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Meu marido descobriu minha fantasia pervertida com meu filho

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Da série Desejo de mãe
Um conto erótico de Julia lpn
Categoria: Heterossexual
Contém 2592 palavras
Data: 06/07/2026 08:21:57

Dei um pulo de susto quando ouvi a voz do meu filho me chamar:

“Mãe…”

“Oi Vini… Você chegou tem muito tempo?” - perguntei, enquanto pegava meu telefone de cima da mesinha da sala.

“Já faz um tempinho.”

“Eu acabei dormindo lá no quarto. Deixei o celular aqui na sala e nem mandei mensagem de boa noite para o seu pai.”

“Achei que ele ia chegar hoje da viagem.”

“Pois é… Ele teve que ficar mais um dia.”

Eu me perguntava se o Vini tinha visto o que estava na tela do meu telefone quando entrou pela sala. Tentava ler sua expressão para ver se tinha algo diferente ali.

“Hum… Então foi mais uma sexta-feira solitária para você” - continuou Vini.

“É… Seu pai sempre viajando.”

“Fez algo interessante?”

Estranhei a pergunta. O Vini nunca perguntava o que eu fiz ou deixei de fazer. Será que ele sabia que eu estava vendo vídeos dele no meu celular?

“Eu só fiquei lendo mesmo” - menti.

Obviamente, não poderia relevar que eu passei a noite fodendo com um aluno meu e depois, ainda não satisfeita, me masturbei vendo vídeos íntimos do meu próprio filho.

“Um de seus livros eróticos?” - Vini perguntou rindo.

Diante dessa pergunta, não sabia se ficava aliviada ou mais preocupada. Por um lado, era comum toda família me zoar por causa dos meus romances apimentados. Por outro, poderia ser um indício de que ele viu meu telefone desbloqueado quando chegou em casa.

“E se for? O que é que tem?” - respondi tentando fazer graça.

“Não tem problema nenhum. Você tem que compensar com alguma coisa já que o pai nunca tá aqui.”

Não consegui disfarçar minha surpresa com aquela resposta. A cada palavra que o Vini dizia crescia meu receio de que ele sabia que eu estava assistindo aos vídeos dele batendo punheta. Fiquei muito nervosa, sem saber o que falar, enquanto sentia um calor ardente subindo pelo meu corpo. O pensamento de ser descoberta me dava medo e tesão. Ao mesmo tempo que queria sair correndo, tinha vontade de contar toda verdade. Contar que, antes dele chegar, eu estava deitada completamente nua no sofá tocando minha boceta molhada enquanto via ele exibindo o pauzão num vídeo de celular.

“Haja livros para compensar a ausência do seu pai…” - consegui dizer mesmo com o coração batendo a mil.

“Você bem que tenta né, mãe? Teve aquela vez que você fez lasanha e ele nem apareceu. Você até botou uma lingerie sexy para ele.”

Essas palavras fizeram o fogo que tomava conta de mim queimar mais forte. Ouvi-lo mencionar minha lingerie me deixou eriçada. Não consegui controlar os pensamentos na minha cabeça. Eu imaginava cenários fantasiosos que acabariam em sexo com meu próprio filho. Eu desejava que, ao ouvi-lo abrir a porta de casa, em vez de ter corrido para o meu quarto, eu deixasse ele me ver peladinha na sala pronta para receber seu pau.

“Pois é. Até hoje ele não viu essa lingerie” - falei em tom de brincadeira para tentar desanuviar o clima.

“Azar o dele. Você ficou muito gostosa com aquele sutiã transparente. A parte de baixo também era transparente?”

As perguntas do Vini faziam minha cabeça girar. O tesão crescia junto com o medo. Não podia deixar aquela situação avançar e se tornar algo irreversível, então resolvi pôr um fim na situação e perguntar de uma vez:

“Que isso, menino!? Que pergunta é essa? Por que de repente você resolveu se interessar na vida íntima minha e de seu pai? Aconteceu alguma coisa?”

“Não, mãe. É que eu vi sua calcinha largada aqui no meio da sala quando eu cheguei e achei estranho. Achei que você poderia estar carente já que o pai não veio” - disse ele meio jocoso.

“Putz, não vi que tinha deixado a calcinha aqui no chão…”

“Não tem problema, mãe. Eu também já bati uma nesse sofá” - o Vini falou rindo.

“Bom… eu acabei me deixando levar pelo livro que estou lendo, mas vamos esquecer esse assunto” - disse eu em tom de brincadeira enquanto recolhia a minha calcinha.

Não consegui dormir naquela noite, pois a dúvida permanecia: o Vini viu ou não viu os vídeos dele no meu telefone? Ele foi muito ousado me chamando de gostosa e perguntando da minha calcinha transparente. Mas se bem que no final das contas ele só deve ter falado essas coisas porque viu minha calcinha no chão. Nem deve ter notado o celular. Se for isso, menos mal.

Fiquei pensando quais seriam as consequências de ser pega com vídeos íntimos do meu próprio filho. Será que ele deixaria de falar comigo? Seria que ele contaria para o meu marido? Ou pior, contaria para o irmão e a irmã dele? A preocupação tomou conta de mim. O medo e a ansiedade me fizeram temer a perda da minha família.

No dia seguinte, meu marido chegou e passamos o sábado juntos, eu, o Vini e o Sérgio. Não sei se era coisa da minha cabeça, mas achei os dois mais próximos que o normal, vendo TV juntos, comentando assuntos aleatórios. Achei estranho, pois a relação deles estava estremecida há alguns anos, pois o Vinícius resolveu não fazer faculdade e ainda morava em casa com 21 anos. Vire e mexe, começava uma discussão com esses dois. Mas não naquele dia. Naquele sábado pareciam pai e filho mais unidos do mundo.

Eles até se encarregaram do jantar. Em dado momento, quando entrei na cozinha, notei que mudaram de assunto rapidamente. Não disse nada, mas fiquei paranóica o resto da noite com medo de o Vini ter contado algo para o meu marido.

Mais tarde, já deitada na cama ao lado do Sérgio, resolvi sondar para descobrir do que estavam falando.

“O Vini mudou de assunto rápido quando cheguei na cozinha. Do que ele tava falando?”

“Ele tá pensando em sair de casa. Tá querendo dividir apartamento com o pessoal da banda.”

“Hum… E ele vai ter dinheiro para se sustentar sozinho?”

“Pois é. Falei com ele que não é uma boa idéia. O trabalho de baterista não é estável.”

“Engraçado de repente ele vir com esta história. Ele falou o motivo?”

“Não…”

Ainda não estava convencida de que ele não tinha falado nada, por isso resolvi cavar mais um pouco.

“Bem que eu achei ele estranho ontem à noite. Veio com uma conversa engraçada. Falando que eu estava solitária…”

“Pois é… Ele acha que você vai ficar muito sozinha aqui. Por isso, não queria te contar agora.”

“Ele tá com essa preocupação comigo do nada! Ontem mesmo, falou que eu estava carente.”

“Ele falou isso para mim também. Falou que outro dia você tava até me esperando de lingerie… É verdade?”

O Sérgio estava com um sorriso maroto na cara. A cara de safado que ele faz quando quer transar. Quanto mais passa o tempo, menos vejo essa expressão em seu rosto. Quando éramos jovens, transávamos o tempo todo, em todo lugar. Fazíamos as maiores loucuras. Experimentei muitas coisas novas e safadas com o Sérgio. Mas a vida foi passando e ele foi ficando cada vez mais sério, careta. Hoje em dia, tenho medo de propor uma coisa nova e ele me rejeitar.

“Sim, é verdade, comprei para fazer uma surpresa.”

“Deixa eu ver.”

Fiquei feliz com o pedido. Era uma chance de apimentar novamente nossa relação e quem sabe acabar com esse fogo constante que tenho sentido. Fui até o banheiro colocar a lingerie transparente. Quando saí, o Sérgio já foi me agarrando por trás, pressionando seu corpo no meu e passando suas mãos nos meus peitos, na minha cintura e na minha boceta, que já estava babada. Fazia tempo que não via ele animado assim.

“Que saudade dessa bocetinha molhada” - disse a cara enfiada no meu cangote.

Ele beijava meu pescoço, me abraçando por trás. Mesmo depois de todos esses anos, eu me derreto toda com a pegada dele. Em dado momento, ele olhou para o espelho do quarto e passou a admirar meu corpo refletido. Meus seios grandes com os mamilos à mostra por baixo do tecido, minha cintura fina e meu quadril largo vestido com a calcinha transparente.

“Porra, Júlia, você tá cada vez mais gostosa.”

Eu dei uma risadinha safada, que foi subitamente interrompida pela pergunta inusitada do Sérgio:

“O Vinícius te viu vestida assim?”

“Não… mais ou menos… eu tava com um robe por cima” - balbuciei.

“Ele viu esses melões saltando para fora?”

Sérgio, em pé atrás de mim, acariciava meus peitos enquanto me olhava no espelho.

“Não dá para não ver, né? São bem grandes” - respondi meio sem graça.

“Você deve ter deixado o menino de pau duro.”

Ao ouvir isso, fiquei paralisada, então o Sérgio foi enfiando a mão dentro da minha calcinha, esfregando a minha boceta. Senti o pau dele cada vez mais duro relando na minha bunda, enquanto ele dizia no meu ouvido:

“Você gostou de deixar seu filho de pau duro, né safada?”

“Ai, Sérgio, que besteira é essa?”

“Acho que o Vini deve ter adorado ver as tetas da mamãe…”

“Para com isso, Sérgio, é muito errado…”

“Mas bem que você tá gostando, né vadia? Sua boceta tá encharcada… ”

Concordei, gemendo baixinho, e fui cedendo ao toque do meu marido, rebolando e pressionando ainda mais minha bunda contra sua pica quente.

“Ele viu até os biquinhos?” - perguntou apertando meus mamilos.

“Eu abri um pouco o robe para ele ver…”

“Provocando seu próprio filho, né sua vagabunda? Aposto que a rola dele tava estourando na calça.”

“Isso eu não sei, mas bem que ele tava gostando de olhar. Até falou que eu tava gostosa.”

“Olha que moleque ousado. É safado igual a mãe.”

“Não, ele puxou a você. Perto de vocês eu sou uma santa.”

“Ah é!? Santa não fica provocando o filho. Aposto que sua boceta ficou bem melada com ele olhando pras suas tetas.”

“Ai, Sérgio, não fala essas besteiras. É muito errado pensar nisso.”

“Não precisa fingir, amor, eu sei quando você fica eriçada. Fala pra mim que você ficou toda tesuda mostrando as tetas pro filhão.”

O Sérgio tava me deixando tão louca, falando daquele jeito que não resisti e confessei:

“Nesse dia, até bati uma pensando nele.”

“Porra, Júlia, você é uma puta pervertida mesmo.”

Aquela situação tava me deixando maluca de tesão. Eu não me aguentei e me deixei levar pelo sentimento preso em mim há muito tempo.

“Isso, amor, eu sou uma pervertida mesmo. Sou uma cadela no cio tesuda pelo próprio filho.”

“Você queria que o Vini arrancasse seu robe, né sua vadia?”

“Sim, Sérgio, e depois queria que ele tirasse esse sutiã e mamasse minhas tetas.”

Meu marido tirou meu sutiã, me colocou sentada na penteadeira e, de pé na minha frente, passou a chupar meus peitos. Ele se deleitava sugando e mordiscando meus mamilos, passando a língua e enfiando a cara nos meus seios, louco de tesão.

“É assim que você quer que o Vini faça?”

“Isso, eu quero dar de mamar para ele de novo.”

Sérgio começou a me chupar feito um bezerro. Sugava e apertava minha tetas como se fosse sair leite.

“O Vini ia ficar maluco com seu corpo, Júlia.”

“Será que eu sou mais gostosa que as putinhas novinhas dele?”

“Muito mais, amor. Ele ia ficar louco nesses peitos e nessa bocetinha.”

Meu marido se agachou entre minhas pernas, puxou a calcinha para o lado e começou a lamber meu grelo.

“O Vini nunca deve ter visto uma xana tão molhada assim…”

A língua do Sérgio explorava toda minha xota, me fazendo enlouquecer. Meu marido sabia me dar prazer quando queria.

“Será que o Vini sabe chupar uma boceta tão bem quanto o pai?” - perguntei.

“Ele tem que treinar. Você vai deixar ele treinar na sua racha, amor?”

“Ai, sim, vou me arreganhar todinha para ele e deixar lamber tudo.”

“Até seu cuzinho, Júlia?”

“Sim, Sérgio, principalmente meu cu. Você sabe que eu adoro uma língua gostosa no meu rabo.”

“Será que o Vini vai saber te fazer gozar?”

“Você tem que ensinar para ele, Sergio…”

“É com a língua no cu, dois dedos enfiados na boceta e o polegar no grelo.”

Com a cara metida entre minhas pernas, meu marido movimentava os dedos na minha xana e a língua no meu buraquinho. Gozei deliciosamente pensando no Vini.

Não satisfeita, fiquei de quatro na cama com a bunda bem empinada, pedindo pro meu marido me comer.

“Vem, Sérgio, agora eu quero sentir esse pau socando bem forte dentro de mim.”

“Tá querendo rola, né sua cadela?”

“Quero sim. Quero essa pica grossa agora!”

“Qual buraco você acha que o Vini ia escolher?”

Sérgio pincelava a vara dura no meu cu e na minha boceta, ameaçando enfiar.

“Acho que ele ia amar esse cuzinho guloso…”

Ao dizer isso, Sergio meteu um dedo atrás.

“Mas com certeza, ia preferir essa boceta cremosa.”

Sérgio passou a bombar gostoso na minha xota me segurando pela cintura.

“Que delícia, Sérgio! Estou quase gozando de novo.”

“Você quer gozar no pau do seu filho, sua puta? Quer dar essa bocetinha para ele?”

“Quero muito, Sérgio!”

“Quer sentir o cacete do seu filho arrombando sua boceta, vadia?”

“Siiiiim, amor.”

“O Vini vai te deixar toda arregaçada, sua vagabunda pervertida.”

“Quero sentir a porra do meu filho na minha xana, no lugar de onde ele saiu.”

Sérgio gozou dentro, despejando seu jato quente bem fundo na minha boceta. Ao sentir seu leite dentro de mim, eu também gozei ainda mais forte do que da primeira vez.

Foi uma foda deliciosa E também um grande alívio descobrir que meu marido curte essa fantasia louca que eu nutria pelo Vini. Na manhã seguinte, antes de levantarmos da cama, o assunto começou a passar de fantasia para realidade.

“Agora, não sei como vou deixar você aqui sozinha com o Vini quando eu for viajar.”

“Por quê? Está com ciúme dele?”

“Parece que você tá com mais tesão nele do que em mim”

“Relaxa, foi só uma brincadeira que fizemos” - disse eu para tranquilizá-lo.

“Mas bem que você queria que fosse realidade, né?” - Sérgio respondeu com um sorrisinho no rosto.

“Ai… não sei… Acho que ele ia me rejeitar… nunca mais ia falar comigo.”

“Hum… acho que ele ia estranhar no início, mas depois ia aproveitar. Por que você não continua provocando ele para ver como reage? ”

“Tá vendo? Você que é um pervertido. Quer ser corno do seu próprio filho!?”

“Você sabe que eu gosto de te ver com outros homens de vez em quando.”

“Mas faz muitos anos que não fazemos essas coisas, Sérgio.”

“Sempre há tempo de recomeçar. Não ia fazer mal um temperinho a mais na nossa relação. Todo mundo ia se divertir. O único problema é se o Diogo descobrisse e ficasse com ciúme…”

Diogo é nosso filho mais velho. Ele é um cara mais sério. Parece mais com o pai. Mas também é um homão gostoso. Não posso dizer que nunca passou pela minha cabeça pensamentos pervertidos com ele também. Às vezes acontece quando ele vem passar fim de semana aqui em casa e sai do banho só de toalha. Mas eu sempre me repreendia e suprimia esses pensamentos fingindo que não existiam.

“Aí o único jeito seria dar para ele também” - falei rindo.

“Bem que você queria, né, sua safada!? Queria dar pros dois ao mesmo tempo!”

“Acho que ia ser muito gostoso.”

Sérgio pegou um dildo, botou na minha boceta e meteu seu pau no meu cu. Fantasiamos que eram o Diogo e o Vinícius fazendo uma dupla penetração em mim. Gozei mais uma vez, bem forte com aquela fantasia pervertida com meus filhos.

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Comentários

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gozei lendo todos os contos!! cada um melhor que o outro, ja esperando o proximo!

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Ah! Quero mais, que conto delicioso. Impossível não ficar excitado.

Conte-nos mais

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