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Helena, a suja

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1383 palavras
Data: 06/07/2026 09:15:32
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 1: A Rotina Quebrada

Eu tinha 28 anos quando tudo isso começou de verdade, mas, puta merda, parece que foi ontem. Acordo lembrando do cheiro do Marcos me acordando com o pau duro roçando minha coxa, a barba dele arranhando meu pescoço, e eu já abrindo as pernas sem nem pensar. Casada há oito anos, feliz pra caralho com ele, juro, feliz mesmo. Ele me comia como se eu fosse a última mulher do planeta, me fazia gozar toda vez, me chamava de vadia na cama e eu amava. Mas tem uma coisa que ele nunca teve: meu cu. Esse eu guardava pros outros machos. É a minha regra, a minha loucura, o meu vício.

Naquela manhã de sábado, ele me virou de bruços, empinou minha bunda e meteu de uma vez. Pau grosso, cabeçudo, entrando na minha buceta já molhada como se tivesse nascido pra isso. “Ah, porra, Marcos… fode forte”, eu gemi, empurrando pra trás, engolindo ele inteiro. Ele segurou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás e socou com força, o som da carne batendo ecoando no quarto. Eu gozei rápido, o corpo tremendo, a buceta apertando ele até ele gozar dentro de mim, jatos quentes que escorrem pelas minhas coxas quando ele saiu.

“Você é minha”, ele rosnava, beijando minha nuca antes de ir pro banho.

Eu ficava ali, ofegante, sorrindo. “Sim, minha buceta é só sua”

Porque o cu? Esse é meu. Para dar pra os outros.

Eu amava o Marcos. Amava de verdade. Viajávamos, riamos, transavamos no chuveiro, na cozinha, no carro. Ele me fazia gozar toda vez, me chamava de safada, me comia com vontade. Nosso casamento era feliz. Mas tem uma tara em mim que é maior que tudo: trair. Não é por falta de amor, não era por ele ser ruim de cama. É por adrenalina. É por risco. É por ver um pau estranho esticando meu cu enquanto eu sei que posso ser pega a qualquer momento.

E a regra é de ferro:

- minha Buceta é só do meu marido, já meu cuzinho é playground e depósito de porra dos outros machos.

É o meu jeito de manter o casamento “limpo” enquanto me sujo inteira. E, puta merda, como eu amo me sujar, principalmente com uma boa gozada de um desconhecido”

Minha rotina é um jogo que eu jogo sozinha, com o mundo como plateia.

Adorava ir ao supermercado, sem calcinha. Vestidinho colado ou de mini saia com blusa decotada. Sinto o ar fresco roçando minha buceta depilada a cada passo. O plug anal pulsando no meu cu guloso. Os olhares dos caras, o açougueiro, o padeiro, o rapaz novinho do hortifruti, eram como carícias, me fazendo ficar toda melada. Uma vez, um cliente qualquer me seguiu até o estacionamento. Parei ao lado do carro, virei de costas, empinei a bunda. Ele hesitou. Eu sorri e entrei. Quase.

Eu tinha 26 anos quando traí o Marcos pela primeira vez. E, caralho, foi na escada de incêndiodo prédio.

João era forte, alto, másculo. o porteiro tinha uns 42 anos, 1,90m, braços grossos, pele morena, barba rala. me deixava louca, sempre que cruzava com ele sentia um arrepio percorreu meu ventre, queria muito dar pra ele sentir seu corpo, seu cheiro, seu gosto, seu pau dentro de mim, mas pensava no meu marido foi então que resolvi, vou dar o rabo pra esse macho, assim a buceta vai continuar sendo só do meu maridinho que amo, não vai ser traição. Com isso claro pra mim, após muitas siriricas pensando no porteiro resolvi que era hora de seduzir ele.

Desde muito cedo tomei consciência de que chamo a atenção dos homens e gosto muito disso, com João não era diferente, ele me devorava com o olhar, é isso me deixava molhada, mas agora precisava dele duro dentro de mim, me fazendo de puta e pra isso não bastava me olhar tinha que me ver por inteira.

Comecei então a diminuir o tamanho das minhas roupas que já eram pequenas, agora estavam minúsculas e sempre arrumando desculpas pra descer até a portaria e ficar de papo furado com ele, cada vez me insinuando mais, “ você é bem forte, gosto de homens assim, que sabem judiar de uma mulher” disse pra ele na terça feira, ele ficou sem reação. Na quarta feira o elevador de serviço quebrou, minha chance pensei, vesti meu menor vestido sem calcinha claro, peguei um vidro de óleo corporal que eu iria usar de lubrificante, passei a mão no interfone e chamei o João dizendo que minha porta não estava trancando se ele poderia dar uma olhada, ele claro disse que já estava subindo, desliguei o interfone e comecei a descer a escada de incêndio no sétimo andar eu o encontrei.

Oi - disse com a voz mais mal intencionada que achei - tô precisando muito da sua ferramenta na minha bunda. - conclui levantando o vestido e mostrando minha pepeka lisinha pra ele.

João subiu devagar, caixa de ferramentas na mão. Parou dois degraus abaixo. “Dona Helena… isso não é certo.”

Eu desci, fiquei na frente dele. “Quero que você me foda. Aqui. Agora.” Toquei o pau dele por cima da calça. Duro. “Mas tem uma regra.” Virei de costas, subi o vestido até a cintura, revelando minha bunda nua. “Só no meu rabo. Nada na buceta. Entendeu?”

Ele hesitou. “Seu marido…”

“Ele não vai saber.” Eu me ajoelhei no degrau, abri o zíper dele, tirei o pau, grosso, veioso, cabeçudo, uns 19cm. Cheirava a suor e homem. Eu lambi a cabeça, chupei devagar, engolindo até a garganta, baba escorrendo. João gemeu, mão no meu cabelo.

“Caralho… que boca…”

Eu chupei com vontade, língua rodando a glande, mão massageando as bolas. Ele tentou puxar minha cabeça, mas eu parei. “Calma. Agora você.”

Ele se ajoelhou, tentou abrir minhas pernas. Eu fechei. “Não. Nada na buceta. Só no cu.” Virei de costas, empinei a bunda, mãos no corrimão. “Lambe meu cuzinho.”

João obedeceu. Ajoelhou-se, abriu minhas nádegas com as mãos grossas, língua grossa lambendo o anel apertado. Eu gemi alto, o som ecoando na escada vazia. Ele lambeu com vontade, cuspindo, enfiando a língua, abrindo meu cu com os dedos. Eu gozei só com isso, pernas tremendo.

Acabei de arrancar o vestido, passei o óleo na minha bunda toda, passei uma boa quantidade na portinha do meu rabo e naquela rola enorme e dura.

“Agora mete”, ordenei, voz rouca.

Ele se levantou, encostou a cabeça no meu cu. Empurrou devagar. A cabeça entrou com um *pop*. Eu respirei fundo. “Devagar… no começo.”

Ele entrou centímetro a centímetro, meu cu engolindo o pau inteiro. Parou quando estava todo dentro. “Tá doendo?”

Eu empurrei a bunda pra trás. “Não.” falei olhando pra trás, “vai mete forte nesse rabo”

João começou a bombar – lento, depois rápido, depois agressivo. Segurou meus quadris com força, metendo até o talo, o som da carne batendo ecoando na escada. Eu gritava abafado, unhas arranhando o corrimão.

“Gosta de ser fodida no cu, sua vadia casada?”, grunhiu ele.

A cheiro de sexo, suor e óleo subindo pela escada e tomando conta de nois dois, o pau dele entrando e saindo com força e violência do meu rabo, minha buceta pulsando de tesão, o medo de alguém abrir a porta, meu coração a mil.

“Adoro… me arromba…me faz gozar como uma puta suja…”

Ele acelerou ainda mais, dava pra sentir o pau dele batendo fundo no meu cu, os quadris batendo com força contra minha bunda, estocada a pós estocada, estava me levando a gozar novamente, sentia minha buceta escorrendo, meu clitóris duro, até que ele gozou – jatos quentes e grossos enchendo meu cu, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Eu tremia, o cu latejando, aberto, vermelho.

João guardou o pau, ainda duro. “caralho que cuzão gostoso dona Helena ”

Eu me virei, sorrindo, limpando o sêmen da perna com os dedos e lambendo. “obrigado por destrancar minha porta”

Subi as escadas até o apartamento, bunda dolorida, coração disparado, as coxas sujas de porra, a buceta pegando fogo. Primeira vez traindo de verdade. E na escada de incêndio. Perfeito.

naquela noite dei como louca para o meu marido, cada estocada dele no meu útero me fazia lembrar o porteiro fudendo meu rabo, gozei como nunca. Agora precisava achar outro macho pra foder meu rabo.

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