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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – A vez da ruiva voluptuosa, única que não é da família – 04

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Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 4426 palavras
Data: 06/07/2026 08:56:08

332, 297 e 291 estrelas ⭐⭐⭐nos 3 primeiros capítulos, já tornam esses contos os mais estrelados com exceção do único conto isolado “Mal que veio para o bem ou o Bem que veio para o mal?” comAgradeço muito aos leitores que atenderam meu apelo e digo que isso me anima muito para continuar os escrevendo. Um muito obrigado a todos.

*****

Acordei no meio da noite após momentos de sexo intenso com minha prima Livia que começou resistindo como minha irmã Monica, porém após tantos orgasmos enormes deu uma sugestão maluca para que pudéssemos continuar a nos relacionar no futuro. A de que eu fizesse todas as outras mulheres da família com quem eu transaria, gostarem de meu pau tanto quanto ela, o que poderia derrubar as barreiras e termos novos momentos juntos.

Essa possibilidade ficaria para outro dia porque assim que acordei percebi que tinha passado um bom tempo e me sentia recuperado. Na hora veio em mente que a próxima seria com ela de 4 por desejo meu, mas finalizaríamos na manhã com ela me montando sem que eu fizesse nada.

Fora quando era criança quando dormi as vezes com meus pais e algumas vezes só com minha mãe, nunca mais dormi com alguém e adorei aquela sensação de acordar sentindo um corpo quente e gostoso colado no meu. Livia adoraria saber que foi a primeira mulher com quem dormi.

Seu sono era pesado e se fosse em outra situação a deixaria dormir, mas aquele era nosso único encontro e tínhamos conversado que queríamos aproveitar. A enchendo de beijinhos na testa e face a acordei.

– Se quisermos fazer o que combinamos, precisamos acordar e fazer uma delas agora.

Sem responder, Livia levantou o pescoço e viu meu pau duro, sorrindo.

– Você não se satisfaz não? Que beleza, é o homem que preciso.

– Impossível com uma das mulheres mais lindas do mundo dormindo comigo pela primeira vez. Você foi a primeira mulher com quem dormi.

– Ahhiii que delicia Vik. Eu gostaria de ser a primeira, a segunda, a terceira a..... Você me deixou tão excitada que também quero ser seu primeiro bumbum. Vou lá buscar o gel, falou se levantando e indo até o banheiro.

Novamente achei que sonhava por Livia estar tão oferecida. Mesmo tendo a esperança de transar com aquelas 8 mulheres, jamais imaginei que uma delas me cederia o bumbum, não pelo fato de meu pau ser grande, mas por não querem me dar aquela alegria imensurável.

No entanto, uma das que tinha o corpo mais escultural, com a bunda mais redonda e das mais arrebitadas foi quem subiu na cama e se colocou a meu lado de 4, com o gel para anal em sua mão.

– Mata sua vontade de comer minha buceta assim e depois come meu cuzinho também. Já dei ele, mas poucas vezes. Não mais do que cinco e como você já sabe, com paus quase a metade do seu.

Levantei-me rapidamente me colocando ajoelhado atrás dela com sua bucetinha lisa escorrendo e seu cuzinho rosa apertadinho parecendo impossível aguentar meu pau. Me senti sendo arrancado do apartamento e levado ao paraíso, pois aquela visão sua de 4 era uma das mais espetaculares de minha vida.

Queria ficar lá babando a admirando, mas por sua oferta estava ansioso e deixei para admirar quando estivesse enterrado naquela delicinha. A segurando firme pela cintura logo fui enterrando em seu canal vaginal o vendo se esticar todo com seus lábios finos rosas formando um “O” em volta de meu pau. Conforme ia entrando se esticava mais e mais parecendo que se rasgariam, mas meu pau tinha estado lá poucas horas antes.

– Isso Vik. Arromba minha bucetinha para que ela não sinta nada com outro pau. Aaaaaaaahhhhiiiiiii, que dor maravilhosa. A dor de sem bem comida como nunca fui.

Aproveitando a lubrificação que tinha deixado lá dentro quando gozamos com ela em meu colo, meu pau escorregava apertado igual, mas com menos dificuldade. Paralisado por aquela visão dele sumindo devagar, nem falava nada, até que senti o fundo.

– Ohhhuuuu. Pronto priminha. Foi tudo.

– Assim entra mais. Ahhhhnnnnnn. Me come bem forte Vik. Bem forte, assim eu gozo e você pode aproveitar para colocar em meu cuzinho. Só passe o gel antes, falou esticando a mão me passando a bisnaga.

Espirrei uma enorme quantidade no cuzinho enquanto acelerava as estocadas. Com o frio do gel seu corpo se retesou, deixando muito apertado. Livia começou a tremer e após umas 3 estocadas gozou sem me dar chance de aproveitar mais sua bucetinha.

Ainda continuei a martelando a segurando no lugar, até que decidi que era a hora e o puxando para fora, encostei a glande melada no gel por cima de sua estrelinha rosa e comecei a forçar, mas não entrava.

– Aaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Você se masturbou pensando nisso priminho?

– Milhões de vezes, confessei com ela olhando para mim por cima dos ombros.

– Oh deus. Oh deus. Então faça a pior das coisas que pensou em fazer comigo nessa posição para gozar.

Não tinha sido nada extravagante, pois só de estar atrás dela comendo seu cuzinho naquela posição já era um estimulante poderoso para meus gozos. Coloquei toda a força até que suas preguinhas cederam e toda minha glande entrou.

– Ohhhhhhhh. Você vai me abrir ao meio priminho. Continua. O cuzinho de sua prima será seu primeiro. Uhhhhmmmmmm.

Com a glande encaixada, não escaparia mais e largando sua cintura fui para realizar seu pedido. Primeiro juntei seus cabelos loiros escuro os segurando juntos firmemente e então soltei um tapa em seu bumbum.

Plaft.

– Aiiiiiiii. Me bate. Me bate. Vamos acordar o prédio todo para que saibam que você é muito mais homem do que aqueles três frouxos.

Não me importei que ouvissem porque não conhecia ninguém naquele prédio e se encontrasse alguém no elevador, achariam que eu era o namorada de Livia.

Plaft.

– Aiiiiiiiiihhhhhhhhh.

Plaft.

– Aiiiiiiiiihhhhhhhhh.

Plaft.

– Aiiiiiiiiihhhhhhhhh.

Continuei porque nos excitávamos e servia para Livia distrair. Meu pau já estava metade enterrado, parecendo que seria degolado, mas com a distração ela parecia não sentir tanta dor.

Mais uns 2 minutos de tapas e pressão, meu pau inacreditavelmente estava inteiro dentro daquele cuzinho antes tão apertado, naquele momento tão esticado.

Plaft.

– Aahhhmmmmmmm. Nunca estive tão cheia. Estou com tanto desconforto que quero que você tire, mas preciso mais que você me coma e me faça gozar analmente pela primeira vez. Vai Vik. Aproveite seu primeiro cuzinho e me faça gozar.

Puxei meu pau quase todo para fora. O empanei de mais gel e voltei a enfiar com cautela, mas devagar fui aumentando a potência. Eu continuava a segura-la apelos cabelos, mas tinha parado de estapear concentrado na penetração e Livia sentiu falta.

– Volta a bater em meu bumbum Vik. Não era assim que você me imaginava? Agora é real. Aproveite.

Livia provocou e teve que aguentar as consequências. Aumentei a intensidade das estocadas, a força dos tapas e a segurando pelos cabelos a fazia olhar para meus olhos.

– Sim, exatamente assim só que quando queria gozar, pensava que você era minha putinha.

– Ahhhh Vik. Não fala assim. Eu vou gozaaaaaar.

– Porque está se sentindo minha putinha, dando o cuzinho para o primo mais novo, não está?

– Simmmmmmmmmmmmm. Estou me sentindo sua putinha. Estou gozaaaaaaando Vik.

No mesmo momento que senti seu corpo convulsionar de prazer, também gozei injetando o que se formou de esperma naquelas horas e até que foi bastante.

– Estou gozaaaaaando minha putinhaaaaaaaaa.

Livia sentiu o calor de meu esperma.

– Tão quente. Tá gostoso. Nunca gozei pelo bumbum. Ahhhnnn.

– Também adoro ser seu primeiro em algo. Uhhhhhmmmm.

Assim que terminei parei os tapas que já estavam mais fracos e deixei aquele cuzinho com medo de o ter machucado, mas não havia sangue aparente. Estávamos quase desmaiados deitados lado a lado, quando ela me assustou.

– Precisamos de um banho, para nos limparmos depois de um anal.

Com sacrifício, nos levantamos e fomos tomar um banho rápido na madrugada, nem de perto com aquele ímpeto do primeiro. Quando me deitei vi em seu relógio que eram quase 4:30 horas da manhã e teríamos umas duas horas de sono, se quisesse fazer uma última vez antes de Livia sair para o trabalho.

Meu estomago roncava de fome precisando repor minhas energias, mas decidi dormir e deixar para o café da manhã que a ajudaria a preparar.

Fui acordado por uma modelo de revista nua e exuberante sentada sobre minhas coxas. Seu sorriso àquela hora depois da noite que tivemos, mostrava o quanto tinha gostado do que estava terminando.

– Deixa que eu faço tudo. Você só curte. Temos meia hora no máximo.

– Se você não diminuir quando eu pedir não passará de 3 minutos.

– Como adoro ser desejada assim com seus olhos brilhando por mim. Pode deixar que vou deixar demorar pelo menos uns 10 minutos.

Livia me dava mais um show de minha vida após a ver de 4. Seu corpo escultural com músculos leves o delineando e seus seios maciços cônicos perfeitos mais a beleza de seu rosto me dando prazer toda feliz, tornou aquele um dos melhores momentos de minha curta vida.

– Livia, vai devagar, implorei.

Ela sorriu.

– Nem comecei ainda. Daqui a pouco vou acariciar também meus seios.

Ver meu pau sumir até a raiz naquela bucetinha linda e apertada, seu corpo, e ela se acariciando nos seios, faria meu gozo não ter retorno.

– Só quando me quiser fazer gozar, ou não vou conseguir segurar. Desculpe.

– Depois de tudo que me deu essa noite, nunca se desculpe comigo. Mesmo me fazer ter sexo com você sem eu querer. Eu te perdoo de tudo.

Livia tentava acelerar, mas percebia que eu não aguentaria e diminuía feliz por ter aquele poder sobre mim.

– Eu ficaria aqui o dia inteiro enterrado nesse pau delicioso, mas não teria como explicar as outras. Fora que não posso faltar no trabalho e nem você na faculdade. Quem sabe um dia, falou me animando.

Não passou de 10 minutos, mas quando Livia me fez gozar e gozou ao mesmo tempo foi de forma espetacular se apalpando nos seios, apertando seus biquinhos da mesma forma que seu canal apertava meu pau enterrado em sua bucetinha porque ela tinha parado o ir e vir só para o sentir lá dentro jorrando.

– Estou gozando Vik. Tão forteeeee.

– Eu também Livia. Eu também.

Foram longos orgasmos, o de Livia bem mais longo e quando terminou se deitou a meu lado. Não tínhamos muito tempo, mas acho que naquele pouco tempo ela pensou o mesmo que eu. Que infelizmente era o fim, com uma pequena possibilidade de podermos continuar um dia.

O banho foi rápido novamente, mas não tanto como durante a madrugada. Nos esfregávamos com pressa com um ar de despedida. Minha última visão inesquecível, foi ver Livia se trocando com sua roupa de trabalho toda séria, na qual ficava gostosa do mesmo jeito.

Após me trocar a ajudei com o café da manhã e ao terminar, nos despedimos, infelizmente sem poder dizer até a próxima e sabendo que quando nos encontrássemos perto das outras, ela teria que fingir estar brava comigo.

Fui para casa, peguei minhas coisas e fui para a faculdade feliz e triste ao mesmo tempo em minha moto. Só no que pensava foi no que Livia disse que se eu fizesse pelo menos mais uma ou duas das outras gostarem de meu pau como ela, teríamos a chance de continuar.

Não seria nada fácil por não fazerem sexo comigo por vontade própria e podendo machucar as virgens com meu pau enorme.

Não demoraria e descobriria porque só faltavam 18 dias para o casamento e teria que ser antes daquela data.

Eu tinha tidos os 2 dias mais maravilhosos de minha vida perdendo a virgindade com minha irmã, meu ideal de mulher e no dia seguinte com minha prima tão linda que não importavam os ideais de beleza, pois parecia uma modelo de revista.

Naquela terça-feira foi um dia perdido na faculdade e só pensei nisso e em como seria com as outras 6 mulheres com quem ainda faria sexo, isso se nenhuma se rebelasse. Eu já tinha decidido após Monica e Livia, que acontecesse o que acontece com as outras, não mais cobraria que fizessem sexo comigo se não quisessem.

Imaginei que se uma delas recusaria seria Moana e talvez minha mãe, minha tia e Suzi, essa por não ter ligação com a família a não ser a amizade com Monica.

Como nenhuma delas entrou em contato comigo, decidi grudar em meu pai e meu tio até descobrir o que eles estavam aprontando. Com minha moto e de capacete não seria difícil os seguir, pois era uma moto bem comum que meus pais me deram quando fiz 18 anos.

Na quarta e na quinta-feira, novamente nenhuma das seis que faltavam entrou em contato e imaginei que a propaganda sobre mim que Livia disse que faria para elas tinha falhado, ou pior as amedrontado ao invés de ajudar.

Meu pai também tinha ficado quieto em casa, mas naquela noite avisou a minha mãe que ia sair com meu tio para encontrar amigos em comum em um bar. Com a antena ligada, ouvi suas desculpas que conversariam sobre uma pescaria que fariam em breve e o encontro era para acertarem os detalhes.

Antes que ele saísse e fosse até a casa de meu tio ao lado para saírem com o carro dele, já estava em cima da moto com meu capacete e quando os vi partindo, os segui. Como não sabia em qual bar iriam, não estranhei o caminho enquanto estavam na cidade, mas quando pegaram uma estrada que ia para uma cidade vizinha, já desconfiei.

Quando passaram pelo primeiro Motel, achei que tinha me enganado, mas no próximo o carro de meu tio diminuiu a velocidade e entraram. Senti um enjoo instantâneo confirmando o que eu e Livia conversamos de que poderiam ser gays. Não porque fossem gays, mas porque traiam nossas duas mães com outro homem.

Para dar chance para a dúvida, pensei que poderiam ter duas mulheres lá dentro os esperando, ou que chegariam em um carro logo após eles. Fiquei esperando no escuro correndo riscos em uma rodovia por mais de uma hora e nenhum carro com duas mulheres entrou.

Sabia que sempre voltavam tarde para casa quando saiam juntos, então decidi ir embora, porque mesmo se comprovasse teria que ter uma prova para convencer minha mãe e minha tia, mesmo que uma foto dos dois sozinhos entrando em um Motel já diria muito.

A chance maior seria em uma das idas de meu pai a casa de meu tio quando minha tia Fabiana e Victoria saiam com minha mãe e minhas irmãs para o clube nos sábados pela manhã. Engraçado e suspeito era que quando elas iam ao clube, eles diziam ter algo a fazer e quando elas não iam, eles diziam que iam jogar tênis.

Minha chance seria no sábado ou domingo, mas antes na sexta-feira pela manhã recebi uma mensagem da maravilhosa ruiva Suzi, meu objeto de desejo como namorada antes de receber aquele vídeo.

<Oi. Você tem algum compromisso hoje à tarde?>

Era sexta-feira e qualquer compromisso que tivesse teria cancelado. Sempre imaginei seu corpo voluptuoso sem nada fora do lugar nu, mas depois de conhecer os corpos de minha irmã e prima, tinha uma ideia muito melhor de como ele poderia ser.

Suzi era verdadeiramente ruiva, com cabelos vermelhos alaranjados longos e ondulados muito sensuais. Seu rosto cheio de sardas marrons claras era redondo perfeito com lábios carnudos, nariz reto bem feminino e olhos verdes esmeralda cristalinos, hipnotizantes.

Suas curvas mais generosas e cheias do que as de Monica e Livia, igualmente esculturais e incrivelmente firmes. Eu a via de biquini e nada, nada nela estava fora do lugar. Bumbum cheio, coxas grossas e seios grandes.

A vendo de biquini só ficava para minha imaginação suas aréolas e mamilos e sua bucetinha. Se tinha lábios grandes ou pequenos e se eram rosas como imaginei que fossem. Fora minha maior curiosidade que era saber se mantinha os pelinhos e se eram alaranjados como seus cabelos, o que era quase certeza. O toque final era seu corpo todo sardento dando vontade de lamber cada uma de suas sardas.

Esses foram os motivos que me fizeram a desejar como namorada, mas não só. Ela era também uma garota muito legal e comportada, o que me fez pensar que seria uma ótima esposa, mas por eu ser 4 anos mais novo e ser a melhor amiga de minha irmã, só me tratava como um irmão mais novo.

Quando Monica me enviou a mensagem perguntando o que eu queria em troca de não mostrar aquele vídeo a ninguém, as mulheres lindas de minha família logo me deram a ideia do que pedir, mas Suzi não ficou esquecida, pois seria minha chance com ela e estava perto de acontecer.

<Nenhum compromisso, mas por você desmarcaria se tivesse>

Suzi não estava para brincadeiras.

<Quero resolver minha pendência o mais rápido possível. Onde podemos nos encontrar? Não quero em sua casa com sua mãe aí>

<Não tenho nenhum lugar. Só se for em um Motel>

<Não quero um Motel e a chance de ser reconhecida. Estou te enviando essa mensagem porque meus pais viajaram hoje passar 15 dias na praia. Vem em minha casa lá pelas 2 da tarde. Espero ter resolvido até as 4>

Pela forma como escrevia imaginei que a propaganda negativa de sua amiga inseparável Monica, foi mais eficiente do que de Livia, só uma amiga mais distante. Ela estava fria, mas fosse como você, jamais deixaria de conhecer seu corpo ruivo.

<Eu vou. Me passe o endereço>

Ansioso pelo encontro com a única das mulheres que não era de minha família, queria saber como seria o sexo sem proibições com uma mulher, mesmo com sua falta de vontade.

Ao chegar em sua casa já coloquei a moto direto na garagem por orientação sua por mensagem. Ela não queria chamar a atenção de vizinhos que tinha alguém com ela. Suzi me recebeu pela porta da cozinha de calça jeans e camiseta branca, totalmente básica parecendo não querer despertar minha libido.

Não adiantou porque ela era linda e escultural de qualquer jeito e quando me chamou para a acompanhar, a olhando de costas com aquela calça jeans meu pau ficou duro na hora. A marca de sua calcinha sugeria que era grande e provavelmente bem básica, mas a redondeza e o enchimento, além de o imaginar branquinho e com sardas fez o serviço de combustível sexual.

Na sala, ela me mandou sentar e se sentou longe, toda sem jeito.

– Só vou fazer porque não quero que minha melhor amiga deixe de casar. Me sinto abusada e nunca imaginei isso de você.

A terceira mulher das oito e a terceira que reclamava da situação. Ou me acostumava ou me sentiria mal todas as vezes. Pelo menos descobri que Monica cumpriu sua parte do trato que seu eu a apagasse dos vídeos ela não contaria as outras, nem a melhor amiga.

– Não estou te obrigando e não sou um abusador. Não vim aqui para ser ofendido. Vou embora, falei me levantado.

Seu olhar foi de surpresa e medo.

– Nãoooo. Não faz isso. Me desculpe. É que fiquei muito decepcionada com sua atitude. Não quis dizer que é abusador.

– Também fiquei decepcionado com você. Eu queria te namorar. Além de ser linda sempre te achei legal e que seria uma ótima esposa se um dia casasse com você e então te vejo chupando o pau de um estranho nojento, falei com dureza.

Do ataque, Suzi passou a defensiva.

– Foi a bebida. Foi a pressão das outras. Eu nunca faria aquilo com um desconhecido porque nunca fiz nem com meu namorado. Aliás, nem com ele fiz muito porque na primeira vez deu tudo errado, tanto que deixou de ser namorado e não namorei mais.

Fiquei curioso do que aconteceu com seu namorado porque não queria que acontecesse também comigo, mas não era algo que eu poderia continuar. Continuei no ataque.

– Não se justifica estar embriagada. Se for assim, também posso me justificar que estou fazendo o que estou porque meu sangue está cheio de hormônios sexuais adolescentes e minha mente entorpecida por tesão por mulheres tão lindas e gostosas.

– Eu sei que você gosta de mim há tempos. Eu percebo. Você é muito lindo, mas nem tinha 18 anos e é o irmãozinho de minha melhor amiga. Agora que tem 18 anos, nem me importaria com essa diferença, mas estou com medo. A Monica disse que você é muito grande lá embaixo e tenho uma história ruim com o único homem que já tive. Talvez porque como o pênis dele era pequeno, quis mostrar que era homem de outra forma e me deu tapas no rosto, nos seios e até em minha vagina e quando tirou minha virgindade, gozou em segundos, se levantou e me deixou chorando por ser agredida e com ódio dele por ter tirado minha virgindade e não ter se preocupado em me dar um orgasmo.

Uau, eu conheci seu namorado porque fiquei com ciúme dele e se ela ou Monica tivessem me contado eu teria dado uma surra nele porque Suzi não tinha um irmão para a defender.

Não tinha muito como dizer que era diferente dele, então esperei que Monica não tivesse mentido.

– Por acaso minha irmã falou que fui violento ou agressivo propositalmente com ela?

– Não, ela está puta com você porque a fez trair o noivo. Talvez com medo que ele sinta na lua de mel que ela teve outro. Fora o tamanho, ela não comentou muito do como foi.

– Com o ódio que ela está de mim, você não acha que se eu tivesse abusado dela, a agredido e a machucado, ela não contaria? Principalmente para você pois com certeza ela não quer que a melhor amiga sofra isso novamente.

Suzi pensava parecendo que de dava conta que eu tinha razão.

– Não, com certeza você não fez nada disso ou ela contaria e sua prima não ficaria falando de seus atributos, mesmo brava com você.

“Obrigado Livia, pensei”

– Prometo que vou parar todas as vezes que pedir. Prometo ir lentamente. Se você preferir, eu me deito e você vem por cima e controla como se sentir bem. Se quiser pode até amarrar minhas mãos para ter a certeza que não vou de dar tapas.

Pela primeira vez, Suzi sorriu.

– Você faria mesmo isso?

– Por você, faria qualquer coisa. Experimente e verá.

Suzi se animou.

– Te conheço há muito tempo e tenho a certeza que não me agrediria de jeito nenhum, mas eu me sentiria mais segura, se te amarrasse, falou insegura.

– Já disse que por você eu faço, mas quero ter o poder de te pedir coisas. Não para pedir fazer em mais de 3 posições como as outras, mas algumas coisas que não me saem da cabeça desde que te conheci. Você pode recusar.

– Está bem. Vai ter que ser na cama de meus pais onde será mais fácil amarrar suas mãos porque a cabeceira é com grade. Vem comigo, falou se levantando.

De novo a segui olhando para aquele corpo monumental voluptuoso o desejando mais do que nunca e sua calça jeans só me deixava mais tarado.

– Se minha mãe descobrir, vai me matar. Melhor tirar a colcha para não sujar.

A observei arrumar a cama só deixando o lençol e travesseiros. Suzi parecia menos assustada e com menos raiva de mim, depois da opção que dei de me amarrar e na verdade só me excitava saber que ela iria me ter como quisesse para fazer sexo comigo. Quando terminou, olhou para mim.

– Fique só de cueca e se deite no meio enquanto vou buscar algo para amarrar suas mãos. Já sei o que vou usar.

Gostei se sua desenvoltura me mandando tirar a roupa. Rapidamente tirei o tênis, meias, calça e camiseta. Propositalmente arrumei o pau duro saindo pelo elástico passando por cima do umbigo. Para não perder o show que aquela ruiva me daria, puxei os dois travesseiros grossos e me deitei com o pescoço dobrado me dando visão total do quarto grande de seus pais.

Assim que entrou pela porta com algo longo na mão, parou imediatamente me olhando de longe.

– Meu deus. Pensei que a Monica tinha exagerado quando falou que era o dobro do namorado dela, mas acho que de meu namorado é 3 vezes maior. Vou precisar de algo para ajudar, se é que vou conseguir. Já volto.

Depois de 2 minutos Suzi voltou e tinha um frasco de creme na outra mão. Chegando ao lado da cama não conseguia tirar os olhos de meu pau que tinha quase um terço para fora da cueca.

– É um creme bem oleoso e antialérgico. Esse é o cinto atoalhado de meu roupão e não vai machucar seus braços.

O creme ela colocou no canto do colchão e subindo na cama veio até meu lado. A ajudei e estiquei os braços para trás os passando pela cabeceira em grade vertical. Para me amarrar Suzi se curvou sobre meu rosto e enquanto me amarrava pelos pulsos por entre as grades senti seu perfume natural delicioso. Diferente dos de minha irmã e minha prima, mas gostoso demais também.

Sua camiseta pendurada caia sobre meu nariz e não pude deixar de comentar após ela perceber minhas fungadas profundas.

– Você tem um perfume delicioso e exótico. Talvez por ser ruiva. Adorei.

Concentrada em dar o nó, não me respondeu e nem era o que eu queria. Parecendo satisfeita, desceu da cama e olhou em meu rosto.

– Tenta sair, mas de verdade. Não finja. Acho que não tem como você se libertar.

Forcei para abrir os braços, dei uns puxões, mexi cada pulso em uma ordem inversa e nada. Eu realmente estava preso e felizmente aquele tecido atoalhado era confortável.

Suzi me olhou pela primeira vez com um cara safadinha, depois olhou para meu pau e me provocou.

– Agora eu poderia tirar umas fotos inapropriadas e negociarmos aquele vídeo.

Meu nervosismo que era zero, continuou da mesma forma. Eu estava era excitado demais e sinceramente ela poderia tirar as fotos e a divulgar, que eu nem me importaria.

Soube desde o primeiro segundo que era um blefe e ela brincava com a situação. Tive uma ideia, para retribuir sua provocação.

– Ou eu poderia te mandar me desamarrar, depois fazer um strip-tease para mim, em seguida te mandaria fazer um oral e finalizaria te mandando ficar de 4 e se não me obedecesse, publicaria aquele vídeo, mesmo que você publique as fotos que faria.

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