Aviso: Este é o décimo sétimo capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 16: Testes no Laboratório!
Putty cortava os céus de Gozópolis como um míssil vivo, usando o jato potente de diarreia pastosa que saia do cu como um propulsor, impulsionando seu corpo nu em alta velocidade.
O vento batia forte nos cabelos vermelhos, e o rastro marrom deixava uma trilha fedorenta de bosta, que caia sobre as cabeças dos transeuntes nas ruas da cidade.
Ela ria sozinha, sentindo resquícios de prazer dos testes no Laboratório de Bertha ainda pulsando na buceta e no cu.
Mas então, a ideia veio:
— Aquelas armas... a pistola de raio azul dos orgasmos incontroláveis, a de raio vermelho que provoca diarreia descontrolada, e a de raio verde que força vômito explosivo... aquilo é perigoso demais! Se aquela careca filha da puta resolve usar contra as garotas da fazenda... Não! Eu não posso deixar isso acontecer!
Putty virou no ar com um giro brusco, ajustando a trajetória com o jato de bosta, e voltou direto para o prédio da Alexa Corp.
Ela aterrissou silenciosamente perto de uma portinha de serviço nos fundos, onde o cheiro de lixo orgânico misturava-se ao fedor residual de sua própria propulsão fecal.
Uma funcionária uniformizada, com uns 30 anos, cabelos presos em coque, saia cinza simples, empurrava um carrinho de lixo para fora. Putty se aproximou por trás como uma sombra.
Antes que a mulher pudesse reagir, Putty a agarrou pela cintura, com uma mão subindo para apertar os seios fartos por cima da blusa, e a outra descendo direto para dentro da calcinha. Dedos ágeis encontraram a buceta já úmida de surpresa e começaram a massagear o clitóris em círculos rápidos.
— Shhh... relaxa, gostosa — sussurrou Putty no ouvido dela, lambendo o pescoço devagar, traçando sua língua quente na pele arrepiada.
A mulher gemeu baixo, com as pernas tremendo. Putty acelerou os movimentos, enfiando dois dedos fundo na buceta quente e apertada, enquanto a outra mão já apertava o mamilo por baixo do sutiã. A funcionária arqueou as costas, gozando em segundos, deixando o líquido quente escorrer pelos dedos de Putty. Ela desmaiou com um sorriso bobo no rosto, caindo mole nos braços da alienígena.
Putty a deitou gentilmente atrás de umas caixas de lixo e entrou no prédio, com os pés descalços e silenciosos nos corredores frios.
Subiu pelas escadas de serviço, evitando câmeras e patrulhas. As Soldadas andavam em duplas, conversando em voz baixa sobre o almoço. Putty se escondia nas sombras, atrás de portas, mas em um corredor estreito ficou encurralada: duas vindo pela frente, uma pela retaguarda.
Sem opções, ela abriu a primeira porta que viu... banheiro feminino.
Entrou correndo e se escondeu em uma cabine. Mal fechou a porta, ouviu passos. A Soldada entrou, escolheu exatamente aquela cabine e abriu a porta.
Ela deu de cara com Putty, nua e suja de gosmas variadas por tudo que passou nas últimas horas.
Antes que pudesse gritar ou pegar a arma, Putty a agarrou pelo pescoço, derrubou a rifle no chão e chutou para longe. Virou a Soldada de costas e viu um grande e chamativo botão vermelho na parte das costas. Ela pressionou, e felizmente o responsável pelo desenvolvimento daquela armadura era fã de mecanismos simples, porque ela se desmontou instantaneamente, caindo em pedaços pelo chão.
A bunda da Soldada ficou totalmente exposta:
— Se você entrou aqui, é porque queria cagar, né? Então pode continuar... caga à vontade! — disse Putty com um sorriso safado.
Ela enfiou a boca direto no cu da Soldada, com a língua invadindo fundo, lambendo as paredes internas quentes. A Soldada soltou um gritinho agudo de prazer, e apoiou as mãos na parede.
— Ahhh... o que... você...
Putty lambeu mais fundo, sugando:
— E aí, porra? Vai cagar ou não?
A Soldada fez força, gemendo alto. Um jato quente e fresco de diarreia explodiu na boca de Putty, que engoliu gulosa, bebendo cada gota cremosa.
— Isso... boa menina... agora deixa eu limpar tudo direitinho. Não pode voltar pro trabalho com o cu sujo.
Putty chupou o cu inteiro, explorando fundo com sua língua, sugando os resquícios, lambendo cada preguinha até ficar impecável. Depois se levantou e deu um cascudo forte na nuca da Soldada, que desmaiou na hora.
Putty vestiu a armadura, sentou a Soldada nua na privada e fechou a porta da cabine:
— Desculpa, querida... fica sentadinha aí um pouquinho enquanto eu resolvo minhas coisas.
Agora disfarçada, com o visor opaco do capacete escondendo seu rosto, ela podia circular livremente. Chegou ao Laboratório de Bertha sem ser questionada. O lugar estava vazio, exceto pela própria Bertha, que limpava uma mesa suja de resquícios do teste anterior.
Bertha viu Putty, e achando se tratar apenas de uma Soldada, resmungou:
— Alguma prroblema? Todas estarr na refeitórrio agorra, é horra da almoço.
Putty se aproximou em silêncio. Bertha franziu a testa:
— O que você querrer? Eu já dizerr que todas estarr comendo!
Putty saltou, agarrou Bertha pelos ombros e a derrubou no chão. As tetas flácidas balançaram violentamente, espirrando leite, a buceta pelancuda bateu no piso com um som molhado, deixando escorrer o gozo pastoso.
O visor do capacete ficou lambuzado, então Putty o removeu.
Bertha arregalou os olhos:
— AHHH!!! Ser você, a alienígena! Você voltarr prra mim, obrrigada!
— Não voltei por você, sua louca! Vim pegar as armas que usaram contra mim. Depois te deixo em paz.
Bertha sorriu, lambendo os lábios:
— Mas eu não querrer que você me deixarr... Você serr um crriaturra de outra mundo, eu não pode perderr esse oporrtunidade!
Antes que Putty pudesse responder, Bertha a puxou para um beijo faminto, invadindo sua boca com a língua grossa, babando litros de saliva viscosa. Sons molhados ecoavam: chupadas, lambidas, gemidos.
Putty pensou:
— Porra, não custa nada um lanchinho antes de pegar as armas.
Ela retribuiu e suas línguas se enroscaram, babando uma na outra. Putty tirou a armadura rapidamente, ficando nua de novo.
Bertha a abraçou com força, melando o corpo de Putty com seu suor azedo, sebo e gosma. O cheiro era intenso, podre, delicioso... Putty lacrimejou, sentindo o vômito subir, mas estava adorando.
Viu aquelas tetas enormes penduradas, pingando leite, e mergulhou nelas. Ela enfiou uma inteira na boca, chupando forte.
— Puta merda... que carne gostosa... parece borracha mole na minha garganta!
Chupava fundo, jorrando leite aos montes, fazendo barulhos gosmentos. Bertha pegou sua outra teta e chupou junto, bebendo o próprio leite.
Putty desceu, lambendo o corpo ensebado:
— Porra, tu fede pra caralho, sua porca imunda! Mas eu tô adorando esse cheiro nojento!
Bertha afastou a língua de Putty e fitou seus olhos:
— Você gostarr da meu cheirro? Marravilha! Então, eu terr um prresente prra você!
A alemã tirou a bota preta grossa. O pé saiu todo melado de suor, fedendo a chulé forte, as unhas amareladas e grandes, a sola pegajosa. Putty engasgou com o odor, mas seus olhos arregalaram de tesão.
Bertha enfiou o pé inteiro na boca de Putty, fazendo os dedos roçarem na garganta. A alienígena engasgou, mas sua língua já lambia involuntariamente a sola. Bertha mexia os dedos, raspando as unhas grossas dentro dela.
Putty não aguentou e vomitou um jato gosmento, melando o pé todo. Bertha gozou na hora, vazando uma pasta grossa e viscosa de sua buceta pelancuda.
Ela retirou o pé, lambendo o vômito dos próprios dedos, sorvendo toda aquela nojeira enquanto fazia barulhos molhados.
Putty mergulhou na buceta de Bertha, chupando a gosma grossa, bebendo o gozo pastoso misturado ao mijo que jorrava de tesão.
— Caralho... esse teu gozo é grosso, pegajoso... parece catarro de buceta!
Bertha convulsionou em um orgasmo violento, jorrando mais gozo na boca de Putty, que engolia tudo. Depois desmaiou, caindo mole no chão, toda melada de suor, sebo, mijo, vômito e gozo.
Putty se levantou e viu as três armas na mesa. Pegou uma bolsa próxima e guardou-as.
Quando ia sair pela janela quebrada na sua fuga anterior, ouviu gemidos baixos de uma porta lateral. Curiosa, ela abriu.
Lá estava uma mulher amarrada a uma cadeira: cabelos chanel castanhos, vestido cinza curtinho e sexy, sapatos salto alto pretos com tiras finas subindo entrelaçadas pelas pernas até quase os joelhos. Corpo esbelto, seios firmes, amordaçada.
Putty se aproximou:
— Calma... não sou uma dessas loucas daqui. Sou amiga. Vou te soltar.
Removeu a mordaça e as cordas. A mulher respirou fundo:
— Meu nome é Margot. Sou repórter. Eu estava investigando as falcatruas da Alexa Corp... me pegaram e me trouxeram aqui pra calar minha boca.
Putty sorriu:
— Se segura em mim. Vamos fugir pela janela.
Margot olhou para aquela mulher nua, suja de gosmas fedorentas, e hesitou. Mas algo na expressão de Putty a convenceu. Então ela abraçou o corpo melado, sentindo seu cheiro forte enquanto se segurava firme.
— Hmm... até que esse cheiro é gostosinho — murmurou baixinho, achando que Putty não ouviria.
Mas Putty ouviu, abriu um sorriso safado e pensou:
— Já vi que vou gostar dessa filha da puta...
Continua...