Vou relatar uma situação marcante que aconteceu no início do meu casamento.
Na época, eu tinha pouco mais de vinte anos, pele muito clara, cabelos castanho-escuros sempre cortados bem curtos, cerca de um metro e setenta e cinco de altura e um físico comum, sem músculos muito definidos. Fazia academia o que me mantinha em boa forma, embora eu nunca tivesse sido o tipo de homem que chamasse atenção pela aparência. Tenho o jeitão calado, introspectivo.
Eu sempre fui uma pessoa que existia sempre um passo atrás dos outros. Raramente contrariava alguém, preferindo engolir as próprias vontades a enfrentar um conflito. Dizia "sim" quando queria dizer "não", aceitava decisões que não eram minhas e carregava a estranha esperança de que o silêncio fosse suficiente para manter a paz. Com a esposa, essa característica se tornava ainda mais evidente: cedia antes mesmo de ser convencido, moldava a rotina aos desejos dela e escondia suas frustrações atrás de um sorriso discreto e de uma resignação quase automática.
Havia me formado em direito e tinha acabado de passar na OAB. Era casado havia seis meses com Márcia, que tinha 23 anos. Nosso relacionamento já vinha de quase quatro anos, entre namoro e o período em que moramos juntos antes do casamento.
Márcia sempre foi o completo oposto de mim quando o assunto era presença. Era muito branca, de cabelos pretos, longos e lisos, que contrastavam com os olhos castanhos escuros e expressivos. Tinha traços delicados, um sorriso fácil e um jeito naturalmente cativante. Media pouco mais de um metro e setenta e cinco, possuía cintura fina, quadris largos, coxas fortes, busto de tamanho médio e uma postura que valorizava ainda mais suas curvas. Caminhava com elegância, falava olhando nos olhos das pessoas e transmitia uma confiança que fazia com que naturalmente fosse notada onde chegava. Eu costumava brincar que havia tido uma sorte enorme ao conquistá-la e que jamais deixaria escapar uma mulher como ela.
Com o passar do tempo, comecei a perceber um detalhe curioso em sua personalidade. Márcia gostava de se sentir admirada. Não era algo exagerado ou desrespeitoso; ela simplesmente apreciava perceber quando despertava atenção. Aos poucos, passou a escolher roupas que valorizavam sua beleza e sua feminilidade, sempre mantendo bom gosto, mas sem esconder a satisfação quando percebia olhares discretos dirigidos a ela.
O esperado talvez fosse que eu me incomodasse com isso. Aconteceu justamente o contrário. Descobri que sentia certo orgulho ao notar que outras pessoas a admiravam. Ver aqueles olhares confirmava aquilo que eu já sabia: eu havia me casado com uma mulher extremamente bonita.
Mesmo entre amigos e conhecidos surgiam situações curiosas. Alguns homens claramente confundiam simpatia com abertura. Márcia era espontânea, conversava sorrindo, tocava levemente o braço das pessoas enquanto falava e tinha o hábito de manter contato visual durante a conversa. Bastava isso para alguns interpretarem sinais que provavelmente não existiam. Eu fingia não perceber, enquanto eles se aproximavam um pouco mais do que deveriam. No fim, ela sempre encontrava uma maneira elegante de encerrar qualquer situação antes que ultrapassasse nossos limites.
Depois, quando estávamos sozinhos, comentávamos essas situações com naturalidade. Ela contava que alguém havia tentado flertar ou que determinado conhecido parecia bastante interessado. Essas conversas, longe de provocar desentendimentos, acabavam fortalecendo nossa cumplicidade, porque sempre existiu muita confiança entre nós.
Eu trabalhava em um escritório de advocacia. O salário não era dos melhores e, havia algum tempo, alimentava a vontade de deixar a empresa para seguir um caminho diferente. Sonhava em construir minha própria carreira, longe das amarras e da estrutura engessada dos grandes escritórios. Comentava esse desejo com alguns familiares e, certa vez, um tio me disse que Ricardo, meu primo, tinha exatamente o mesmo objetivo. Segundo ele, se nos uníssemos, poderíamos fortalecer um ao outro e transformar aquele projeto em realidade.
A ideia ficou martelando na minha cabeça por vários dias. Depois de muito refletir, resolvi mandar uma mensagem para Ricardo. Naquela época, ele devia ter cerca de vinte e cinco anos e era praticamente o meu oposto. Enquanto eu era mais reservado, ele chamava atenção por onde passava. Extrovertido, comunicativo e dono de um carisma natural, fazia amizade com facilidade. Tinha aproximadamente um metro e oitenta e seis de altura, cabelos loiros, frequentava academia com disciplina e exibia um físico magro, porém definido. Sua fama também o precedia: era conhecido como mulherengo, incapaz de permanecer muito tempo em um relacionamento. Assim como eu, trabalhava em um escritório de advocacia, mas exercia a profissão havia mais tempo e já possuía uma experiência consideravelmente maior.
Ele demonstrou entusiasmo com a minha mensagem. Conversamos bastante pelo WhatsApp durante vários dias e, em pouco tempo, estava quase tudo acertado. Em um fim de tarde, enquanto conversávamos, propus que ele fosse até a minha casa para que pudéssemos conversar pessoalmente e avançar no nosso projeto. Ele achou a ideia excelente e, de imediato, disse que passaria no escritório onde eu trabalhava para, de lá, seguirmos juntos até a minha casa. E assim fizemos.
Durante o trajeto, conversamos animadamente. Havia muitos assuntos a discutir, e o tempo passou tão rápido que, quando percebemos, já havíamos chegado. Ele estacionou o carro em frente à minha casa. Desci, abri a porta e entramos. Foi então que levei um susto — e minha esposa também. Ela vestia um shortinho que deixava à mostra parte do bumbum e uma blusinha que marcava os mamilos. Era a roupa que costumava usar quando estava em casa e, empolgado com os planos envolvendo meu primo, eu havia me esquecido completamente de avisá-la da nossa visita.
Nesse instante, reparei que meu primo exibia um sorriso malicioso e não conseguia tirar os olhos da minha esposa.
Ela imediatamente cobriu os seios com um dos braços, puxou o short um pouco mais para baixo e, ainda visivelmente sem graça, cumprimentou meu primo com dois beijinhos no rosto. Enquanto a observava, fiz um discreto gesto para que fosse trocar de roupa e vestisse algo mais apropriado. Ela respondeu com um olhar de contrariedade e, em vez de atender ao meu pedido, continuou puxando assunto com meu primo.
Percebendo o constrangimento, meu primo disse que ela deveria ficar à vontade, pois, dali em diante, passaria a frequentar nossa casa com frequência para tratarmos do projeto que estávamos desenvolvendo. Acrescentou que não queria que ela mudasse sua rotina por causa da presença dele. Comentou que fazia muito calor, que ela estava em sua própria casa e que não havia motivo para qualquer cerimônia. Depois de apresentar outros argumentos, concluiu dizendo que, afinal, todos ali eram da mesma família.
O constrangimento inicial foi desaparecendo. Ela se mostrou mais relaxada, e a conversa passou a fluir naturalmente entre nós.
Com o passar dos dias, essa dinâmica tornou-se parte da rotina da nossa casa. Quase todas as tardes, ao fim do expediente, nos reuníamos para discutir o andamento do projeto e planejar os próximos passos. Minha esposa também não alterou a maneira de se vestir. Em alguns dias usava roupas mais curtas; em outros, peças um pouco mais discretas. Em comum, porém, havia sempre a preferência por roupas leves e confortáveis, adequadas ao ambiente doméstico.
Nas semanas seguintes, nossa convivência com Ricardo tornou-se muito mais frequente do que eu havia imaginado. Havia inúmeros assuntos para discutir e, quando conseguimos nosso primeiro cliente, a necessidade de nos reunirmos passou a ser ainda maior. As conversas, que inicialmente aconteciam apenas durante a semana, logo se estenderam para alguns fins de semana, quando ele aparecia em casa para um café ou um jantar simples. Aos poucos, sua presença tornou-se parte da nossa rotina.
Márcia sempre o recebeu com a mesma simpatia. Com o passar do tempo, os dois descobriram interesses em comum, brincavam constantemente um com o outro e passaram a conversar com a naturalidade de pessoas que se conheciam havia muitos anos. A convivência entre eles parecia espontânea e confortável, algo que, naquele momento, me parecia absolutamente natural.
Em um sábado, Ricardo apareceu sem avisar. Nós ainda estávamos tomando café da manhã quando ele entrou, cumprimentou-me e, em seguida, viu que Márcia havia se levantado para buscar uma xícara na cozinha. Foi ao encontro dela para cumprimentá-la e os dois trocaram dois beijinhos no rosto.
Logo em seguida, ele elogiou a aparência dela, comentando que a academia estava fazendo efeito. Em tom de brincadeira, deu um leve tapinha em seu bumbum e disse que estava "durinho". Os dois se entreolharam e caíram na risada. Aproveitando o clima descontraído, Márcia comentou que estava se sentindo acima do peso e que precisava voltar a se dedicar mais aos treinos. Ricardo imediatamente discordou. Disse que ela estava enganada, que suas pernas estavam mais fortes e, enquanto falava, fazia gestos para reforçar o que dizia. Ela ria e pedia que ele parasse de elogiá-la daquele jeito, acusando-o de estar apenas tentando agradá-la. Ele insistia que estava sendo absolutamente sincero, e aquela troca de provocações bem-humoradas se estendeu por alguns minutos. Durante todo esse tempo, eu tinha a nítida impressão de estar sendo completamente ignorado.
Pouco depois, Márcia aproximou-se de mim e, em tom de brincadeira, resmungou que "nosso" primo estava se aproveitando da intimidade para ficar cheio de graça com a minha mulher e que cabia a mim colocar um limite na situação. Respondi, também brincando, que era ela quem o provocava ao aparecer com aquelas roupas e que, conhecendo a fama de Ricardo, não havia muito o que esperar de diferente.
A partir daquele episódio, pareceu surgir nele uma confiança que até então permanecia contida. Se antes seus elogios eram discretos e ocasionais, dali em diante passaram a ser mais frequentes e espontâneos. Sempre que chegava à nossa casa, fazia questão de cumprimentar a "prima gostosa", como gostava de chamá-la, com dois beijinhos no rosto. Às vezes, o cumprimento era acompanhado de um abraço um pouco mais demorado ou de alguma brincadeira que fazia os dois rirem. Eu ficava só acompanhando essa situação.
Algumas vezes eu estava na sala, relendo alguma petição, enquanto meu primo e minha esposa permaneciam na cozinha. Dali, ouvia risadas, brincadeiras e conversas animadas. De vez em quando, ela me chamava, dizendo que eu precisava "salvá-la". Eu me levantava e ia ao encontro dos dois, respondendo, em tom de brincadeira, que era ela quem deveria parar de provocá-lo. Ela protestava, afirmando que ainda acabava levando a culpa, e os dois apenas sorriam.
Ricardo parecia sempre buscar alguma forma de contato com ela, tornando-se, aos poucos, cada vez mais ousado. Certa vez, presenciei quando ele a puxou para sentar em seu colo enquanto estava acomodado no sofá. Ela imediatamente comentou, entre risos, que "alguma coisa" havia lhe cutucado. Eu apenas ri da intimidade que estava se formando entre os dois.
Percebia com clareza que havia uma atração mútua surgindo entre eles e, de forma inesperada, aquilo despertava algo em mim. Nossa vida íntima tornou-se mais intensa, mais espontânea e mais apaixonada. Márcia passou a se mostrar mais à vontade, revelando desejos e fantasias que até então nunca havia compartilhado comigo. Em tom de provocação, dizia que "nosso primo" havia encostado nela, que tinha gostado da brincadeira e que, se um dia eu permitisse, ela se envolveria com ele.
Em uma noite, a conversa girava em torno de quem sabia dançar e dos diferentes estilos de música que cada um gostava. Meu primo colocou um forró para tocar no celular e pediu autorização para mostrar à minha esposa que sabia dançar. O pedido foi apenas uma formalidade, pois, antes mesmo que ela respondesse, ele já a havia puxado para o meio da sala.
No início, a dança parecia apenas uma brincadeira entre amigos. Aos poucos, porém, eles foram aproximando os corpos. A cada giro, ele lançava um olhar para ela e a conduzia com cada vez mais firmeza, pressionando seu corpo contra o dela, enquanto ela aceitava tudo com um sorriso no rosto. Ele dançava um pouco melhor do que eu — nada extraordinário, mas o suficiente para que minha esposa o elogiasse, dizendo que ele tinha ritmo e conduzia bem a parceira. Ele respondeu afirmando que ela tinha um rebolado delicioso. Ao final da música, percebi que ele estava visivelmente excitado, e minha esposa lançou um rápido olhar para o volume marcado sob a bermuda antes de sorrir discretamente, sem dizer uma palavra.
Nas músicas seguintes, resolveram treinar alguns passos. Em determinados momentos, interrompiam a dança para que ela me mostrasse um movimento ou explicasse como deveria ser executado. Em uma dessas músicas, enquanto ela dançava comigo, meu primo, bastante ousado, aproximou-se por trás e a abraçou, fazendo com que ela permanecesse entre nós dois, sorrindo. Ficamos assim por alguns instantes. Depois, ela se virou de frente para ele, abraçando-o com o rosto apoiado em seu pescoço, até que resolvi me afastar e me sentei no sofá.
Quando a música terminou, ela veio sentar-se ao meu lado para descansar. Meu primo permaneceu em pé, de frente para nós. Ela manteve as pernas fechadas, mas, por causa do comprimento da saia, imaginei que ele ainda pudesse perceber parte da calcinha que ela usava. Eu já me encontrava bastante excitado com a forma como ele demonstrava interesse por minha esposa. Foi então que ele perguntou se poderia tirar a camisa por que estava muito calor.
Minha esposa concordou e disse para eu tirar a minha também.
Tirei a camisa e ela montou no meu colo de frente pra mim e de costas para o meu primo, e ficamos nos beijando. A calcinha dela arrastava na minha bermuda e ela ficou rebolando o quadril, me chamando de gostoso, e eu chamando ela de safada, um sorrindo para o outro. A saia devia estar cobrindo somente parte da bunda nessa posição, e o meu primo só observava em pé de onde ele estava, até que ela me pediu para dançar com ele novamente.
Dei mais um beijo nela. Ela se levantou e o abraçou pelos ombros, colando o rosto ao pescoço dele, onde ficava dando beijinhos enquanto os dois rebolavam.
Ele começou a passar a mão na bunda dela por cima da saia; depois, passou a usar as duas mãos. Por fim, já estava com a mão por baixo da saia, sentindo a pele macia dela. Ela chegava a ficar na ponta dos pés para empinar ainda mais a bunda, enquanto beijava o pescoço dele, perto da orelha, e dizia:
— Que mão ousada, primo. Está gostando da minha bunda?
— Estou adorando, prima. Que bundão gostoso você tem.
— E essa coisa dura aqui? É tudo por causa da minha bunda? — perguntou, colando o corpo ao dele e sentindo o pau duro em sua barriga.
— Esse aí é o Ricardão, prima. Ele quer te conhecer.
Minha esposa riu e perguntou:
— Sério? O Ricardão parece ser grandão?
— Ele é grande, mas é bonzinho. Esta bermuda está apertada. Posso ficar de cueca?
Ela olhou para mim, eu disse para ele ficar a vontade e decidir e me levantei e fui para a cozinha. Percebi pelo reflexo do vidro que ele tinha abaixado o short e estava só de cueca, seu pau estava muito duro, estufando a cueca.
Eu na cozinha observando o reflexo, vi eles darem um beijo com muita intensidade, volúpia e vontade, as amarras tinham sido soltas. Suas mãos tinham puxado a saia da minha esposa para cima, e estava apertando e abrindo as nádegas, sua bunda engolia uma calcinha fio dental branca que deixava a cena um espetáculo.
Ainda na cozinha, tirei meu pau para fora e fiquei batendo uma punheta buscando mais informações pelo reflexo.
Eles pararam de se beijarem e olharam para o pau do meu primo, eles cochicharam algo, ela olhou para trás buscando saber onde estava, não me encontrando, abaixou a mão até seu pau, liberou ele da cueca e ficou punhetando. Ele passou a chupar seu pescoço. Passou um dedo na xaninha da minha esposa, por cima da calcinha e acariciava, ela gemia baixinho de olhos fechados.
Eu já havia gozado fartamente e precipitadamente com aquela situação, busquei um papel para me limpar e a cena transcorria na sala. Fiz um barulho ao mexer nos copos e minha esposa perguntou por mim, disse que já estava voltando. Ao buscar o que estava acontecendo pelo reflexo. Ela estava tentando colocar aquele mastro para dentro da cueca e ele parecia estar querendo abaixar a cabeça dela para chupa-lo.
Fiquei observando, ela novamente me chamou, disse que já estava indo, ela abaixou rapidamente, deu uns beijinhos no seu pau, pareceu ter engolido a cabeça daquele pau e guardou. Fiz um barulho, anunciando que estava voltando. Me deparei com ela sentada no sofá, com sua saia toda suspensa, com a calcinha completamente a mostra e ele em pé, ainda de pau duro.
Minha esposa me olhou, dizendo que seu primo tinha se aproveitado dela, eu apontei para ela e disse e você desse jeito né, queria que ele ficasse como. Rimos. Ele alegou que estava com o pau doendo e que ia no banheiro. Ao sair ela veio para cima de mim e trocamos um beijo gostoso, eu acariciava aquela bundinha. Depois de alguns minutos ouvindo um gemido/urro vindo do banheiro, nos entreolhamos e rimos. Meu primo voltou. Eu disse que estava tarde e que precisávamos descansar. Muito a contragosto encerramos. O sexo a noite foi intenso, ela estava louca, insaciável, comi ela umas duas vezes, chupei muito sua xaninha, ela gozou mas claramente queria mais.
Nos dias que se seguiram, já não havia pudor da parte deles. Ele chegava e ia direto cumprimentar minha esposa: abraçava-a, encoxava-a, passava a mão em seu bumbum e em seus seios, e beijava seu pescoço. Eu permanecia ali, observando tudo aquilo. Ele percebia minha total passividade.
A partir de então, passou a dizer que eu era um corno e que minha esposa estava precisando de um homem de verdade. Minha esposa choramingava de prazer, dizendo para ele parar, que era uma mulher casada e fiel e que aquilo era errado. Eram palavras vãs, que não correspondiam ao que seu corpo insinuava.
Certa vez, enquanto ela veio me dar um beijo, ele veio por trás, levantou sua saia e deu um forte tapa na sua bunda, ela gemeu. Ele colocou sua calcinha para o lado e ficou dedilhando, molhava os dedos com saliva e enfiava na xaninha da minha esposa, que delirava de prazer. Eu tirei meu pau para fora e punhetava.
Ele tirou seu pau fora, puxou minha esposa pelos cabelos, fez ela se abaixar para abocanhar aquele pau. Eu somente observava, comecei a meu punhetar observando aquela cena. Minha esposa chupava aquele pau com uma vontade que jamais tinha visto. Ele a xingava, dizia que aquela vara seria a única que ela teria.
Enquanto ela o chupava, ele olhou para mim e disse que eu era corno. Chamou-me para observar mais de perto o que minha esposa estava fazendo. Fiquei ajoelhado ao lado dela, observando-a engolir, babar e chupar aquele pau.
Ele a segurou pelos cabelos, tirou o pau da boca dela e disse para eu dar um beijo na minha esposa. Ainda titubeei, mas minha esposa se aproximou e me deu um beijo demorado. Eu estava bem próximo daquele pau, sentia seu cheiro forte e beijava minha esposa sentindo o gosto dele. Ela fazia com que eu lambesse seus lábios, aumentando ainda mais minha passividade.
Em seguida, ela voltou a chupá-lo. Depois, parou novamente e veio me beijar, trazendo a baba consigo. Enquanto nos beijávamos, senti que ela despejava aquele líquido em minha boca. Engoli tudo. Ela voltou a chupá-lo. Ele movimentava o pau na boca dela e o batia em suas bochechas. Ela também chupava seu saco.
Ele a levantou e encaminhou-nos para a sala. Colocou ela de quatro no sofá e cravou sua pica na bocetinha da minha esposa, que gemeu. Ele permaneceu com a vara lá dentro, e puxou o cabelo dela para trás, estava com uma ferocidade nos olhos, serrava os dentes. Passou a mordiscar seu pescoço, sua orelha. Acariciava seus peitos. Começou a movimentar cadenciadamente. Com movimento lentos, mas seguros. Entrelaçou seus braços no ombro dela e bombava, ela gemia, estava entregue. Seus movimentos se intensificavam, ouvia o choque dos seus corpos. Iniciei novamente uma punheta. Meu primo comia minha esposa.
Mudaram de posição, ele sentou no sofá e ela veio por cima, primeiro de costas para ele, ela se apoiava e quicava no seu pau. Ela estava suando. Mudaram de posição novamente, agora ela ficou sentado no seu colo de frente, e com mais apoio continuava subindo e descendo com velocidade. O choque entre seus corpos até hoje consigo ouvir. Depois de muito tempo nesse movimento ela começou a gemer cada vez mais alto e gozou. Ele dava tapas fortes em sua bunda. Ela parou os movimentos, estava ofegante, cansada. Ele não havia gozado e protestou.
Pediu para deixa-lá no chão. Abriu bem as pernas dela e enfiou sua pica na xaninha da minha esposa. Ela se contorcia de prazer. E ele bombava com muita força, a intensidade fazia minha esposa ir para frente, ele puxava ela pelas pernas e gravava seu pau sempre de forma vigorosa. Passaram alguns minutos assim, minha esposa tomando uma surra de pia. Ele anunciou que ia gozar. Urrou de prazer. Cadenciou as últimas estocadas e desabou por cima da minha esposa. Os dois estavam suados, ouvia a respiração de ambos, o cheiro do sexo impregnava o ambiente.
Passado mais alguns minutos ele se levantou, puxou ela, que ficou sentada no chão. Ele relatava que tinha sido uma foda fantástica. Eu estava ainda com o pinto murcho, escorrendo porra. Nos entreolhamos, sem saber o que dizer, balbuciei algo como ‘loucura’, no qual ele completou como ‘loucura deliciosa’ e olhava para ela.
Levantaram-se e foram para o banheiro juntos, ouvi o chuveiro sendo ligado. Busquei me limpar, arrumar a bagunça que eles tinham aprontado. Recolhi a calcinha e a cueca que ambos tinha deixados pelo caminho.
Ouvi risos vindo do banheiro, me aproximei, a porta estava aberta. Os dois estavam agarradinhos, se beijando, seus corpos estavam entrelaçados. Ela abriu os olhos e cruzou com meus olhos. Se desvencilhou dele, esticou a mão e fechou a porta. Só pude escutar ela gemendo, o barulho da nova foda deles se desenrolar. Fiquei ali perto da porta por bons minutos. Quando ouvi o gemido e o provável gozo dele, voltei para o sofá, liguei a televisão e fiquei sapeando os canais.
Primeiro veio ele, todo pelado com a vara mole. Passou na cozinha pegou uma latinha de cerveja e se sentou ao meu lado. Deu um tapinha nas minhas coxas e agradeceu por eu ter proporcionado aquele prazer para ele.
Ela veio depois, estava procurando sua calcinha, me deu um beijo, foi para o quarto e voltou com um shortinho bem sexy e uma blusinha bem fininha. Estava linda, sentou-se ao meu lado. Senti seu cheiro, demos um beijo. Ele disse que precisar ir, nos despedimos e ele partiu.
Ficamos ali no sofá, precisávamos conversar sobre qual caminho nosso relacionamento estava seguindo. Passamos horas conversando de forma franca, sincera, sempre levando em conta nos prazeres que estávamos sentido. O nosso casamento passou a fazer muito mais sentido, depois da admissão e construção dos papeis nos cabíamos dentro do relacionamento.