Olá, pessoal. Júnior voltando para continuar a história com Clara. Boa leitura. Não se esqueça de avaliar e comentar. Lembrando que o conto reflete os pensamentos e vivência do autor, mesmo que a história seja ficcional. Abraço.
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Acordei cedo no domingo de manhã. Sonhei que estava transando com Clara na minha cama... acordei, sozinho, gozando no pijama. Frustrado, não consegui dormir direito. Fiquei rolando no colchão até o amanhecer, cochilando e acordando.
Levantei, tomei um banho, coloquei o pijama de molho. Tomei café da manhã, me arrumei e fui para o culto dos jovens. Eu estava ali somente de corpo presente, pois a mente estava na kitnet de Clara.
— Irmão Júnior, sua vez de participar com a leitura bíblica - falou o irmão lá do púlpito, me arrancando dos meus devaneios.
— Qual é mesmo o capítulo, irmão? - perguntei pro garoto do lado.
— Essa é fácil, I Coríntios, 7.
Abri a Bíblia e achei o capítulo. Comecei a leitura em voz alta. Eu deveria ler até o verso 10 e em seguida explicar.
— Irmão Júnior, pode explicar pra gente? - pediu o irmão que presidia o culto.
— Eu entendo que nós, jovens, devemos controlar nossos desejos sexuais, nos entregando a Deus em primeiro lugar. Enquanto isso, encontrar uma moça para namorar e casar em breve, conservando nossos corpos em santidade até o casamento.
— Isso mesmo, irmão. Compreendeu bem a mensagem.
Logo após houve a exortação da Palavra, e o tema foi semelhante. Não cair em tentação. Eu não sabia o que fazia ali. Estava enganando a quem? Meu corpo já era do Inimigo, sem perdão nem salvação.
Fui para casa pensativo. Mas logo que saí a igreja minha mente se voltou para a buceta apertada e para o corpo malhado de Clara.
Cheguei, estacionei o carro na garagem. Já passava de meio-dia. Ela estava com a janela aberta. Parei na janela, ela estava trocando a roupa de cama.
— Oi vizinha! - falei alto. Ela se sobressaltou.
— Oi! Vou gritar de novo hein!! - disse, rindo.
— Já chego aqui, só tirar essa roupa.
Entrei em casa, troquei rapidinho de roupa, e bati na porta dela.
— Entra!
Abri a porta e entrei. Ela tinha fechado a janela e ligado o ar condicionado. O dia estava quente. Eu a beijei gostoso, segurando-a pela bunda firme.
— Oi gostoso, o que vamos fazer hoje?
— Tem alguma coisa em mente?
— Almoçar e depois estamos livres.
— Certo. Então vamos passear no Boulevard Laçador?
— Nem sei o que é, mas quero ir.
— É do lado do aeroporto, ver avião pousando e decolando, e o final de tarde.
— Então tá.
Ela esquentou o restante do camarão e almoçamos. Lavamos a louça, conversamos por um bom tempo. Escovamos os dentes e fomos para Porto Alegre. Estacionei o carro numa rua lateral e chegamos no Boulevard Laçador, uma espécie de centro comercial a céu aberto. Eram aproximadamente 16:00. Pegamos duas cadeiras disponíveis e colocamos embaixo e uma árvore frondosa, ficando na sombra. Logo um Boeing 737-MAX da Gol se aproximou e pousou. Pouco depois um Airbus A320 da LATAM, que se encontrava esperando na cabeceira, ingressou na pista e decolou. E assim passamos o restante da tarde.
Um pouco antes de irmos embora tiramos fotos no antigo DC-3 da Varig, exposto ali como lembrança da icônica companhia aérea brasileira. "Varig, Varig, Varig." A "Estrela Brasileira", marca da companhia, agora só era memória. Retornamos para casa.
— Vamos pedir uma pizza?
— Vamos! Adoro pizza.
— Que sabor você vai querer, Clara?
— Calabresa acebolada.
— Uhn, calabresa - disse eu, provocando.
— Ai, para com bobagem... - disse ela, rindo.
Pedimos a pizza. Em pouco mais de 40 minutos o entregador buzinou. Ela saiu para pegar.
— Hoje tá comigo, eu paguei - falou ela.
— Obrigado, Clara.
— Vou abrir um tempranillo pra gente.
Ela abriu o armário e retirou a garrafa. Depois pegou as taças. Abriu e serviu.
— Cheers!
— À nós!
Atacamos a pizza. Harmonizou perfeitamente com o vinho. Comemos e ficamos ali, trocando ideias. Por fim, guardamos a pizza, lavamos a loucinha e sentamos na cama para tomar a segunda taça de vinho. Trocamos ideias e carinhos, falamos da vida, da tarde.
— Bom, tomando essa última taça eu me vou - falei, servindo a última porção do que sobrara na garrafa.
— Já? Fica comigo, dorme aqui.
— Amanhã tenho que levantar 5:30.
— Eu vou levantar às 5:00. Então tá tudo certo.
— Sendo assim eu fico.
Nos beijamos. Ah, eu tava ficando apaixonado por ela. Terminamos a taça de vinho.
— Vem, vamos tomar um banho - chamou ela.
Tiramos a roupa e fomos para o banheiro exíguo. Entramos embaixo da água fresca. Eu a abraçava por trás, apertando seus peitos, alisando sua barriga. Desci para a bucetinha e enfiei 2 dedos. Ela gemeu gostoso. Desligamos a água. Eu a ensaboei toda, e ela repetiu o processo em mim, dando atenção ao meu pau ereto, com seus 14 cm de dureza. Abrimos a água e nos enxaguamos. Nos secamos e fomos para a cama dela.
— Deita, amor, deixa eu chupar esse pau gostoso!
Eu me deitei, ela caiu de boca no meu pau, mas se deitou com a buceta na minha cara, iniciando um 69. Ela não tinha pressa, eu também não. Parecia alguém experimentando uma comida saborosa pela primeira vez, esperando que nunca acabasse. Eu passava os lábios pelos lábios da buceta dela, esfregava de leve, depois passava a língua, e introduzia na buceta dela, arrancando gemidos gostosos. Ela, por sua vez, sugava meu pau, ora engolindo tudo, ora sugando a cabeça entumecida, ora descendo pelas laterais, ora sugando minhas bolas. Eu gemia baixo.
— Não aguento mais, quero seu pau dentro de mim.
— E a camisinha? Não comprei...
— Quero na pele, sentir por inteiro. Eu tomo pílula.
— Vou confiar em você.
Eu a virei e a deitei na cama, ficando por cima. Enterrei de uma vez minha ferramenta naquele espaço apertado. Ela gemeu forte, e eu acelerei a penetração, até quase gozar. Tirei e falei:
— Quero de quatro. Vem, empina essa bunda malhada pra mim!
Ela pulou da cama e arrebitou a bunda. Eu chupei aquela buceta, que pingava. Em seguida atolei o pau dentro, e parei. Ela começou o rebolado gostoso, como se estivesse dançando. Fui à loucura. Em poucos instantes anunciei:
— Vou gozar, Clara, vou gozar!!
— Quero dentro!
Em segundos eu jorrei dentro dela. Tirei o pau e ela quis chupar.
— Deixa eu experimentar esse leite quente - disse ela, sugando a cabeça do meu pau, passando a língua em tudo. Eu quase gozei novamente de tanto prazer!
Chupei a buceta dela, sentindo o sabor da minha própria porra. Nos beijamos gostosamente, saboreando a experiência.
Eu a puxei e deitamos de conchinha. Ficamos um tempo assim, depois ela se deitou, colocando a cabeça sobre meu peito. Eu acariciava sua cabeça, seus cabelos, seus peitos. Ela começou a mexer no meu pau, que reagiu e ficou meia bomba.
— Quero de novo. Eu por cima, dessa vez - pediu ela.
O meu pau ainda não estava 100% duro. Mas ela colocou ela na buceta e começou a apertar, fazendo pompoarismo. Ele se endureceu e ela começou a subir e a descer gostoso, fazendo movimentos de pra frente para trás também. Quer delícia!
— Vou gozar de novo - anunciei.
— Gozei! - gritou ela, fechando as pernas, pouco após acelerar o ritmo dos seus movimentos. Eu gozei junto.
Ela desabou sobre mim. Ficamos abraçados.
Fomos para o banho, e dormimos pelados.
No outro dia de manhã, 5:00 o celular dela despertou. Ela acordou, mexeu no meu cabelo e passou a mão no meu pau, sentindo-o duro como pedra. Em partes era pela vontade de urinar, em partes era porque a testosterona é maior de manhã.
Ela arrancou as cobertas e montou em mim. Rebolava gostoso.
— Me come de quatro, quero que me coma com força!
Ela saiu de cima e ficou de quatro. Eu segurei a cintura dela, enterrei meu pau, puxei o cabelo dela para trás, fazendo-a arrebitar a bunda e estoquei forte. Minhas bolas doíam de tanta força que eu enterrava meu pau na buceta dela. Em instantes eu gozei forte.
— Vou engravidar com tanta porra... - riu ela, quando tirei de dentro e escorreu porra no chão.
— Se a gente ficar junto não é um problema, né amor.
Ela me abraçou, eu chupei seus peitos, nos beijamos e fomos para um banho breve.
Eu fui para minha casa, me arrumei, e a deixei no trabalho, indo depois para o meu.
Namoramos por um tempo. Ela precisou mudar de cidade por ter passado em um concurso, e eu fiquei alguns meses ainda em Canoas. Depois me mudei para Minas Gerais a trabalho.
FIM.
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Não esqueça de avaliar o texto. Abraço!