, quando pus no meio sobre a calcinha, vendo o contorno de sua buceta eu passei, ela tava com a cabeça sobre as duas maos, ela deu uma gemida, que deu um tesao, aquela bunda pressionava meu pau, sentir sua buceta macia sobre a calcinha foi gostoso, ate que ela falou pra parar, por causa da hora, mas pediu pra mim cobrir o pau, que nao queria ver, ela lavou a mao e passou na parte da bunda pouco melada pela lubrificação do meu pau, se ajeitou e saiu, fui logo ao banheiro, meu pau pulsava, duro feito pedra, e nao teve duvida, sentei no vaso e baati uma punheta que feito um chafariz jorrou alto meu gozo.

Continua na versao completa

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