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O Jogo que o Marido Não Vê

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Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 1079 palavras
Data: 06/07/2026 05:38:37

Infelizmente, tudo mudou quando tivemos de voltar para a nossa cidade natal. Confesso que eu não queria, mas, após tanto tempo morando no exterior por causa do emprego do Salvino, acreditei que aquela vida lá fora seria para sempre.

Recém-casada, vivendo em outro país, eu vivia o sonho de uma jovem do interior que sempre ansiava por novidades. O casamento com o Salvino — meu namorado desde a adolescência — parecia ter sido a aposta certa. Ele sempre foi um homem estudioso e, quando conquistou a vaga na empresa de engenharia, nos mudamos para a filial estrangeira. Vivemos cinco anos de calmaria, matando a saudade da família e dos amigos apenas pelas redes sociais.

Assim que o contrato de sessenta meses findou, voltamos para o nosso Estado maternal e tudo desandou. O "maridinho", que antes me enchia de orgulho, começou a regredir. As amizades de infância o puxavam para baixo; ele gastava dinheiro sem controle, cercado de churrascos e fins de semana de futebol. Eu ficava ali, largada, carente de atenção e, principalmente, de sexo. Ele voltava da pelada bêbado, sem condições de nada, restando-me apenas cuidar da ressaca dele enquanto minha libido fervia. Salvino não me saciava, até pq o sexo começa antes da cama, na conquista, no trato com a mulher, e entre nós só tinha briga e bate boca e a sua imposição de aturar aquela gente todo weekend, e o prazer que eu sentia por morar na cidade natal dos meus sonhos foi substituído por uma frustração insuportável.

Nossa casa virou ponto de encontro de marmanjos que usufruíam da minha piscina e da minha área gourmet, invadindo minha privacidade. Discutíamos muito sobre isso; eu não aceitava aquela invasão, mas ele, cego, acreditava que aquela "harmonia" de amizade fazia bem. Ele continuava trazendo aqueles homens para dentro do meu santuário.

Eu, por outro lado, passei a recebê-los com roupas de banho provocantes. Tenho o corpo pequeno, mas bem torneado, com seios fartos que saltavam pelo biquíni. Às vezes, "pagava um peitinho" de propósito e entrava na dança. Era a única forma de me sentir vista, de atiçar aquele ambiente.

Tudo mudou com os olhares do Marquinhos. Apesar do diminutivo, o cara não tinha nada de pequeno. Era um negão alto, educado, dono de uma presença magnética, barbudo, bem rústico, cara de homem. Salvino me apresentou como o goleiro do time. Naquele dia, algo despertou em mim. Passei a desfilar entre eles, quando não fazia questão de ser a garçonete da turma, provocando o olhar dele fixo nas minhas curvas, devorando meus seios, os outros tbm deveriam me olhar, mas o goleirão era meu foco.

O destino nos deu uma chance no supermercado. Marquinhos me ajudou com as compras e não perdeu o hábito de espiar minhas mamas através do decote generoso do meu vestido. Como mulher, sentir-me desejada daquela forma era inebriante. Fingi que meu carro não queria ligar. Ele se aproximou para "conferir o motor", e eu, intencionalmente, puxei o vestido um pouco mais para cima. Quando ele chegou na janela pra pedir que tentasse virar a chave novamente, viu minha calcinha vermelha, minúscula, escondendo um motor quente, pulsante, ávido pela chave certa.

Ele se ofereceu para me levar, alegando que o carro poderia falhar no caminho. Aceitei, mas preocupada em estar atrapalhando, o goleirão estava de férias, fez questão de carregar todas as bolsas até dentro de casa. Ofereci uma bebida, e pedi que esperasse enquanto eu trocava de roupa.

Marcos não era bobo. Percebeu o clima, a ausência do meu marido e o meu jogo de sedução. Coloquei algo bem provocativo, apenas um short branco, sem calcinha, e uma camiseta curta que mal cobria o umbigo. Quando peguei a cerveja na geladeira, ele pediu para abrir. Bebeu antes, me entregou a garrafa gelada e soltou uma insinuação que eu iria descobrir seus segredos. Eu bebi olhando nos olhos dele, passando a língua pela borda do gargalo, de forma bem provocadora.

Ele leu os sinais, tirou a sua camisa, soltou a bermuda, revelando uma rola magnífica, aproximou-se com a firmeza de um capitão e, sem pedir licença, rasgou minha blusa. Fiquei estática, admirando sua atitude. Ele segurou meus seios com voracidade, sentir outro homem me tocando foi uma sensação indescritível, e os primeiros gemidos escaparam da minha garganta, eu o desejei desde o primeiro contato, fora as siriricas batidas em sua homenagem. Ele me beijou com fome e perguntou se eu queria que o segredo fosse explicitado na cama ou na piscina. Respondi que o jogo seria decidido ali mesmo.

Me pegou no colo e me levou para o quarto. Jogou-me na cama como quem posiciona a bola na marca do pênalti. Arrancou meu short e caiu de boca no campo gramadinho da minha vulva. Enquanto eu segurava sua cabeça contra a minha grutinha, ele lambia cada pedaço do meu clitóris, com uma precisão que me levava ao delírio. Pedi para chupar o pau dele — a torcida precisava incentivar o jogador.

De pé, diante de mim, o atacante se revelou. Uma piroca linda, latejante, cheia de veias, com uma cabeça imensa. Não havia como não se engasgar. Eu queria ver aquela bola estufar a rede.

Dei-me por inteira ao amigo do meu marido. Deixei que ele explorasse cada centímetro, da boca ao cu, pedindo apenas que não deixasse marcas. Depois, fomos para a piscina, onde ele me tomou com selvageria. Após o almoço, com a sobremesa de leite escorrendo pela boca, selamos um pacto: nossa partida não teria fim, nem prorrogação, nem apito final.

Meu goleiro está sempre pronto, e eu estou sempre depilada e aquecida para receber o craque. Vibro a cada estocada, a cada vez que ele aponta o caminho do meu ápice. Amo cavalgar enquanto ele devora meus peitos e enfia os dedos no meu cu — peça fundamental para que eu me sinta completamente preenchida.

Minha dificuldade é vê-lo na piscina e não poder me expressar como desejaria, afinal, o papel de mulher do Salvino continua para sociedade.

Já pedi para o Marcos trazer mais dois jogadores para nossa pelada: seu irmão, o Zezão, atacante, e o Betão, o meio de campo. Tudo está marcado. Quero ser atacada pelos três. Se o meu marido insiste em trazer homens gostosos para nossa casa enquanto me deixa à deriva, que arque com as consequências. Foi maravilhoso, foi intenso, e hoje entendo o que é uma cadela estar no cio, e os machos atrás. Prometo contar, no próximo capítulo, como virei a musa oficial desse elenco.

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