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Da Fantasia a Realidade parte 2

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Um conto erótico de Fantasidades
Categoria: Heterossexual
Contém 1232 palavras
Data: 06/07/2026 10:22:27

Entramos na sala e, ainda extasiados pelos acontecimentos, não foram mais de 1 hora passada e, de repente, estávamos frente a frente, nos pegando como 2 jovens alucinados de tesão. O clima não poderia ser melhor entre nós. Eu beijava Flavia com um sentimento diferente, de realização, um desejo acima do normal. Sentia como se quisesse devorá-la ali mesmo. O ciúmes não me atingiu. Eu sabia e desejava o que tinha acontecido ali. Eu via a minha esposa se segurando, apoiada em mim, porque as pernas ficaram moles de orgasmos seguidos minutos atrás. Seu rosto esbanjava satisfação, um sorriso de canto de boca e um abraço seguro, como quem, sem dizer nada, sabe o tamanho da loucura que estava começando ali.

— E aí... foi bom pra você? — Perguntava em tom de riso, a frase mais clichê de todas.

— Foi louco e, ao mesmo tempo, incrível. Mas tô vendo que você também gostou muito, né? — Diz Flavia, levando sua mão ao meu pau totalmente duro e iniciando movimentos acariciando.

Eu não via a hora disso acontecer. Entre todos os exibicionismos, sempre pensei em algo assim. A ideia de vir para cá não foi a certeza de que algo aconteceria, mas que, se chegasse perto de acontecer, eu não faria nada para impedir.

— Eu vi, senti bem que me virou e, quando falei que pegaram minha bunda, você levantou ainda mais meu vestido. Queria que eu ficasse exposta, não queria?

Seus movimentos aumentaram a pressão e seu rosto ficou coladinho com o meu. Ela falava ao pé do meu ouvido. E minha resposta travava um pouco, porque, a cada palavra, meu tesão aumentava.

Apertei sua bunda com as duas mãos, dando um tapa.

— É claro que eu queria. Eu estava doido para ver até onde exibir você nos levaria, e vi que nos levou muito longe. Nunca vi você gozando como gozou.

— Eu não sabia como reagir e me deixei levar. Estava com muito tesão. Ver outros casais transando, ver o palco, o show ao vivo e, de repente, me sentir tocada por outro, com você me permitindo tudo, me deixou maluca de tesão. E tudo que eu quero agora é sentir você dentro de mim.

Ela abaixa e começa a chupar meu pau, uma chupada babada, digna de quem está morrendo de tesão e se agarrando ao pau, se deliciando, quase uma recompensa por ter deixado ela aproveitar cada segundo da foda anterior.

O clima nesse lugar não é um clima onde casais façam amor. É um clima de volúpia, de sexo, de desejo, de entrega... É um clima totalmente sexual para explorar o que os casais reprimem em suas casas, ou para aflorar comportamentos sem julgamentos, só entrega ao desejo.

— Quero sentir você, quero sentir você dentro de mim agora!

Ela levanta, me beija e vira de quatro, oferecendo sua bunda pra mim.

— Me pega por trás, igual você estava vendo agora há pouco. Me pega e me faz gozar igual o outro cara fez.

Suas palavras pareciam um desafio e, claro, ele foi aceito. Segurei sua calcinha para tirar de lado e percebi o quanto ela estava molhada. Meu pau entrou sem dificuldade nenhuma. Eu estocava e dava tapas em sua bunda, enquanto ela só pedia mais e mais. Segurei seus cabelos e a puxava contra mim, enquanto levava meu corpo contra o dela. Os estalos da sua bunda batendo em meu corpo aumentavam e seus gemidos também faziam o ar da sala ficar ainda mais sexual.

— Mete, amor, mete! Me faz sentir todo o tesão que você estava tendo lá fora. Me mostra o tesão que vi na sua cara enquanto ele me comia.

— Sua vagabunda! Minha vagabunda. Estava adorando levar outra rola. Sua cara não negava... Agora, leva a minha!

E, plaft, um tapa generoso em sua bunda.

— Mais forte! E não para de meter.

Plaft, outro tapa em sua bunda, dessa vez ainda mais forte.

— Ai, caralhooo... Quero mais, amor.

Sua mente já estava a mil de tesão. Então ela resolve provocar...

— Vai, amor... Tá com dó da sua mulher? Quem tava lá fora não sentiu dó nenhuma!

Suas palavras foram um gatilho em minha mente. Aumentei o ritmo e forcei ainda mais para dentro dela. O terceiro tapa deixou uma marca em sua bunda.

— Vira, que eu quero ver sua cara de puta. Quero que goze olhando pra mim!

Viro ela de frente e continuo metendo com força. Minha mão procura seu pescoço e aperto com firmeza e tesão. Minha outra mão estapeia seu rosto de forma vulgar. Um tapa, seguido de um sorriso de puro êxtase e desejo.

— MAIS!

Dou outro tapa e aumento o ritmo.

— Caralho, eu vou gozar!

— Me enche, filho da puta! Enche sua putinha de gozo... Goza em mim, que estou gozando também!

Gozamos juntos, naquela sala à meia-luz. Ambos gozamos gostoso. Seu rosto vermelho de ter a respiração reprimida, misturado aos tapas, mas um olhar de puro desejo realizado. Ela não precisava falar uma só palavra para saber que estava totalmente realizada, que estava sem nenhuma trava, sem nenhum pudor, apenas o prazer e a satisfação da cumplicidade daquele ato. Ao lado dela, caí... cansado para respirar por alguns minutos, enquanto ela se recompunha também. Nunca tinha vivido tamanho prazer em nenhuma transa. Nem em épocas de solteiros e farras poderia superar a entrega que tive naquele momento.

Uns instantes depois de termos terminado, três palmas foram ouvidas e nos viramos praticamente juntos.

— Vocês souberam deixar uma plateia com mais tesão que o show que estava acontecendo lá fora.

Dizia o anfitrião que nos recebeu e que só eu sabia que era ele quem tinha transado com Flavia.

Rapidamente, ela tentou cobrir seu corpo e, até um pouco sem graça com o comentário, quando o anfitrião e eu rimos.

— Não fique com vergonha. Você tem um belo corpo, e todos que vimos aqui de fora concordamos. Aceitem, é por conta da casa.

E nos entrega uma garrafa de champagne com um cartão, um agradecimento pelo show e um convite para um camarote.

— Vão ao bar, bebam um pouco e aceitem esse convite. Vamos estar no camarote para ficarmos o restante da noite. Seria uma honra que vocês estivessem por lá.

Diz isso esticando a mão novamente e, com o mesmo gesto, beijando a mão de Flavia. Porém, dessa vez, ele foi além. Beijou sua mão e ajudou Flavia a levantar. Ficou com o corpo praticamente colado com ela.

— Vejo por que seu marido não quis sair da sua frente. Você tem um corpo escultural de costas, mas, de frente, é ainda melhor.

Seu dedo desceu pelo seu rosto e passou em seus lábios. Flavia estava imóvel. Aquele homem sedutor e elegante, aquela voz... ela já sentiu esse toque.

— Então era você? Era você que estava lá fora?

— Sim! E agora espero que não recusem meu convite. Podemos aproveitar um pouco melhor o que começamos, não acha?

Diz ele chegando perto e beijando Flavia. Um beijo assustado, mas correspondido.

— Aguardo vocês.

Ele sai então e Flavia, ainda com olhar espantado, o segue com os olhos, como quem queria falar ali na hora, mas não teve palavras.

— Vamos ao bar, amor. Nos recompor e pensar sobre o convite. O que acha?

— Vamos. Só preciso ir ao banheiro antes, me arrumar um pouco...

Estamos acabando a noite, pessoal... Pode deixar que tentarei ser mais breve no próximo capítulo. Será que vão aceitar o convite?????

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