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Separa - Não separa: Dúvida de corno feliz

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Um conto erótico de Larissa de Astorga
Categoria: Heterossexual
Contém 2710 palavras
Data: 01/07/2026 13:34:27

Era um domingo no clube de festas do trabalho do meu marido, e na mesa, com minhas colegas, outras adúlteras:

Ao ver o cara da cocaína passar por mim, fiquei babando, bem soltinha e doida pra cheirar cocaína. Falei para as meninas que adorava cocaína e que faria qualquer coisa pra cheirar. Claro que as atentadas falaram isso pro cara. Fui dar um beijo no meu marido, e disse que iria ao banheiro. Quando saí do banheiro dei de cara com o cara, e daí ele me empurrou de volta para dentro. Eu reagi a ele, dizendo:

- Não sou de meias palavras. Eu falo na lata, e gosto de ver a reação das pessoas. Sou uma puta do caralho, como dizem por aí.

- Então fica de joelhos e chupa sua vadia de merda! – respondeu ele.

Pela primeira vez fiquei sem reação. Estávamos em um banheiro de clube, com o risco de alguém entrar a qualquer momento. Não poderia, simplesmente ajoelhar e chupar. Ou poderia?

Botei a cara para fora, e... Nada pela direita, tampouco pela esquerda. Me puxou pelos cabelos, meu fornecedor, e me apontou no espelho, perguntando:

- O que você vê ali?

Me olhei no espelho. Não estava, mas imaginei a minha cara, o cabelo, e o corpo todo grudado e melecado de porra.

- Uma vadia, louca por pó e mijo de macho. – respondi.

Ele simplesmente riu, esticou uma carreira sobre a pia de mármore, e eu arquei para cheirar. Logo após, ajoelhei para uma chupada, curtindo a minha onda subir.

Demorei muito no banho, e já de volta na mesa, com a mão dentro da saia, me masturbei três vezes, pensando nos meus vizinhos, e depois ainda, fiquei um bom tempo curtindo a cara de corno do meu marido.

No hotel, fiquei experimentando os shortinhos e minissaias que eu havia comprado, para estar sempre bem piranha. Quando eu saio na sacada, vejo o meu marido dando um dinheiro para um cara. Empinei a bundinha para uns caras que estavam me secando. Um deles não aguentou, e sem delicadezas, me puxou para dentro do seu alojamento.

Enquanto eu chupava aquele cacete, ficava tão molhadinha, que escorria minha baba de buceta por entre minhas pernas. O pau do cara, simplesmente era gostoso demais. Enquanto eu o chupava, bateu uma carreira pra mim, e falou pra eu cheirar. Levantei e cheirei com uma mão, enquanto com a outra continua chupando aquela rola imensa, e linda.

De volta “em casa”, meu marido mandou chupa-lo. Nem falei nada, e caí de boca no pau que amo. Ele disse:

- Minha putinha, tem um dos caras do quarto ao lado lá na piscina, de bobeira.

Respondi:

- Já o chupei também.

Meu marido riu e socou o pau na minha garganta, me chamando de vadia. Segurava pelo saco, girava e me fazia babar feito louca. Quando a gozada explodiu, a porra descia pela minha garganta, mas eu deixava que escorresse um pouquinho pelo canto da boca. Meu amor passou um dedo e colocou em minha boquinha. Que delicia! Ele disse:

– Bebe mais cachorra! Bebe, minha puta!

Essas palavras me enlouqueciam. Já sabia que era corno e não se importava. Eu mostrava a porra em minha língua. Olhei para o espelho suntuoso do hotel, somente para assistir a minha garganta ser arrombada, e aquilo tudo era demais!

Meu marido estava irreconhecível: ligou para um colega dele, e ofereceu o meu traseiro ao dito cujo. Ajeitou o meu quadril para cima, com eu estando na cama, tudo para outro cara comer a minha bunda.

O cara metia a rola no meu cu, sem dó e ritmado. E falava:

- Isso corno! Ajuda, que eu vou arregaçar ela todinha.

E continuou enfiando.

À noitinha desci para a praia sozinha, mas toda gostosa e perfumada. Um dos chapas do meu marido perguntou:

- Ele deixou você vir assim, toda gostosa pra praia?

Respondi:

- Nem te conto. Brigamos por causa de ontem. Ele goza horrores, e depois quer vir me dar bronca. Se casou comigo, já sabendo que sou uma vadia ordinária, e vem com essas pro meu lado. Não quero nem saber, e vou mais é me divertir.”

O vizinho respondeu:

- Eu que vou me divertir, e vai ser na tua boca.

Achei o comentário sensual, até que rapidinho, me ajoelhei e ele cumpriu a promessa. Naquela areia, chegaram mais caras, uns desconhecidos até então. Eles gozaram na minha boca! Fiquei com um pouco de remorso, passei pelo cara da pousada, perguntei se ele podia me arrumar um pouco de cocaína pra ficar comigo. Ele olhou pra mim e falou:

- Vou ser bem sincero com você: não vou conseguir.

Encontrei meu marido no barzinho, e olhando pros caras do lado, fiquei me esfregando no meu amor, fazendo caras e bocas pros desconhecidos. Levantei e fui ao banheiro. Quando voltei, vi que os dois caras haviam ido embora.

Voltamos pra pousada, me banhei e fiquei só de calcinha. De repente batem na porta, e eram os dois que descobriram o meu endereço.

Foi loucura total: botei eles sentados nos sofás da sala, e ia só de calcinha, engatinhando para as rolas. Quando o cheiro já estava forte na minha boca, meu marido levantou e veio, mas não conseguiu me beijar. Todos, inclusive ele, gozaram na minha boca, até eu ficar arrotando porra. Bebi tudo, e ainda apertei pra sair aquele ultimo leitinho. Os cara levantaram, mal colocaram os paus para dentro das calças, saíram sem falar tchau.

Saí acompanhando, e no corredor, vi que tinham uns meninos me olhando, especialmente para o líquido esbranquiçado que me escorria no queixo. Fiquei ajoelhada, esperando.

Com um aceno positivo de um, o outro tirou o pau para fora, e meteu na minha boca, num vai e vem. Não demorou muito pra eu engolir mais leite quente. Quando estava para entrar de volta, dois marmanjos sobem a escada, me vendo toda esporrada na cara, e na minha boca.

Depois dessa cena, entrei numa boa para o apartamento, mas achando que eu tinha passado dos limites. Entrei no nosso quarto, e fui tomar um banho de princesa, pra me recompor.

Pensei no meu marido: ou ele aceitava como eu sou, ou ia ficar sozinho. Meu vizinho algoz sentou no sofá da sala, e eu fui engatinhando até o meio de suas pernas. Eu chupava a pica, cheirava o saco, sem nem me importar que todos já estivessem sabendo quem eu sou. Pois afinal, qual fêmea nunca pensou em fazer as coisas que eu faço?

Escutei um

- Então é assim, né?

Amoleci e empinei a bunda para trás. Senti que alguém pôs as mãos na minha cintura. Não consegui ver direito, pois estava enlouquecida, pingando de tesão. Senti quando o vizinho algoz começou a mijar na minha boca, dando gargalhadas da cena. O outro, que foi o cara do primeiro flagra, disse:

- Toma essa mijada, enquanto eu vou socar minha pica nesse seu rabão gostoso.

Fiz o que ele mandou.

Saímos dali, eu e meu marido daquele hotel, já que os papinhos e sorridos pelos corredores estavam demais. No caminho, naquela caminhonete espaçosa, ajeitou minha calcinha pro lado, e encaixou seu pau. Demorou um pouco, e logo senti uma sensação maravilhosa. Ele estava mijando dentro da minha bucetinha. Seu pau foi ficando mais duro, e ele começou a socar até encher-me a buceta de porra. Vazava mijo e porra de dentro de mim.

O motorista percebeu. Estacionou o carro, ficou de pé na minha frente, arriou a cueca, dizendo:

- Cheira meu saco, vagabunda! Assim você relaxa, e abre mais esse rabo pros meus amigos.

Meu marido ria, alucinado com o tal ponto que a situação chegou. Até um motorista subordinado, e devendo para a empresa de finanças, não me respeitava mais nem na frente do corno.

Fiquei cheirando o saco fedido dele! Que delicia, cheiro de macho trabalhador! Gemi lambendo aquele saco suado e levando rola do meu marido no cu. Levei um tapa na cara, só para parar de gemer. Depois, o motorista enfiou as suas duas bolas na minha boca.

Gozou na minha boca. Uma parte eu engoli, e a outra, que eu desperdicei, ele recolheu com a mão, me fazendo lamber também. É assim que os machos fazem comigo, pensando me humilharem.

Depois, falei para o meu marido, já na nossa casinha de sempre:

- Esse é o tipo sexo que me deixa tesuda. Essa sou eu, amor!

Meu marido então falou:

- Eu sei meu amor, mas não vou a lugar nenhum agora. Preciso descansar mais um pouco.

O interrompi:

- Amor, você que sabe, mas eu estou indo sambar, qualquer coisa me liga e vai me encontrar.

Ele acenou com a cabeça, assentindo.

Já na escola de samba, eu bati a empurrar por espaço, quando se formou uma nuvem de homens me perseguindo, alguns enfiando a mão por baixo da minha saia. E um safado me dedava de um jeito tão espetacular, que conseguiu vencer a minha resistência. Dei só uns beijos na boca, no meio do samba, quando deu lugar pra outro, que já chegou dando dedadas no meu cuzinho. Me dedou com tanta força, que me levantou do chão. Um terceiro me dava tapas estalados na bunda e mandou eu rebolar no seu dedo, o que fiz com paciência de puta complacente.

Depois de um teco, voltei pro meio do salão, e os tarados gritaram todo tipo de putaria que vocês podem imaginar. A noite era minha! Minha intenção era fazer todos os machos olharem pra minha bunda. São essas coisas que me fazem uma putinha exibida. Mas na verdade, eu estava tão trincadinha, buceta cu, tudo pedindo por rola, que decidi: “Pronto, vou ajoelhar e chupar essas picas todas, e foda-se quem reclamar!”

Comecei de maneira violenta, e tomei um tapa na cara, só pra ficar mais calminha. Antes do fim, meu marido apareceu, me puxando pra fora. Já lá fora, eu disse:

- Tudo bem, mas deixa-me voltar chupando a sua rola no carro. Quero te mamar enquanto te conto todos os detalhes.

Saímos dali, e voltamos pra pousada comigo chupando o pau do meu amor, e contando pra ele o quanto fui esculachada. Chegando ao hotel, tomei uma bofetada, de um cara que apareceu repentinamente, e que me mandou desligar o celular, que a noite ia ser longa. Eles não queriam dispersão da minha parte. Quando eu fiz menção de fugir, o cara me agarrou, me deu uma gravata, sufocando-me, e empurrando a minha cabeça para baixo, me falou:

- Não, sua cachorra! Eu sou o gerente deste hotel, e tu e teu corno me fizeram perder clientes.

Sufocamento e metidas na minha garganta, o gerente ficava alternando para me castigar. Depois, virou a minha cara para um grupinho, cujas rolas estavam eretas nas mãos, e me falou:

- Agora, você vai tirar porra dos caralhos.

Meu marido não aguentou: veio esporrar no meu rosto. Me virei e abocanhei a rola dele dizendo:

- Amor, tá vendo como eu me sujeito a qualquer situação por tua causa? Eu não tenho o direito de cobrar respeito nem do meu cu.

O gerente também não aguentou, e urrando, me xingando, segurou firme a minha mandíbula e esporrou direto no fundo da minha garganta.

Saí dali, toda suja de esperma, zonzinha de tanta pica, e de tanto gozar, também. Me encontrava num estado de satisfação total, Já não era sem tempo de meu marido saber da sua situação de corno, e ocorreu da melhor forma possível.

Meu marido me chamou para conversar, e fomos a um restaurante. Era hora da separação – eu senti.

Enquanto ele falava, tirei o pau do meu marido pra fora, fiquei punhetando por debaixo da toalha de mesa. E olhando todos em volta, falei:

- Vou te provar que ainda sirvo pra ser sua esposa. Vou fazer mais uma loucura nessa espelunca.

Meu marido falou:

- Amor, não duvido de nada. Você é capaz de tudo, pela forma que você se comporta, chupando paus à rolê...

Mal falou, e fui pro banheiro masculino, entrando na maior cara de pau. Voltei para a mesa, ainda com porra boca, esperei uns instantes, me sentei ao lado do meu marido, e falei:

- Amor, acabei de beber leitinho. Não falei que voltava rapidinho? Não demorei nem cinco minutos. Fiz isso pra justificar a minha fama de vadia sem credibilidade. Por isso você não pode me deixar.

Aquele minuto demorou mais do que o minuto normal, olhando para a cara sem credibilidade do meu marido. Esse era o meu fetiche, me sentir uma vadia sem valor, sem importância, completamente despudorada, agradando a parte sádica do meu marido. Mas eu queria mais! Queria a pica dos outros caras sentados, os amigos dele. Meu marido disse:

- Você tem só esta noite. Arrume suas coisas e saia o quanto antes da minha casa.

Não acreditei no que estava acontecendo. Fiquei revoltada, falando um monte. Meu marido me pegou pelo braço, e falou:

- Amor, você passou do limite. Vamos! Arrume suas coisas, e vá embora.

Continuei falando:

- Quer que eu fique com esses pobretões, que não tem onde caírem mortos?

- Pode usar o meu cartão por algum tempo...

Ele falava, mas eu já estava embaixo da mesa. Enfiei aquele pau mijado na boca. E escorrendo mijo pelos cantos da minha boca, falei:

- Isso! Será que o senhor consegue outra senhora assim?

Meteu a mão por baixo e bateu na minha cara. Afundei a garganta profunda, e senti as bolas no meu queixo.

Retirei, num estalo, e falei:

- Foi quase. Mas, na verdade estou querendo beber muita porra, mas muita porra mesmo, de muitas picas diferentes. Vou aceitar o seu cartão e sair procurando.

Ele ficou sem ação, por uns segundos. Perguntou se era isso mesmo, e com a minha afirmação, pediu pra eu esperar, que ele ia dar um telefonema. Uns minutos depois, disse:

- Atocha de novo, que eu quero gozar na sua boca, olhando pra sua bunda. A senhora vem sempre por aqui?

Eu fiquei de quatro, no meio da do restaurante. Ele gozou, e logo após, chegaram os seguranças, que nos levaram para uma delegacia.

Ficamos presos, por uma semana, separados de sela, é claro.

Já em casa, ele sentou no sofá, e eu já fui me encaixando no meio das suas pernas. Engoli o caralho duro, dei um tratamento especial na cabeçona. Desci pelo corpo do pinto, lambi as bolas, nessa hora ele falou:

- Sabe Carol? Acho que vou desistir da separação. Vai sair muito caro.

- Tá doido? – respondi – Só estou caprichando aqui porquê passei 8 dias sem chupar, e não engoli muita porra – e olhando para a cara de espanto dele – Os policiais me davam umas doses bem medíocres no copinho.

Enfiou o caralho em minha boca segurando minha cabeça e meteu como se fodesse uma buceta. Murchei a boca para não engasgar, e a empregada aplaudiu! Eu disse de boca cheia, olhando pro meu marido:

- Amor, assume logo que você é um corno.

Saí com as malas, ajoelhei e fiquei chupando os dois paus ao mesmo tempo, olho pra cima, pros olhos deles e volto a chupar os caralhos, separadamente. O motorista, e o ajudante de bagagem, os dois eram igualmente gostosos de pau. Me descuidei, e meu marido pegou as malas de volta, foi quando os caras gozaram. A porra jorrou nos meus cabelos e na minha orelha. No meu nariz também pegou um pouco, e levantei com porra escorrendo pelo meu pescoço.

Achei a atitude do meu marido linda, desfazendo as minhas duas malas, guardando tudo de volta pra mim, enquanto eu limpava a porra até de dento dos meus ouvidos.

No outro dia, achei que merecia um dia de princesa, marquei um salão, e lá fui eu me cuidar. Depois de quatro horas no salão de beleza, voltei pra casa, coloquei um shortinho de bisca, e já fui procurar machos na agenda.

Quando cheguei na estância, desliguei o telefone e ouvi de um dos executivos:

- Quer dizer que a putinha é casada?

Fiquei rindo e entramos. Fui diretamente arrastada pro nosso ambiente privê. Ajoelhei, pois adoro essa posição. Comecei a chupar aquelas rolas. Fui endurecendo os cacetes. Eles batiam no meu rosto com as varas. Eu chupava, a maioria paus desconhecidos, e pena que meu marido não estava presente.

Me levaram para o compartimento dos fundos. Iriam me ensinar a famosa DP. Qualquer dia eu conto como foi.

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