🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O beco - parte II

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Perdido na noite
Categoria: Homossexual
Contém 965 palavras
Data: 06/07/2026 13:29:22

Sinto um jato grosso vindo e preenchendo minha garganta como se fosse um leite condensado. A porra dele era farta, mas não tinha gosto forte como eu já experimentara em outras ocasiões. Pelo contrário, era até docinha, levemente frutada, como uma bala de abacaxi.

O sêmen me encheu toda a boca, não pude engolir tudo de uma vez e, entre uma engasgada e outra, deixei um pouco escapar - inaceitável! Eu estava sedento, não podia disperdiçar nada, tinha que beber tudo -. Então, tomei fôlego e de uma vez só engoli tudo o que estava na boca em apenas uma sorvida e suguei aquele pau duro que começava a amolecer para extrair o resto do leite que ainda tinha ficado nele.

O moreno deu uma leve gemida, como se tivesse tido um calafrio, mas não tirou o seu órgão da minha boca. Depois de me certificar que havia dado uma boa limpada, segurei o pau ainda meio duro com a mão direita e, olhando com cara de safado, limpei a porra que havia escorrido pelo meu queixo para não perder uma gota daquele elixir divino.

O gosto adociado permanecia na minha boca e eu não queria perdê-lo, então coloquei o pau na boca comecei a sugar novamente, com carinho e sem muita pressão, em uma cadência suave para terminar de extrair todo o resto de leite que havia.

Para minha surpresa, aos poucos os suspiros de quase agonia que ele dava foram sendo substituídos por gemidos mais fortes enquanto o pau endurecia na minha boca e ele ia forçando mais pra dentro. Não fazia sequer dez minutos que ele gozara e a rola grossa e com veias pronunciadas já estava pronta de novo para recomeçar.

Eu ainda agachado em posição de submissão ao meu macho novinho e leitador, comecei a me dedicar com mais vontade à tarefa de sugar aquele pau grande e grosso que se avolumara mais uma vez para ganhar minha mamada.

Ele estava totalmente rendido, se escorava no poste enquanto gemia com cada vez mais força e segurava minha cabeça com força contra si, fudendo minha boca com brutaliade quase animal, forçando seu pênis no fundo da minha garganta; meus olhos começaram a lacrimejar com a força do ato, mas nem por um minuto pensei em parar. Eu estava sendo sodomizado em público, mas não estava nem aí, só pensava em tomar mais daquela porra doce como suco de fruta fresca e ouvir meu macho gemendo gostoso enquanto eu chupava com força.

As pessoas na rua agora paravam para nos ver, não sei se tomadas de inveja ou lascívia por ver aquele ato tão explícito de dois animais no cio ou se chocada com a cene explícita tão cedo ainda na noite, afinal, se muito tarde, ainda eram 23 horas e as ruas não estavam vazias, pois, como disse, todos os outros foliões ou buscavam ou realizavam seus atos por ali, ainda que de forma mais discreta, mas sem dúvidas, com o mesmo propósito que eu colocava em cada chupada.

Mas eu não estava nem aí, podiam morrer de inveja, podiam chamar a polícia, para mim só existia aquele pau duro e a vontade de engoli-lo centímetro por centímetro e aquele macho agora gemendo alto a cada entrada e saída que minha boca fazia. Não havia mais nada, apenas tesão sem controle de dois machos transando com força no meio da rua.

Devo ter ficado quase 15 minutos nesse extase quando ele para de forçar minha cabeça e puxa meu rosto. Olho pra ele com cara de safado, seu pau ainda balançando e batendo na minah bocheche e ele me diz "dobrando a esquina tem um lugar melhor para gente ficar mais a vontade, não quero gozar na sua boca só não".

Eu levanto, nem limpo a terra dos joelhos porque sei que em breve sou sujá-los de novo, ele guarda o pau explodindo de duro dentro do short, parecendo que está armado e começa a andar em direção a uma pequena viela a poucos metros de onde estávamos. Alguns outros casais e passantes que estavam nos arredores acompanhando o espetáculo (porque modéstia a parte dei o maior show) nos seguiram com maior ou menor discrição e fomos, todos, em direção ao beco.

Bem, não era exatamente um beco como costumamos a imaginar: uma rua fechada, com um latão de lixo em um canto e ratos andando, um local perfeito para desovar um corpo, não, era uma ruela que ligava a avenida ao conjunto ferroviário atrás de nós e tinha relativa iluminação e era limpo, apenas não tinha movimento porque morria em um portão de ferro fundido em torno de 20 metros a frente e ninguém tinha o que fazer ali, pois não havia nenhum comércio nem nada, apenas o fundo dos antigos armazéns que serviam a ferrovia desativada.

Ele me levou ali me puxando pela mão e com uma pegada rápida me girou e me deu um beijo na boca que me fez perder o fôlego, suas mãos começaram a deslizar pelo meu corpo com velocidade e gana, como se sentir cada pedaço meu fosse uma necessidade que o mantesse vivo. Chegou no meu pau duro e rapidamente enfiou a mão por dentro dos shorts e comçou a me masturbar. Meu pau duro como pedra babava e estava a ponto de gozar, mas ele não deixava. Com maestria fazia movimentos de vai e vem até o limite e quando me sentia pulsando parava e deixava o tesão voltar. Pegou então a mão cheia da minha baba, tirou e me olhando contra a luz levou a boca e chupou tudinho, como se quisesse me sentir aos poucos, primeiro o pré-gozo e depois, como eu descobriria, com muito jeito, toda a porra que latejava desde o momento que começamos a nos pegar na avenida...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Perdido na noite a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaPerdido na noiteContos: 7Seguidores: 6Seguindo: 0Mensagem Aspirante a escritor. Através de palavras, compartilho desejos e fantasias molhadas e com cheiro de sexo que, quem sabe, são também a luxúria de meu leitor.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →