Narrei anteriormente o dia em que Nelson me ofereceu para seus amigos Luiz e Geraldo e comp transei com os três ao mesmo tempo durante toda uma tarde.
Passada aquela sexta-feira, eu continuava transando regularmente com Nelson e em uma outra oportunidade havia dado pro Luiz. Geraldo sempre que me encontrava dizia que estava louco para me comer novamente, mas nunca pintava a oportunidade.
Um dia, estava indo para a escola. Era pouco antes das 7h da manhã. Andava pela calçada quando um carro parou do meu lado. Vi que Geraldo estava dirigindo e Luiz estava no banco do carona. Geraldo me chamou e perguntou se eu não queria ir pro motel com eles. Nunca tinha ido a um. Nem idade pra isso eu tinha. Pedi que eles me esperassem um pouco mais a frente em uma praça próxima à escola e eu iria até lá para não levantar nenhuma suspeita ou ser visto por algum conhecido.
Eles saíram com o carro e eu continuei. Na esquina da escola encontrei um amigo e disse a ele que eu iria matar aula pra jogar videogame na locadora. Pedi que ele não comentasse nada com Flávia (minha namorada). Ele até ameaçou querer ir junto pra jogar, mas o convenci do contrário. Ele foi para a escola e eu segui reto. Cheguei a praça e lá estavam os dois safados me esperando. Entrei rapidamente no carro (um gol bola branco). Disse que antes precisava passar em uma farmácia e riu. Não entendi na hora. Havia uma farmácia bem pertinho dali. Luiz desceu e logo voltou com um saquinho. E lá fomos nós. Geraldo dirigiu para fora da cidade e em menos de meia hora lá estávamos na recepção do motel. Ele pediu que eu me deitasse no banco para evitar ser visto e terem problema com isso. Passamos a recepção e chegamos ao quarto. Ele parou o carro e baixou o portão. Pude então sair. Luiz já estava com a chave e abriu a porta.
Era um quarto simples. Com uma cama redonda e espelho nas paredes e no teto. Um chuveiro e uma banheira com parede de vidro, uma mesinha e uma TV daquela de tubo de 21 polegadas (estamos emPediram para eu tomar um banho. Fui até o chuveiro e me lavei rapidamente. Geraldo encheu a banheira enquanto isso. Quando saí do chuveiro vi que os dois já estavam pelados. Luiz estava com o saquinho que pegou na farmácia. Foi aí que entendi. Geraldo sorriu e disse que hoje iam precisar de uma ajuda. Era viagra. Eles tomaram o comprimido e me chamaram para ir até eles. Luiz ligou a TV e estava passando filme pornô (óbvio). Uma linda morena transava com dois caras. Geraldo riu e falou que íamos fazer igual hoje.
Eu não me sentia tão a vontade com eles como me sentia com Nelson. Mas também não estava tenso. Já estava viciado em ser putinha de macho e gostava daquilo. Sabia que ia ser comido por eles.
Me levaram para a banheira. Não foi fácil acomodar os três lá dentro. Mas conseguimos. Eu estava praticamente sentado no colo de Geraldo para que coubessemos todos lá. O pau dele já dava sinais de vida e sentia me cutucando. Luiz o tempo todo passava a mão no meu corpo. Apertava meus mamilos. Era gostoso, confesso. Logo começaram a chupar meus peitinhos. Isso me dava muito tesão. Lambiam como cães famintos me arrancando gemidos. Geraldo então me beijou pela primeira vez. Retribui tímido no início. Mas logo estava com a língua ávida em sua boca. Luiz continuava me acariciando. De repente me pedem para ficar de quatro apoiando na beira da banheira e olhando para a parede. Achei que iam meter. Mas senti um dedo me invadindo. Olhei para trás e era Geraldo. Ele mexia o dedo devagar e bem gostoso. Colocava fundo e puxava até quase tirar de dentro. Luiz veio com seu dedo também. No começo passava pelo meu rego de cima a baixo. Cruzava com o dedo do Geraldo que seguia cravado em mim e continuava. Mas em um momento senti que tentava enfiar também. Logo conseguiu colocar no meu cuzinho e agora os dois estavam com seus dedos dentro de mim. Eu só gemia e olhava para eles que sorriam me encarando. Começaram a movimentar mais rápido seus dedos. Cravaram fundo. Logo senti mais um dedo tentando entrar. Não sabia se de Luiz ou Geraldo, mas um terceiro dedo tentava entrar em mim. Geraldo deu uma cusparada pra tentar facilitar a entrada. Presumi então que o terceiro dedo era dele. Depois de um tempo conseguiu colocar. Senti um incômodo. Mas não protestei. Continuava o entra e sai no meu cu. Luiz então começou a me dar tapas na bunda sem parar de meter o dedo. Começou a tentar alojar o quarto dedo. Percebi que ia sofrer com eles aquele dia.
Conseguiram meter mais um dedo. Nesse momento me deu uma vontade louca de fazer xixi. Olhei para trás e falei que precisava fazer xixi. Foi aí que começaram a forçar ainda mais os dedos no meu cu. Aquele entra e sai se tornou frenético. Não aguentei segurar e me mijei todo. Eles vibraram. Me davam tapas e cuspiam no meu rabo. Dei uma amolecida depois do xixi. Os dedos saíram e Geraldo na mesma hora meteu sem dó. Uma estocada só é estava cravado em mim com o saco colado na minha bunda. Seu pau estava muito duro. Nessa hora lembrei do viagra. Pelo visto tinha dado efeito. Metia rápido e forte segurando na minha cintura. Saiu e deu lugar a Luiz. O pau do Luiz era maior e mais grosso, mas entrou fácil. Também muito duro e metendo forte. Ficaram se revezando. Cada um metia um pouco e dava lugar ao outro. Ficaram nisso por vários minutos até Geraldo dar a primeira gozada nas minhas costas. Luiz então me pediu para sentar no seu pau. Ele se sentou na beira da banheira e de costas foi engolindo seu pau com meu cuzinho. Comecei a subir e descer enquanto ele me segurava pela cintura. Geraldo continuava de pau duro e veio me dar para chupar. Estava chupando quando de repente Geraldo se afastou e abaixou em nossa frente. Cuspiu no meu cu que tinha o pau do Luiz atolado e começou a forçar um dedo. Disputava espaço com a rola do amigo e com uma certa força, entrou a ponta. Senti dor na hora e reclamei. Eles disseram que já ia passar. Geraldo seguia tentando forçar a entrada e logo estava com o dedo todo no meu cu junto com o pau do Luiz. Ele parecia não se importar em encostar no pau do amigo. E começou a meter o dedo no mesmo ritmo da penetração. O pau do Luiz já era grosso e mais um dedo ali estava bastante desconfortável. Eu fazia cara de dor, gemia com sofreguidão, mas eles não ligavam. Pareciam lobos esfomeados. Geraldo então tirou o dedo e saiu da banheira. Pegou a toalha e foi se enxugar. Luiz continuou metendo em mim por mais um tempo. Quando desengate do seu pau, percebi que meu cu tinha sangrado e isso nunca havia acontecido. Não estava doendo, mas havia um incômodo. Luiz entrou no chuveiro e eu fui para a cama. Geraldo assistia ao filme pornô e se masturbava. Sentei na cama e ele já pediu para eu chupar seu pau. Deitei no meio de suas pernas e comecei a mamar, revezando entre abocanhar o seu pau e lamber o seu saco. Luiz chegou e ao ver a cena, deitou ao lado do amigo e me ofereceu a rola para chupa-lo também. Agora eu estava de quatro entre os dois e alternava os dois paus. Eles elogiavam minha boca enquanto comentavam sobre o filme que passava na TV. Geraldo se levantou e veio para trás de mim. Deu uma pincelada no meu rabo e Meteu gostoso. Enquanto ele me comia, eu caprichava no boquete que pagava para o Luiz. Era aquele barulho do saco batendo na minha bunda misturado aos meus gemidos e o gemido da atriz do filme na TV. Mais uma vez revezaram, Luiz assumiu o posto e agora me comia com força. Geraldo foi até o frigobar e voltou com uma garrafa de cerveja. Chamou a atenção de Luiz e ambos riram. Na hora me liguei que assim como foi na casa do Nelson, iriam meter a garrafa no meu cu. Geraldo tomava a cerveja enquanto Luiz continuava metendo. Quando terminou de beber, entregou a garrafa para Luiz que tirou o pau de dentro de mim e começou a socar o gargalo da garrafa. Era evidente que isso dava muito tesão ao Luiz. Ele colocava e tirava a garrafa com gosto. Geraldo me deu o pau para chupar enquanto isso. Confesso que estava bem gostoso. E o filme na TV aumentava minha excitação. Ficou muito tempo nessa brincadeira com a garrafa. Quando se cansou da brincadeira, deixou a garrafa de lado e me deitou de frango assado. Se colocou entre minhas pernas e meteu novamente. Eu adorava essa posição. Sentia o pau inteiro dentro de mim. Geraldo voltou a me dar de mamar. Aquilo estava delicioso. Olhava nos espelhos e me via ali no meio daqueles dois homens safados. Geraldo deveria ter a idade do meu pai. Luiz poderia ser meu avô. Mas naquele momento eram dois machos cheios de tesão comendo a sua putinha. E por sorte eu era a putinha. Eles trocaram de lugar e nessa posição eu quase engasgava com o pau do Luiz que ia fundo na minha garganta. Geraldo costumava a meter de maneira mais "desesperada". Não sei explicar. Mas era rápido sem muito ritmo. Mas era gostoso. Via na cara dele que estava morrendo de tesão. Suava de pingar em mim. Nessa posição, gozou de novo, deixando o corpo cair sobre mim. Me deu um beijo gostoso como que agradecendo. Saiu de cima e deu lugar para Luiz voltar a meter.
Eu estava realmente surpreso com a virilidade de Luiz. Como pode um senhor de 71 anos meter daquele jeito? Por mais que tivesse tomado um viagra, era surpreendente. E ele era daquele tipo de homem que sabia meter. Deve ter feito muita mulher feliz ao longo da vida. Besta era a esposa que não dava mais no couro com um homem desses. Ele ainda não tinha gozado. Mas acelerou dando a entender que gozaria. E não deu outra. Explodiu em uma gozada incrível. Foi ele tirar o pau que senti o meu cu vazando. Geraldo aproveitou e meteu de novo. Eu já estava cansado. Olhei pata o relógio que havia na parede atrás da cama e não era nem meio dia. Pressenti que ainda ia dar muito aquele dia. Geraldo mudou de posição me colocando de ladinho e se deitou por trás de mim. Voltou a estocar enquanto beijava meu pescoço e me chamava de putinha safada. Luiz que agora descansava, perguntou se eu estava com fome. Disse que sim e ele disse que iria pedir comida pra gente. Enquanto a comida não chegava, Geraldo continuava a me comer. Dessa vez durou bastante. Bem mais que todas as outras vezes. Quando tocou a campainha avisando que o almoço havia chegado, ele enfim tirou o pau do meu cuzinho e fomos os três a mesinha para almoçar. Depois de comer, não me deram tempo nem para descansar. Geraldo me debruçou sobre a mesa e já foi metendo novamente. Luiz estranhamente não veio me dar o pau para mamar. Estava deitado na cama assistindo nossa foda. Passado uns minutos ele pediu para que eu fosse até a cama. Geraldo tirou o pau e me liberou para ir até lá. Luiz queria ser cavalgado mais uma vez. Pediu que eu sentasse de costas. Fiz com muito prazer. Sentava com força naquele pauzão, arrancando gemidos exagerados dele. Geraldo mais uma vez veio até nós e passou a colocar o dedo no meu cu junto com o pau do amigo. Dessa vez entrou mais fácil. Não sentia mais o incômodo como da primeira vez. E assim ficamos por longos e deliciosos minutos. Até que Luiz rompe os gemidos e fala: "vamos fazer igual no filme". Eu olhei pata a TV e rolava uma dupla penetração da atriz com dois negros. Entrei em desespero. Não imaginava que aquilo seria possível. Entendi então que isso de colocar o dedo junto com o pau no meu cu era na verdade uma preparação para esse momento. Os safados haviam pensado em tudo.
Geraldo tirou o dedo do meu cu enquanto Luiz me deitou sobre o seu corpo sem tirar o pau de dentro de mim. Me abraçou de modo que eu não conseguiria me mexer. Geraldo se posicionou então em frente as minhas pernas que estavam bem abertas e começou e brincar com o pau na minha virilha, no meu saco e na pelinha entre o saco e o cu. Eu implorava para que não fizessem isso. Eles diziam que puta de verdade aguentava duas rolas. Eu quase chorei de tamanho desespero, imaginando que aquilo iria me machucar. Após esfregar o pau em toda a região, Geraldo começou a forçar a cabeça na entrada que já estava totalmente preenchida pelo pau do Luiz. Ele fazia força mas não entrava. Cuspiu pra tentar lubrificar e nada. Levantou-se e foi até o telefone. Ouvi quando pediu lubrificante na recepção. Nesse meio tempo Luiz voltou a meter, pois antes estava parado com o pau cravado em mim. Foi estocando forte enquanto me dizia ao pé do ouvido que hoje eu seria uma puta de verdade. Que eu ia experimentar dois paus no meu cuzinho de uma vez. A campainha tocou e logo Geraldo apareceu com o tubo de lubrificante. Parecia um tubo de pomada. Apertou aquilo sobre meu cu e espalhou uma quantidade enorme. Passou um bom tanto no seu pau também. Aquilo era gelado e contrastava com a rola quente do Luiz.
Voltou a tentar a penetração, mas mesmo com todo o lubrificante continuava difícil. Eu sentia meu cu se contrair a cada investida de Geraldo. De tanto forçar, a cabecinha venceu a resistência. Dei um berro. E aquilo parece que mexeu com eles. O tesão de me ver sofrendo nos seus paus despertou as feras. Com a cabeça dentro, Geraldo forçou de vez e conseguiu meter. A dor era insuportável, eu gritava como nunca. Parecia que havia um ferro quente dentro de mim. Eu chorava. E eles não estavam nem aí. Metiam feito dois animais enquanto me chamavam de puta e diziam que agora a puta tinha dois paus dentro dela. Me comparavam com a atriz que no filme também era duplamente penetrada. Mas diziam também que ela estava em vantagem por ter dois buracos e eu só um.
A dupla penetração fez os dois pirarem. Metiam forte ao mesmo tempo. Ignoravam por completo meus pedidos para pararem. Não ligavam se eu estava sentindo dor. Queriam apenas saciar seu desejo mais sujo e obsceno. Naquele momento eu não importava nada a eles. Era apenas o buraco em que iriam se aliviar. Me restava aceitar aquela condição.
Na TV já rolava outra cena. Agora duas mulheres e um homem. E eu continuava ali a disposição daqueles velhos safados com meu cu ardendo de tanto levar pirocada. Luiz anunciou que iria gozar. Achei que era o fim da tortura. Gritou e cravou o pau o mais fundo que conseguia. Despejou todo seu leite em mim. Mas não tirou a rola. Continuou ali parado enquanto Geraldo seguia metendo. Alguns minutos depois senti Luiz voltar a estocar. Não é possível que mesmo depois de gozar o pau não baixava. Outra vez lembrei do viagra. Eu estava literalmente fodido aquele dia.
Continuaram metendo em mim por muito tempo. Tanto tempo que meu cu parecia estar anestesiado. Não sentia mais dor. Só uma espécie de formigamento enquanto os paus entravam e saiam. Nessa hora senti um pouco de prazer, confesso. Sem a dor, a sensação era até gostosa. Embora o preenchimento total cause certa estranheza.
Olhei para o relógio novamente e mau tinha passado das 14h. Aquilo parecia não ter fim. Maus alguns minutos metendo e os dois tiraram o pau quase que ao mesmo tempo. Senti o ar entrar no meu rabo. Deveria estar totalmente arrombado, pensei. Geraldo comentou nesse instante sobre a situação do meu cu. Falou que nunca viu um cu tão aberto como o meu. Meteu o pau dele sozinho lá dentro e não senti absolutamente nada. Tirou e colocou três dedos. Depois quatro. Meu cu não oferecia resistência. Colocou então os cinco dedos de uma vez e ficou mexendo. Luiz se levantou e foi tomar banho. Estava com o pau sujo em uma mistura de sangue e fezes. Geraldo segui metendo a mão cada vez mais fundo. E comentava a cada centímetro que a mão ia mais fundo. Logo estava com o punho todo dentro de mim. Eu permanecia estático. Exausto. Acabado. Teve então a ideia de pegar a garrafa novamente mas ao invés do gargalo, tentou meter do lado contrário. E não é que entrou. Segurando pelo gargalo, metia todo o corpo da garrafa em mim. Luiz saiu do banho e viu a cena. Se posicionou ali, pegou a garrafa da mão de Geraldo e assumiu o controle da penetração. Ficou nisso por alguns minutos. Tirou a garrafa e me ajudaram a ir tomar banho. Eles praticamente me deram banho. Me levaram de volta pra cama e enfim me deixaram descansar um pouco. Por volta das 17h, me acordaram batendo os paus no meu rosto. Queriam mais. Geraldo falou que eu já tinha dormido muito.
Abriu minhas pernas e voltou a meter o pau. Dessa vez senti a penetração, sinal que meu cu estava voltando ao normal. Resolvi então relaxar e curtir aquele momento. Meu pau estava meia bomba. Comecei a me masturbar enquanto recebia as bombadas desesperadas de Geraldo. Logo Luiz pediu para meter. Trocaram e agora era Luiz quem bombava no meu rabo. Estava começando a sentir tesão novamente. Geraldo me deu a rola para chupar. Eles passaram um tempo se revezando entre meu cu e minha boca.
Me chamaram para ir novamente para a banheira. Lá eles me colocaram sentado e ficaram em pé para que eu os mamasse. Fiquei ali chutando hora um, hora outro e de vez em quando os dois juntos. Foram vários minutos nessa sessão de sexo oral. Eu adorava chupar. Me dava muito tesão.
Luiz sentou-se na beirada da banheira e me chamou para o seu colo. Sentei e comecei a rebolar no seu pau. Geraldo enquanto isso me dava o pau para mamar. Eu já estava de pau duro mais uma vez. Geraldo então fez algo que eu não esperava: abaixou e começou a lamber meu saco. Aquilo me deu um choque. Meu tesão explodiu. Eu gemia alto. Estava uma delícia. Depois do sofrimento mais cedo, era a hora de eu curtir.
Aquela língua no meu saco enquanto o pau do Luiz socava no meu rabo me relaxou. Geraldo então ajoelhou-se na banheira e voltou a pincelar o pau no meu cuzinho. Não fiquei tão tenso como da primeira vez, mas confesso que me gerou certa apreensão. Forçou um pouco e a cabeça já entrou. Muito mais fácil que dá outra vez. Foi metendo devagar até que tudo estivesse dentro. Começou a meter. O ritmo estava gostoso. Luiz mais devagar e Geraldo mais rápido. Um entra e sai ritmado. Estava agora sentindo tesão com a dupla penetração.
Não demorou nada para eu gozar. E gozei muito. Jatos e jatos que voaram no meu peito. Eles deliraram. Agora estávamos os três em sincronia. Eu não sofria mais. Pelo contrário. Estava no auge do prazer. Nunca imaginei que ter dois paus no meu cu seria tão prazeroso. Tentava aproveitar o máximo da situação.
Falaram para irmos pra cama. Lá continuamos o que havia começado na banheira. Luiz por baixo e Geraldo por cima. Aquilo estava uma delícia. Eu realmente estava sentindo tesão. Tanto que gozei mais duas vezes sendo duplamente penetrado. Geraldo até comentou que eu havia me soltado. Luiz gozou e o pau escorregou para fora. Geraldo continuou metendo. Luiz saiu da cama e Geraldo disse que queria gozar me comendo de quatro. Fiquei na posição e ele tratou de cravar a rola em uma estocada só. Meteu como um louco e gritando atolou o pau e gozou fundo no meu rabo. Tirou o pau e caiu exausto na cama. Luiz também estava acabado. Era minha vez de botar uma moral. Me deitei no meio deles e de olho na TV, comecei a me masturbar assistindo o filme. Falei que já que eles não aguentavam mais, eu iria me resolver sozinho. Eles riram e me elogiaram. Geraldo passou até a me masturbar enquanto Luiz mamava meus mamilos. Dei uma última gozada deliciosa para coroar aquele dia.
Já era quase 19h. Havíamos ficado mais de 11 horas ali. Dessas 11 horas, pelo menos umas 8 transando loucamente. Experimentei minha primeira DP e meu primeiro fisting. Não sei se iria repetir aquilo um dia, mas se houvesse a oportunidade, faria novamente com prazer.
Tomamos um banho rápido, nos vestimos e fomos embora. Me deixaram na pracinha perto da escola. Voltei pra casa e minha mãe perguntou onde eu estava. Disse que tinha ido jogar futebol e depois fiquei com os amigos no lago da cidade. Ela ficou brava pois disse que ficou preocupada.
Tomei outro banho para disfarçar, já que disse que passei o dia jogando bola. Estava morrendo de fome. Comi muito e depois fui para o meu quarto. Liguei para minha namorada pois não tinha ido a aula e nem a casa dela a tarde.
Demorei um pouco para dormir porque ainda pensava em tudo o que aconteceu aquela tarde. Ainda bati uma punheta antes de dormir lembrando da DP. Era o que faltava para eu dormir feito um bebê aquela noite.